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Conheça “Trincheira Tropical”, de Ruy Castro, eleito Livro do Ano no Jabuti

28 October 2026 at 22:01

O Prêmio Jabuti 2026 elegeu o livro “Trincheira Tropical: A Segunda Guerra Mundial no Rio”, do autor Ruy Castro, como o Livro do Ano.

Para a CNN Brasil, Ruy avaliou sua segunda vitória consecutiva no maior prêmio de literatura do Brasil. “‘Trincheira Tropical’ me custou seis anos de trabalho, dos quais um ano e meio só para escrever. Foi o livro mais difícil que já fiz. Mas os Jabutis fizeram com que valesse ainda mais a pena“, declarou.

O autor também foi o vencedor da categoria Biografia e Reportagem, do eixo Não-Ficção.

A vitória de Ruy Castro acontece pela 2.ª vez consecutiva na premiação. Em 2025, ele também foi eleito ao Livro do Ano com “O ouvidor do Brasil: 99 vezes Tom Jobim“. Por cada vitória, ele garantiu R$ 70 mil e a participação em uma das principais feiras internacionais do livro, como Berlim e Londres, com as despesas pagas pela CBL.

Conheça “Trincheira Tropical”

Uma das empreitadas historiográficas de Ruy Castro, “Trincheira Tropical”, lança luz sobre um Rio de Janeiro transformado em ninho de espionagem, diplomacia e refúgio durante a Segunda Guerra Mundial. Passando por 1935 e 1945, o livro examina os reflexos do conflito europeu no tecido social e cultural do Brasil.

Mais do que uma crônica política sob a ditadura de Getúlio Vargas, a obra é uma história dos costumes. Ruy expõe o cotidiano de uma população confrontada com abrigos antiaéreos, escassez de suprimentos, blecautes, ao mesmo tempo em que absorvia os símbolos da modernização americana, como a entrada da Coca-Cola no Brasil. O painel se completa com a efervescência política nas ruas e se encerra com relato da Força Expedicionária Brasileira (FEB), quando 25 mil jovens brasileiros foram para uma batalha além-mar.

O livro foi publicado pela Companhia das Letras e está disponível para venda no site da editora por R$ 119. Também é possível acessar em e-book e audiolivro.

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Ruy Castro vence prêmio principal do Jabuti pela 2ª vez consecutiva

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O livro Trincheira tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio, de Ruy Castro, publicado pela Companhia das Letras, venceu a categoria Livro do Ano no Prêmio Jabuti 2026, a principal do evento, pela segunda vez consecutiva. 

A cerimônia da 68ª edição do prêmio ocorreu na noite desta terça-feira (27), na Sala São Paulo. Ruy Castro não estava presente por questões de saúde, conforme anunciado no evento.

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Na obra, o escritor e jornalista reconstitui o Rio de Janeiro entre 1935 e 1945, mostrando como os acontecimentos na Europa repercutiram na vida da cidade. O livro, que combina pesquisa histórica e narrativa do cotidiano carioca, também venceu o Jabuti na categoria Biografia e Reportagem.

No ano passado, o autor também recebeu o prêmio na mesma categoria com o livro O Ouvidor do Brasil: 99 vezes Tom Jobim, uma coletânea de textos sobre o compositor. 

Nascido em 1948, em Caratinga, Minas Gerais, o escritor começou sua carreira como repórter em 1967 e, a partir de 1990, dedicou-se à escrita de livros. 

Reconhecido pelas biografias de personagens como Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda, Ruy Castro também fez reconstituições históricas sobre a Bossa Nova e o Rio de Janeiro dos anos 1920.

Promovido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), o evento premiou vencedores em 23 categorias, além do Livro do Ano. As obras são distribuídas em quatro eixos: Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação.

Romance Literário

Outra categoria com bastante visibilidade é Romance Literário. A escritora Eliana Alves Cruz foi a vencedora da categoria, com a obra Meridiana. 

“É um momento de muita alegria e realização”, definiu a escritora.

“Muito emocionante [receber] o prêmio de Romance Literário, é o prêmio mais tradicional. Muito simbólico, muito significativo de uma trajetória que eu acho que é de muita gente. São muitas pessoas, todos os meus ancestrais, minha família, meus amigos, nosso país. As escritoras todas que eu admiro e que estão aí produzindo”, disse Eliana à Agência Brasil.

São Paulo(SP) - 28/10/2026 - Entrega do 68ª edição do Prêmio Jabuti, na Sala São Paulo. Eliana Alves Cruz, vencedora da categoria Romance Literário .  Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil São Paulo(SP) - 28/10/2026 - Entrega do 68ª edição do Prêmio Jabuti, na Sala São Paulo. Eliana Alves Cruz, vencedora da categoria Romance Literário .  Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
Eliana Alves Cruz (segunda da esquerda para direita) foi a vencedora da categoria Romance Literário - Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

O romance literário vencedor aborda temas como ascensão social e sentimento de pertencimento a partir da perspectiva de uma família negra. 

“É toda uma forma de pensar sobre esse momento do Brasil, em que a gente tem uma classe média nova, uma classe média que está tentando se entender, se achar e principalmente buscando o seu lugar de pertencimento. Qual é a minha casa? O questionamento é: o que podemos chamar de casa?”, analisa a escritora

“Muitas famílias, a minha família, a família de pessoas que eu conheço fazem esse movimento. Saem de uma situação mais precária e vão para uma classe média, melhoram de vida, entre aspas, economicamente. Mas estão ainda atravessadas por muitas questões e vão para esse novo lugar e ficam num limbo, numa linha divisória. Nem são de onde vieram, nem são necessariamente do lugar para onde vão”, explicou a escritora.

Novidades

Esta edição do Jabuti teve a estreia da categoria Incentivo à Leitura - Cultura Digital, voltada a criadores de conteúdo em plataformas digitais que contribuem para valorizar o livro e estimular a leitura. 

A CBL explica que a categoria valoriza a qualidade dos conteúdos, o engajamento e o impacto cultural. A categoria recebeu 402 indicações válidas.

Pedro Pacífico, responsável pelo canal Bookster, venceu a nova categoria e recebeu a estatueta das mãos do jogador de futebol Gustavo Scarpa, que também tem mobilizado leitores ao compartilhar suas leituras nas redes sociais.

Nas outras 22 categorias, o Jabuti recebeu 4.675 inscrições de obras e projetos. A premiação está distribuída em quatro eixos: Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação. Além das estatuetas, os vencedores recebem R$ 5 mil por categoria.

São Paulo (SP ) - 28/10/2026  Entrega do 68ª edição do Prêmio Jabuti, na Sala São Paulo. Gustavo Scarpa entregou o troféu da nova categoria Incentivo à Leitura – Cultura Digital (do eixo Inovação) para o influenciador literário Pedro Pacífico, conhecido pelo perfil Bookster.  Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil São Paulo (SP ) - 28/10/2026  Entrega do 68ª edição do Prêmio Jabuti, na Sala São Paulo. Gustavo Scarpa entregou o troféu da nova categoria Incentivo à Leitura – Cultura Digital (do eixo Inovação) para o influenciador literário Pedro Pacífico, conhecido pelo perfil Bookster.  Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Influenciador literário Pedro Pacífico (d), conhecido pelo perfil Bookster, recebe o prêmio do jogador Gustavo Scarpa - Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

A lista completa dos vencedores está disponível no site do prêmio. 

Lygia Bojunga

O Jabuti homenageou Lygia Bojunga, escritora reconhecida no Brasil e no exterior, que foi escolhida como Personalidade Literária desta 68ª edição. O reconhecimento ocorre no mesmo ano em que uma de suas obras mais conhecidas, A Bolsa Amarela, completa 50 anos.

Nascida em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 1932, Lygia estreou na literatura em 1972 com Os Colegas. Em livros como Angélica, Corda Bamba e A Bolsa Amarela, construiu uma obra marcada pela liberdade de imaginação e pela escuta dos conflitos e desejos da infância.

A escritora enviou uma mensagem de agradecimento e uma carta escrita à mão. “Que belo incentivo este!”, escreveu Lygia, referindo-se à homenagem. A escritora e psicanalista Ninfa Parreiras representou a escritora na cerimônia.

Confira a lista de finalistas abaixo:

Eixo: Literatura

1.1 Conto

Título: Massaranduba | Autor(a): Abáz | Editora(s): Senac Rio

1.2 Crônica

Título: Viagem no país da crônica | Autor(a): Humberto Werneck | Editora(s): Tinta-da-China Brasil

1.3 Escritor Estreante - Poesia

Título: História a que ninguém deu nome | Autor(a): Juliana Cajives | Editora(s): Mormaço Editorial

1.4 Escritor Estreante - Romance

Título: Pitangas verdes | Autor(a): Mariana Lobato Botter | Editora(s): Labrador

1.5 Histórias em Quadrinhos

Título: Ouroboros | Autor(a): Luckas Iohanathan | Editora(s): Comix Zone

1.6 Infantil

Título: A letra | Autor(a): Leo Cunha, Raquel Matsushita | Editora(s): Maralto

1.7 Juvenil

Título: A única da sala | Autor(a): Tathyana Viana | Editora(s): FTD

1.8 Poesia

Título: Boris e Marina | Autor(a): Alberto Martins | Editora(s): Companhia das Letras

1.9 Romance de Entretenimento

Título: Cartografia para caminhos incertos | Autor(a): Ian Fraser | Editora(s): Intrínseca

1.10 Romance Literário

Título: Meridiana | Autor(a): Eliana Alves Cruz | Editora(s): Companhia das Letras

Não Ficção

2.1 Artes

Título: Abdias, intérprete do Brasil: textos sobre raça e cultura brasileira de 1940 a 1990 | Autor(a): Tulio Custódio (Organizador) | Editora(s): Todavia

2.2 Biografia e Reportagem

Título: Trincheira tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio | Autor(a): Ruy Castro | Editora(s): Companhia das Letras

2.3 Economia Criativa

Título: A (r)evolução das habilidades para o futuro do trabalho na era da inteligência artificial | Autor(a): Martha Gabriel | Editora(s): Senac São Paulo

2.4 Educação

Título: Como conversar com crianças sobre racismo e diversidade | Autor(a): Manuel Alves de Sousa Junior | Editora(s): Schreiben

2.5 Negócios

Título: Não se esqueça!: 50 memorandos sobre gestão e liderança com propósito, comprometimento e proatividade | Autor(a): Mario Sergio Cortella | Editora(s): Record

2.6 Saúde e Bem-Estar

Título: A paixão pela mentira: a família e as tiranias | Autor(a): Paulo Schiller | Editora(s): Todavia

Produção Editorial

3.1 Capa

Título: Frans Krajcberg | Capista: Alles Blau | Editora(s): MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand)

3.2 Ilustração

Título: Guernica: a arte em busca da paz | Ilustrador(a): Vinicius Sabbato | Editora(s): Via Lúdica

3.3 Projeto Gráfico

Título: Dobra | Responsáveis: Raul Loureiro | Editora(s): Cosac

3.4 Tradução

Título: O cavaleiro de bronze e outros contos e versos | Tradutor(a): Rubens Figueiredo | Editora(s): Penguin-Companhia das Letras

Inovação

4.1 Incentivo à Leitura - Projeto

Título: Cartovivências nas periferias da cidade | Responsável(eis): Ricardo Barbosa da Silva

4.2 Livro Brasileiro Publicado no Exterior

Título: Os substitutos | Editora(s): Companhia das Letras, Métailié

4.3 Incentivo à Leitura - Cultura Digital

Pensioni, nuova Quota 100: la proposta a 64 anni e 36 di contributi. Il nodo delle risorse

28 October 2026 at 09:25

Nella quinta Manovra del governo Meloni potrebbe esserci un nuovo strumento per la pensione anticipata. Sappiamo già che il pacchetto previdenziale costerà oltre 1,2 miliardi. La Lega spinge per una nuova Quota 100, quindi per uscire a 64 anni con 36 di contributi, anche per chi ha iniziato a lavorare prima del 1996. Solo questo però potrebbe arrivare a costare 1,5 miliardi (o anche il doppio rispetto alla dotazione iniziale di 900 milioni di euro).

Il nodo delle coperture fa pensare che l’uscita sarà possibile dalla seconda metà del 2027. Da finanziare ci sono anche l’Ape sociale per disoccupati, caregiver, invalidi e lavori gravosi. Senza provvedimenti scadono a dicembre.

Pensioni: in Manovra ipotesi Quota 100

La Lega rilancia Quota 100 per il 2027. Propone l’uscita anticipata dal lavoro a 64 anni di età con almeno 36 anni di contributi, anche per i lavoratori del sistema misto, cioè quelli che hanno iniziato a versare prima del 1996.

Non si sa se sarà approvata, si tratta di trovare le coperture nella legge di Bilancio. Si tratta di un aspetto rilevante per chi possiede contributi versati prima e dopo il 1° gennaio 1996.

La differenza si nota soprattutto nel confronto con la pensione anticipata contributiva a 64 anni, che è legata interamente al sistema contributivo. La proposta leghista allarga quindi la possibilità anche a chi ha una parte della pensione calcolata con le regole precedenti.

Come funziona Quota 100?

La vecchia Quota 100 permetteva di andare in pensione con 62 anni di età e 38 anni di contributi. Si trattava di una forma sperimentale che permetteva l’uscita a chi maturava i requisiti nel periodo tra il 1° gennaio 2019 e il 31 dicembre 2021.

Si rivolgeva ai lavoratori iscritti all’assicurazione generale obbligatoria, alle forme sostitutive ed esclusive della stessa e alla gestione separata. Non poteva accedere il personale delle forze armate, delle forze di polizia e della polizia penitenziaria.

Nello specifico i requisiti per il conseguimento della pensione Quota 100 erano un’età anagrafica non inferiore a 62 anni e un’anzianità contributiva non inferiore a 38. Il requisito contributivo poteva essere perfezionato cumulando tutti e per intero i periodi assicurativi versati o accreditati presso l’assicurazione generale obbligatoria.

Pensioni 2027: da dove arrivano le risorse

Per le pensioni 2027, la legge di Bilancio è alla ricerca di risorse. Secondo Repubblica, la Ragioneria dello Stato e l’Inps starebbero valutando le modifiche al meccanismo di perequazione delle pensioni medio-alte, riducendo in alcuni casi le rivalutazioni all’inflazione proprio per liberare risorse.

Si tratta solo di un’ipotesi, ma potrebbe rendersi necessaria per rinnovare l’Ape sociale, le pensioni minime e l’isopensione che sono in scadenza a dicembre.

Anche la nuova Quota 100 richiederebbe risorse che al momento non sono state specificate, almeno 1,5 miliardi di euro ma che, secondo altre stime, potrebbero arrivare a costare il doppio dei fondi al momento disponibili (900 milioni di euro), quindi circa 1,8 miliardi.

Titoli di Stato inglesi al 5%: convengono più dei BTP?

28 October 2026 at 09:12

Prestare denaro allo Stato britannico oggi può rendere oltre il 5% annuo. È un livello che non si vedeva da quasi vent’anni e che potrebbe attirare l’attenzione anche dei risparmiatori italiani, abituati a confrontare le opportunità offerte dai BTP. Dietro, però, un rendimento apparentemente vantaggioso si nasconde una domanda importante: quanto resta davvero in tasca a chi investe in titoli britannici e vive in Italia?

Il Regno Unito ha collocato 4,5 miliardi di sterline di obbligazioni governative con scadenza marzo 2032, riconoscendo un rendimento medio del 5,036%, il più elevato dal 2008 per questa fascia di scadenza.

L’operazione racconta una doppia realtà: il governo britannico deve sostenere costi crescenti per finanziarsi, mentre gli investitori trovano opportunità di rendimento che meritano attenzione, ma anche prudenza.

Perché i titoli di Stato britannici rendono così tanto

I titoli di Stato del Regno Unito si chiamano Gilts. Funzionano in modo simile ai BTP: chi li acquista presta denaro allo Stato e riceve interessi secondo le condizioni previste dall’obbligazione.

L’aumento dei rendimenti britannici riflette, soprattutto, le preoccupazioni degli investitori per inflazione, tassi d’interesse e sostenibilità delle finanze pubbliche.

Il rialzo dei prezzi energetici e le tensioni geopolitiche hanno complicato il quadro. Se l’inflazione rimane elevata, la Banca d’Inghilterra può essere costretta a mantenere condizioni monetarie restrittive più a lungo.

Nel frattempo, il governo deve continuare a finanziare la spesa pubblica e rifinanziare il debito in scadenza.

Il risultato è che per convincere gli investitori a prestare denaro, il mercato richiede rendimenti più elevati.

Non significa automaticamente che il Regno Unito sia vicino a una crisi finanziaria. Significa, piuttosto, che il costo del suo debito è aumentato.

Il 5% non è la cedola: attenzione alla differenza

Un dettaglio dell’asta merita di essere chiarito.

Il Gilt collocato il 27 ottobre, identificato dal codice ISIN GB00BWGDRG14, prevede una cedola annua del 4,625% sul valore nominale.

Il rendimento medio del 5,036% deriva, invece, dal prezzo al quale il titolo è stato assegnato, inferiore al valore nominale, come risulta dai dati ufficiali del Tesoro britannico.

Sono due grandezze differenti:

  • Cedola: l’interesse periodico previsto dal titolo, calcolato sul valore nominale.
  • Rendimento a scadenza: tiene conto delle cedole, del prezzo pagato e del rimborso finale.

Per chi acquista successivamente sul mercato, il rendimento può essere diverso da quello registrato all’asta, perché il prezzo dell’obbligazione cambia.

È la stessa distinzione che conta quando si valutano i BTP oltre il 4% e il loro rendimento effettivo.

Un italiano può comprare titoli di Stato inglesi?

Sì, anche un cittadino residente in Italia può investire in Gilts.

Non è necessario trasferirsi nel Regno Unito o possedere la cittadinanza britannica.

L’acquisto può avvenire attraverso una banca o un intermediario finanziario che permetta di negoziare queste obbligazioni.

La procedura prevede alcuni passaggi:

  1. Verificare che il proprio conto titoli consenta l’accesso ai Gilts
  2. Individuare l’obbligazione attraverso il codice ISIN
  3. Controllare prezzo, rendimento effettivo, scadenza e liquidità
  4. Verificare commissioni, costi valutari e trattamento fiscale

Il servizio di acquisto diretto offerto dal Tesoro britannico è, invece, riservato ai residenti nel Regno Unito.

Per comprendere come avvengono gli acquisti successivi all’emissione è utile conoscere il funzionamento del mercato secondario, dove vengono scambiati i titoli già emessi.

Gilts o BTP: quali differenze per il risparmiatore italiano

Il confronto non può fermarsi alla percentuale di rendimento.

Cosa confrontare Gilts britannici BTP italiani
Valuta Sterlina Euro
Rischio di cambio Presente Assente per chi spende in euro
Tassazione italiana ordinaria Generalmente 12,5% 12,5%
Cedole Di norma semestrali Di norma semestrali
Rendimento Dipende da prezzo e scadenza Dipende da prezzo e scadenza
Acquisto dall’Italia Tramite intermediari abilitati Ampiamente accessibile

Per entrambe le tipologie occorre considerare il rischio legato all’emittente e le possibili oscillazioni di prezzo.

La differenza più importante per una famiglia italiana è, però, la valuta: i BTP restituiscono euro, i Gilts restituiscono sterline.

Tassazione e costi: cosa verificare prima dell’acquisto

Per un residente fiscale italiano, i redditi dei titoli di Stato britannici possono beneficiare, alle condizioni previste dalla normativa, dell’aliquota agevolata del 12,5%, come i BTP.

Per approfondire le differenze tra le imposte applicate ai vari strumenti finanziari è disponibile la guida di QuiFinanza alla tassazione degli investimenti finanziari nel 2026.

Vanno, però, considerati anche l’imposta di bollo applicabile al dossier titoli, le commissioni dell’intermediario e i costi di conversione valutaria.

Chi opera attraverso un intermediario estero deve, inoltre, verificare gli eventuali obblighi fiscali dichiarativi.

Prima di investire è, quindi, opportuno chiedere un prospetto completo dei costi e del trattamento fiscale.

Cosa cambia per i BTP e perché seguire Londra

I rendimenti britannici non determinano automaticamente quelli italiani. Tuttavia, quando gli investitori chiedono interessi maggiori per finanziare uno Stato, possono rivalutare il prezzo del rischio anche negli altri mercati obbligazionari.

Questo rende importante seguire le decisioni britanniche, soprattutto in occasione della presentazione del bilancio pubblico di oggi.

Per chi possiede già BTP, un eventuale rialzo generalizzato dei rendimenti può tradursi in una diminuzione delle quotazioni, particolarmente significativa per i titoli con scadenze più lontane.

Chi intende acquistare nuove obbligazioni potrebbe, invece, trovare condizioni differenti. Per valutare il mercato italiano è possibile consultare le quotazioni e i rendimenti dei BTP e BOT disponibili su QuiFinanza.

La vera domanda, dunque, non è soltanto se il 5% britannico sia più interessante di un BTP, ma quanto rischio aggiuntivo sia necessario assumere per ottenerlo.

Per un risparmiatore italiano, il rendimento migliore è quello valutato al netto di costi, imposte e rischio di cambio, tenendo conto dei propri obiettivi e dell’orizzonte temporale.

Bookster, que comanda o “Leitura do Fato” na CNN, vence categoria do Jabuti

28 October 2026 at 01:11

O influenciador e parceiro de conteúdo da CNN Brasil, Pedro Pacífico, mais conhecido nas redes sociais como Bookster, foi o vencedor da nova categoria do Prêmio Jabuti, batizada de Incentivo à Leitura: Cultura Digital. A cerimônia de premiação aconteceu na noite desta terça-feira (27), na Sala São Paulo, na região central da capital paulista.

Pedro concorria com o perfil Biblion (da biblioteca digital do Estado de São Paulo) e com os outros influenciadores Camilla Dias (@camillaeseuslivros), Maria Ferreira (@impressoesdemaria) e Tamirez Santos (@resenhandosonhos). Estes finalistas foram indicados por votação popular, diferente das outras categorias do prêmio, em que a lista é eleita por um júri de especialistas.

 

O troféu foi entregue a Bookster pelo jogador de futebol Gustavo Scarpa, do Atlético Mineiro. O esportista viralizou nas redes indicando livros e inspirou a criação do clube do livro Galeitura, que reúne leitores torcedores do Galo.

O Jabuti é considerado o mais tradicional prêmio literário do Brasil e tem diversas categorias divididas em quatro eixos: Literatura, Não-Ficção, Produção Editorial e Inovação (esta última engloba a categoria nova de Cultura Digital). No total, são 23 categorias do prêmio. Confira aqui a lista completa de vencedores.

A edição deste ano teve ainda mudanças na categoria Livro do Ano, a mais importante de todas. A partir de agora, as categorias Escritor Estreante: Poesia e Escritor Estreante: Romance passam a integrar o eixo Literatura e, portanto, obras vencedoras desses troféus podem concorrer a Livro do Ano.

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Prêmio Jabuti 2026: confira a lista completa de vencedores

28 October 2026 at 00:13

O 68º Prêmio Jabuti anunciou os seus vencedores na noite da terça-feira (27), em uma cerimônia na Sala São Paulo, na capital paulista. A premiação foi transmitida ao vivo no YouTube da CBL (Câmara Brasileira do Livro).

No total, 23 categorias foram premiadas, passando pelos eixos Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação.

Dentro desta última, a premiação inaugurou a categoria Incentivo à Leitura – Cultura Digital dedicada a produtores de conteúdo que estimulem a leitura em suas redes sociais. Destaca-se o finalista e parceiro de conteúdo da CNN Brasil, Pedro Pacífico, o Bookster, que concorreu ao lado de Biblion, Camilla e Seus Livros, Impressões de Maria e Resenhando Sonhos.

Este ano, a autora Lygia Bojunga foi homenageada como a Personalidade do Ano do Jabuti, por seu livro infantil “A Bolsa Amarela”, lançado há 50 anos, em 1976.

A premiação também elegeu o “Trincheira tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio”, de Ruy Castro, como Livro do Ano. O momento é sempre o mais aguardado da cerimônia do Jabuti e garantiu ao autor R$ 70 mil e participação em uma das principais feiras internacionais do livro, com despesas pagas pela CBL.

Confira a lista de vencedores do 68º Prêmio Jabuti

Livro do Ano

Vencedor: “Trincheira tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio”, autor: Ruy Castro, editora: Companhia das Letras

Eixo: Literatura

Conto

Vencedor: “Massaranduba” | Autor(a): Abáz | Editora(s): Senac Rio

  • “Corpo estranho: ferida fechada com a lâmina dentro” | Autor(a): Marcos Vinicius de Paula | Editora(s): Viseu
  • “Minha estranha loucura” | Autor(a): Evandro Luiz da Conceição | Editora(s): Todavia
  • “Nego tudo: ficções súbitas” | Autor (a): Andréa del Fuego | Editora(s): Companhia das Letras
  • “Tranças de meninas: contos” | Autor(a): João Anzanello Carrascoza | Editora(s): Alfaguara

Crônica

Vencedor: “Viagem no país da crônica” | Autor(a): Humberto Werneck | Editora(s): Tinta-da-China Brasil

  • “A sangue quente: crônicas cariocas” | Autor(a): Hermés Galvão | Editora(s): Labrador
  • “Aproveitar a vida e suas dores” | Autor(a): Contardo Calligaris “em memória” | Editora(s): Planeta do Brasil
  • “Histórias miseráveis” | Autor(a): José Castello | Editora(s): Maralto Edições
  • “Lugares para chorar no Recife e outros” | Autor(a): DJ Dolores | Editora(s): Seja Breve Edições

Escritor Estreante – Poesia

Vencedor: “História a que ninguém deu nome”, autora: Juliana Cajives, editora: Mormaço Editorial

  • “Lavra mareia” | Autor(a): Camila Paoletti | Editora(s): Patuá
  • “O silêncio é a música mais antiga do mundo” | Autor(a): Kalu Coelho | Editora(s): Patuá
  • “Radiografia das árvores” | Autor(a): Ivana Fontes | Editora(s): Cachalote
  • “Resto” | Autor(a): George França | Editora(s): Urutau

Escritor Estreante – Romance

Vencedor: “Pitangas verdes”, autora: Mariana Lobato Botter, editora: Labrador

  • “Cantagalo” | Autor(a): Fernanda Teixeira Ribeiro | Editora(s): Todavia
  • “Horas azuis” | Autor(a): Bruna Dantas Lobato | Editora(s): Companhia das Letras
  • “Índigo” | Autor(a): Juca Magalhães | Editora(s): Impressões de Minas
  • “Sutura” | Autor(a): Roberta Barbosa | Editora(s): Patuá

Histórias em Quadrinhos

Vencedor: “Ouroboros”, autor: Luckas Iohanathan, editora: Comix Zone

  • “Daruma: identidade” | Autor(a): Monge Han | Editora(s): Pitaya
  • “Reparações” | Autor(a): Marcelo Lelis | Editora(s): Figura
  • “Segue o baile” | Autor(a): Magô Pool | Editora(s): Veneta
  • “Você precisa saber de mim” | Autor(a): Helena Cunha | Editora(s): nVersos

Infantil

 Vencedor: “A letra”, autores: Leo Cunha, Raquel Matsushita. editora: Maralto

  • “A baleia bailarina” | Autor(a): Roberta Moysés | Editora(s): Mannú
  • “Alfabeto atrapalhado” | Autor(a): Juliane Bortolucci | Editora(s): Asinha
  • “Eletricista” | Autor(a): Augusto Massi | Editora(s): Elo
  • “Meu” | Autor(a): Alexandre Rampazo | Editora(s): Planeta do Brasil

Juvenil

 Vencedor: “A única da sala”, autora: Tathyana Viana, editora: FTD

  • “A descoberta que mudou minha vida” | Autor(a): Ingrid Haas | Editora(s): InVerso
  • “A escola do fim do mundo” | Autor(a): Júlio Emílio Braz | Editora(s): Arte Literária
  • “Ana & Artur desvendam a China” | Autor(a): Silvana Salerno | Editora(s): Editora do Brasil
  • “Uma Maria” | Autor(a): Shirley Souza | Editora(s): Xica Editorial

Poesia

Vencedor: “Boris e Marina”, autor: Alberto Martins, editora: Companhia das Letras

  • “A dança áspera das raízes” | Autor(a): Bárbara Mançanares | Editora(s): Praga
  • “Antes de dar nomes ao mundo” | Autor(a): Adriana Lisboa | Editora(s): Relicário
  • “Diáspora não é lar” | Autor(a): Nina Rizzi | Editora(s): Pallas
  • “O jardim das oliveiras” | Autor(a): Adélia Prado | Editora(s): Record

Romance de Entretenimento

Vencedor: “Cartografia para caminhos incertos” | Autor(a): Ian Fraser | Editora(s): Intrínseca

  • “Aranha movediça” | Autor(a): Moacir Fio | Editora(s): Moinhos
  • “Instruções para desaparecer devagar” | Autor(a): Flávia Iriarte | Editora(s): Faria e Silva
  • “Moeda de troca” | Autor(a): Lucas Mota | Editora(s): Rocco
  • “O tesouro de Joaquim Nabuco” | Autor(a): Fernando Lomardo | Editora(s): Obra Independente

Romance Literário

Vencedor: “Meridiana” | Autor(a): Eliana Alves Cruz | Editora(s): Companhia das Letras

  • “Coração sem medo” | Autor(a): Itamar Vieira Junior | Editora(s): Todavia
  • “Dança de enganos” | Autor(a): Milton Hatoum | Editora(s): Companhia das Letras
  • “Uma delicada coleção de ausências | Autor(a): Aline Bei | Editora(s): Companhia das Letras
  • “Vez em quando, Billie Holiday” | Autor(a): Evandro Affonso Ferreira | Editora(s): Record

Eixo: Não Ficção

Artes

Vencedor: “Abdias, intérprete do Brasil: textos sobre raça e cultura brasileira de 1940 a 1990”, autor: Tulio Custódio (Organizador),  editora: Todavia

  • “Expediente” | Autor(a): André Sanches | Editora(s): Voar
  • “Histórias da ecologia” | Autor(a): Adriano Pedrosa, André Mesquita, Isabella Rjeille (Organizadores) | Editora(s): MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand)
  • “O devorador: Zé Celso, vida e arte” | Autor(a): Claudio Leal (Organizador) | Editora(s): Edições Sesc São Paulo
  • “Vaqueiro de gibão” | Autor(a): Pablo Pinheiro | Editora(s): Deu na Telha

Biografia e Reportagem

Vencedor: “Trincheira tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio”, autor: Ruy Castro, editora: Companhia das Letras

  • “A audácia dos invertidos: as estratégias de sobrevivência e visibilidade LGBTI+ no Rio de Janeiro e sua importância no Brasil (1950-1990)” | Autor(a): Rodrigo Faour | Editora(s): Record
  • “Crentes: pequeno manual sobre um grande fenômeno” | Autor(a): Guilherme Damasceno, Juliano Spyer, Raphael Khalil | Editora(s): Record
  • “João Gilberto e a insurreição bossa nova: outros lados da história” | Autor(a): Tárik de Souza | Editora(s): L&PM
  • “Quem é essa mulher? Uma biografia de Zuzu Angel | Autor(a): Virginia Siqueira Starling” | Editora(s): Todavia

Economia Criativa

Vencedor: “A (r)evolução das habilidades para o futuro do trabalho na era da inteligência artificial”, autora: Martha Gabriel, editora: Senac São Paulo

  • “Economia azul e cidades: uma introdução” | Autor(a): Rinaldo Gama, Tomas Alvim (Organizadores) | Editora(s): BEĨ
  • “Fazer cinema no Brasil: mercado, políticas públicas e ecossistema empreendedor cultural” | Autor(a): Fernando Antonio Prado Gimenez | Editora(s): Caravana Grupo Editorial
  • “Inovação com propósito: negócios com impacto social” | Autor(a): Caio Flavio Stettiner, Clayton Alves Cunha, Clayton Pedro Capellari (Organizadores) | Editora(s): Belas Artes
  • “Renda Básica Viável: Para o Governo e o Congresso reduzirem a alta desigualdade de renda no Brasil” | Autor(a): Walter Barretto Jr. | Editora(s): Obra Independente

Educação

Vencedor: “Como conversar com crianças sobre racismo e diversidade”, autor: Manuel Alves de Sousa Junior, editora: Schreiben

  • “A esperança a gente planta” | Autor(a): Alexandre Coimbra | Editora(s): Planeta do Brasil
  • “Agora o meu chão são as nuvens: as famílias contemporâneas e os desafios na educação de crianças e adolescentes” | Autor(a): Hugo Monteiro Ferreira | Editora(s): Autêntica
  • “Atlas da Amazônia brasileira: um retrato abrangente e atual da Amazônia brasileira com mais de 300 mapas e ilustrações” | Autor(a): Clovis Luciano Teixeira | Editora(s): Obra Independente
  • “Inspiração Griot: por uma educação antirracista” | Autor(a): Sinara Rúbia | Editora(s): Malê Edições

Negócios

Vencedor: “Não se esqueça!: 50 memorandos sobre gestão e liderança com propósito, comprometimento e proatividade”, autor: Mario Sergio Cortella, editora: Record

  • “De volta ao jogo: A história de sucesso, dramas e viradas do BTG Pactual” | Autor(a): Ariane Abdallah | Editora(s): Portfolio-Penguin
  • “Estado, economia, desafios fiscais e reformas estruturais no Brasil: textos em homenagem a Eduardo Guardia” | Autor(a): Ana Carla Abrão, Ana Paula Vescovi, Pedro S. Malan (Organizadores) | Editora(s): História Real
  • “Governança regenerativa: uma evolução do sistema de governança para enfrentar os desafios do mundo em transição” | Autor(a): Gabriela Blanchet | Editora(s): Bambual
  • “O manual da empresa antirracista: como transformar a sua empresa em uma potência que luta por todos” | Autor(a): Adriana Alves | Editora(s): Planeta do Brasil

Saúde e Bem-Estar

Vencedor: “A paixão pela mentira: a família e as tiranias”, autor: Paulo Schiller, editora: Todavia

  • “A revolução da longevidade: vivemos mais do que nunca. Mas estamos preparados para isso?” | Autor(a): Alexandre Kalache | Editora(s): Vestígio
  • “As dores da adolescência: como atender, acolher e cuidar” | Autor(a): Carolina Delboni | Editora(s): Summus Editorial
  • “O dilema das galinhas felizes: diálogos sobre a ciência da felicidade” | Autor(a): Gustavo Arns, Leandro Karnal | Editora(s): Record
  • “Por que a esquerda morreu? E o que devemos fazer para ressuscitá-la” | Autor(a): Jessé Souza | Editora(s): Civilização Brasileira

Eixo: Produção Editorial

Capa

Vencedor: “Frans Krajcberg”, capista: Alles Blau, editora: MASP – (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand)

  • “Anônimos: móvel moderno brasileiro além dos ícones” | Capista: Daniel Brito | Editora(s): Olhares
  • “Mano a Mano” | Capista: Alceu Chiesorin Nunes | Editora(s): Companhia das Letras
  • “O devorador: Zé Celso, vida e arte” | Capista: Mateus Valadares | Editora(s): Sesc São Paulo
  • “Vaqueiro de gibão” | Capista: Beatriz Matuck | Editora(s): Deu na Telha

Ilustração

Vencedor: “Guernica: a arte em busca da paz”, ilustrador: Vinicius Sabbato, editora: Via Lúdica

  • “Eletricista” | Ilustrador(a): Daniel Kondo | Editora(s): Elo
  • “Gran Circo” | Ilustrador(a): Nelson Cruz | Editora(s): ÔZé
  • “Pantaleão e Serapião” | Ilustrador(a): Alexandre Camanho | Editora(s): Passarinho
  • “Pinóquio” | Ilustrador(a): Gonzalo Ivar Cárcamo Luna | Editora(s): Figura

Projeto Gráfico

Vencedor: “Dobra”, responsável: Raul Loureiro, editora: Cosac

  • “Moscou feliz” | Responsável: Elaine Ramos | Editora(s): Ubu
  • “O capital” | Responsável: Elaine Ramos | Editora(s): Ubu
  • “O Inventor de livros: Aldo Manuzio, Veneza e seu tempo” | Responsável: Casa Rex | Editora(s): Ateliê Editorial, Mnema
  • “Wendy Andrade: eu consigo te ver feliz” | Responsável: Carlos Bocai, Julia B. Aguiar, Lucas D’Ascenção | Editora(s): Act.

Tradução

Vencedor: “O cavaleiro de bronze e outros contos e versos” , tradutor: Rubens Figueiredo, editora: Penguin-Companhia das Letras

  • “O cantar de Roldão: chanson de Roland” | Tradutor(a): Ronald Costa | Editora(s): Ateliê Editorial, EDUFU (Editora da Universidade Federal de Uberlândia)
  • “O retorno do Barão de Wenckheim” | Tradutor(a): Zsuzsanna Spiry | Editora(s): Companhia das Letras
  • “Os irmãos Karamázov” | Tradutor(a): Cecília Rosas, Lucas Simone | Editora(s): Penguin-Companhia das Letras
  • “Plotino Enéadas” | Tradutor(a): Juvino Alves Maia Junior | Editora(s): Nova Acrópole

Eixo: Inovação

Incentivo à Leitura – Projeto

 Vencedor: “Cartovivências nas periferias da cidade”, responsável: Ricardo Barbosa da Silva

  • “A cidade da gente” | Responsável(eis): Otavio
  • “A feira do livro 2025″ | Responsável(eis): Associação Quatro Cinco Um
  • “Programa de rádio Universo Literário” | Responsável(eis): Fábia Pereira Lima
  • “Semana Literária Sesc e feira do livro” | Responsável(eis): Mayara Elisa de Lima Cirico

Livro Brasileiro Publicado no Exterior

Vencedor: “Os substitutos”, editoras: Companhia das Letras, Métailié

  • “A terra dá, a terra quer” | Editora(s): Ubu, Editions Wildproject
  • “Água turva” | Editora(s): Companhia das Letras, Suhrkamp Verlag
  • “O som do rugido da onça” | Editora(s): Companhia das Letras, Liveright/ Norton
  • “Via Ápia” | Editora(s): Companhia das Letras, Farrar, Straus & Giroux

Incentivo à Leitura – Cultura Digital

Vencedor: Bookster

  • Biblion
  • Camilla e Seus Livros
  • Impressões de Maria
  • Resenhando Sonhos

Prêmio Jabuti: “Salvar o Fogo” vence em Romance Literário

 

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