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Saudis intercept Houthi missiles, blasts heard in Riyadh; 12 reported killed in Yemen

Causa da morte de Patrick Stewart, professor Xavier de “X-Men”, é revelada
O ator Patrick Stewart, conhecido pelos papéis de professor Xavier de “X-Men” e de Capitão Jean-Luc Picard de “Star Trek”, morreu aos 86 anos nesta quinta-feira (29).
Um comunicado publicado na conta do ator no X, antigo Twitter, informou que, no momento da morte, ele estava “sob os cuidados amorosos da querida esposa Sunny, após uma breve e comovente jornada contra a Doença de Alzheimer e a demência por corpos de Lewy“.
Na sequência, eles detalham: “Ele foi mantido no abraço caloroso da família e amigos, cercado por música ao vivo, oração, lágrimas, risos e o tipo de emoção profunda que só ele poderia inspirar depois de uma vida inteira de devoção a todos nós. Nós sempre valorizaremos a facilidade pacífica e o reflexo em seu rosto, um lembrete duradouro da graça invencível”.
Nas redes sociais, além de uma homenagem ao ator, a família de Patrick resgatou um trecho da biografia “Making It So: A Memoir”.
“Como eu, Jean-Luc viveu uma vida incomum, que o levou muito além dos limites da experiência humana normal. Mas ele também é alguém que se manteve fiel às raízes terrenas, pois são elas que lhe deram sua identidade. No fim, ele sente o chamado do lar, assim como eu.”
O que é demência por corpos de Lewy
A condição é caracterizada pela perda progressiva da função mental, causada pelo desenvolvimento de corpos de Lewy, um tipo de proteína, nas células nervosas.
Na condição, essas proteínas se formam ao longo da camada mais externa do cérebro (córtex cerebral), responsável pelo pensamento, percepção, uso e compreensão da linguagem.
De acordo com o Manual MSD, referência médica da farmacêutica homônima, as pessoas com demência por corpos de Lewy variam entre estado de alerta e sonolência, podendo ter alucinações, dificuldade em desenhar e de se movimentar (de forma semelhante à doença de Parkinson).
Os sintomas da demência por corpos de Lewy são semelhantes aos da doença de Alzheimer, incluindo perda de memória, desorientação e problemas para pensar, compreender, se comunicar e controlar o comportamento.
No entanto, as alucinações podem ocorrer mais cedo do que no Alzheimer, de acordo com o Manual MSD. Geralmente, elas acontecem de forma visual, complexa e detalhada.
Relembre a carreira de Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”
*Publicado por Giovana Christ, da CNN Brasil, com informações de Ana Beatriz Dias e Gabriela Maraccini, da CNN Brasil, e da Reuters
Relembre os principais trabalhos de Patrick Stewart, que morreu aos 86 anos
O ator Patrick Stewart, conhecido por seu personagem em “X-Men”, o professor Xavier, morreu aos 86 anos após enfrentar complicações decorrentes da doença de Alzheimer e da demência com corpos de Lewy. Segundo informações publicadas em suas redes sociais, o ator faleceu em sua casa na última quarta-feira (28).
“Anunciamos com grande pesar o falecimento de Sir Patrick Stewart ontem, em sua casa em Los Angeles, sob os cuidados amorosos de sua amada esposa, Sunny, após uma breve e comovente jornada com a doença de Alzheimer e a demência com corpos de Lewy”, informaram.
O professor Xavier, de “X-Men”, não foi o único personagem de sucesso interpretado pelo ator, que também deu vida ao capitão Jean-Luc Picard na série de televisão “Star Trek”. Nos comentários, diversos fãs lamentaram a morte. “Devastado. Um dos maiores atores da nossa geração e uma inspiração constante para mim. Obrigado, Sir Patrick Stewart”, escreveu um internauta.
Relembre os principais trabalhos do ator
Patrick teve uma longa carreira no teatro clássico. Apesar disso, os filmes e as séries de ficção científica dos quais participou foram responsáveis por consolidar seu sucesso como ator. A CNN Brasil reuniu os principais papéis de Patrick ao longo da carreira. Confira:
Principais séries
- “Star Trek: A Nova Geração” (1987–1994)
Interpretou o lendário capitão Jean-Luc Picard, comandante da nave estelar USS Enterprise-D, conhecido por sua liderança diplomática, intelectualidade e firmeza moral. Ao contrário do capitão Kirk, da série clássica, que era mais impulsivo e focado em ação, Picard é um filósofo, arqueólogo e estrategista que prefere a negociação e a diplomacia antes de recorrer às armas.
- “Star Trek: Picard” (2020–2023)
Retomou o papel de Jean-Luc Picard em uma fase mais madura do personagem. O capitão está no final de sua vida, profundamente desiludido e afastado da Frota Estelar, lidando com o luto, o envelhecimento e o peso de suas escolhas passadas.
- “Moby Dick” (1998)
Minissérie na qual interpretou o capitão Ahab, papel que lhe rendeu indicações ao Emmy e ao Globo de Ouro. A minissérie é considerada uma das adaptações para a TV mais fiéis e imponentes do clássico livro de Herman Melville. Dividida originalmente em dois episódios, a produção se destaca pela atuação magnética de Patrick Stewart. Seu personagem é um homem devorado pelo ódio e guiado por uma obsessão autodestrutiva: caçar Moby Dick, a lendária baleia branca que arrancou sua perna.
Principais filmes
- Franquia “X-Men” (2000–2022)
Na franquia dos mutantes da Marvel, Patrick Stewart deu vida ao professor Charles Xavier (Professor X), líder telepata, mentor e coração dos X-Men. Ele se tornou a personificação perfeita do personagem dos quadrinhos. Ele defende o sonho de uma convivência pacífica entre humanos e mutantes, servindo como contraponto idealista ao seu melhor amigo e rival, Magneto (Ian McKellen), que prefere a linha-dura e a guerra.
- Filmes de “Star Trek” (1994–2002)
Após o fim da série de TV “A Nova Geração”, “Star Trek” migrou para o cinema. Diferentemente do ritmo episódico e altamente filosófico da TV, os filmes da franquia focaram muito mais na ação e nos efeitos especiais. No cinema, o capitão Picard precisou se transformar em um “herói de ação”. Ele corre, atira com rifles a laser e entra em combates físicos.
- “Duna” (1984)
Patrick Stewart participou da ambiciosa adaptação do livro de Frank Herbert, dirigida por David Lynch. Ele interpretou Gurney Halleck, o mestre de armas da Casa Atreides e um dos mentores militares mais leais do jovem Paul Atreides (Kyle MacLachlan). O filme dividiu opiniões por seu visual exótico e roteiro apressado, bem diferente da versão recente de Denis Villeneuve.
Relembre a carreira de Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”
Quem são os filhos e a viúva de Patrick Stewart, que morreu aos 86 anos
O ator Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”, morreu aos 86 anos. Conhecido por grandes trabalhos no cinema, ele era casado com Sunny Ozell desde 2013, e deixa dois filhos, do casamento com Sheila Falconer, que durou de 1966 a 1990.
Patrick Stewart também foi casado com a produtora de televisão Wendy Neuss, entre 2000 e 2003.
O astro britânico, que também interpretou o Capitão Jean-Luc Picard na longa série de televisão “Star Trek”, morreu em casa em Los Angeles, nos Estados Unidos, na noite de quarta-feira (28).
Segundo o comunicado publicado nas redes sociais dele, a morte do eterno professor Xavier, de “X-Men”, se deu após uma “breve e comovente jornada com a doença de Alzheimer e demência com corpos de Lewy”.
Quem são os filhos e a viúva de Patrick Stewart?
Daniel Freedom Stewart
O primeiro filho de Patrick Stewart e Sheila Falconer também se tornou ator. Daniel Freedom Stewart tem 59 anos, mora na Inglaterra e já atuou em peças de teatro, chegando a trabalhar com os pais em três projetos.
Entre os trabalhos estão “Detonator” (1993), “Law and Order: Special Victims Unit” (2001) e “Silent Witness” (2020). Além disso, integrou montagens teatrais na Broadway.
A primeira produção na qual dividiu a tela com o pai foi o suspense “Death Train”, lançado em 1993. Posteriormente, em 2015, os dois participaram da série de comédia “Blunt Talk”, exibida pela Starz.
A terceira colaboração aconteceu em “Star Trek: The Next Generation”, em 1992. No penúltimo episódio da quinta temporada, intitulado “The Inner Light”, Daniel deu vida a Batai, filho do personagem interpretado por Patrick.
Na vida pessoal, Daniel é casado com a atriz Mary Stillwaggon Stewart desde julho de 1999. O casal tem dois filhos: uma menina e um menino.

Sophie Alexandra Stewart
A segunda filha do ator, Sophie Alexandra Stewart, 54, leva uma vida mais longe dos holofotes do que os pais e o irmão. Ainda assim, ela esteve ao lado do ator em diversos eventos.
Em 2002, por exemplo, Sophie e do marido, Wayne, marcaram presença na estreia de “Star Trek: Nêmesis”, também realizada em Londres. Sophie tem dois filhos, um menino e uma menina.

Sunny Ozell
Cantora e compositora de sucesso, Sunny Ozell lançou dois álbuns de estúdio — “Take It with Me”, lançado em 2015, e “Overnight Lows”, lançado em 2020.
Os dois se conheceram em 2008 em um restaurante na cidade de Nova York, onde Ozell trabalhava como garçonete na época. Alguns anos depois, eles se casaram em Nevada, estado natal de Ozell.
Além do trabalho com a música, Ozell também tem como passatempo visitar igrejas medievais, segundo revelou a revista People. Em 2020, ela criou a série “The Church Sessions”, publicada no YouTube, na qual convida o público a conhecer de perto algumas das igrejas mais impressionantes do Reino Unido.

Relembre a carreira de Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”
*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil
Patrick Stewart: ator de “X-Men” usava cadeira de rodas na vida real?
O ator Patrick Stewart, conhecido por dar vida ao professor Xavier na franquia “X-Men”, morreu aos 86 anos. Nos filmes da Marvel, o personagem depende de uma cadeira de rodas para se locomover; no entanto, a limitação física era restrita às telas e ao papel.
A notícia da morte do artista foi compartilhada nas redes sociais, em que dizia que o astro faleceu em casa na última quarta-feira (28), após uma batalha contra a doença de Alzheimer e a demência.
“Anunciamos com grande pesar o falecimento de Sir Patrick Stewart ontem em casa em Los Angeles, sob os cuidados amorosos da amada esposa Sunny, após uma breve e comovente jornada com a doença de Alzheimer e a demência corporal de Lewy”, citaram.
Leia Mais:
Em entrevista ao The Guardian, Stewart abordou o debate atual sobre se atores sem deficiência deveriam interpretar personagens com deficiência. Ele observou que, embora o argumento a favor da representação autêntica “venha de uma ótima intenção”, acreditava que restringir esses papéis seria uma “resistência à criatividade” e poderia privar o público de grandes atuações.
O argumento, segundo o portal, é que um ator ainda pode alcançar a “verdade” fingindo algo que não vivenciou? “Isso está absolutamente correto. A realidade teatral é muito mais complexa do que algumas pessoas pensam. Se as regras de ‘autenticidade’ tivessem existido nos últimos 100 anos, teríamos perdido muitas performances. Eu ainda quero explorar tudo como ator”, citou na ocasião.
Além disso, durante uma participação no programa “Late Night with Conan O’Brien”, Patrick Stewart contou, em tom de brincadeira, que, após o término das filmagens do primeiro filme dos “X-Men”, o estúdio leiloou a cadeira de rodas personalizada do personagem. Ela foi comprada pelo próprio advogado. Quando o estúdio começou a filmar “X-Men 2” e precisou da cadeira de volta, o advogado a alugou para o estúdio por uma quantia considerável.
Além do papel como mentor na franquia de sucesso da Marvel, Stewart também ficou conhecido pelo papel como Capitão Jean-Luc Picard na longa série de televisão “Star Trek”.
Nas redes sociais, além de uma homenagem ao ator, a família de Patrick resgatou um trecho da biografia “Making It So: A Memoir”. “Como eu, Jean-Luc viveu uma vida incomum, que o levou muito além dos limites da experiência humana normal. Mas ele também é alguém que se manteve fiel às raízes terrenas, pois são elas que lhe deram sua identidade. No fim, ele sente o chamado do lar, assim como eu.”
Nos comentários, diversos fãs lamentaram a morte. “Devastado. Um dos maiores atores da nossa geração e uma inspiração constante para mim. Obrigado, Sir Patrick Stewart”, citou um internauta. “Eu esperava que esse dia nunca chegasse. Adeus… uma das nossas almas mais brilhantes”, citou outro. “Descanse em paz, professor. Vai deixar saudades”, escreveu um terceiro.
Stewart casou-se três vezes e teve dois filhos. O terceiro casamento, em 2013, foi com a musicista americana Sunny Ozell.
Relembre a carreira de Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”
Houthis Target Saudi Oil Infrastructure in Six Missile and Drone Attacks (Videos)
Yemen’s Houthis (Ansar Allah) announced six missile and drone attacks against Saudi oil facilities, airports and military positions on October 29, as Saudi Arabia reported intercepting ballistic missiles targeting its eastern region and capital, Riyadh.
In a statement, Brig. Gen. Yahya Saree, the group’s military spokesman, said the operations targeted the Ras Tanura oil refinery, an Aramco facility in Abqaiq, King Khalid International Airport in Riyadh, King Fahd International Airport in Dammam, the Rabigh oil refinery and a command center overseeing Saudi troop concentrations in Najran.
Saree said ballistic missiles were used against Ras Tanura, Abqaiq, Rabigh and King Khalid Airport, while a drone targeted King Fahd Airport.
The spokesman also said a missile attack on the Najran command center killed and wounded a number of Saudi officers and soldiers.
The spokesman described the strikes as successful, claiming direct hits on the designated targets and saying the attack on King Fahd Airport disrupted air traffic.
Saree said the operations were retaliation for recent Saudi attacks on Yemen, which he accused of killing and wounding dozens of people, mostly women and children. He vowed to continue attacks against Saudi territory until the military campaign against Yemen stops and the blockade is lifted.
“Our operations will continue deep inside Saudi territory, enforcing the equation of blockade for blockade and escalation for escalation,” Saree said.
The Saudi-led coalition said its air defenses intercepted and destroyed a ballistic missile fired toward the Eastern Province early in the day. The coalition later announced that two additional ballistic missiles aimed at Riyadh had also been intercepted and destroyed.
Saudi authorities issued early-warning alerts in several areas, including Riyadh, Najran and Al-Kharj, before announcing that the danger had passed.
The interceptions came amid reports of further Saudi strikes inside Yemen. The Houthi-run health ministry said a Saudi airstrike on residential homes in western Taiz province on October 29 killed at least 13 people.
Houthi authorities also reported casualties from strikes on a market and a fuel station in Yemen’s northern al-Jawf province a day earlier, while a Houthi-run human rights body said a separate strike on a paint factory caused a large fire and warned of possible toxic contamination.
Despite recent reports suggesting that Saudi Arabia was willing to reach an understanding with the Houthis to end the current confrontation, the last round of strikes suggests that the two sides are still far apart.
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- El País
- Muere el actor Patrick Stewart, el capitán Picard de ‘Star Trek’ y el profesor Charles Xavier de ‘X-Men’, a los 86 años
Muere el actor Patrick Stewart, el capitán Picard de ‘Star Trek’ y el profesor Charles Xavier de ‘X-Men’, a los 86 años
Patrick Stewart, el capitán Jean-Luc Picard de la saga Star Trek y el profesor Charles Xavier en la saga de Marvel X-Men, falleció el miércoles 28 de octubre en Los Ángeles (California), aunque su familia lo ha comunicado un día después. Tenía 86 años.

© Agencias
Relembre a carreira de Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”
O ator Patrick Stewart saiu da pobreza na Inglaterra para se tornar um aclamado ator do teatro shakespeariano e, mais tarde, alcançou a fama mundial como o erudito Capitão Jean-Luc Picard na série de TV “Star Trek: A Nova Geração” e como o telepata Professor Charles Xavier nos filmes dos “X-Men”, morreu aos 86 anos.
Stewart, que recebeu o título de cavaleiro (Sir) em 2010 pelas mãos da Rainha Elizabeth II por suas contribuições à arte dramática, faleceu em sua casa em Los Angeles, de acordo com um comunicado publicado em sua conta no X (antigo Twitter).
“Anunciamos com grande tristeza o falecimento de Sir Patrick Stewart ontem, em sua casa em Los Angeles, sob os cuidados amorosos de sua querida esposa Sunny, após uma breve e comovente jornada contra a Doença de Alzheimer e a demência por corpos de Lewy“, dizia a nota.
Stewart tornou-se ator aos 18 anos e ganhou reconhecimento nos palcos como membro da Royal Shakespeare Company a partir da década de 1960.
Mas foi só depois de ser contratado aos 47 anos para “Star Trek: A Nova Geração” — série de TV exibida entre 1987 e 1994 como continuação da obra original dos anos 1960 — que ele alcançou o grande público, atuando até passar dos 80 anos.
“Faça acontecer”, dizia frequentemente seu personagem Picard ao dar ordens a um subordinado, ou às vezes usando o bordão “Engajar”.
Foi um papel que ele chegou a hesitar em aceitar, depois que seu grande amigo e também ator shakespeariano Ian McKellen o aconselhou a recusar “Star Trek” e permanecer no teatro.
Stewart aceitou o papel e se tornou tanto um favorito dos fãs quanto parte indispensável de uma lucrativa franquia de ficção científica, interpretando Picard não apenas em 176 episódios ao longo de sete temporadas da série, mas também em vários filmes de “Star Trek” e, posteriormente, na série de streaming “Star Trek: Picard”, lançada em 2020, quando ele tinha 79 anos.
“À medida que as sete temporadas da Nova Geração passavam, a distinção entre Jean-Luc Picard e Patrick Stewart ficava cada vez mais tênue, até que se tornou impossível para mim saber onde ele terminava e eu começava. Muito do que eu acreditava e sentia foi parar naquela série”, disse Stewart ao jornal The Guardian em 2022.
Stewart também hesitou inicialmente em aceitar o papel do mutante e usuário de cadeira de rodas, Professor X, nos filmes “X-Men”, baseados nos populares quadrinhos da Marvel.
“Eu disse: ‘Olha, eu sei que isso não é ficção científica, é fantasia, e eu já fiz isso’. Mas eles me convenceram de que não seria como ‘Star Trek’, então eu aceitei. E, mais uma vez, provei estar errado”, disse Stewart ao The Guardian.
Ele se tornou peça fundamental de outra franquia bilionária a partir do primeiro “X-Men”, em 2000, seguido por diversos outros filmes.
A atuação como refúgio
Stewart nasceu em 13 de julho de 1940, na cidade inglesa de Mirfield, em Yorkshire.
Foi criado na pobreza, com um pai que, segundo ele, voltou da Segunda Guerra Mundial alcoólatra e sofrendo de estresse pós-traumático, agredindo fisicamente a mãe de Stewart. O ator lembrava de colocar seu próprio corpo entre o pai e a mãe para tentar protegê-la.
Quando criança, disse Stewart, atuar tornou-se um “porto seguro” depois que um professor de escola o apresentou a Shakespeare — especificamente “O Mercador de Veneza” — durante uma aula quando ele tinha 12 anos.
Ele começou a perder o cabelo aos 17 e estava completamente calvo aos 19. Ficou envergonhado na época, mas acabou aceitando a calvície.
“Star Trek”, criada por Gene Roddenberry, apresentava uma visão esperançosa do futuro, com a humanidade aventurando-se pelo cosmos em naves espaciais que superavam a velocidade da luz e encontrando raças alienígenas.
A popularidade duradoura da série original e o sucesso dos filmes derivados levaram Roddenberry a criar a sequência “A Nova Geração”.
O personagem Picard era o oposto do destemido e, por vezes, não intencionalmente caricato Capitão James T. Kirk (interpretado por William Shatner na série original) — pensado para ser mais cerebral e disciplinado, embora às vezes parecesse rígido, sem humor ou prepotente.
Stewart lembrava-se de ser um pouco sério demais com seus colegas de elenco no início.
“Conto a história de quando convoquei uma reunião com os atores principais e disse que achava que não éramos disciplinados o suficiente, que não deveríamos brincar tanto no set, mas sim levar tudo a sério”, disse Stewart ao The New Yorker em 2023.
“E um dos atores disse: ‘Ah, qual é, Patrick, a gente tem que se divertir um pouco’. Eu bati no braço da cadeira e disse: ‘Não estamos aqui para nos divertir’ — o que eles nunca me deixaram esquecer. Eles me ensinaram muito sobre descontrair e ser mais livre”, acrescentou Stewart.
Stewart também sentia que a série melhorou com o tempo, criticando sua própria interpretação de Picard nas duas primeiras temporadas.
“Achei que faltava intimidade. Era muito autoritário, mas havia poucas outras qualidades nele”, disse Stewart, acrescentando que seu trabalho melhorou nas temporadas seguintes.
Na verdade, o melhor trabalho de todo o elenco pode ter sido o final da série em duas partes, envolvendo viagens no tempo.
Ele se tornou Sir Patrick Stewart quando foi condecorado pela rainha no Palácio de Buckingham em 2010. Ele disse a jornalistas que seus heróis eram os atores britânicos Laurence Olivier, John Gielgud e Alec Guinness, que também haviam sido condecorados, acrescentando que estar “nessa companhia é a maior honra que já me aconteceu profissionalmente”.
Stewart foi casado três vezes e teve dois filhos. Seu terceiro casamento, em 2013, foi com a música americana Sunny Ozell.
Relembre a carreira de Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”
Patrick Stewart, 'Star Trek' and 'X-Men' star, dead at 86

Rich Fury/Getty Images
- Actor Patrick Stewart has died at 86.
- His rep announced he died after "a brief and poignant journey" with Alzheimer's and Lewy Body Dementia.
- Stewart was known for his stage work and roles in "Star Trek" and "X-Men."
Legendary actor Patrick Stewart, known for his roles in the "Star Trek" franchise and "X-Men" films, has died at age 86.
A post on his official Instagram page announced Steward died at his Los Angeles home on Wednesday, "in the loving care of his beloved wife Sunny, following a brief and poignant journey with Alzheimer's Disease and Lewy Body Dementia."
"He has been held in the warm embrace of family and friends, surrounded by live music, prayer, tears, laughter, and the kind of profound emotion that only he could inspire after a lifetime of devotion to us all," the post continued. "We will forever cherish the peaceful ease and reflection on his face, an enduring reminder of his invincible grace."
In lieu of flowers, the family requested that memorial contributions be made to Johns Hopkins Alzheimer's Disease Research Center Fund and Alzheimer's Foundation of America Caregiver Resources.

CBS via Getty Images
Born on July 13, 1940, in Mirfield, Yorkshire, England, Stewart became interested in acting at age 12, when an English teacher introduced him to William Shakespeare's writing.
Although Stewart initially dropped out of school at age 15 to work as a journalist, he quickly abandoned that pursuit and began performing in theater productions. He graduated from the Bristol Old Vic Theatre School in 1959.
At 26, Stewart joined the Royal Shakespeare Company, where he spent much of the 1960s establishing himself as a celebrated stage actor. He made his Broadway debut in 1971 in "A Midsummer Night's Dream" and would go on to perform in over a dozen stage adaptations of classics like "The Tempest" and "A Christmas Carol."
"I knew from before drama school that Shakespeare was my great love," Stewart told Playbill in 2010.
Alongside his stage work, the actor also launched his TV career in the '60s — but his big Hollywood break came two decades later, when he landed the role of Captain Jean-Luc Picard on the series "Star Trek: The Next Generation."
The sci-fi show lasted for seven seasons between 1987 and 1994. Stewart also reprised his role for an episode of the show "Star Trek: Deep Space Nine" as well as several more movies, including "Star Trek Generations" (1994), "Star Trek: First Contact" (1996), "Star Trek: Insurrection" (1998), and "Star Trek: Nemesis" (2002). He also did voice work for "Star Trek" video games.
Stewart would go on to star in another popular franchise, Sony's "X-Men," making his debut as Professor Charles Xavier, a telepathic mutant and founder of the X-Men, in the 2000 movie "X-Men."

Twentieth Century Fox
Ian McKellen, who was also a member of the Royal Shakespeare Company in the '60s and '70s, starred opposite Stewart in the original "X-Men" series as the powerful mutant Magneto.
Despite playing onscreen rivals, the two actors became close friends in real life, with McKellen officiating Stewart's 2013 wedding to singer Sunny Ozell in Reno, Nevada.
"We became good friends as a result of shooting multimillion-dollar adventure movies," Stewart later told NPR of McKellen.
Stewart's most recent roles included voice work for the animated series "American Dad!" and the 2026 movie "The Sheep Detectives." He reprised his role as Jean-Luc Picard from 2020 to 2023 in the series "Star Trek: Picard," and returned as Charles Xavier in 2017's "Logan," 2022's "Doctor Strange in the Multiverse of Madness," and the forthcoming Marvel film "Avengers: Doomsday," out this December. The blockbuster will mark his final onscreen appearance.
Despite starring in multimillion-dollar movie franchises, Stewart returned to the stage throughout his career. He was nominated for a Tony Award for his portrayal of Macbeth in the 2008 Broadway revival and starred opposite McKellen in two-play repertory productions of "Waiting for Godot" and "No Man's Land" in 2013 and 2014.
"I have often heard actors say, 'I can't afford to go back to the theater,'" Stewart told NPR. "I look at a lot of the work that I do in film and television — which I love — but, at the same time, it underwrites and supports the other work that I want to do."
Stewart did not see his onscreen work and his stage work as at odds; on the contrary, he described his two most recognizable roles, Picard and Xavier, as "entirely complementary" to his theater career.
"The techniques are different, and the rhythm and pattern of the work are different, but the approach to how I act doesn't change — the fundamental thing is to pursue the truth," he told Playbill.
Stewart is survived by Ozell and his two children, Daniel Stewart and Sophia Stewart, from his first marriage to Sheila Falconer.
Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”, morre aos 86 anos
Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”, morreu aos 86 anos. A informação foi compartilhada em suas redes sociais, em que informam que o astro faleceu em sua casa na última quarta-feira (28), após uma batalha contra a doença de Alzheimer e a demência.
“Anunciamos com grande pesar o falecimento de Sir Patrick Stewart ontem em sua casa em Los Angeles, sob os cuidados amorosos de sua amada esposa Sunny, após uma breve e comovente jornada com a doença de Alzheimer e a demência corporal de Lewy”, citaram.
Leia Mais:
Na sequência, eles detalham: “Ele foi mantido no abraço caloroso da família e amigos, cercado por música ao vivo, oração, lágrimas, risos e o tipo de emoção profunda que só ele poderia inspirar depois de uma vida inteira de devoção a todos nós. Nós sempre valorizaremos a facilidade pacífica e o reflexo em seu rosto, um lembrete duradouro de sua graça invencível”.
Além do papel como mentor na franquia de sucesso da Marvel, Stewart também ficou conhecido por seu papel como Capitão Jean-Luc Picard na longa série de televisão “Star Trek”.
Nas redes sociais, além de uma homenagem ao ator, a família de Patrick resgatou um trecho de seu livro, “Making It So: A Memoir”. “Como eu, Jean-Luc viveu uma vida incomum, que o levou muito além dos limites da experiência humana normal. Mas ele também é alguém que se manteve fiel às suas raízes terrenas, pois são elas que lhe deram sua identidade. No fim, ele sente o chamado do lar, assim como eu.”
Nos comentários, diversos fãs lamentaram a morte. “Devastado. Um dos maiores atores da nossa geração e uma inspiração constante para mim. Obrigado Sir Patrick Stewart”, citou um internauta. “Eu esperava que esse dia nunca chegasse. Adeus… uma das nossas almas mais brilhantes”, citou outro. “Descanse em paz, professor. Vai deixar saudades”, escreveu um terceiro.
Quem foi Patrick Stewart?
Stewart tornou-se ator aos 18 anos e ganhou reconhecimento nos palcos como membro da Royal Shakespeare Company a partir da década de 1960. Mas foi somente depois de ser contratado, aos 47 anos, para “Star Trek: A Nova Geração” — uma série de TV que foi ao ar de 1987 a 1994 como uma sequência da série original “Star Trek” da década de 1960 — que ele alcançou a fama no mainstream, atuando até os 80 anos.
Era um papel que ele havia hesitado em aceitar, depois que seu amigo de longa data e também ator shakespeariano, Ian McKellen, o aconselhou a rejeitar “Star Trek” e permanecer no teatro.
Stewart aceitou o papel e se tornou um dos favoritos dos fãs e uma parte indispensável de uma lucrativa franquia de ficção científica, interpretando Picard não apenas em 176 episódios ao longo de sete temporadas da série, mas também em vários filmes de “Star Trek” e na série de streaming “Star Trek: Picard”, que começou a ser exibida em 2020, quando ele tinha 79 anos.
Inicialmente, Stewart também hesitou em ser escalado para o papel do mutante cadeirante Professor X nos filmes dos “X-Men”, baseados no popular personagem dos quadrinhos da Marvel.
“Eu disse: ‘Olha, eu sei que isso não é ficção científica, mas é fantasia, e eu já fiz isso’. Mas eles me convenceram de que não seria como ‘Star Trek’, então eu aceitei. E mais uma vez, me enganei”, disse Stewart ao The Guardian.
Ele se tornou uma peça fundamental de outra franquia milionária, começando com o primeiro filme, “X-Men”, em 2000, e seguido por vários outros.
Stewart casou-se três vezes e teve dois filhos. Seu terceiro casamento, em 2013, foi com a musicista americana Sunny Ozell.
25 anos de X-Men: como o filme mudou Hollywood e abriu era dos heróis
Military Situation In Yemen On October 29, 2026 (Map Update)
- On October 28, Saudi strikes on a market and a petrol station in Yemen’s Al-Jawf province killed 14 people and wounded 15;
- Clashes between Ansar Allah and Saudi-backed forces intensified on several fronts around Taiz;
- Saudi air defenses intercepted a ballistic missile launched toward the kingdom’s Eastern Province on October 29.
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Houthis Expand Strikes Across Saudi Arabia And Yemen
The Houthis (Ansar Allah) stepped up missile and drone attacks against Saudi Arabia and its allies over the past week, while maintaining their dominance on the battlefield in Yemen.
On October 22, the Houthis announced four operations carried out over the preceding 48 hours, targeting Saudi Arabia’s Defense Ministry headquarters in Riyadh, King Fahd International Airport in Dammam, an Aramco facility in Yanbu and Abha International Airport. Saudi aviation authorities said an attack on King Fahd Airport killed two people and wounded eight.
Two days later, the Houthis announced seven more operations involving ballistic missiles and drones against Saudi targets. The reported targets included King Khalid International Airport in Riyadh, Aramco facilities in Yanbu, the Rabigh oil refinery, oil pumping stations, the East-West Pipeline, King Fahd Airport, Najran Airport and an air base in Khamis Mushait.
The Houthis also stepped up attacks on government-held positions in southern Yemen. On October 24, Yemeni authorities accused the group of launching ballistic missiles at Aden International Airport, the al-Tawahi port area and two Coast Guard facilities.
On October 26, the Houthis announced two additional missile operations targeting military positions and weapons depots in the Salah al-Din area of Aden and the al-Wahat area of neighboring Lahij province. The group said the strikes caused dozens of casualties and destroyed military vehicles and weapons depots. The claims were not independently verified.
The following day, the Houthis said that they had repelled an advance by Saudi-backed forces toward Bab al-Mandab. They said the advancing troops were targeted with ballistic missiles and heavy weapons, resulting in casualties and the destruction of several military vehicles.
Also on October 27, the Houthis said they had struck Saudi Arabia’s Ras Tanura oil refinery with a ballistic missile, sparking a fire at the complex. The group also reported attacks on two Saudi military transport aircraft at Najran Airport and an air base in Khamis Mushait.
Meanwhile, Houthi forces continued to tighten their siege of Taiz, capturing additional territory and roads around the city. These advances further restricted Saudi-backed forces’ access to water sources.
On October 28, the Houthis called for the immediate evacuation of Aden International Airport, alleging that a Saudi military cargo plane carrying weapons was at the facility.
The increasing frequency of Houthi strikes, alongside their continued territorial gains, underscores their position as the dominant force on Yemen’s battlefield. Against this backdrop, recent reports suggest that Saudi Arabia is seeking a diplomatic path to halt the escalation through Iranian mediation. One report indicated that Riyadh was prepared to offer the Houthis up to $1 billion in exchange for a ceasefire and an end to attacks on Saudi territory.
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Saudi Airstrikes on Two Homes in Yemen’s Southwest Taiz Province Kill 12 Civilians
La péninsule arabique à l'épreuve du feu
La déstabilisation du Proche-Orient provoquée par la guerre américano-israélienne contre l'Iran va-t-elle affecter une Arabie saoudite en quête de protecteur ? Alors que Téhéran ne fait aucune concession aux États-Unis et que les houthistes multiplient les attaques contre le royaume, le prince héritier Mohammed Ben Salman — qui cumule les échecs économiques — est placé devant des choix délicats.
Huit mois après le déclenchement de l'attaque israélo-américaine contre l'Iran, le 28 février dernier, le contexte géopolitique dans le Golfe demeure marqué par l'aggravation des tensions et la persistance des risques d'embrasement régional (1). Malgré l'importance des pertes humaines et économiques subies par leur pays, les dirigeants de la République islamique font preuve d'intransigeance dans les négociations directes ou indirectes avec l'administration américaine. Leur fermeté rappelle le jusqu'au-boutisme de l'imam Rouhollah Khomeiny, auquel il fallut plusieurs années avant de se résoudre à accepter la paix proposée par l'Irak et, partant, à mettre fin à un conflit qui fit près d'un million de morts entre 1980 et 1988 (2). Face aux États-Unis, l'Iran réclame la fin du blocus de ses ports, la levée immédiate des sanctions, la restitution des avoirs financiers confisqués par les États occidentaux et la fin de toutes les hostilités au Proche-Orient, notamment dans le sud du Liban et à Gaza. En retour, il propose la réouverture totale du détroit d'Ormuz en moins de six jours. Malgré l'insistance de Washington, qui en fait un sujet prioritaire, Téhéran refuse que le dossier de ses projets de développement de l'énergie nucléaire soit abordé de concert, estimant que seul un retour à la normale permettra des discussions sérieuses.
Tandis que la presse conservatrice n'hésite pas à crier victoire, le régime islamique entend donc démontrer qu'il ne fera pas de concessions et que c'est bien lui qui dicte le tempo. Après avoir observé une certaine retenue durant l'été, il a décidé d'intensifier les attaques contre des pétroliers, des vraquiers et des porte-conteneurs dans le détroit d'Ormuz. Le signal est clair : la stratégie de la marine américaine consistant à escorter les bateaux le long de la côte sud du passage maritime où transite un cinquième du commerce mondial de pétrole et de gaz naturel liquéfié (GNL) n'est plus une garantie de sécurité en raison de l'augmentation du nombre de mines et de drones sous-marins actionnés par les gardiens de la révolution.
Cette escalade — qui provoque l'augmentation des cours du pétrole — traduit la lecture iranienne de la situation politique aux États-Unis. Pour le pouvoir du Guide suprême Mojtaba Khamenei, les deux séquences à venir ne peuvent qu'être favorables à ses intérêts. La première, qui se poursuit à l'heure où nous mettons sous presse, est la campagne pour les élections américaines de mi-mandat. Avec une popularité au plus bas, notamment en raison des hausses des prix à la pompe, le président Donald Trump hésite à ordonner une attaque d'envergure contre l'Iran. Certes, cette opération est régulièrement évoquée par le locataire de la Maison Blanche, mais, fustigé par une partie de sa base, prendra-t-il le risque d'affoler le marché pétrolier et d'aller à l'encontre de ses électeurs qui ne soutiennent pas cette guerre ?
Du jamais-vu dans le royaume saoudien
La seconde séquence doit commencer au lendemain du scrutin américain. Comme nombre d'observateurs, les Iraniens misent sur une défaite républicaine à la Chambre des représentants et peut-être même au Sénat. Un revers qui, à en croire certaines de ses déclarations martiales, ne serait pas accepté par M. Trump, fidèle en cela à son attitude de dénégation après l'élection présidentielle perdue de novembre 2020. La crise politique qui pourrait s'ensuivre offrirait un répit bienvenu pour l'Iran en lui donnant le temps de réorganiser sa défense et d'exercer de nouvelles pressions sur les monarchies du Golfe. Ces dernières, Arabie saoudite en tête, espèrent à l'inverse une évolution différente : à Riyad comme à Abou Dhabi ou à Manama, on veut croire qu'une fois les élections passées, et quel que soit leur résultat, les États-Unis reprendront leur casquette de première puissance protectrice de la région et qu'ils relanceront leur offensive contre l'Iran et ses relais. Pourtant, M. Trump n'a jamais donné l'impression de prendre à cœur les doléances des pétromonarchies, y compris lors de sa première présidence (2016-2020). En mai 2019, après l'attaque par les forces houthistes yéménites contre des installations pétrolières saoudiennes majeures, les États-Unis avaient déjà signifié qu'il appartenait aux monarchies d'apprendre à se défendre seules.
Alliés de l'Iran, sans en être les vassaux, les houthistes offrent aujourd'hui un atout supplémentaire à Téhéran, car c'est le blocage simultané de deux détroits vitaux pour l'économie mondiale — Ormuz et Bab Al-Mandeb — qui se dessine. Le regain d'activité des forces houthistes contribue à l'intransigeance de la diplomatie iranienne. Téhéran peut même clamer que l'« axe de la résistance » contre les États-Unis et Israël n'a pas été vaincu. En infligeant plusieurs défaites aux troupes gouvernementales yéménites et en prenant le contrôle du littoral ouest qui borde le détroit de Bab Al-Mandeb, le mouvement d'Ansar Allah (« les partisans de Dieu », le nom officiel du parti houthiste) a fait évoluer le rapport de forces dans la péninsule arabique. Avec leurs missiles à moyenne portée et leurs drones, les maîtres du nord et de l'ouest du Yémen ont semé la panique en bombardant des aéroports saoudiens, des installations pétrolières, mais aussi des casernes et des projets d'infrastructures touristiques : du jamais-vu dans le royaume.
Ce moment houthiste, amplement commenté sur les réseaux sociaux dans le monde arabe, braque les projecteurs sur la situation malaisée dans laquelle se trouve désormais l'Arabie saoudite, et plus particulièrement son prince héritier. M. Mohammed Ben Salman (« MBS ») ne semble pas avoir médité la recommandation majeure que faisait le roi Abdelaziz Ibn Saoud à ses héritiers : toujours garder l'œil sur le Yémen et faire en sorte qu'il soit à la fois faible et stable (3). La guerre frontalière de 1934 — deux ans après la création du royaume — fondait la mise en garde du souverain. Certes, elle s'était terminée par l'annexion de trois provinces yéménites (Asir, Jizan et Najran), mais sa violence et l'irrédentisme des tribus du nord du Yémen avaient servi de leçon. Ibn Saoud avait aussi en tête l'aura immémoriale de ces mêmes tribus dont l'ardeur au combat et la franche adhésion à la religion musulmane — contrairement à certaines populations bédouines de la péninsule qui se distinguaient par leur versatilité — avaient fait dire au prophète de l'islam que « la foi est yéménite, la sagesse est yéménite ».
C'est en 2015 que M. Ben Salman commet la première erreur à l'origine de ses difficultés actuelles. Entraîné par le très belliciste émir d'Abou Dhabi, M. Mohammed Ben Zayed Al-Nahyane (« MBZ »), il engage son pays dans une campagne de bombardements aériens contre les houthistes particulièrement meurtrière pour les populations civiles (près de 10 000 morts jusqu'à la trêve d'avril 2022). Il rompt ainsi avec une tradition d'ingérence permanente mais toujours retenue dans les affaires de son voisin. « Il avait la possibilité de faire affaire avec à la fois le gouvernement en place, les rebelles houthistes et le camp sudiste, confie avec amertume un ancien diplomate saoudien. Un dialogue national sous l'égide et le financement de Ben Salman aurait abouti à un équilibre yéménite certes instable mais profitable au royaume. » Pourquoi une telle erreur ? L'hubris d'un jeune prince désireux de faire ses preuves, de tenir son rang face à son rival « MBZ » et d'en imposer à une partie de la famille royale peu convaincue de sa capacité à succéder à son père, le roi Salman. On connaît la suite. La mise au pas, parfois brutale, de cette famille, notamment la purge de novembre 2017, quand plusieurs centaines de personnalités, princes, ministres et hommes d'affaires, furent séquestrées dans l'hôtel Ritz-Carlton de Riyad et obligées de verser leur « dîme » au Trésor en guise de compensation de leurs actes présumés de corruption.
La guerre contre les houthistes a quant à elle été perdue puisque la rébellion tient la capitale Sanaa (4). La reprise des hostilités en juillet dernier est d'ailleurs un mystère à l'heure où le prince héritier accumule les déboires, notamment sur le plan économique, avec l'échec de nombreux projets au cœur de sa « Vision 2030 ». C'est le cas notamment des villes nouvelles — dont Neom (5) —, mais aussi des projets d'ouverture touristique et de diversification économique. Les bombardements des houthistes n'ont pas simplement déréglé l'extraction et le transport d'hydrocarbures, vitaux pour l'économie saoudienne. Ils perturbent aussi la omra, le pèlerinage dans les lieux saints, qui a lieu durant toute l'année en dehors de la période du hadj — ce qui, là encore, entraîne une baisse de revenus. Le Fonds monétaire international (FMI) prévoit une chute du produit intérieur brut (PIB) de plus de 3 % (6).
Pas plus qu'en 2019 les États-Unis n'ont volé au secours de l'Arabie saoudite, malgré ses appels à l'aide. Si l'armée américaine fournit des renseignements concernant les cibles au sol visées par l'aviation saoudienne et contribue à son approvisionnement en vol, M. Ben Salman escomptait une opération militaire comparable à celle de mars 2025, lorsque des bombardements américains avaient décapité une partie de l'état-major houthiste (7). Mais, si les houthistes s'étaient alors directement attaqués à des intérêts américains et israéliens, Ansar Allah évite cette fois la confrontation directe avec Washington et insiste sur sa volonté de dialogue avec les États-Unis, tout en assurant ne pas vouloir détenir seul le pouvoir au Yémen. M. Trump a donc beau jeu de temporiser et d'éviter un nouvel engagement guerrier.
Dès lors, M. Ben Salman n'a que des choix peu satisfaisants, en dehors d'espérer que le président américain change d'avis ou que Londres et Paris acceptent d'aller au-delà de la défense du royaume en s'attaquant directement aux houthistes. Une issue consisterait à conclure un accord avec ces derniers, leur reconnaissant le statut d'acteur de plein droit au sein de l'arène politique yéménite. Cela contribuerait à faire cesser les attaques, mais obligerait Riyad à accepter de verser à Ansar Allah des compensations financières au titre de dommages de guerre. Il lui faudrait surtout rassurer les adversaires des houthistes, qu'il s'agisse des forces gouvernementales ou des séparatistes du Sud, très proches du rival émirati. M. Ben Salman devrait d'abord prendre langue avec l'Iran, au risque de s'aliéner M. Trump de manière définitive. L'argument de l'incompatibilité religieuse, fréquemment évoqué dans la presse occidentale, n'a guère de pertinence. Certes, les houthistes sont chiites tandis que l'Arabie saoudite est le cœur du monde sunnite. Mais le zaydisme, courant chiite minoritaire auquel adhèrent les houthistes, diffère du chiisme duodécimain en vigueur en Iran. Ses spécificités — les zaydites reconnaissent par exemple la légitimité des premiers califes de l'islam — font que le zaydisme est parfois qualifié de cinquième école juridique du sunnisme aux côtés du hanafisme, du malékisme, du chaféisme et du hanbalisme. Par le passé, les Saoudiens ont même soutenu le zaydisme yéménite quand, partisan d'un imamat au Yémen, il s'opposait aux républicains du sud. Au moment de la trêve de 2022, des imams saoudiens très actifs sur Internet ont opportunément rappelé le statut particulier du zaydisme, estimant qu'en certaines circonstances il ne fallait pas l'inclure dans les camps des rawafidh (« ceux qui refusent »), terme péjoratif qui désigne les chiites.
La deuxième option pour M. Ben Salman serait d'obtenir une autre aide que celle des États-Unis. Contrairement à la situation de 2015, où de nombreux pays avaient rejoint la coalition codirigée par le royaume et les Émirats arabes unis, les renforts ne se bousculent pas au portillon. La Turquie et le Pakistan, signataires du pacte de La Mecque, ont d'ores et déjà prévenu que leur soutien ne serait que défensif. Autrement dit, il n'est pas question pour eux d'envoyer des troupes au sol. Le président turc Recep Tayyip Erdoğan n'ignore pas que l'Empire ottoman a le plus souvent évité de s'aventurer au Yémen, tandis que son homologue pakistanais, le premier ministre Shehbaz Sharif, sait le risque en matière de politique intérieure que constituerait pour lui la mort de soldats de son pays face aux houthistes. Quant aux autres pays musulmans, ils regardent ailleurs, à commencer par l'Égypte, pourtant dépendante des capitaux saoudiens. Là aussi, l'histoire pèse. Durant la première guerre civile du Yémen (1962-1970), l'armée égyptienne s'est enlisée, perdant plus de 25 000 hommes avant d'opter pour un retrait honteux en 1967.
Reste une dernière option, celle du recours à Israël. Pour M. Benyamin Netanyahou, ou son successeur à l'issue des élections législatives, ce serait un succès diplomatique de grande ampleur et la concrétisation d'une normalisation à laquelle s'est jusque-là refusé M. Ben Salman. Les houthistes se trouveraient à la merci d'une force aérienne dévastatrice. Mais, pour le prince héritier saoudien, une telle ingérence risquerait de l'empêcher d'accéder au trône ou de s'y maintenir.
(1) Lire Ziad Majed, « Recomposition stratégique majeure au Proche-Orient », Le Monde diplomatique, septembre 2026.
(2) Lire Alain Gresh et Dominique Vidal, « Un conflit dévastateur », Manière de voir, n° 209, « Iran. Guerres, révoltes, espérances », octobre-novembre 2026.
(3) Cf. Caroline F. Tynan, Saudi Interventions in Yemen. A Historical Comparison of Ontological Insecurity, Routledge, New York, 2023.
(4) Lire Quentin Müller, « Quinze ans d'instabilité au Yémen », Le Monde diplomatique, janvier 2025.
(5) Lire Lise Triolet, « Des châteaux de sable high-tech dans le désert saoudien », Le Monde diplomatique, décembre 2025.
(6) « IMF forecasts 3.3 % contraction of Saudi economy amid regional conflict and Houthi attacks », Middle East Monitor, 14 octobre 2026.
Au Yémen du sud, Saoudiens et Émiratis à couteaux tirés
Alors qu'ils étaient censés repousser de concert les rebelles houthistes du Yémen, Arabie saoudite et Émirats arabes unis se sont livrés pendant près de six ans à une bataille d'influence dans l'est du pays. À la fin de l'année 2025, ce conflit larvé a accouché d'une tentative de sécession soutenue par Abou Dhabi, provoquant la colère de Riyad. Profitant de ces divisions, les rebelles ont envahi, en septembre, la côte ouest qui borde le détroit de Bab Al-Mandeb, avant d'être partiellement repoussés. « Le Monde diplomatique » s'était rendu dans l'est du Yémen pour documenter les ingérences émiraties, qui avaient grandement perturbé l'unité du camp loyaliste.
Le cheikh Khalid Al-Aamri et son escorte sont arrivés au petit matin à l'hôtel Royal Plaza de Sayoun, dans l'Hadramaout, région orientale du Yémen. Un jeune garçon, kalachnikov dans le dos, attend à la réception, droit comme un piquet. Il nous accompagne jusqu'à un véhicule tout-terrain, dont les sièges sont recouverts de peaux de mouton laineuses. Le chef de tribu nous salue et fait signe à son groupe de démarrer. Lui et ses hommes ont pu exceptionnellement entrer dans la capitale nord de l'Hadramaout munis de leurs armes grâce à leur entente de circonstance avec la 1re division de l'armée nationale, responsable de la sécurité de tout le wadi (oued).
Passé Tarim et Al-Ghouraf, le cheikh signale une petite tente agrémentée d'un drapeau blanc. Deux jambiyas, le célèbre poignard recourbé, se croisent sous une poignée de main. « Bienvenue sur le territoire de l'Alliance tribale hadramie ! » L'ATH a été fondée en 2013 par Sa'd Ben Hamad Ben Habrich Al-Aliy (qui a été assassiné depuis), pour représenter au mieux les intérêts des tribus de l'Hadramaout face à un État central plus intéressé par les ressources pétrolières de la région que par son développement.
C'est son neveu Amr Ben Habrich qui a repris le flambeau. Durant l'année 2025, le taiseux et charismatique chef de la fameuse tribu Hamoum n'a cessé de faire pression sur l'État yéménite pour qu'il paie les fonctionnaires, construise des centrales électriques et règle les problèmes d'accès à l'eau potable. Vice-gouverneur de la région, M. Ben Habrich a également fustigé les velléités séparatistes du Conseil de transition du Sud (CTS), supplétif des Émirats arabes unis. Depuis 2019, ce groupe a envahi Aden, Abyan, Socotra, Shabwa, et menace de faire de même dans l'Hadramaout et à Mahra. L'entité a déjà pris le contrôle de la bande côtière, où ses forces sont soutenues par d'autres groupes militaires liés à Abou Dhabi, telles les Brigades de soutien à la sécurité (BSS) ou les Troupes d'élites hadramies. En intervenant au Yémen pour repousser les houthistes, les Émirats n'ont pas seulement voulu épauler leur allié saoudie ; il ont poursuivi leurs propres objectifs. Depuis 2015, ils ont, via les groupes qu'ils arment et financent, colonisé toute la côte donnant sur la mer d'Arabie et le détroit de Bab Al-Mandeb. Une stratégie impérialiste cohérente avec leurs actions en Érythrée, au Somaliland, en Somalie et au Soudan.
Influence saoudienne dans l'Hadramaout
Pour faire face à cette menace, M. Ben Habrich et l'ATH ont constitué une force militaire composée de plusieurs centaines d'hommes. En ce mois d'octobre, une réunion de chefs tribaux est organisée dans leur fief, au cœur du district de Ghyal Ben Yamin, dans le centre de l'Hadramaout. À mesure que les véhicules approchent des hauts plateaux de la tribu Hamoum, la végétation s'appauvrit, jusqu'à disparaître. Brûlée par le soleil, la terre semble plus hostile encore.
Le long de la route, dans un terrain vague, une vingtaine de camions-citernes d'hydrocarbures sont stationnés. Le cheikh Al-Aamri, bras droit du seigneur de guerre Ben Habrich, explique : « Nous avons stoppé ces camions de pétrole qui sortaient des champs pétroliers et allaient vers des destinations inconnues. Encore de l'argent du peuple hadrami qui était en passe d'être détourné ! Heureusement, nous sommes intervenus. »
L'affaire a fait grand bruit : l'ATH a privé Aden, capitale partagée par le gouvernement reconnu à l'étranger et le CTS, de livraisons de pétrole. Un coup de force qui a accru les tensions. À l'entrée de la ville d'Al-Alib, des hommes équipés d'armes lourdes quadrillent les routes sous un soleil de plomb. La présence militaire est encore plus visible à l'entrée du quartier général de l'ATH. De jeunes garçons tiennent à bout de bras des mitrailleuses, certains juchés sur des collines rougeâtres et caillouteuses.
Derrière le mur d'enceinte, en rangs d'oignon, une forêt de 4×4 surmontés de tourelles mitrailleuses. Devant l'entrée, les chefs de tribu invités ont laissé une marée de sandalettes pour rejoindre le majliss, s'asseyant en tailleur sur des coussins gris de style Louis XV. Châle crème sur la tête, chemise grise à poche, regard perçant, le cheikh Ben Habrich se tient au milieu de l'assemblée. « Tous ceux qui s'opposent à nous sont des ennemis de l'Hadramaout. Qui sont-ils ? Je dirais que, du Nord au Sud, nous sommes en conflit avec tout le monde. Le sud de l'Hadramaout est aux mains des relais des Émirats arabes unis. Au nord, il y a Al-Islah [le parti des Frères musulmans], Moutamar [le parti présidentiel] et les houthistes. » Les propos du chef de l'ATH sont traduits par Mohammed F., étudiant en ingénierie à… Nancy. Le jeune homme a bénéficié d'une bourse attribuée par un consortium de fortunes saoudiennes d'origine hadramie.
Le royaume entretient en effet des relations très étroites avec le plus grand gouvernorat yéménite. Au nord, l'Hadramaout présente une longue frontière avec l'Arabie saoudite, et plusieurs tribus vivent des deux côtés. Après la découverte de ses réserves pétrolières, dès le début du XXe siècle, des milliers de familles hadramies avaient par ailleurs migré vers le royaume pour y trouver du travail. Certaines y ont fait fortune, comme les Ben Laden ou les Bugshan. Ce sont elles qui exercent un intense lobbying auprès de Riyad et du prince héritier Mohammed Ben Salman (« MBS ») pour que le royaume n'abandonne pas l'Hadramaout au CTS, et donc à l'influence émiratie.
Ainsi, M. Ben Habrich a reçu un appui saoudien formel à compter de 2020. Une photo le montrant au bras de M. Khaled Ben Salman, le ministre saoudien de la défense, chargé du dossier yéménite, a fait couler beaucoup d'encre. « C'est un soutien moral, pas vraiment un soutien financier, tempère-t-il. Les armes que vous voyez ici, ce sont celles de nos tribus. »
Avant de tenter d'envahir tout l'Hadramaout début décembre, le CTS avait testé les défenses de M. Ben Habrich et de sa confédération tribale. Le 3 septembre, des forces alliées aux séparatistes s'étaient dirigées vers Al-Akdah, dans l'est du district de Ghayl Ben Yamin, « sûrement pour éprouver nos forces militaires, explique à l'assemblée un chef militaire de l'ATH. Les tribus locales sont intervenues pour faire barrage à cette avancée, constitutive d'une grave provocation à notre encontre ».
« Nos relations avec les Émirats sont bonnes, sauf quand ils soutiennent le CTS, martèle le chef de l'ATH. Nous rejetons toute ingérence extérieure. Leur projet d'intégrer l'Hadramaout à un Yémen du Sud indépendant n'est pas la volonté du peuple. C'est une tyrannie, tout comme la colonisation anglaise au XVIIIe siècle jusqu'en 1967, ou l'avènement du régime socialiste qui a forcé l'unification des territoires du Sud, ou encore la fusion entre Yémen du Nord et Yémen du Sud en 1990. »
Bombardements anglais et lune rouge
Le cheikh Ben Habrich est issu d'une lignée irrédentiste, cherchant depuis le début du XXe siècle à se libérer d'une tutelle vue comme étrangère ou à obtenir l'indépendance de l'Hadramaout. En 1919, la tribu Hamoum, dirigée par son arrière-grand-père, Salem Ben Habrich, était assujettie au sultanat de Qu'aiti, lui-même sous influence britannique.
« C'est la même histoire qui se reproduit, ou presque, relève M. Ben Habrich. À la place des Anglais qui finançaient le sultanat de Qu'aiti, ce sont les Émirats qui soutiennent le CTS. » Après avoir chuchoté quelques mots à l'oreille d'un de ses hommes de confiance, il nous propose de « visiter le château de [son] grand-père Ali, bombardé par les Anglais dans les années 1920 ».
Pour atteindre le château des Ben Habrich, il faut près de sept heures de route. Nos 4×4 s'enfoncent dans le très étroit wadi de Khnt Ali, où de grosses pierres blanches sont balayées par les torrents lors des moussons. Hormis les grottes creusées dans les parois des deux canyons par des siècles de pluie, seuls quelques arbres trapus, aux feuillages touffus, apportent un peu d'ombre. C'est en dessous que les Surums, des Bédouins surnommés « Ceux qui vivent sous les arbres », s'abritent.
Rencontrés après plusieurs heures de route au milieu de cet environnement hostile, ces hommes et ces femmes n'ont que de petites cages cadenassées pour sécuriser leurs effets personnels. Ne possédant pas de tentes, ils progressent avec leurs troupeaux de chèvres et de dromadaires en fonction des pluies. « Nous vivions ainsi il y a deux générations », fait savoir un membre de l'ATH.
À la lisière d'une oasis, le convoi des hommes de M. Ben Habrich fait une halte. Des Surums ont égorgé deux chèvres en guise de karam (hospitalité). Pendant qu'ils dépècent les bêtes, certains apportent de vieux obus rouillés encore intacts, tandis que d'autres exhibent des éclats de bombes anglaises. « Le château d'Ali, grand-père d'Amr [Ben Habrich], se trouve plus haut. Il a été bombardé par les Anglais parce que nous n'acceptions pas la domination de leurs supplétifs, les Qu'aiti. Aujourd'hui, son petit-fils se bat contre le CTS, supplétif des Émiratis, qui ont remplacé les Anglais dans le sud du Yémen », lance un vieux Bédouin, reprenant en d'autres termes les propos de M. Ben Habrich.
Une fois la viande consommée avec un peu de riz mariné au concentré de tomates, l'escorte entreprend de remonter le canyon. À mesure que nous progressons, les pièces métalliques rouillées provenant de bombes anglaises s'amoncellent et tapissent le sol. Nous atteignons le point culminant, qui offre une vue imprenable sur la vallée. Quelques trous d'obus sont encore visibles. Des débris de terre cuite et de vieilles poutres sont entassés, ici et là. Les vestiges de la citadelle des Ben Habrich semblent dérisoires, mais ils sont la preuve matérielle d'un traumatisme historique qui tourmente encore les mémoires locales.
Une pluie fine précipite la fin de la visite. Les soldats, munis de leurs kalachnikovs, pressent le pas. Seul M. Mozahem Bajaber, vêtu d'une chemisette jaune, ne porte pas d'arme. Ce journaliste de 25 ans a rejoint l'équipe de communication de M. Ben Habrich après avoir constaté la mainmise des Émirats et du CTS sur le sud du gouvernorat. Dans le district de Ghayl Ben Yamin, il est protégé et peut écrire librement sur la dérive autoritaire des séparatistes et d'Abou Dhabi au Yémen. En août dernier, alors que sa femme accouchait à Moukalla, capitale côtière tenue par le CTS, il a pris le risque de lui rendre visite à l'hôpital et a été arrêté à la demande du gouverneur Mabkhout Ben Mahdi, acquis à la cause des séparatistes. Les Brigades de soutien à la sécurité, pilotées par Abou Dhabi, se sont chargées de son arrestation. « Mon enlèvement et ma détention n'étaient pas le fruit d'une procédure judiciaire régulière, mais d'un plan coordonné pour me réduire au silence et détruire ma carrière journalistique », accuse M. Bajaber, assis à l'arrière du véhicule. Dans les zones contrôlées par le CTS, les arrestations de journalistes et d'opposants sont devenues banales, tout comme l'usage de la torture.
Des torrents thé au lait se déversent dans les canyons, formant des cascades éphémères. Le wadi devient vite impraticable. Fastidieux est le retour au village de M. Ben Habrich, qui se fait en pleine nuit. Ses hommes et lui prennent place à l'extérieur, assis en tailleur, s'accoudant sur des coussins durs comme de la pierre. Sous une lune rouge sang, certains mâchent du qat, une plante euphorisante consommée dans tout le pays. « La guerre est proche, mais nous ne savons pas quelle forme elle prendra. Le CTS n'osera jamais nous attaquer avec ses propres forces », prédit le chef de l'ATH.
Un Joulani yéménite
Le cheikh de la tribu Hamoum n'est pas le seul à s'opposer farouchement à la domination du CTS et des Émirats dans le Yémen du Sud. En mars 2025, Riyad Al-Nahdi, ancien cadre d'Al-Qaida dans la péninsule arabique, a créé son propre mouvement : Tayyar al-Taghyeer wal-Tahreer, le « Courant pour le changement et la libération ». Un parti sans milice — chose rare au Yémen —, centré sur le développement du service public, dépourvu d'idéologie extrémiste et militant pour un Yémen unifié fédéraliste. L'homme de 40 ans rêve d'une destinée à la Ahmed Al-Charaa, dont il dit connaître les conseillers, rencontrés en Irak lors de sa participation au « djihad contre les Américains en 2004 ».
M. Al-Nahdi est populaire dans les districts d'Al-Qatn et d'Al-Abr, situés dans l'extrême-nord de l'Hadramaout, non loin de l'Arabie saoudite. Les canyons y sont plus encaissés, et l'eau, moins abondante. Les belles aspérités rouges du wadi Hadramaout s'effacent à l'ouest, avalées par de gigantesques dunes et d'immenses plaines, ouvertes à tous les trafics et aux offensives de gangs multiples. Au bord de la route, de petits commerces miteux se mêlent à des garages où la graisse de vidange noircit le sol, jonché de pneus crevés et poussiéreux. Des enfants mendient aux vitres des automobilistes venus se restaurer. Personne ne sort sans arme. De jour comme de nuit, le qat se vend dans des fourgonnettes. Dans cette zone de non-droit, les rebelles houthistes disposent également de cellules dormantes, plusieurs fois ranimées pour éliminer des dignitaires militaires rejoignant Marib, dernière forteresse du gouvernement légitime.
Dans ce marasme, les coupures de courant sont quotidiennes. Éducation publique, justice, hôpitaux, routes, police, rien ne fonctionne. À Khashah, les écoles sont fermées depuis plus d'un an. Salem F., un autre ancien d'Al-Qaida, désormais actif au sein de Tayyar via son ONG Bina, doit garder son fils à la maison depuis deux années scolaires. En cause, le non-paiement des salaires des fonctionnaires, notamment des professeurs. « À un moment, dans le village, nous nous sommes cotisés pour payer nous-mêmes leurs salaires, mais on ne peut pas le faire indéfiniment, déplore-t-il. J'ai acheté à mon fils son premier cartable et des fournitures scolaires. Il était content, il pensait enfin faire sa rentrée. Il a déchanté. » Cela n'est pas sans conséquences. Selon plusieurs professeurs, 60 à 70 % des élèves arrivant au lycée ne savent ni lire ni écrire.
M. Al-Nahdi fait son possible pour contrer cette fatalité. Dans le district d'Hawrah, il a organisé une manifestation de soutien aux professeurs. Une petite foule s'est rassemblée devant une estrade montée à la hâte, surmontée d'une grande banderole pastichant en arabe le mot d'ordre trumpien : « Teacher First ! » (Les profs d'abord !). Une flopée d'enfants déscolarisés brandissent des tracts appelant l'État à rouvrir les écoles et à payer de nouveau les enseignants. Chemise rentrée dans le pantalon, blazer marron, le leader de Tayyar monte sur scène. Sa voix résonne dans la vallée : « Chers frères, toutes les forteresses de notre Yémen se sont effondrées. Il n'en reste qu'une, à laquelle nous tenons : la forteresse du savoir. Ne la laissons pas s'effondrer ! » Il est chaudement applaudi par son public, dont les cheikhs de la grande tribu Al-Nahdi, qui soutient son parti. « Cette manifestation est un droit légitime. Enseignants, ne sous-estimez pas votre rôle ni votre capacité à arracher vos droits. C'est pourquoi j'appelle tous les districts, sur la côte comme dans les terres intérieures, à se rassembler pour manifester. »
Depuis la création de Tayyar, « Abou Amr » comme on l'appelait autrefois quand il combattait en Irak, a reçu des menaces du CTS, qui le perçoit comme un rival et un opposant à sa volonté hégémonique dans le Sud. « Le CTS n'est qu'un instrument au service des Émirats, analyse calmement M. Al-Nahdi. Ils n'ont aucun projet politique, hormis prendre le pouvoir. Les séparatistes sont des outils que la puissance régionale émiratie peut activer en pressant un bouton. Il existe toutefois des courants nationaux qui portent de réels projets, tournés vers la population. Tayyar en fait partie. » Ce parti a déjà offert des panneaux solaires à un centre médical régional, proposé de prendre en charge les salaires de plusieurs médecins pour maintenir leur activité et offert des formations à des dizaines de jeunes chômeurs.
Le lendemain, le groupe est attendu à une médiation tribale pour éviter la condamnation à mort d'un homme accusé de meurtre. Des centaines de Yéménites sont venus des quatre coins du pays pour demander grâce à la famille de la victime. Une tradition tribale à laquelle participe M. Al-Nahdi. Jugée trop lente et corrompue, la justice gouvernementale est inopérante en la matière.
Les débats, qui se tiennent sous une grande tente, sont animés. « La mère de la victime est venue nous menacer, disant que si on ne l'exécutait pas, cet homme récidiverait. » Le cheikh Saad Al-Jabri, représentant la tribu du défunt, annonce et dit à plusieurs reprises qu'il n'a pas réussi à persuader la famille d'accorder la grâce au condamné. « Il y a des gens qui sont venus de très loin. Vous devriez nous concéder quelque chose, ô cheikh ! », lance un participant. « Vous savez bien que je n'ai pas le contrôle sur ça. Ils n'accorderont pas la grâce. Peut-être le report de l'exécution d'un jour, tout au plus ! » Le leader de Tayyar suit la conversation avec attention. Dans cette zone, comme partout au Yémen, « le code tribal prend le relais quand l'État est défaillant », explique-t-il.
Échec du CTS
Les conflits entre CTS et gouvernement légitime ne risquent pas d'arranger la situation humanitaire dramatique dans laquelle le pays est plongé. Deux mois après notre départ du Yémen, les séparatistes envahissent militairement les zones tenues par l'ATH de M. Ben Habrich, ainsi que les territoires de Tayyar.
Cette offensive-éclair pousse la première à se retrancher dans les concessions pétrolières des blocs 14 et 53, et le second à prendre le maquis avec ses hommes, menacés d'arrestation. La 1re division de l'armée nationale, également présente dans le nord de l'Hadramaout, est défaite par les séparatistes après quelques heures de combat. Des soldats et des opposants sont arrêtés. Dans un premier temps, l'Arabie saoudite tarde à réagir. Les trois premières semaines du mois de décembre 2025, elle se contente de communiqués exigeant le retrait du CTS de l'Hadramaout et de Mahra, la région frontalière avec Oman, elle aussi envahie. Les séparatistes refusent d'obéir et défient le gouvernement yéménite, en passe de vaciller. Des partisans des séparatistes déferlent dans les rues pour réclamer que le leader du groupe, M. Aïdarous Al-Zoubaïdi, annonce unilatéralement l'indépendance de ce qu'ils appellent l'« Arabie du Sud ».
Face à cette menace de sécession, Riyad bombarde une livraison émiratie d'armes et de véhicules militaires dans le port de Moukalla, le 30 décembre. Puis, dans la foulée, publie un communiqué au ton inhabituellement grave. Le ministère des affaires étrangères accuse les Émirats d'avoir « poussé » les séparatistes à mener des opérations militaires à la frontière sud du royaume. Des mesures « prises par un État frère » jugées « extrêmement dangereuses » et constituant « une menace pour la sécurité » de l'Arabie saoudite et de la région. Le royaume ajoute qu'il « n'hésitera pas à prendre toutes les mesures pour (…) neutraliser » ce danger.
Pour la première fois dans l'histoire récente de la péninsule, les relations entre Arabie saoudite et Émirats arabes unis sont dégradées. Mais le CTS refuse toujours de se retirer. Ses hommes arrêtent des membres de l'ATH dans le district de Ghayl Ben Yamin. En réponse, celle-ci leur tend plusieurs embuscades. Les Saoudiens apportent leur soutien aux hommes M. Ben Habrich et bombardent les forces du CTS, faisant une soixantaine de victimes.
Le président yéménite, M. Rachad Al-Amini, soutenu par Riyad, annonce qu'il met fin au pacte de défense unissant son pays aux Émirats arabes unis et exige le départ de leurs troupes régulières sous vingt-quatre heures. Une annonce forte mais symbolique, les Émirats ne disposant plus que d'une centaine de conseillers militaires ou de troupes d'élites dans le pays, répartis dans des endroits-clés (Socotra, îles en mer Rouge, Balhaf, où se trouvent les installations de Total, et Aden). Abou Dhabi s'exécute.
Au sol, les Boucliers de la nation, groupe armé formé par l'Arabie saoudite, loyal au gouvernement légitime, reprennent rapidement les zones envahies par le CTS. M. Al-Nahdi et ses partisans participent au combat contre les séparatistes, appuyant les supplétifs saoudiens. La débandade dans les rangs des alliés des Émiratis est telle que les régions qu'ils dominaient militairement depuis 2019 tombent une à une. Après l'Hadramaout et Mahra, c'est au tour de Shabwa et d'Abyan de repasser sous le contrôle gouvernemental. Début janvier, les « Boucliers » arrivent à Aden, où les troupes du CTS ont déserté les bases militaires et les points de contrôle. Partout, les drapeaux séparatistes sont remplacés par celui du Yémen unifié.
L'Arabie saoudite convoque le chef séparatiste Al-Zoubaïdi pour qu'il s'explique. Une délégation séparatiste s'envole pour Aden le 6 janvier. Au tout dernier moment, M. Al-Zoubaïdi refuse d'embarquer et prend la fuite, vraisemblablement en bateau, pour le Somaliland (région alliée des Émirats), puis vers Abou Dhabi en avion. Le journal saoudien Arab News publie en « une » son visage avec la mention « Wanted ». Sous pression, la délégation du CTS arrivée à Riyad annonce qu'elle dissout du mouvement.
L'Arabie saoudite envisage d'organiser une conférence pour régler la question du Sud, mais sa concrétisation tarde à venir. Malgré la débâcle du CTS, le désir d'une sécession est encore populaire, sans faire l'unanimité. Depuis le début de 2026, les manifestations de ses partisans se sont multipliées dans le Sud, causant plusieurs morts. La dissolution du CTS imposée par Riyad ne dissipera pas la problématique sudiste.
Une offensive éclair
Début septembre 2026, les houthistes ont lancé une offensive éclair sur la côte ouest, prenant le contrôle pendant un mois du détroit de Bab Al-Mandeb. Les forces loyalistes stationnées sur ce versant de la mer Rouge étaient pourtant les mieux équipées. La Résistance de Tihama et les Gardiens de la République sous le commandement de Tareq Saleh ont massivement fui lors de l'offensive houthie, permettant aux rebelles de prendre Mocha et le détroit, faisant peser une menace sur Taïz et Aden, les deux plus grandes villes encore sous contrôle du gouvernement. Les Saoudiens sont restés étrangement passifs, ne bombardant pas les colonnes de renforts houthistes acheminés depuis le nord vers les plaines côtières. Les raisons d'une telle déroute sont nombreuses. L'une d'entre elles est la grande défiance saoudienne envers M. Saleh, ce dernier ayant, un an auparavant, approuvé la tentative de sécession des sudistes soutenue par les Émirats arabes unis. Après sa débâcle, l'homme s'est toutefois installé à Riyad où il semble vouloir se retirer du jeu politico-militaire.
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