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Sala VIP no aeroporto: saiba como acessar sendo cliente do Inter Prime

29 October 2026 at 20:00

Clientes do Inter Prime podem aproveitar salas VIP em aeroportos brasileiros e internacionais para esperar pelo voo com mais conforto, além de contar com outros benefícios oferecidos pela instituição financeira.

O acesso está disponível por meio da rede Priority Pass, que reúne espaços exclusivos em aeroportos de diferentes países, e dos lounges próprios do Inter.

A seguir, veja como funciona o acesso, quais são as regras e em quais aeroportos do Brasil é possível encontrar esses espaços.

Como acessar uma sala VIP de aeroporto com o cartão Inter Prime?

O acesso às salas VIP é um dos benefícios associados aos relacionamentos Inter Prime e Inter Win. A entrada nos espaços conveniados à rede Priority Pass depende da apresentação do QR Code gerado no aplicativo da instituição financeira, além dos documentos exigidos na recepção.

O procedimento é simples e pode ser realizado antes da chegada ao aeroporto. Confira o passo a passo:

  1. Abra o Super App do Inter
  2. Acesse a área de cartões ou localize a opção “Sala VIP” na tela inicial
  3. Consulte os acessos disponíveis e selecione a opção para gerar o cartão de acesso
  4. Apresente o QR Code na entrada da sala VIP, junto com um documento de identificação com foto e o cartão de embarque

Vale lembrar: apresentar apenas o cartão físico Inter Prime ou Inter Win não garante a entrada gratuita. Para utilizar o benefício sem cobrança, é necessário seguir o procedimento indicado no aplicativo e observar as regras da categoria do cliente.

O acesso às salas VIP com o Inter Prime é gratuito?

O benefício pode ser gratuito, mas a quantidade de acessos depende do relacionamento mantido com o Inter e do tipo de sala escolhida.

Veja como funcionam as principais condições:

  • Inter Prime: seis acessos gratuitos por ano às salas VIP da rede Priority Pass. A franquia pode ser compartilhada entre o titular e os cartões adicionais, conforme as regras do programa
  • Inter Win: acessos gratuitos ilimitados às salas VIP da rede Priority Pass para titular da conta e adicionais
  • Lounges próprios do Inter: clientes Inter Prime e Inter Win têm acesso gratuito e ilimitado aos espaços próprios da instituição financeira
  • Inter One e Inter Digital: clientes podem adquirir acessos às salas próprias do Inter utilizando pontos Loop

Depois de esgotada a franquia gratuita aplicável, os acessos adicionais à rede Priority Pass podem ser cobrados integralmente no cartão do titular. A entrada também pode depender das condições específicas de cada estabelecimento.

Como funciona o acesso para cartões adicionais?

As regras para acompanhantes e cartões adicionais variam de acordo com a categoria do cliente.

No Inter Prime, os seis acessos gratuitos anuais podem ser compartilhados entre o titular e os adicionais. No entanto, os adicionais devem estar acompanhados do titular, conforme as condições informadas pelo banco.

No Inter Win, os cartões adicionais contam com QR Codes individuais, emitidos pelo titular da conta, e podem usufruir do benefício conforme as regras do programa.

Vale destacar que o período anual é contado 12 meses a partir da data da geração do QR Code no App.

Quais aeroportos brasileiros têm salas VIP acessíveis pelo Priority Pass?

A rede Priority Pass reúne salas VIP em diferentes aeroportos brasileiros. Entre os principais estão os de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Campinas, Recife e Belo Horizonte, além de outros terminais que atendem a voos nacionais e internacionais.

A disponibilidade de cada sala pode mudar, por isso é recomendável consultar a rede antes do embarque.

1. Aeroporto de Brasília (DF)

O Aeroporto Internacional de Brasília, Presidente Juscelino Kubitschek, possui salas VIP destinadas a passageiros de voos domésticos e internacionais.

Entre as comodidades que podem estar disponíveis estão ar-condicionado, Wi-Fi e televisores. A localização exata e as condições de entrada dependem da sala escolhida e do terminal de embarque.

2. Aeroporto de Congonhas (SP)

No Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, uma das opções citadas é o Advantage VIP Lounge, voltado a passageiros de voos domésticos.

O espaço fica no primeiro andar, após o controle de cartão de embarque e antes da área de inspeção por raio X, conforme as informações fornecidas. Entre os serviços divulgados estão ambiente climatizado, Wi-Fi, televisores e Fast Track de cortesia, sujeito às condições do estabelecimento.

3. Aeroporto de Viracopos (SP)

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, conta com opções de salas VIP, entre elas o Ambaar Club e o Lounge Azul.

Os espaços oferecem comodidades que podem incluir Wi-Fi e ambientes climatizados.

4. Aeroporto do Recife (PE)

No Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes — Gilberto Freyre —, as opções mencionadas incluem a Proair Sala VIP e a Sala VIP Lucky Viagens.

Os espaços podem oferecer Wi-Fi, ar-condicionado e televisores, entre outras comodidades.

5. Aeroporto de Guarulhos (SP)

O Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos concentra diferentes opções de salas VIP para passageiros de voos nacionais e internacionais.

Como Guarulhos possui vários terminais e áreas de embarque, é importante verificar a localização da sala e se ela está acessível a partir do setor em que o passageiro embarcará.

6. Aeroporto de Belo Horizonte/Confins (MG)

O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, também oferece opções de salas VIP por meio de redes parceiras. Além disso, o terminal conta com um Inter Lounge destinado aos clientes Inter Prime e Inter Win.

Antes de entrar, confira se o espaço escolhido faz parte da rede elegível ao benefício e qual modalidade de acesso será utilizada.

Outros aeroportos com salas VIP

Além dos terminais citados, há salas VIP em aeroportos de outras cidades brasileiras, como:

  • Belém (PA)
  • Cuiabá (MT)
  • Curitiba (PR)
  • Florianópolis (SC)
  • Foz do Iguaçu (PR)
  • Londrina (PR)
  • Manaus (AM)
  • Navegantes (SC)
  • Rio de Janeiro (RJ), incluindo os aeroportos do Galeão e Santos Dumont

Para evitar deslocamentos desnecessários, consulte a relação de estabelecimentos elegíveis no aplicativo ou no site do Priority Pass antes de sair para o aeroporto.

Quais são os documentos necessários para entrar na sala VIP?

Para utilizar o benefício associado ao Inter Prime, o passageiro deve estar preparado para apresentar os documentos exigidos na entrada.

Em geral, são necessários:

  • QR Code de acesso: gerado pelo Super App do Inter
  • Documento de identificação com foto: para confirmar a identidade do passageiro
  • Cartão de embarque: para comprovar a viagem

A apresentação do cartão físico, isoladamente, não substitui o QR Code exigido para o acesso gratuito pelo Priority Pass. É importante conferir se há acessos disponíveis e se o estabelecimento escolhido aceita o benefício.

Troque pontos Loop por dólar para financiar sua viagem internacional

29 October 2026 at 19:40

A troca de pontos de fidelidade por dólar ganhou espaço entre brasileiros que planejam viagens internacionais. Segundo o Inter, a utilização do programa Loop para experiências no exterior cresceu 200% e a conversão de pontos em moeda estrangeira passou a integrar o planejamento de quem viaja aos Estados Unidos.

Pontos acumulados no dia a dia viram dólar

O Loop é o programa de fidelidade do Inter. Além de cashback no uso de gift cards, a instituição financeira observa maior procura pela troca de pontos do programa por dólar, benefício que permite transformar o acúmulo de pontos do cotidiano em recursos utilizáveis no destino.

Os dólares resgatados ficam disponíveis na conta global para gastos em viagens e compras internacionais. É possível trocar a partir de 500 pontos Loop que valem em média USD 2,38, a conversão é feita na hora na hora e o valor varia conforme a contação.

Como funciona a troca

Segundo o Inter, a troca de pontos do Loop por dólar é um dos benefícios do ecossistema internacional da instituição e tem sido cada vez mais usada por clientes que se preparam para viajar. A estratégia permite converter o saldo do programa de fidelidade em moeda americana, somando mais uma fonte de recursos ao orçamento da viagem.

O que 200% de crescimento revela sobre o viajante

O Inter registrou crescimento de 200% na utilização do programa Loop para experiências internacionais. Na avaliação da instituição, o movimento faz parte de uma mudança estrutural no comportamento do viajante brasileiro, que deixou de comprar dólar apenas às vésperas do embarque e passou a se planejar com antecedência, usando ferramentas digitais para organizar os gastos.

Mais de um produto por viagem

“Grande parte dos clientes da Global Account utilizam mais de um produto ou serviço internacional do ecossistema, combinando câmbio, investimentos e meios de pagamento”, explica a instituição.

Entre as ferramentas mais procuradas estão o alerta de queda do dólar e o cashback no uso de gift cards de marcas como Apple, Macy’s, Best Buy, Walmart, TJ Maxx e Disney.

Um ecossistema em expansão

A contratação de eSIMs, chips virtuais integrados ao dispositivo, para viagens à América do Norte também cresceu, evidenciando a busca por conveniência, praticidade e autonomia durante a viagem.

A combinação de câmbio, investimentos e meios de pagamento em uma mesma conta reduz a necessidade de recorrer a múltiplas instituições no planejamento internacional.

Como os pontos entram no plano de financiamento da viagem

A troca de pontos por dólar pode ser combinada com as demais estratégias de financiamento da viagem apontadas pelo Inter: compra programada de moeda, investimento até a data do embarque e uso de cashback no destino.

Preço médio, IOF reduzido e rentabilidade

Para quem se organiza com antecedência, a recomendação do Inter é separar um valor mês a mês e comprar dólar aos poucos, construindo um preço médio e reduzindo a exposição às oscilações de curto prazo.

Câmbio, pontos e cashback na mesma conta

Na Global Account, o cliente deposita em dólar com cotação comercial, mais competitiva do que a turismo, e acompanha os gastos em tempo real.

O cartão global de débito e crédito é aceito em mais de 170 países. Somados à troca de pontos e ao cashback de gift cards, câmbio e investimento formam um plano em que cada frente reduz uma parcela do custo total da viagem.

Limites e cuidados na troca de pontos por dólar

As regras de conversão de pontos por dólar — como taxa de câmbio aplicada, valor mínimo, prazo de crédito e condições do programa — podem variar e devem ser verificadas no aplicativo antes da troca.

Além disso, a conversão de pontos em moeda estrangeira é um complemento ao planejamento, e não um substituto. Quitar parte do orçamento com pontos reduz a necessidade de compra de moeda, mas não elimina o acompanhamento do câmbio nem o desenho do orçamento da viagem.

Os benefícios da Global Account vão além das funcionalidades da conta. Quem viaja à Flórida encontra vantagens exclusivas dentro do ecossistema do Inter, incluindo acesso ao Inter Lounge, em Orlando, que oferece suporte presencial e um espaço de conveniência dedicado aos clientes. Também fazem parte da experiência benefícios como acesso a áreas VIP em eventos e partidas no Inter&Co Stadium, café por US$1 no Inter Café, em Miami, e uso gratuito das Inter Bikes por até uma hora. A iniciativa reforça a estratégia do Inter de integrar serviços financeiros e experiências que acompanham o cliente também em sua jornada internacional.

FAQ – Perguntas frequentes sobre a troca de pontos Loop por dólar

O que é o programa Loop?

É o programa de fidelidade do Inter, que permite aos clientes acumular pontos e trocá-los por benefícios, incluindo a conversão em dólar. Segundo a instituição, a utilização do programa para experiências internacionais cresceu 200%.

Como funciona a troca de pontos por dólar?

Os pontos acumulados no Loop podem ser trocados por dólar, que ficam disponíveis na conta global para uso na viagem. As condições exatas da conversão (taxa, mínimo e prazo de crédito) devem ser confirmadas no aplicativo.

O que pode ser combinado com os pontos Loop?

Cashback no uso de gift cards, alerta de queda do dólar, compra programada de moeda, investimento com liquidez flexível como o Time Deposit e contratação de eSIM para o destino.

Quais cuidados tomar antes de trocar pontos por dólar?

Verificar as condições da conversão no aplicativo (taxa de câmbio aplicada, valor mínimo, prazo de crédito) e lembrar que a troca complementa o planejamento, mas não substitui o acompanhamento do câmbio nem o desenho do orçamento da viagem.

Como fundos de crédito buscam rentabilidade acima do CDI

29 October 2026 at 10:00

O CDI é uma das principais referências para acompanhar o desempenho de investimentos de renda fixa no Brasil. Quando um fundo de crédito busca rentabilidade acima desse indicador, geralmente procura oportunidades em títulos de dívida que ofereçam remuneração adicional em relação a essa referência. O retorno maior, porém, não é garantido e envolve riscos que precisam ser considerados pelo investidor.

O indicador está ligado às operações de curtíssimo prazo entre instituições financeiras e serve como referência para diversas aplicações. Nos fundos de crédito, ele pode funcionar como parâmetro de comparação para avaliar se a estratégia entregou o desempenho esperado.

A busca por superar o CDI depende da seleção dos ativos, da análise dos emissores, das condições de mercado e da capacidade da gestão de equilibrar rentabilidade e risco. Por isso, entender a composição da carteira é tão importante quanto observar o resultado apresentado.

O que significa buscar retorno acima do CDI

Buscar retorno acima do CDI significa tentar obter uma rentabilidade superior à variação acumulada do indicador em determinado período. O CDI não é um investimento em si, mas uma taxa de referência usada para comparar o desempenho de diferentes aplicações financeiras.

Na prática, um fundo que tem como objetivo superar o CDI procura gerar ganhos superiores ao benchmark escolhido. Esse resultado pode variar ao longo do tempo e não representa uma promessa de rendimento. É importante diferenciar:

  • 100% do CDI: corresponde à variação acumulada do indicador no período
  • Acima de 100% do CDI: significa que a rentabilidade superou o indicador, quando esse resultado é efetivamente alcançado
  • Meta de superar o CDI: é um objetivo de gestão, não uma garantia de retorno

O CDI é uma referência importante para investimentos de renda fixa. A comparação, entretanto, deve considerar o prazo, os custos, a tributação aplicável e o nível de risco de cada produto. No blog do Inter, você acessa um conteúdo com mais informações sobre o tema. 

Como os fundos de crédito tentam superar o CDI?

Fundos de crédito investem em títulos e outros ativos relacionados a dívidas de empresas ou instituições financeiras, conforme a política de investimento de cada carteira. Ao financiar emissores, o fundo pode receber uma remuneração adicional em relação a referências consideradas menos arriscadas.

Esse ganho potencial é conhecido como prêmio de crédito: uma compensação pelo risco de o emissor não cumprir suas obrigações ou de o ativo perder valor antes do vencimento. A estratégia pode combinar diferentes recursos:

  • Seleção de ativos: identificação de títulos cuja remuneração seja considerada atrativa diante dos riscos envolvidos
  • Análise de crédito: avaliação da situação financeira dos emissores e de sua capacidade de pagar as dívidas
  • Diversificação: distribuição dos investimentos entre empresas, setores e instrumentos para reduzir a concentração de riscos
  • Gestão ativa: acompanhamento da carteira e ajustes conforme mudanças nas condições econômicas e financeiras
  • Avaliação de liquidez: análise da facilidade de negociar os títulos caso seja necessário ajustar a carteira

A gestão profissional é relevante porque o retorno de um título não depende apenas da taxa prometida. A inadimplência, as mudanças nas taxas de juros e a dificuldade de vender ativos podem afetar o valor das cotas e o resultado do fundo.

O Banco Central define um fundo de investimento como uma comunhão de recursos aplicada em ativos financeiros, cujo rendimento varia conforme os resultados dos investimentos que compõem a carteira. As características e os riscos de cada produto devem estar descritos em seus documentos oficiais.

Riscos de investir em fundos de crédito

A possibilidade de obter retorno superior ao CDI está associada a riscos que podem comprometer o desempenho do investimento. O principal é o risco de crédito: a possibilidade de uma empresa ou instituição financeira não pagar os juros ou o valor principal da dívida conforme o combinado. Outros fatores também podem afetar a rentabilidade:

  • Inadimplência: o emissor deixa de cumprir suas obrigações financeiras
  • Risco de mercado: alterações nos juros e na percepção de risco podem reduzir o preço dos títulos
  • Liquidez: determinados ativos podem ser difíceis de vender rapidamente sem aceitar um preço menor
  • Concentração: uma exposição elevada a uma única empresa ou setor aumenta a vulnerabilidade da carteira
  • Custos: taxas de administração, gestão e eventual taxa de performance podem reduzir o retorno líquido

Também é necessário verificar os prazos de resgate. A conversão das cotas e o pagamento ao investidor seguem as condições previstas no regulamento, que podem não permitir acesso imediato ao dinheiro.

Outro cuidado importante: fundos de investimento não contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Além disso, rentabilidade passada não garante resultados futuros.

Por isso, um fundo que apresenta retorno elevado em determinado período não é necessariamente a melhor opção. É preciso entender quais riscos foram assumidos para alcançar aquele resultado e se eles são compatíveis com os objetivos do investidor.

Como avaliar um fundo de crédito antes de investir

A comparação entre fundos deve considerar a rentabilidade, mas também a qualidade dos ativos, os custos, a liquidez e a estratégia adotada pela gestão. Antes de investir, vale conferir:

  • Política de investimento: quais ativos o fundo pode adquirir e quais riscos está autorizado a assumir
  • Histórico de rentabilidade: desempenho em diferentes períodos e comparação com o CDI e fundos semelhantes
  • Qualidade da carteira: perfil dos emissores, concentração por empresa e setor e critérios de análise de crédito
  • Liquidez: prazo para solicitar o resgate, conversão das cotas e recebimento dos recursos
  • Taxas e despesas: custos que podem reduzir a rentabilidade líquida
  • Perfil do investidor: compatibilidade do produto com a tolerância a perdas, o horizonte de investimento e a necessidade de acesso ao dinheiro

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) recomenda a leitura do regulamento e da lâmina de informações essenciais antes da aplicação. Esses documentos apresentam informações sobre a estratégia, os custos e os riscos do fundo.

Em síntese, fundos de crédito buscam superar o CDI ao selecionar ativos que ofereçam remuneração adicional em relação aos riscos assumidos. A análise dos emissores, a diversificação e a gestão da carteira são fatores importantes nessa estratégia, mas não eliminam a possibilidade de perdas.

FAQ – Perguntas frequentes sobre fundos de crédito e CDI

1. O que é um fundo de crédito?

É um fundo que investe em ativos relacionados a operações de crédito, como títulos de dívida de empresas e outros instrumentos previstos em sua política de investimento. O cotista participa dos resultados e dos riscos da carteira.

2. Por que fundos de crédito buscam retorno acima do CDI?

Porque alguns títulos oferecem remuneração adicional em relação ao indicador, como compensação pelos riscos de crédito, mercado e liquidez. A gestão seleciona oportunidades que considera atrativas diante desses riscos.

3. O que significa render 120% do CDI?

Significa obter, no período considerado, uma rentabilidade equivalente a 1,2 vez a variação acumulada do CDI, conforme as condições do investimento. Não significa receber 120% ao ano.

4. Fundos de crédito sempre rendem mais que o CDI?

Não. Superar o indicador é um objetivo, não uma garantia. Inadimplência, oscilações nos preços dos ativos, custos e condições de mercado podem fazer o fundo render menos que o CDI ou registrar perdas.

5. Quais ativos podem fazer parte de um fundo de crédito?

Dependendo da política de investimento, a carteira pode incluir debêntures, títulos bancários, recebíveis e outros instrumentos de crédito. A composição efetiva deve ser consultada nos documentos do fundo.

6. Fundos de crédito têm garantia do FGC?

Não. As cotas de fundos de investimento não são cobertas pelo Fundo Garantidor de Créditos. O investidor está sujeito aos riscos dos ativos que compõem a carteira.

7. Como comparar dois fundos de crédito?

É recomendável analisar a rentabilidade em diferentes períodos, a qualidade e a concentração da carteira, as taxas, os prazos de resgate e a compatibilidade com o perfil do investidor.

8. Qual é a diferença entre CDI e Selic?

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. O CDI está relacionado às operações de curtíssimo prazo entre instituições financeiras. Os indicadores costumam acompanhar movimentos semelhantes, mas têm funções distintas.

9. Como saber se um fundo de crédito é adequado para mim?

Avalie seus objetivos financeiros, o prazo em que pretende manter o investimento, a necessidade de liquidez e a capacidade de suportar oscilações ou perdas. Leia os documentos oficiais do fundo antes de investir.

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