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Prensa brasileña critica carta de Flávio Bolsonaro

28 October 2026 at 22:37

Brasilia, 28 oct (Prensa Latina) Medios brasileños criticaron hoy la carta en la que el senador Flávio Bolsonaro se proclamó inicialmente presidente electo y después líder de Brasil, pese a su derrota electoral ante el mandatario Luiz Inácio Lula da Silva.

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Ações da Minerva caem 9,40% com pressão dos juros e riscos nas exportações

28 October 2026 at 21:54

As ações das indústrias frigoríficas tiveram desempenho misto no pregão desta quarta-feira (28), com queda expressiva da Minerva e recuo dos papéis da JBS, enquanto a MBRF encerrou em alta.

O mercado acompanhou a volatilidade do dólar e dos juros, além de fatores específicos que afetam as operações das companhias, como a suspensão de exportações de carne bovina à China em uma unidade da MBRF e os possíveis impactos da doença de Newcastle sobre os embarques de carne de frango.

A Minerva (BEEF3) liderou as perdas do grupo, com desvalorização de 9,40%, a R$ 2,89 por ação, ante R$ 3,19 no fechamento anterior. Segundo Luca Vello, analista da Genial Investimentos, embora fosse esperado que o setor exportador de proteínas se beneficiasse de um dólar mais baixo após o cenário eleitoral, fatores negativos específicos e a exposição das empresas ao endividamento pesaram sobre os ativos.

O analista destacou que companhias com dívidas elevadas e compromissos atrelados ao CDI tendem a sofrer maior pressão em um ambiente de juros altos.

As BDRs da JBS (JBSS32), negociadas na B3, recuaram 1,70%, encerrando o dia a R$ 63,58. Já a MBRF (MBRF3) fechou em alta de 1,47%, a R$ 16,53, após oscilar entre a mínima de R$ 15,59 e a máxima de R$ 16,63 durante a sessão.

Para Raphael Galo, head de agronegócio e mercado de capitais da A7 Capital, a volatilidade cambial e as oscilações dos juros seguem entre os principais fatores de influência sobre as operações das empresas.

No caso da MBRF, o analista também apontou a aversão ao risco no mercado acionário após as eleições e os efeitos de notícias relacionadas ao setor de proteínas. Entre elas estão a suspensão das exportações de carne bovina para a China pela unidade de Promissão (SP) e o foco de doença de Newcastle em Santa Catarina, que pode afetar os volumes exportados de carne de frango.

O desempenho das ações ocorreu em um dia de valorização dos contratos futuros do boi gordo na B3, que voltaram a superar os R$ 400 por arroba em alguns vencimentos.

O movimento evidencia que a alta das cotações da pecuária não se traduz necessariamente em valorização dos papéis dos frigoríficos, cujos resultados também dependem dos custos de aquisição de animais, das margens de processamento, do câmbio, do custo da dívida e das condições de acesso aos mercados internacionais.

Clima e degradação redesenham o lucro no agro e impulsionam integração

Flávio modifica carta y cambia título de “presidente” de Brasil

28 October 2026 at 21:52

Brasilia, 28 oct (Prensa Latina) El senador Flávio Bolsonaro modificó hoy una carta difundida desde Estados Unidos, en la que inicialmente se proclamó “verdadero presidente de Brasil”, para sustituir esa denominación por la de “líder de Brasil.

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Flávio Bolsonaro desde EEUU se dice presidente electo de Brasil

28 October 2026 at 21:15

Brasilia, 28 oct (Prensa Latina) El senador Flávio Bolsonaro se autoproclamó hoy “verdadero presidente electo” de Brasil en una carta difundida desde Estados Unidos y calificada como golpista por medios de prensa del gigante sudamericano.

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Trigo cai 1,84% em Chicago com dólar forte e cenário no Mar Negro

28 October 2026 at 18:55

Os contratos futuros do trigo encerraram a sessão desta quarta-feira (28) em queda na bolsa de Chicago, pressionados pela atuação dos fundos de investimento e por fatores geopolíticos e cambiais. O vencimento para dezembro recuou 1,84%, fechando cotado a US$ 5,99 por bushel.

Segundo análise da Granar, os fundos de investimento continuaram vendendo contratos do cereal, contribuindo para a desvalorização. As negociações diplomáticas em busca de um acordo de paz para a região do Mar Negro também pesaram sobre os preços. Além disso, o fortalecimento do dólar em relação ao euro reduziu a competitividade do trigo norte-americano no mercado internacional.

Outro fator acompanhado pelos investidores foi a retomada das autorizações para a saída de navios graneleiros do Mar de Azov, na Rússia. Segundo informações da Reuters, autoridades russas voltaram a permitir a passagem de embarcações pela região pela primeira vez desde 10 de julho, quando o tráfego foi interrompido após ataques de drones ucranianos.

De acordo com sete fontes do setor ouvidas pela agência, as autorizações para a travessia pelo Estreito de Kerch, que conecta o Mar de Azov ao Mar Negro, são válidas até 15 de novembro. Duas das fontes informaram que os navios serão escoltados por um comboio naval russo durante a passagem pelo Mar Negro.

A liberação ocorre em meio a um cessar-fogo localizado, previsto para durar seis dias, com o objetivo de permitir a passagem segura de suprimentos humanitários para a cidade de Oleshky, controlada pela Rússia, na região de Kherson. A retomada parcial do tráfego marítimo e as perspectivas de avanços diplomáticos entram no radar dos investidores diante dos possíveis impactos sobre o fluxo de grãos na região.

Soja

Os contratos futuros da soja encerraram a sessão em baixa na Bolsa de Chicago, ampliando a sequência negativa para três pregões consecutivos. O vencimento para janeiro recuou 0,40%, fechando cotado a US$ 12,46 por bushel.

Segundo análise da Granar, o avanço da colheita nos Estados Unidos e a entrada da nova safra no circuito comercial continuam influenciando as cotações. Os trabalhos no campo seguem sob condições predominantemente secas no Meio-Oeste norte-americano, cenário que acompanha o desenvolvimento da colheita e a chegada de novos volumes ao mercado.

Outro fator de pressão foi a ausência de confirmação de novas vendas pontuais de soja norte-americana para a China. A competitividade das exportações brasileiras também pesou sobre os preços, após a forte desvalorização do real frente ao dólar registrada na segunda-feira. Embora a moeda brasileira tenha recuperado parte das perdas entre terça e quarta-feira, o movimento cambial ainda favorece a competitividade do produto nacional no mercado internacional.

Apesar da falta de anúncios específicos envolvendo compradores chineses, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) confirmou nesta quarta-feira uma nova venda de 120 mil toneladas de soja da safra 2026/2027. Segundo o órgão, o destino da operação ainda não foi identificado.

A combinação entre a entrada da nova safra norte-americana, as incertezas sobre a demanda chinesa e a concorrência brasileira mantém os preços sob pressão em Chicago, enquanto o mercado acompanha os próximos anúncios de vendas e o ritmo de comercialização da produção dos Estados Unidos.

Milho

Os contratos futuros do milho registraram recuperação parcial na Bolsa de Chicago, após três sessões consecutivas de perdas. O vencimento para dezembro avançou 0,67% e encerrou o pregão cotado a US$ 4,51 por bushel.

Segundo análise da Granar, o movimento de alta foi impulsionado por operações de hedge, utilizadas para proteção contra oscilações de preços, e por compras oportunistas de fundos de investimento. Apesar da reação, as cotações ainda refletem um cenário de pressão, após o cereal acumular quatro semanas consecutivas de desvalorização.

O avanço dos preços também foi limitado pelo progresso da colheita nos Estados Unidos, que amplia a oferta de milho no mercado. No cenário internacional, a desvalorização do real brasileiro em relação ao dólar e o fortalecimento da moeda norte-americana frente ao euro reduzem a competitividade das exportações dos Estados Unidos, dificultando uma recuperação mais consistente das cotações.

Na Ucrânia, os estoques de milho também estão no radar dos investidores. De acordo com o Serviço Estatal de Estatísticas do país, os volumes armazenados somavam 3,10 milhões de toneladas em 1º de outubro, alta de 38,8% em relação ao mesmo período de 2025. O levantamento foi realizado no início da safra 2026/2027.

A logística de escoamento da produção ucraniana segue como um desafio adicional. Desde meados de julho, as exportações de produtos agrícolas do país enfrentam restrições no Mar Negro, levando ao uso do rio Danúbio e de outras rotas alternativas de transporte. Esse cenário influencia o fluxo de grãos no mercado internacional e permanece entre os fatores acompanhados pelos participantes do setor.

Conflito no Oriente Médio ameaça agricultores brasileiros


Café recua em NY com avanço dos estoques e desvalorização do real

28 October 2026 at 18:48

A pressão sobre a oferta brasileira e o avanço dos estoques certificados influenciaram as negociações do café nesta sessão de quarta-feira (28). Na Bolsa de Nova York, o contrato futuro com vencimento em dezembro recuou 2,38%, encerrando o pregão cotado a US$ 2,86 por libra-peso.

De acordo com o Barchart, a desvalorização do real brasileiro também contribui para o movimento de baixa. Na segunda-feira, a moeda caiu cerca de 9% após o resultado das eleições presidenciais no fim de semana. Embora tenha recuperado parte das perdas, o real ainda acumula desvalorização de aproximadamente 8% na semana. Com a moeda brasileira mais fraca, os exportadores podem receber mais em reais pelas vendas externas, o que aumenta o incentivo à comercialização do café brasileiro no mercado internacional.

Outro fator que pressiona as cotações é o volume de café que aguarda classificação nos armazéns monitorados pela ICE. Na terça-feira, mais de 36 mil sacas de café brasileiro estavam nessa condição, o maior número em cinco semanas. Após a aprovação nos testes de classificação, os lotes passam a integrar os estoques certificados da bolsa.

O volume de café brasileiro nos armazéns da ICE aumentou desde meados de setembro e alcançou 80.084 sacas na semana passada, o maior nível em nove meses. Na terça-feira, os estoques recuaram ligeiramente, para 79.867 sacas, mas permanecem próximos do pico recente, reforçando a pressão sobre os preços futuros.

Açúcar

O contrato futuro do açúcar com vencimento em março fechou a sessão com alta de 0,73% na Bolsa de Nova York, cotado a 19,34 centavos de dólar por libra-peso.

O avanço foi sustentado por dados da S&P Global Energy, que apontaram uma redução na produção de açúcar das usinas do Centro-Sul do Brasil na primeira quinzena de outubro. Segundo a consultoria, o volume produzido ficou em 2 milhões de toneladas, abaixo do registrado no mesmo período do ano anterior. As chuvas persistentes associadas ao fenômeno El Niño prejudicaram a colheita da cana-de-açúcar e reduziram o ritmo de moagem nas unidades produtoras.

Apesar da recuperação registrada na sessão, as cotações ainda acumulam perdas expressivas em relação à semana anterior. Na segunda-feira, os preços recuaram acentuadamente em meio à forte desvalorização do real brasileiro, que chegou a cair 9% após o resultado das eleições presidenciais no fim de semana. A moeda apresentou recuperação parcial, mas ainda acumula queda de cerca de 8% na semana, movimento que pode favorecer as exportações brasileiras e pressionar os preços internacionais do açúcar.

Cacau

O contrato futuro do cacau com vencimento em dezembro encerrou o pregão com desvalorização de 2,17% na bolsa, cotado a US$ 5.456 por tonelada.

A queda é influenciada por preocupações de que a desvalorização do real brasileiro possa estimular os exportadores nacionais a ampliar as vendas da commodity, conforme destacou o Barchart. Com a moeda brasileira mais fraca em relação ao dólar, os vendedores podem receber mais em reais pelas negociações internacionais, o que tende a favorecer a oferta no mercado global.

Embora o Brasil tenha participação menor no comércio mundial de cacau em comparação com os países da África Ocidental e o Equador, o país ocupa a sétima posição entre os maiores produtores globais, respondendo por cerca de 4% a 5% da produção mundial, segundo estimativas da Organização Internacional do Cacau (ICCO).

Outro fator de pressão sobre as cotações é o aumento dos estoques monitorados pela ICE. Na segunda-feira, os volumes atingiram 3.684.698 sacas, o maior patamar em dois anos e meio. Na terça-feira, houve um leve recuo para 3.679.744 sacas, mas o nível elevado dos estoques continua pesando sobre os preços futuros.

Suco de Laranja

Na Bolsa de Nova York, o contrato futuro do suco de laranja com vencimento em janeiro encerrou a sessão em alta de 0,87%, cotado a US$ 1,44 por libra-peso.

Algodão

O contrato de algodão para entrega em dezembro encerrou a sessão com valorização de 0,12% na Bolsa de Nova York, cotado a 78,15 centavos de dólar por libra-peso.

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La Reserva Federal mantiene los tipos de interés sin cambios a una semana de las elecciones en EEUU a pesar de la elevada inflación

28 October 2026 at 18:00

La Reserva Federal mantiene los tipos de interés sin cambios a una semana de las elecciones en EEUU a pesar de la elevada inflación

La Fed subió su tipo de interés de referencia el mes pasado por primera vez en tres años, de alrededor del 3,75% al 4%, en lo que muchos inversores y economistas percibieron como un primer paso hacia un nuevo esfuerzo por reducir la inflación

La Reserva Federal ha mantenido este miércoles sin cambios los tipos de interés, a pesar de que la inflación se ha acelerado en los últimos meses como consecuencia de la guerra de Donald Trump en Irán, que ha provocado picos en los precios del petróleo y el gas.

El Comité Federal de Mercado Abierto ha tomado la decisión por 10 votos a favor y 2 en contra. “El Comité ha decidido mantener el rango objetivo para el tipo de interés de los fondos federales entre el 3,75% y el 4%, en apoyo del doble mandato de la Reserva Federal”.

“La actividad económica se está expandiendo a un ritmo sólido”, dice la Fed, “aunque la incertidumbre sigue siendo elevada, debido, en parte, a los acontecimientos geopolíticos. El crecimiento de la productividad es sólido y la inversión de capital es robusta. El aumento del empleo ha seguido el ritmo de la población activa, y la tasa de desempleo apenas ha variado”.

“La inflación sigue siendo elevada”, alerta la Reserva Federal: “La recopilación de más información ayudará al Comité a determinar la orientación de la política monetaria adecuada para garantizar que la inflación vuelva oportunamente al objetivo del 2% fijado por el Comité. El Comité garantizará la estabilidad de los precios”.

Han votado en contra de la medida de política monetaria Lisa D. Cook, perseguida judicialmente por la Administración Trump, y Beth M. Hammack, quienes preferían elevar el rango objetivo de los tipos de los fondos federales en un cuarto de punto porcentual en esta reunión.

Esta reunión de política monetaria de la Fed se ha producido a menos de una semana de las elecciones de mitad de legislatura, centradas en el coste de la vida y la asequibilidad.

Warsh ha anunciado este miércoles que el organismo modificará su agenda en materia de política monetaria y que en 2027 reducirá de ocho a siete el número de reuniones al año en las que se adoptarán decisiones sobre los tipos de interés. A partir de 2028 se prevé que sean solo seis las juntas en las que se determine el precio del dinero.

De acuerdo con las encuestas, la ciudadanía estadounidense se muestra descontenta con una economía lastrada por el encarecimiento de la gasolina, los alimentos y la ropa, entre otros productos.

La Fed, presidida ahora por un elegido por Donald Trump, Kevin Warsh, tiene como misión que la inflación vuelva a su objetivo del 2%, lo que suele conseguir subiendo su tipo de interés a corto plazo: unos costes de financiación más elevados, con el tiempo, pueden frenar el consumo y reducir la inflación.

La Fed subió su tipo de interés de referencia el mes pasado por primera vez en tres años, de alrededor del 3,75% al 4%, en lo que muchos inversores y economistas percibieron como un primer paso hacia un nuevo esfuerzo por reducir la inflación.

Sin embargo, Warsh se enfrenta a una serie de retos para alcanzar ese objetivo.

El presidente de EEUU, Donald Trump, ha criticado duramente a la Fed por subir su tipo de interés de referencia el mes pasado, aunque culpó en gran medida al comité de fijación de tipos del banco central, más que a Warsh.

En todo caso, algunas de las fuerzas que impulsan la inflación –la rápida expansión de la infraestructura de inteligencia artificial y el aumento de los precios de la energía– no se controlarán fácilmente con tipos de interés más altos.

Al mismo tiempo, otros sectores de la economía ya se están viendo afectados por el aumento de los tipos. Así el tipo medio de las hipotecas a 30 años alcanzó a principios de este mes su máximo en tres años, situándose en el 7,4%, aunque desde entonces ha bajado ligeramente.

El aumento de los tipos hipotecarios ha hecho que la compra de una vivienda resulte inasequible para 5 millones más de estadounidenses desde principios de año, según Oxford Economics, informa AP. Con el tiempo, las subidas de tipos de la Fed pueden encarecer las hipotecas, los préstamos para la compra de automóviles y los créditos de las tarjetas, lo que refuerza la sensación de los estadounidenses de que productos como las viviendas y los coches se están encareciendo.

Tras el anuncio de la Fed sobre su decisión en materia de tipos, Warsh intervendrá en una rueda de prensa, donde sus declaraciones serán seguidas con gran atención en busca de pistas sobre los próximos pasos de la Fed. Es probable que reitere el deseo de la Fed de que la inflación vuelva «antes de lo previsto» al objetivo del 2 %. Algunos podrían interpretar esto como una señal de que la Fed subirá su tipo de interés de referencia en su próxima reunión, en diciembre, una medida que los inversores de Wall Street ya dan por hecho.

Brasil expresa solidaridad con España por accidente ferroviario

28 October 2026 at 17:37

Brasilia, 28 oct (Prensa Latina) El Gobierno de Brasil expresó hoy su consternación por el grave accidente ferroviario ocurrido en la provincia española de Toledo, que dejó hasta el momento 68 muertos y 15 heridos graves.

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Produção de ração animal cresce 4,2% no Brasil no primeiro semestre de 2026

28 October 2026 at 17:11

A indústria brasileira de alimentação animal produziu 45,2 milhões de toneladas de rações no primeiro semestre de 2026, alta de 4,2% em relação às 43,3 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ano passado, conforme os dados são do Sindirações (Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal).

O crescimento foi observado nos principais segmentos, com destaque para a avicultura de corte e a suinocultura, embora diferentes cadeias produtivas continuem enfrentando dificuldades para manter as margens.

Segundo Ariovaldo Zani, CEO do Sindirações, o aumento da produção não representa, necessariamente, melhora nos resultados financeiros dos produtores. A pressão sobre os custos dos insumos e os preços recebidos nas propriedades mantém a rentabilidade como um dos principais desafios do setor.

A produção de rações para frangos de corte atingiu 19,9 milhões de toneladas no primeiro semestre, avanço de 5,3% ante as 18,9 milhões de toneladas registradas em igual período de 2025. O segmento respondeu por aproximadamente 44% de todo o volume produzido pela indústria de alimentação animal no país.

O desempenho acompanha o crescimento das exportações brasileiras de carne de frango. De acordo com a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), os embarques superaram 2,9 milhões de toneladas no semestre, alta de 12,9% na comparação anual e recorde para o período. A diversificação dos destinos e a base de comparação influenciada pelas restrições sanitárias de 2025 contribuíram para o resultado.

Na suinocultura, a produção de rações cresceu 5,4%, passando de 10,6 milhões para 11,2 milhões de toneladas. As exportações de carne suína também avançaram, superando 794 mil toneladas no semestre, aumento de 10%, segundo a ABPA.

Apesar do desempenho no comércio exterior, o aumento do plantel e os ganhos de produtividade ampliaram a oferta interna de animais. Na avaliação do Sindirações, esse descompasso pressionou as cotações dos suínos e reduziu as margens dos produtores independentes.

Na bovinocultura de corte, a produção de rações somou 2,86 milhões de toneladas no primeiro semestre, aproximadamente 110 mil toneladas acima do volume registrado um ano antes, crescimento de 4%. O setor passa por mudanças no ciclo pecuário, com maior retenção de fêmeas para reprodução e alterações na disponibilidade de animais para abate. Esse movimento pode contribuir para sustentar os preços do boi gordo, ao mesmo tempo que aumenta a preocupação com o custo de reposição do rebanho e as margens dos frigoríficos.

O confinamento também ganhou espaço a partir de junho, com aumento da ocupação dos cochos e perspectivas de recuperação da atividade no segundo semestre. O comportamento da demanda por rações, contudo, dependerá dos preços dos animais, dos ingredientes utilizados na alimentação, das condições das pastagens e da viabilidade econômica dos sistemas de produção. A suplementação de matrizes e as estratégias nutricionais adotadas na recria e na terminação podem sustentar parte da demanda, mesmo diante de alterações no volume de animais destinados ao abate.

Na bovinocultura leiteira, a produção de rações aumentou 1,8%, para 3,8 milhões de toneladas. O avanço ocorreu em um cenário de dificuldades para os produtores, diante da pressão sobre os preços do leite e da concorrência das importações de leite em pó, principalmente da Argentina e do Uruguai. Segundo o Sindirações, a redução da rentabilidade limita a capacidade de investimento das propriedades e pode comprometer a permanência de produtores na atividade.

Na avicultura de postura, o volume de rações cresceu 1%, alcançando aproximadamente 3,8 milhões de toneladas. O segmento, entretanto, enfrenta uma piora nas relações de troca entre os preços dos ovos e os custos dos principais ingredientes da alimentação, como milho e farelo de soja. A combinação entre a desvalorização dos ovos e o encarecimento dos insumos reduziu o poder de compra dos produtores.

Entre os demais segmentos, a aquicultura registrou crescimento de 5,4% na produção de rações, que chegou a aproximadamente 940 mil toneladas. No mercado de alimentos para cães e gatos, a produção avançou 1%, superando 2 milhões de toneladas. Já as rações para equinos alcançaram cerca de 470 mil toneladas, alta de 0,5%. Os demais segmentos somaram aproximadamente 320 mil toneladas, crescimento de 1%.

O balanço do primeiro semestre mostra que a indústria brasileira de alimentação animal ampliou os volumes produzidos, acompanhando o desempenho das cadeias de proteína animal e de outros segmentos da criação. Ao mesmo tempo, os resultados evidenciam diferenças entre os mercados: enquanto as exportações de carnes sustentam a atividade de aves e suínos, a sobreoferta interna, a pressão dos custos e as dificuldades nas relações de troca limitam a rentabilidade em diferentes cadeias.

Para Ariovaldo Zani, o desafio é transformar o crescimento da produção em resultados econômicos sustentáveis, por meio da eficiência nutricional, do planejamento comercial e da gestão financeira das propriedades.

Produção e exportações recordes redefinem a pecuária brasileira

La Asamblea de Naciones Unidas vuelve a condenar por abrumadora mayoría el bloqueo de EEUU a Cuba

28 October 2026 at 15:26

La Asamblea de Naciones Unidas vuelve a condenar por abrumadora mayoría el bloqueo de EEUU a Cuba

La votación ha registrado 130 votos a favor, 17 votos en contra y 25 abstenciones, tras las presiones de la Casa Blanca en la 34ª vez que el pleno de la Asamblea General condena el castigo colectivo de Washington a la isla

Nueva condena mundial al bloqueo de EEUU a Cuba. En el año en el que Washington ha redoblado el cerco a la isla, vetando el envío de petróleo a Cuba, la Asamblea General de la ONU ha aprobado, por 34ª vez consecutiva, una resolución de condena al castigo colectivo de Washington a la isla.

La votación, en esta ocasión, ha registrado más abstenciones y votos en contra de lo habitual, evidenciando la nueva correlación de fuerzas en América Latina, la presión de la política exterior estadounidense, con un buen número de Gobiernos ultras aliados de Donald Trump, más allá del habitual Javier Milei.

Así mismo, Israel se ha alineado, como siempre con EEUU, así como países europeos conservadores y más enfrentados a Rusia, como Italia o Alemania, al igual que países del Golfo aliados con EEUU frente a Irán.

Flávio Bolsonaro aterriza en Miami tras huir de Brasil

28 October 2026 at 13:49

Flávio Bolsonaro aterriza en Miami tras huir de Brasil

El candidato ultra llega a EEUU tras perder las elecciones con Lula da Silva

Cómo fue la huida de Flávio Bolsonaro y por qué se ha escapado a EEUU tras acariciar la presidencia de Brasil

Ya está en Estados Unidos. El candidato ultra Flávio Bolsonaro ha aterrizado este miércoles por la mañana en Miami (Florida), después de fugarse el pasado martes de Brasil tras haber perdido la segunda vuelta de las presidenciales brasileñas el domingo pasado ante Lula da Silva.

El Gulfstream IV, con matrícula LV-JQW, había despegado de Guayaquil (Ecuador) a primera hora de la mañana.

El presidente de EEUU, Donald Trump, había expresado este miércoles de madrugada al volver de Texas a Washington DC su apoyo al fugado Flávio Bolsonaro.

Preguntado sobre su visto bueno a acoger a Bolsonaro en EEUU, Trump afirmó: “Son buena gente. Las elecciones fueron extrañas. Estaba esperando a dar mi aprobación. No tengo nada en contra, por mí está bien”.

“Creo que al padre le trataron muy mal”, añadió.

Cuando se le preguntó si sabía dónde se encontraba Flavio en estos momentos, Trump respondió: “He oído que está en Argentina”.

Sin embargo, Bolsonaro acababa de despegar de Argentina en esos momentos camino de Ecuador, desde donde ha volado a Miami.

El Gulfstream IV estuvo estacionado en el aeropuerto de Puerto Iguazú (Argentina) desde las primeras horas de la mañana anterior, cuando aparecieron las primeras noticias en los medios argentinos de que tenía intención de huir en él.

Bolsonaro, hijo del expresidente brasileño Jair Bolsonaro, actualmente en prisión, subió al jet con su esposa y sus dos hijas sobre las 23:30 h, con destino a Guayaquil, para evitar el espacio aéreo brasileño. Hicieron una breve escala en Ecuador y han proseguido su viaje hasta el aeropuerto ejecutivo de Miami-Opa Locka.

Bolsonaro, que cuenta con el apoyo de Trump, está siendo investigado por corrupción, blanqueo de capitales y evasión fiscal en Brasil, y se le había ordenado que entregara su pasaporte.

El hermano de Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, que vive en Texas, le había animado públicamente a marcharse de Brasil si perdía las elecciones.

Bolsonaro ha hecho alarde de su relación con el presidente de EEUU y visitó la Casa Blanca en mayo. Su hermano Eduardo fue condenado en ausencia en junio por ejercer presión ilegal sobre la Administración Trump y sentenciado a cuatro años de prisión.

Difunden nuevas informaciones sobre huida de Flávio Bolsonaro

28 October 2026 at 13:41

Brasilia, 28 oct (Prensa Latina) Nuevas informaciones de la prensa brasileña sobre el recorrido de Flávio Bolsonaro indican que el senador y su familia salieron hoy de Ecuador rumbo a Estados Unidos, tras versiones contradictorias sobre su paradero.

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Del "país de mierda" Noruega al "yihadista" El Sayed pasando por anuncios brutales: Trump, desesperado, desata la máquina del fango

28 October 2026 at 07:09

Del "país de mierda" Noruega al "yihadista" El Sayed pasando por anuncios brutales: Trump, desesperado, desata la máquina del fango

El presidente de EEUU dispara el tono de sus insultos contra sus rivales y oponentes, al tiempo que otros candidatos republicanos se abonan al barro con campañas agresivas

Todo son síntomas de la desesperación. Del miedo a perder. Por mucho, incluso. Son síntomas de que la promesa con la que Donald Trump volvió a la Casa Blanca tras las elecciones de noviembre de 2024, hace exactamente dos años, está siendo incumplida: mejorar la vida de los estadounidenses, golpeados por los precios de la vivienda, la cesta de la compra y la falta de competitividad de las empresas. Trump prometió que EEUU sería su prioridad –America First– para hacerlo grande –MAGA–.

Pero lo cierto, dos años después, es que las cosas están peor que hace dos años debido al efecto de sus caprichosos aranceles y sus guerras unilaterales, como la desatada contra Irán el 28 de febrero pasado.

Trump sabe que las encuestas le sitúan por los suelos y que se arriesga a perder el control del Congreso, lo que puede traducirse en una ofensiva de audiencias contra decisiones polémicas o de dudosa legalidad –desde los asesinatos extrajudiciales en el Caribe hasta la represión migratoria, pasando por el uso de la justicia contra rivales políticos, las obras arbitrarias en la Casa Blanca o los negocios de su yerno, Jared Kushner, aprovechándose de su posición–.

Pero también se puede traducir en poner en marcha el impeachment –procedimiento de destitución–, para lo que basta con la mayoría simple de la Cámara de Representantes, si bien para ejecutar la destitución serían necesarios 67 senadores –de 100–, algo que no va a pasar.

Y todo eso le mantiene inquieto, haciendo campaña todos los días, con varios actos, recorriendo el país, poniéndose al frente de una campaña que cada vez se le pone más cuesta arriba al Partido Republicano, precisamente, por la crisis de popularidad del presidente y sus políticas.

Así, Trump ha decidido huir hacia adelante con medidas desesperadas, como el acuerdo con el presidente ruso, Vladímir Putin, para desmontar las sanciones contra el petróleo ruso por la invasión de Ucrania, con el deseo iluso de ver una caída del precio de los combustibles en EEUU antes de las elecciones de mitad de mandato, afectados por las consecuencias de la invasión de Irán.

Pero esa desesperación también se evidencia en que cada vez está teniendo un comportamiento más burdo y agresivo. Así, este fin de semana llamó a Noruega “país de mierda”, dolido por no haber recibido el Premio Nobel de la Paz. En efecto, la misma persona que lanzó un bombardeo ilegal sobre Irán el 28 de febrero, en el que murieron, entre miles de personas, dos centenares de escolares, y que ha amenazado con “eliminar una civilización” de 90 millones de habitantes, no entiende por qué no tiene el Nobel de la Paz.

Trump, además, sugirió que Estados Unidos debería aceptar a menos inmigrantes noruegos y afirmó: “A mí no me han dado el Premio Nobel. Así que no quiero a nadie de Noruega. No quiero tener nada que ver con Noruega”.

Y si el presidente de EEUU está obsesionado con el Nobel, no lo está menos con Abdul El Sayed, el candidato demócrata al Senado por Michigan que puede lograr una victoria fundamental al imponerse en un territorio tradicionalmente republicano y convertirse en el primer senador musulmán, al tiempo que amplía la representación de la familia más progresista.

Así, este fin de semana la huida hacia adelante islamófoba ha llevado a Trump a asociar a El Sayed con el 11S. En un mitin celebrado este domingo en Michigan, Trump acusó a El Sayed de ser “un yihadista” al tiempo que invitaba a participar en el acto al padre de un pasajero que se enfrentó a los secuestradores del 11S. Trump, además, dijo que El Sayed “tendría que pasar por un detector de metales antes de que se le permitiera entrar en el Senado”.

El propio El Sayed respondió este lunes a la obsesión de Trump por referirse a él por su segundo nombre, Mohamed, durante un acto con Bernie Sanders: “Para ti seré el senador Mohamed, bro”. Y añadió, dirigiéndose a sus seguidores: “Creen que, al señalar mi nombre y mi fe, de alguna manera vais a ignorar el hecho de que no podéis pagar la gasolina ni la compra, ni ir al médico”.

El Sayed se enfrenta al candidato republicano Mike Rogers el 3 de noviembre, en una de las contiendas más reñidas por uno de los pocos escaños que podrían decidir el equilibrio de poder en el Congreso. Actualmente lo ocupan los demócratas.

Para dar la vuelta a la mayoría de 53-47 del Senado que poseen los republicanos, los demócratas necesitan recuperar cuatro escaños.

Las plazas donde lo están acariciando son: Carolina del Norte (el exgobernador Roy Cooper lidera en las encuestas al republicano Michael Whatley); Ohio (el exsenador demócrata Sherrod Brown busca recuperar el escaño frente al republicano Jon Husted); Alaska (la demócrata Mary Peltola desafía al senador republicano Dan Sullivan); Maine (la veterana senadora republicana Susan Collins se enfrenta al demócrata Troy Jackson); Texas (el demócrata James Talarico compite frente al republicano Ken Paxton); Iowa (el demócrata Josh Turek y la republicana Ashley Hinson) y Kansas (entre el republicano Roger Marshall y el demócrata Adam Hamilton).

Durante su intervención del domingo, Trump acusó, sin ninguna prueba: “Si Abdul y los demócratas ganan, abrirán las compuertas e invitarán a hordas de yihadistas a nuestras costas, creando una pesadilla de violencia y terror hasta el punto de que ni siquiera podréis celebrar la Navidad”.

Trump lanzó diversas acusaciones falsas contra El Sayed, como que era miembro de los Hermanos Musulmanes, y presentó como orador invitado al padre de Todd Beamer, un hombre de Míchigan que formaba parte del grupo de pasajeros que se enfrentó a los secuestradores del vuelo 93 de United Airlines, antes de que el avión se estrellara en un campo de Pensilvania. “Míchigan tiene que levantarse y luchar, tal y como hizo Todd, para impedir que un yihadista entre en el Capitolio”, afirmó Trump.

Anuncio brutal

En la campaña para gobernador de Ohio, el republicano Vivek Ramaswamy está difundiendo el testimonio de la madre de su rival, Amy Acton, en el que, básicamente, tacha a su hija de mentirosa y afirma que no se puede confiar en ella: “Me llamo Donna Arthur y soy la madre de Amy Acton. Ha mentido toda su vida. Mi hija necesita ayuda, y no puede ayudaros si ella misma necesita ayuda. No votéis a gente que miente. No dejéis que se convierta en vuestra gobernadora”.

Y lo que ese anuncio omite por completo es la historia de fondo de por qué la madre de Amy Acton está distanciada de su hija.

La candidata demócrata, Amy Acton, afirma que no habla con su madre desde que ella tenía 12 años, y eso se debe a que su madre perdió la custodia tanto de ella como de su hermano.

Y los documentos facilitados por la campaña muestran que su padrastro había sido acusado de violarla. Su padrastro se declaró inocente y huyó del estado antes del juicio.

Así que la persona que aparece en este anuncio, su madre, estuvo casada con el hombre que supuestamente la violó y por el que tomó partido en lugar de su hija.

Ahora el temor de los republicanos es que el anuncio no solo vaya a perjudicar potencialmente a Ramaswamy, sino también a toda la candidatura republicana en un estado que es crucial para el Senado y que también cuenta con al menos una contienda clave para la Cámara de Representantes.

Pero Trump prefiere desatar la máquina del fango. “Vivek Ramaswamy ha publicado un anuncio muy contundente en el que una madre afirma que su hija, Amy Acton, que se presenta a gobernadora de Ohio, es una mentirosa y cosas mucho peores”, ha afirmado el presidente de EEUU en Truth Social: “La prensa, en un ataque concertado y bien coordinado, está intentando que Vivek Ramaswamy 'retire el anuncio'. Francamente, si la madre de cualquiera hablara así de su hija, lo normal sería que a la hija se le impidiera ocupar un cargo público, y mucho menos el de gobernadora. [...]. Yo sugerí que Vivek siguiera adelante y dejara que todo el mundo escuchara a la madre de una candidata defectuosa, deshonesta e incapaz explicar cómo su hija es un DESASTRE que, sin control alguno, miente, engaña y roba. La prensa está intentando convencer a todo el mundo de que este anuncio es malo, ¡porque es demasiado bueno! ¿Quién no utilizaría un anuncio así? Yo lo haría; a eso se le llama 'dar en el clavo”.

De llamar “país de mierda” a Noruega a acusar de “yihadista” a El Sayed, pasando por la difusión de anuncios brutales contra sus rivales. Trump está convirtiendo el último tramo de la campaña en una sucesión de insultos, islamofobia y ataques personales.

La princesa Leonor y los Princesa de Asturias, Aitana y Leo Messi protagonizan las portadas

28 October 2026 at 06:57
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¡Hola! lleva un primer plano de una sonriente princesa de Asturias, que protagonizó la entrega de los premios que llevan su nombre en el teatro Campoamor de Oviedo. “21 Claves para conocer a la futura reina en su 21 cumpleaños”, dice el titular. Bajo ella, su prima Irene Urdangarin, cuya relación con Fernando Echevarría se afianza cada día más. Por último, la reaparición de Tana Rivera en un evento tras la ruptura con el torero Andrés Roca Rey.

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Trump, sobre el visado para acoger al fugado Flávio Bolsonaro: "Me parece bien, las elecciones fueron realmente extrañas, horribles"

28 October 2026 at 05:18

Trump, sobre el visado para acoger al fugado Flávio Bolsonaro: "Me parece bien, las elecciones fueron realmente extrañas, horribles"

El presidente de EEUU evita aclarar el paradero del ultra huido de Brasil: "He oído que está en Argentina"

Flávio Bolsonaro huye a EEUU y la administración Trump anuncia que le dará el visado a él y su familia

El presidente de EEUU, Donald Trump, ha expresado este miércoles de madrugada al volver de Texas a Washington DC su apoyo al fugado Flávio Bolsonaro, candidato ultra en las elecciones presidenciales de Brasil que perdió el domingo en segunda vuelta con Lula da Silva.

Preguntado sobre su visto bueno a acoger a Bolsonaro en EEUU, Trump ha afirmado: “Son buena gente. Las elecciones fueron extrañas. Estaba esperando a dar mi aprobación. No tengo nada en contra, por mí está bien”.

“Creo que al padre le trataron muy mal”, ha añadido.

Cuando se le preguntó si sabía dónde se encontraba Flavio en estos momentos, Trump respondió: “He oído que está en Argentina”.

La Administración Trump tiene previsto expedir visados para que el candidato presidencial brasileño derrotado y su familia puedan entrar en Estados Unidos tras haber huido de su país natal. Así lo afirman fuentes del Departamento de Estado citadas por los medios estadounidenses.

Bolsonaro, que contaba con el apoyo del presidente de EEUU, Donald Trump, había sido objeto de una investigación por corrupción, blanqueo de capitales y evasión fiscal en Brasil, y se le había ordenado que entregara su pasaporte.

Las fuentes del Departamento de Estado no precisan si Bolsonaro ya había abandonado Brasil o si él y su familia se encontraban de camino a Estados Unidos.

El hermano de Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, que vive en Texas, le había animado públicamente a marcharse de Brasil si perdía las elecciones.

Bolsonaro ha hecho alarde de su relación con el presidente de EEUU y visitó la Casa Blanca en mayo. Los vínculos familiares son aún más profundos: su hermano Eduardo Bolsonaro fue condenado en ausencia en junio por ejercer presión ilegal sobre la Administración Trump y sentenciado a cuatro años de prisión. Recientemente, se ha dictado una orden de detención contra él.

Kathleen Belew, historiadora: "No hay salida a los años de Trump que implique una desescalada pacífica"

27 October 2026 at 20:30

Kathleen Belew, historiadora: "No hay salida a los años de Trump que implique una desescalada pacífica"

"En la década de 1980, optaron por pasar a la clandestinidad porque pensaban que la política nunca les daría lo que querían. Pensaban que esa puerta estaba cerrada, y esa puerta ya no lo está", afirma la profesora asociada de Historia en la Northwestern University

Trump allana el terreno para cuestionar sin pruebas las legislativas: “Reconoceré el resultado si las elecciones son limpias”

La historiadora Kathleen Belew acaba de publicar en España el libro Traed la guerra a casa (Capitán Swing), en el que repasa la presencia del supremacismo blanco en la política estadounidense. Y lo hace en un momento en el que Estados Unidos está gobernado por una Administración que se aproxima como pocas a las posiciones ultras de la historia reciente del país.

Hasta tal punto es así que se pueden trazar paralelismos entre personajes, políticas y decisiones hasta ahora impensables en EEUU, como el desfile de supremacistas por las calles de Washington DC el pasado 4 de julio con total impunidad y los indultos exprés a los asaltantes del Capitolio del 6 de enero de 2021.

¿Qué lecciones enseña el libro en este momento histórico de Estados Unidos?

La historia de este libro llega hasta el momento en que el movimiento del poder blanco volvió a irrumpir con fuerza en el núcleo de nuestra política.

Se publicó en inglés justo después de la manifestación Unite the Right, en Charlottesville [Virginia, agosto de 2017] y antes de otros muchos acontecimientos decisivos, como el asalto al Capitolio del 6 de enero [de 2021] y la reelección de Trump [noviembre de 2024], cuando hemos visto cómo muchos de estos militantes han abandonado la clandestinidad para presentarse a cargos públicos, llevar a cabo actividades públicas a plena luz del día, proporcionar seguridad a los candidatos republicanos y cosas por el estilo.

Esta historia tiene ahora la función de ofrecernos una hoja de ruta sobre la ideología que motiva a estos actores y, en cierto modo, de explicar por qué eligen determinadas acciones en momentos concretos y cómo funciona todo eso.

Es interesante porque en la década de 1980 optaron por pasar a la clandestinidad porque pensaban que la política nunca les daría lo que querían. Pensaban que esa puerta estaba cerrada, y esa puerta ya no lo está. Hay muchas formas en las que este movimiento se ha incorporado como eje central de la política.

El pasado 4 de julio vimos al Patriot Front manifestándose con total impunidad por las calles de Washington DC y, por la noche, a Trump en su mitin señalando al comunismo como el enemigo interno, pero nunca hace ninguna mención a los supremacistas.

Estamos viviendo un momento muy autoritario en Estados Unidos, y eso se refleja en grupos como el Patriot Front, que se manifiestan en Washington DC. También se refleja en cosas como los indultos masivos que Trump concedió a las personas condenadas por conspiración sediciosa por los sucesos del 6 de enero, en el registro del domicilio de la diputada Ilhan Omar y en la falta sistemática de acciones judiciales por otras muchas acciones del movimiento de supremacía blanca. Y creo que una de las cosas con las que tenemos que contar es hasta qué punto esta actividad probablemente se ha convertido en violencia de Estado.

Así, por ejemplo, no sabemos quién se ha alistado en las operaciones de ICE, pero sin duda muchos de los actores sobre los que escribí estarían encantados de pasar a un lugar donde pudieran hacer el mismo trabajo, pero para el Estado y a cambio de un sueldo. Creo que debemos ser conscientes de que es muy, muy probable que se produzca parte de ese trasvase.

Hemos visto cómo muchos de estos militantes han abandonado la clandestinidad para presentarse a cargos públicos, llevar a cabo actividades públicas a plena luz del día, proporcionar seguridad a los candidatos republicanos y cosas por el estilo

¿Hasta qué punto el combate de la UFC en la Casa Blanca, esa celebración de la violencia con motivo del cumpleaños de Trump y del 250º aniversario de la independencia, conecta con lo que estamos hablando?

Totalmente. Mis alumnos y yo estamos estudiando el 250º aniversario, pero también lo ocurrido en 1976, y la diferencia de tono entre esos dos momentos es abrumadora.

Estoy de acuerdo en que tiene que ver con cosas como la pelea de la UFC en el jardín de la Casa Blanca, pero también con que se haya considerado llevar a cabo una ejecución [por fusilamiento] televisada. Sí, estamos viendo tantos rasgos característicos de un Gobierno autoritario que creo que vivimos una época de locos en Estados Unidos.

¿Echa de menos algún sistema de controles y contrapesos aquí, en EEUU? Siempre se nos había enseñado que esta es una democracia longeva, con muchos controles y contrapesos: el poder del Congreso, el del sistema judicial... Pero ahora, en estos dos años de esta presidencia, estamos viendo lo frágil que es esta democracia.

No se trata solo de que tengamos un líder al que parecen no importarle en absoluto las normas y la ley, sino de que muchas de las instituciones que se supone que deben actuar como frenos simplemente han obedecido de antemano, han cedido ante la presión o, de otras formas, no han ejercido esos controles sobre un poder sin límites. Vemos ataques directos a nuestro sistema universitario, a nuestra investigación científica, a nuestros tribunales de justicia y a nuestras elecciones. Realmente es una situación muy compleja.

Manifestantes de extrema derecha durante las protestas de Charlottesville, Virginia, en 2017.
Manifestantes de extrema derecha durante las protestas de Charlottesville, Virginia, en 2017.

Usted ha investigado también el papel de las mujeres en estos movimientos, que aparentemente podríamos pensar que son un entorno muy masculino.

Lo que vemos en el activismo del poder blanco, sobre todo cuando nos fijamos en los actos de violencia, en las marchas y desfiles públicos y en la actividad online, es principalmente a hombres. Es un movimiento muy machista. Es paramilitar. Se visten de forma agresiva y coordinada. Llevan armas, etc. E incluso cuando hablamos de “lobos solitarios” o de radicales online, estos suelen ser hombres, normalmente de entre 18 y 24 años. Pero es un movimiento que funciona como movimiento social y, al estar organizado de esa manera, a la larga ha requerido realmente el trabajo de las mujeres para mantener las relaciones sociales, suavizar los desacuerdos entre los distintos líderes, crear vínculos sociales, reclutar y llevar a cabo también el trabajo de relaciones públicas destinado a hacerlo más aceptable para la gente.

Creo que, en este momento, el ejemplo que señalaría es el movimiento de las trad wives movement [esposas tradicionales] en las redes sociales. Es decir, las mujeres que se visten más o menos como imaginan que se vestía en la antigüedad, que adoptan una visión heteronormativa de las relaciones y se someten a sus maridos, y hablan de todas las formas en que se sienten más realizadas en lo que ellas llaman el “papel tradicional de la mujer”.

Por supuesto, matizaría eso diciendo que, como historiadora, te diré que se trata de una historia ficticia de la que hablamos de muchas formas diferentes, sobre todo por el hecho de que tienen lavadoras. Pero eso no viene al caso. Así que las “esposas tradicionales” pueden parecer algo que carece de dimensiones políticas o que es simplemente una forma de activismo individual, pero en realidad está vinculado de muchas maneras a otras formas de activismo y, a menudo, es una puerta de entrada a una actividad extremista más profunda. Así pues, todas esas cosas se combinan para crear un modo de activismo que permite a las personas entrar y salir del movimiento en función de la intensidad con la que se identifiquen con ese sistema de creencias.

No sabemos quién se ha alistado en las operaciones de ICE, pero sin duda muchos de los actores sobre los que escribí estarían encantados de pasar a un lugar donde pudieran hacer el mismo trabajo, pero para el Estado y a cambio de un sueldo. Creo que debemos ser conscientes de que es muy, muy probable que se produzca parte de ese trasvase

La primera edición del libro se publicó hace algunos años y, en este tiempo, hemos visto una evolución considerable de las redes sociales. Además, hemos observado algunas tendencias tecnológicas muy vinculadas al supremacismo. Me refiero a Peter Thiel, Elon Musk, etc. Ellos pueden influir en las narrativas políticas y en los debates y las discusiones. ¿Cómo analiza la importancia y el papel que tienen ahora estas redes sociales?

Claro. Una cosa que es importante recordar es que el movimiento del poder blanco fue pionero en el activismo en las redes sociales y la radicalización a través de Internet mucho antes que nadie. Así pues, este movimiento se trasladó a Internet en 1983-84 mediante foros de acceso con contraseñas y códigos informáticos, y lo que publicaban en Liberty Net, que así se llamaba, no eran solo cosas como sus creencias o listas de personas a las que asesinar, sino también anuncios personales para que sus miembros pudieran conocerse y concertar citas, o incluso recetas de cocina. Así pues, lo que comprendieron desde el principio fue que el contenido ideológico, junto con el contenido social, constituía una forma más duradera de construir un movimiento en línea. Y, como la tecnología ha creado cada vez más espacio para esa labor, creo que no debería sorprendernos que sigan siendo algunos de los usuarios más expertos de Internet a la hora de radicalizarse y hacer crecer su movimiento social. Y, por supuesto, en parte se trata de una historia sobre la tecnología.

Todos pasamos más tiempo en línea y, tras la COVID, gran parte de nuestra vida social se ha trasladado a Internet. Pero ahora tenemos decenas de autores de tiroteos masivos vinculados al “poder blanco” que actúan sin haberse conocido nunca en la vida real, al tiempo que vemos ese uso casi casual de símbolos del “poder blanco” por parte de oligarcas y otras personas en el poder, tal y como tú mencionas. El saludo de Elon Musk ha vuelto a aparecer hoy en mi feed, y alguien lo había publicado diciendo: “¿Te puedes creer que esto haya pasado?”. Y es como si ya nos hubiéramos olvidado de ello. Hay tantos sucesos de este tipo que ni siquiera se perciben como una emergencia tan grave como antes y, sin embargo, la saturación es realmente lo más alarmante.

Sí, y vemos cómo esos comentaristas de MAGA tienen muchísimos seguidores en las plataformas.

Como siempre les enseño a mis alumnos cuando hablamos de teorías de la conspiración y desinformación, no funcionan porque la gente sea simplemente incauta y carezca de criterio o algo así. Funcionan porque conectan con algo que es una parte realmente auténtica de la experiencia vital de alguien, y por eso no basta con presentar argumentos basados en hechos. Se han hecho estudios al respecto.

Es imposible convencer a alguien de que deje de creer en una teoría de la conspiración. No sirve de nada. No hay ningún argumento basado en hechos que te saque de ahí, porque se trata de un sistema de creencias emocional. Y creo que lo que MAGA ha hecho de forma realmente eficaz, al igual que el movimiento del poder blanco, aunque de otra manera, es movilizar a la gente en torno a estos miedos muy profundos a desaparecer, a ser arrollados, al cambio demográfico y también a miedos relacionados con la infancia y con tener lo suficiente. Creo que ambos son movimientos distintos, aunque quizá se solapen. Ya sabes, se trata de miedos relacionados con el fin del mundo que están realmente latentes en la cultura estadounidense.

Sí, podríamos pensar que el movimiento del poder blanco es bastante antisistema, pero…

Especialmente en el periodo que estoy analizando, desde 1983 hasta 2016, sin duda hasta el primer mandato de Trump, el movimiento del poder blanco tiene muy claro lo que quiere: derrocar a los Estados Unidos y establecer una nación exclusivamente blanca, lo cual es una de las razones por las que no suelo utilizar la palabra “nacionalista” para describirlo.

Porque, aunque es nacionalista, la nación es la raza, no Estados Unidos. Y la gente se confunde. No sé si esto es un problema en España, pero en Estados Unidos creo que muchas personas que no han recibido educación histórica pueden oír “nacionalista” y pensar: “Ah, es como el patriotismo. Amo a la nación. Debería ser nacionalista, ¿no?”. Y esto, por supuesto, no es correcto, pero genera cierta confusión. Así pues, en ese periodo, de 1983 a 2016, el movimiento del “poder blanco” era sin duda antidemocrático, intentaba claramente derrocar al país y estaba dispuesto a aceptar daños colaterales, incluida la muerte de personas blancas, como parte de su guerra. Después se abre de nuevo la puerta a la política, y no sabemos qué ocurre exactamente en la clandestinidad en ese momento, desde 2016 hasta la actualidad.

Mi hipótesis es que hay mucha discusión al respecto, porque se trata de un espectro bastante amplio de personas que no siempre se ponen de acuerdo en lo que hacen, y sí vemos una actividad clandestina sostenida por parte de unos pocos grupos. Pero también existe esta oportunidad enorme, tras 2016, de presentarse a las elecciones, hacerse con el poder y crear una especie de estructura gubernamental legítima inspirada en el movimiento del poder blanco. Así que creo que estamos asistiendo a una especie de mezcla de estrategias y, sin duda, están buscando un gobierno autoritario en las esferas del poder.

Cuando hablamos de teorías de la conspiración y desinformación, no funcionan porque la gente sea simplemente incauta y carezca de criterio o algo así. Funcionan porque conectan con algo que es una parte realmente auténtica de la experiencia vital de alguien, y por eso no basta con presentar argumentos basados en hechos

Sí, y luego vemos la conversación entre Tucker Carlson y Nick Fuentes y el papel de la Fundación Heritage, que forma parte del establishment, y tiene conexión con la Casa Blanca.

Es el nacionalismo cristiano.

También lo hemos visto en Dallas, en la cumbre republicana.

Exactamente. Y creo que eso nos lleva a la pregunta de qué es exactamente la nación que está definiendo esa Administración, porque en muchas iglesias del nacionalismo cristiano se habla de volver al voto familiar. Las mujeres no deberían votar y solo deberían seguir a sus maridos. Hablan de que, si no te adhieres a las creencias cristianas, no deberías ser un ciudadano de pleno derecho.

Son ideas profundamente antidemocráticas y, para que quede claro, esto no es lo mismo que el movimiento del poder blanco, pero sin duda es otra corriente dentro de la actual Administración Trump, y eso supone una reconfiguración completa de la nación. Así que pienso: ¿qué es la nación? ¿Qué es el nacionalismo? Se encuentra en un momento de redefinición total y turbulenta.

Esta Administración está redefiniendo la nación.

Exactamente.

También con la represión migratoria. Me refiero al papel de la religión dentro de la Administración, y a que solo tienen a una persona afroamericana en el gabinete.

Sí, y también tenemos a personas de alto rango como Stephen Miller que difunden material sobre el poder blanco.

Tenemos a gente en las más altas esferas que se reúne con personas como Nick Fuentes. El propio Trump cenó con Nick Fuentes. Tenemos a muchos expertos en Trump cuyo trabajo consiste exclusivamente en intentar descifrar a Trump y cuáles son sus motivaciones en un momento dado. Yo no soy una de ellas. Creo que es un trabajo muy, muy difícil. Así que no me siento cómoda diciendo en qué podría creer él, ni siquiera en qué podría creer alguien como Stephen Miller, pero está muy claro que están utilizando este movimiento.

Porque hay una agenda política, tienen objetivos políticos con todos estos elementos.

Sí, exactamente.

Y también tienen ese alcance internacional, esa conexión. Es como si fueran los líderes del movimiento reaccionario internacional. Están interfiriendo en todas las elecciones del hemisferio occidental y también en Europa. Intentan remodelar el sistema geopolítico.

Sí, exactamente, y es un movimiento que lleva mucho tiempo pensando en intentar unificar lo que ellos consideran países blancos “salvables” bajo una misma bandera de gobierno del poder blanco. Llevan mucho tiempo pensando en ello, pero creo que el auge de estos regímenes en muchos lugares diferentes supone realmente un punto de inflexión hacia ese conjunto de resultados que me preocupan en lo que respecta a la preservación de las democracias en todo el mundo.

Desde 1983 hasta 2016 el movimiento del poder blanco tiene muy claro lo que quiere: derrocar a Estados Unidos y establecer una nación exclusivamente blanca

¿Cree que este es un momento crucial en Estados Unidos?

Sí, sin duda. Creo que, en cualquier caso, las elecciones de mitad de legislatura tendrán un profundo impacto tanto en Trump como en el movimiento del poder blanco. Creo que no hay ninguna salida a los años de Trump que implique una desescalada pacífica de todas estas personas. Esto está fuera de control.

Ha desplazado nuestro centro político tan hacia la derecha que ninguna de estas personas va a desaparecer simplemente porque mañana Trump ya no sea nuestro presidente. Habrá luchas por el poder. Habrá enfrentamientos entre facciones e, incluso si la política dominante vuelve a cerrarse, este movimiento ha llegado a un grupo mucho más amplio de personas que ahora están radicalizadas y activas, y que podrían entonces emprender acciones violentas según sus propios términos. Así que creo que, pase lo que pase a continuación, habrá que afrontar el hecho de que esto forma parte de nuestra política contemporánea.

Imaginemos que los republicanos pierden las elecciones de mitad de legislatura y se produce un cambio en la Casa Blanca dentro de un par de años. ¿Todo el daño que se está causando puede revertirse?

Bueno, hay diferentes tipos de preguntas. Creo que una es qué pasará con los propios activistas del poder blanco. Algunos ocupan cargos públicos y seguirían ocupándolos independientemente de lo que ocurra con la política presidencial. Pero si pierden el poder político y ven que la política vuelve a estar cerrada para ellos, entonces deberíamos esperar un repunte de las actividades violentas clandestinas del movimiento del poder blanco.

Ha desplazado nuestro centro político tan hacia la derecha que ninguna de estas personas va a desaparecer simplemente porque mañana Trump ya no sea nuestro presidente. Habrá luchas por el poder

Hemos visto el asalto del 6 de enero. Bueno, hemos visto algunos episodios de violencia política. ¿Podemos esperar más violencia política? El país parece estar bastante dividido.

Lo que hay que recordar sobre Estados Unidos, especialmente para los países que no tienen este problema en concreto, es que sí, Estados Unidos está profundamente dividido y polarizado, y sigue habiendo un enorme grupo de personas en el centro del espectro político que no tiene una opinión al respecto ni a favor ni en contra. La polarización es enorme, y la violencia a todos los niveles, tanto física como retórica, se ha intensificado hasta un punto que resulta muy, muy preocupante.

Quiero decir, sí, creo que habrá más violencia política, pero yo, en cierto modo, pongo mis esperanzas en la idea de que quizá haya formas de reformar la sociedad estadounidense para que sea más resiliente frente a esa batalla política.

Y luego está lo que se puede ver en los barrios: mucha cooperación comunitaria, asociaciones para todo y a gente del barrio que se ayuda entre sí.

Sí, ese tipo de vínculo vecinal local y ese espíritu de servicio mutuo es, creo, en lo que pongo mis esperanzas. Pero sé que suena un poco utópico si pensamos en los próximos años.

Flávio Bolsonaro se reúne con Eduardo en EEUU tras huir de Brasil

28 October 2026 at 00:52

Brasilia, 27 oct (Prensa Latina) El portal Metrópoles informó que el senador Flávio Bolsonaro llegó hoy al estado norteamericano de Florida, donde se reunió con su hermano Eduardo, mientras crecen las controversias sobre su huida de Brasil.

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Ministério da Agricultura confirma terceiro foco de Newcastle em SC

27 October 2026 at 23:00

O MAPA (Ministério da Agricultura e  Pecuária) confirmou nesta terça-feira (27) um terceiro foco da doença de Newcastle em Santa Catarina. O caso foi identificado em um estabelecimento avícola de Nova Erechim, durante ações de vigilância intensificada dentro da área de emergência sanitária estabelecida na região.

Segundo o Ministério da Agricultura, o Serviço Veterinário Oficial já iniciou os procedimentos previstos para situações de emergência zoossanitária, incluindo investigação epidemiológica, vigilância e medidas de contenção da doença.

O primeiro foco foi confirmado em 18 de outubro, no município de Nova Itaberaba. De acordo com o ministério, todas as medidas sanitárias foram concluídas na propriedade, que agora se encontra em vazio sanitário. O procedimento consiste em manter o local sem aves por um período determinado, conforme os protocolos sanitários.

O segundo caso foi registrado em 24 de outubro, em Coronel Freitas. Nesse local, o despovoamento sanitário foi concluído, enquanto os trabalhos de limpeza e desinfecção da propriedade continuam em andamento.

O Ministério da Agricultura informou que atua em conjunto com os órgãos estaduais de defesa agropecuária para controlar os focos e proteger a avicultura brasileira.

A pasta também reforçou que o consumo de carne de frango e de outros produtos avícolas submetidos à inspeção oficial permanece seguro, sem contraindicações para a população.

União Europeia mantém Brasil fora da lista dos exportadores

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