Corrida da Educação encerra Jogos Escolares 2026 em Camaçari


Os dados constam do Painel Enem 2026, disponibilizado para consulta pública pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
As informações podem ser consultadas por unidade da federação e permite comparar a distribuição dos participantes em todo os indicadores.
Dos 5,05 milhões de inscritos, o maior grupo é o dos jovens de 17 e 18 anos, que representam a metade (50,7%) dos participantes.
De acordo com os dados do painel, os grupos por faixa etária estão assim distribuídos:
Com dados consolidados em setembro de 2026, o indicador de cor/raça registra as categorias parda, branca, preta, amarela, indígena e não declarada, assim distribuídas:
Em relação à trajetória escolar, entre os mais de 5,05 milhões de inscritos, 2.364.868 estão cursando a última série ou ano do ensino médio, o que corresponde ao grupo mais numeroso – 46,82%.
Os demais estão distribuídos desta forma:
A ferramenta desta edição do Enem também reúne dados sobre as 138.329 solicitações de atendimento especializado confirmadas pelo Inep.
Entre as condições que mais motivaram as solicitações estão os participantes com déficit de atenção ( 51.724, ou 37,39%); candidatos com Transtorno do Espectro Autista (34.723, ou 25,1%); baixa visão (9.792 candidatos, 7,04%); e deficiência intelectual (8.922 candidatos, 6,45%).
Entre os recursos de acessibilidade solicitados no ato da inscrição, destacam-se o tempo adicional, com 77.956 solicitações (34,47%); a correção diferenciada, com 42.379 (18,74%); e o auxílio para leitura, com 28.042 (12,40%).
O painel interativo apresenta outros quantitativos de recursos de acessibilidade, como salas acessíveis, auxílio para transcrição, prova em braile e tradutor-intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), uso do aparelho auditivo ou implante coclear.
Dos 5.051.345 inscritos confirmados no Enem 2026, 3.432.111 se inscreveram gratuitamente, enquanto outros 1.619.234 participantes tiveram o pagamento confirmado pelo Inep.
Têm direito à gratuidade quem se enquadra em pelo menos um dos seguintes perfis, conforme as regras do Inep:
O Enem é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.
Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições de ensino de Portugal que tenham convênio com o Inep.
Desde a edição de 2025, o Enem também voltou a certificar a conclusão do ensino médio para os candidatos a partir dos 18 anos.
Pela primeira vez, o Enem também terá como objetivo avaliar o domínio das competências e habilidades esperadas no fim do ensino médio, integrando o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).



O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que será aplicado nos dias 8 e 15 de novembro, é uma prova que exige diversas habilidades mentais dos candidatos. Mesmo que o estudante tenha passado o ano todo se preparando para responder às questões, algumas pessoas podem simplesmente não saber a resposta do que é exigido.
A CNN Brasil procurou professores para entender se é melhor chutar uma questão ou deixá-la em branco quando há dúvidas sobre a sua resposta.
Vanessa Santos, gerente de projetos educativos e avaliação educacional do Poliedro, explica que deixar uma questão sem resposta significa abrir mão de qualquer chance de acertá-la.
“Isso porque, na correção pela Teoria de Resposta ao Item (TRI), uma questão em branco tem exatamente o mesmo efeito de uma resposta errada”, afirma.
A profissional explica que a TRI avalia o padrão de respostas do estudante, não apenas a quantidade de acertos.
“É daí que vem aquela história de que o Enem identifica os chutes. Na verdade, a TRI não é nenhuma bola de cristal. Ela não sabe se você acertou porque dominava o conteúdo ou porque contou com a sorte. O que ela faz é analisar a consistência do conjunto das suas respostas”, diz.
Vanessa também recomenda que o candidato tente resolver a questão, elimine alternativas e deixe essas questões em que há dificuldade para depois. Se ainda houver dúvidas, é melhor escolher uma resposta mais adequada. “Afinal, entre uma chance de acertar e nenhuma chance, melhor ficar com a primeira opção.”
A ideia é reforçada por Leonardo Monteiro, gerente sênior de ensino da Fundação Bradesco. O profissional destaca a importância de se seguir uma lógica no padrão de respostas devido à TRI, mas avalia que ter uma resposta com peso menor é melhor do que zerar a questão.
“Muitas vezes o aluno acha que não sabe nada da questão, mas consegue descartar duas opções absurdas, e aí a chance de acertar já sobe bastante”, avalia.
Leonardo ainda dá como dica reservar um tempo importante nos momentos finais da prova: “Agora, um conselho que parece bobo e não é: reserve os últimos 15 ou 20 minutos para preencher o cartão-resposta. Todo ano tem gente que sabia a matéria e saiu da sala com questões em branco porque o tempo acabou”.
Alguns textos que são usados como base para as questões do Enem podem causar certa confusão. Candidatos precisam usar o máximo de suas capacidades de interpretação para entender o que se pede.
Antes de resolver a questão, é necessário que o aluno tenha a paciência de ler e reler as informações que estão nos enunciados.
Vanessa Santos aponta para um erro que pode ser cometido por inúmeros candidatos simplesmente por falta de atenção. Os textos, gráficos e tabelas oferecidos como base podem apresentar armadilhas.
“É preciso compreender o contexto e saber mobilizar esse conhecimento para resolver o problema apresentado. E aí mora uma armadilha: não adianta saber a resposta para uma pergunta que não foi feita”, explica.
Muitas vezes um candidato pode responder a um questionamento que não é exatamente o que se pede na prova.
A educadora ainda chama atenção para as questões testlet, que estrearam no Enem em 2025. Nesse modelo, um mesmo texto-base é usado para responder a diferentes perguntas, permitindo que o estudante aproveite uma única leitura para resolver mais de uma questão.
“Por isso, uma dica valiosa é começar pelo comando da questão. Afinal, o que ela realmente quer saber? Depois, é hora de buscar as informações necessárias no texto-base para chegar à resposta”, declara.
Leonardo Monteiro traz luz para um assunto que importa na hora de prestar um vestibular. As preparações de um aluno devem envolver diversas atividades, como ler jornais, reportagens e literatura, a fim de garantir um outro tipo de preparação na prova.
O profissional explica que o Enem foi pensado para avaliar se o aluno consegue usar o que aprendeu em situações reais, por isso quase toda questão vem com um texto, um gráfico, uma charge ou uma tirinha.
“Para quem não tem o hábito de ler, isso cansa e consome tempo, principalmente no segundo dia, quando a cabeça já está pesada”, declara.
Fazer uma prova que possui inúmeras questões e exige interpretação o tempo todo pode ser cansativo. No entanto, fazer estratégias para conseguir resolver tudo, inclusive as perguntas em que não se sabe resposta, pode ser importante para obter um bom resultado.
Vanessa Santos explica que uma questão em que a maioria dos estudantes teria uma baixa probabilidade de acertar pode ser tranquila para uma pessoa, dependendo dos seus conhecimentos e da sua capacidade de mobilizar habilidades.
Por isso, ela recomenda responder as perguntas que são mais fáceis primeiro e pular as difíceis sem culpa. “O pensamento é simples: vale a pena gastar dez minutos em uma única questão e, por causa disso, deixar de responder outras três que você sabia fazer? Não vale”, afirma.
Ela ainda afirma que a dificuldade de uma questão não muda de um estudante para o outro. Na TRI, a dificuldade do item é um parâmetro estatístico fixo estabelecido durante a pré-testagem dele. Se a questão tem dificuldade 700, esse valor é o mesmo para todo mundo.
Leonardo Monteiro declara que acertar questões fáceis e médias sustenta a nota devido à TRI. “Minha recomendação é fazer a prova em duas partes: na primeira, resolver tudo o que é tranquilo e marcar as questões que pareceram difíceis; na segunda, voltar a elas com calma”, diz.
O educador ainda aconselha a fazer uma pausa, ir ao banheiro, respirar e depois voltar para as questões mais difíceis. “Muitas vezes, depois de uma hora de prova, o aluno está mais aquecido e aquela questão que parecia impossível no começo se resolve em dois minutos. Só não pode esquecer de voltar.”
“Faça uma marquinha no caderno de questões para não deixar nenhuma para trás e não se esqueça de organizar o tempo para o preenchimento do gabarito”, conclui.
Após a divulgação dos locais de prova do Enem 2026 pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), nesta terça-feira (27), as buscas relacionadas à prova tiveram um aumento de mais de 60% a partir de segunda-feira (26). Os dados foram cedidos exclusivamente à CNN Brasil pelo Google.
No site da organização, os inscritos já podem acessar o Cartão de Confirmação de Inscrição e ter mais detalhes sobre o exame. O Enem será aplicado nos dias 8 e 15 de novembro.
Dentre as principais pesquisas estavam “área do candidato Enem” (+100%) e “Enem inep página do participante” (+90%). O Google ainda destaca que o interesse de busca pelo exame foi muito maior no Piauí, em Sergipe e na Paraíba. A região Nordeste é a mais interessada no Google no Enem, segundo os dados.
Em alguns momentos da manhã de terça-feira (27), as buscas sobre o Enem chegaram a superar as de temas como Bolsa de Valores e Libertadores.
Confira as principais perguntas e as respostas para elas:
O Enem terá suas provas realizadas nos dias 8 e 15 de novembro. O primeiro domingo terá 45 questões sobre linguagens (língua portuguesa, literatura e língua estrangeira — inglês ou espanhol), 45 perguntas sobre ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia) e a redação. A duração da prova é de 5 horas e meia neste dia.
Já no dia 15, a prova traz 45 perguntas de matemática e outras 45 de ciências da natureza (física, química e biologia). A duração da prova nesse dia é de 5 horas.
O Exame Nacional do Ensino Médio foi criado em 1998, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, pelo então ministro da Educação, Paulo Renato Souza. A função da prova era avaliar a última etapa do ensino básico e, no mesmo ano, 115.575 estudantes de todo o Brasil fizeram a prova.
A prova foi crescendo aos poucos, mas só se tornou uma porta de entrada ao ensino superior quando foi associada a outras políticas públicas, como o Proini e o Sisu.
Durante a prova, é permitido entrar na sala com os seguintes itens:
Já os itens abaixo são proibidos na sala de prova:
O Enem hoje é composto por duas provas com 90 questões cada. A primeira prova divide essas questões igualmente em linguagens (língua portuguesa, literatura e língua estrangeira — inglês ou espanhol) e ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia), além da redação. Já a segunda tem metade das perguntas sobre matemática e a outra metade dedicada às ciências da natureza (física, química e biologia).
A nota do Enem é dada com base na Teoria de Resposta ao Item, ou TRI. Essa metodologia vai além do simples número de acertos e foi adotada em 2009. Diferente da soma linear de pontos, ela busca medir o nível real de proficiência em cada área do conhecimento.
A nota final considera a particularidade de cada questão, que possui três parâmetros: discriminação (poder de diferenciar quem domina a habilidade), dificuldade (quanto mais difícil, maior seu valor) e acerto casual (probabilidade de acerto por chute).
Nela, espera-se que um estudante que acerte questões difíceis também acerte as fáceis, pois o conhecimento é cumulativo. Se um participante acerta itens complexos e erra os mais simples, o sistema pode inferir um “chute”, diminuindo o peso desses acertos na nota final.
Embora “errar não tire pontos”, errar muitas questões fáceis compromete a coerência e, consequentemente, a pontuação. Além disso, não é possível calcular a nota antes da divulgação oficial, já que ela depende do desempenho nacional e de parâmetros não públicos.
Quando é o Enem?
Quando sai o local de prova do Enem?
Quem criou o Enem?
Enem, o que estudar?
Como funciona o Enem?
Faltam quantos dias para o Enem?
Como fazer redação do Enem?
O que mais cai no Enem?
Como trabalhar no Enem?
O que é o Enem PPL?
O que levar para o Enem?
Quantas questões tem o Enem?
Quem pode fazer o Enem?
Como funciona a nota do Enem?
Como fazer inscrição do Enem?
Qual a banca do Enem?
Como ser fiscal do Enem?
Qual o horário do Enem?
Como calcular a nota do Enem?
Quanto tempo dura o Enem?
Qual foi o tema da redação do Enem 2025?
Quanto ganha um aplicador de prova do Enem?
Quantas linhas tem a redação do Enem?
Chefe de sala do Enem ganha quanto?
Qual a nota máxima do Enem?
Pode caneta azul no Enem?
Como fazer uma boa redação no Enem?
Com quantos anos pode fazer o Enem?
Quanto custa para fazer o Enem?
A nota do Enem vale por quanto tempo?
*Com informações de Tatiana Cavalcanti, em colaboração para a CNN Brasil, e Mirella Cordeiro, da CNN Brasil
Uma praga de pulgas está a atingir a Escola Básica de Ribeirão, em Famalicão.
Segundo a rádio Cidade Hoje, a situação levou ao encerramento temporário de novos espaços, depois da situação na biblioteca, onde o problema foi inicialmente detetado, ter sido resolvida.
De acordo com a mesma fonte, foram detetados novos casos em salas de aula e na sala de professores, que foram encerrados temporariamente para desinfestação.
A direção da escola, citada pela Cidade Hoje, também confirmou que um número reduzido de alunos e professores foi picado pelas pulgas. Estão a receber acompanhamento, em articulação com as orientações das autoridades de saúde, que estão a monitorizar os casos.
O encerramento da escola nunca esteve em causa e a direção quer tranquilizar os pais, garantindo que tudo está a ser feito para eliminar a infestação o mais rapidamente possível.
O conteúdo Praga de pulgas ataca escola de Famalicão aparece primeiro em O MINHO.
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) volta a mobilizar escolas de todo o país para a segunda edição da iniciativa “Educar para a Cidadania: Poupar, um Compromisso com o Futuro”, com aulas de literacia financeira centradas na poupança a decorrerem na sexta-feira, 30 de outubro.
Governantes e responsáveis das autoridades de supervisão financeira — Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) — vão dar aulas a alunos dos ensinos básico e secundário. A ação assinala o Dia Mundial da Poupança, celebrado a 31 de outubro, e envolve também centenas de estudantes e docentes do ensino superior das áreas de Economia, Gestão, Finanças e Contabilidade.
A iniciativa, lançada em 2025, enquadra-se no reforço da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, onde a literacia financeira passou a ser obrigatória em todos os anos de escolaridade, no âmbito da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC), aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 127/2025.
“Elevar os níveis de literacia financeira dos alunos continua a ser uma das prioridades” do MECI, afirma o comunicado oficial. Além das sessões pontuais, a colaboração entre escolas e instituições de ensino superior prolonga-se ao longo do ano letivo, com recursos pedagógicos validados pelo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) e conteúdos adicionais sobre orçamento familiar, fiscalidade, produtos financeiros e empreendedorismo, preparados em parceria com a Autoridade Tributária e a Junior Achievement.
Entre os intervenientes confirmados estão o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, que dará aula na Escola Secundária José Macedo Fragateiro, em Ovar, às 09h00; a secretária de Estado do Ensino Superior, Cláudia Sarrico, na Escola Secundária Miguel Torga, em Queluz, às 10h00; o secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, José Maria Brandão de Brito, na Escola Secundária da Cidadela, em Cascais, também às 10h00; e a secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis, na Escola Secundária de Montemor-o-Novo, às 14h40.
Do lado dos supervisores, o governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, estará na Escola Secundária Diogo de Gouveia, em Beja, às 15h00; o presidente da CMVM, Luís Laginha de Sousa, na Escola Secundária da Baixa da Banheira, na Moita, às 12h15; a vice-presidente da CMVM, Inês Drumond, na Escola EB 2,3 de Alcanede, em Santarém, às 11h05; o presidente da ASF, Gabriel Bernardino, na Escola Básica e Secundária do Cadaval, às 14h30; e o vice-presidente da ASF, Rui Baleiras, na Escola Secundária Rainha D. Leonor, em Lisboa, às 15h15.
Esta é a segunda grande mobilização nacional do ano letivo no âmbito da Cidadania e Desenvolvimento, depois dos Dias da Integridade e Anticorrupção, realizados entre 30 de setembro e 2 de outubro.
A aposta portuguesa acompanha uma tendência europeia de reforço da educação financeira desde cedo, numa altura em que a literacia nesta área é vista como essencial para decisões responsáveis e para o exercício pleno da cidadania.
Os locais de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 foram divulgados nesta terça-feira (27/10) e já podem ser consultados. A informação está disponível no Cartão de Confirmação de Inscrição, na Página do Participante. O documento também traz o número de inscrição, a data, o horário e o local de prova, além de registrar se o inscrito terá direito a atendimento especializado ou tratamento pelo nome social.
Para conferir o cartão, é preciso acessar a Página do Participante (enem.inep.gov.br/participante), utilizando o login gov.br (CPF e senha). Após o login, a página mostra três abas: Inscrição, Aplicação e Resultado. Na aba Aplicação, consta o Local de Prova e uma caixa de diálogo com o personagem Vini, que exibe o botão de Local de Prova. Basta clicar ali para acessar o cartão de confirmação.
As provas serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro, nas 27 unidades da Federação. No primeiro dia, além da redação, serão aplicadas as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, e ciências humanas e suas tecnologias. No segundo dia, os participantes fazem as provas de ciências da natureza e suas tecnologias, e matemática e suas tecnologias. São 45 questões em cada área do conhecimento.
Os portões abrem às 12h e fecham às 13h, no horário de Brasília. A aplicação começa às 13h30 e vai até as 19h no primeiro domingo e até as 18h30 no segundo. O Inep orienta chegar ao local às 12h. Também é preciso levar documento oficial com foto e caneta esferográfica transparente de tinta preta.
A apresentação do cartão de confirmação nos dias de prova não é obrigatória, mas o Inep recomenda que o candidato imprima e leve o documento consigo. Após consultar o local, a orientação é pesquisar o endereço, verificar a distância e o tempo de deslocamento e, se possível, simular o percurso em um domingo.
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