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Dona da Michael Kors recua nas receitas, mas aumenta lucros

By: ECO
30 October 2026 at 16:12

As receitas do segundo trimestre do exercício fiscal de 2027 da Capri Holdings, grupo norte-americano que detém a Michael Kors e a Jimmy Choo, caíram 5,5%, para 727 milhões de euros, de acordo com um comunicado divulgado pela empresa esta sexta-feira. O grupo registou, ainda assim, um lucro líquido de 27 milhões de eueos, face a um prejuízo de 34 milhões no período homólogo.

A Michael Kors, a maior marca do grupo, teve receitas de 596 milhões de euros, menos 8,6% do que um ano antes. Na Jimmy Choo, as receitas cresceram 11,5%, para 131 milhões de euros.

O resultado operacional foi de nove milhões de euros, face a um prejuízo operacional de 11 milhões no segundo trimestre fiscal de 2026. A margem operacional subiu para 1,2%, contra 1,4% negativos no período homólogo.

Para o exercício fiscal de 2027, a Capri prevê receitas de cerca de 3,07 mil milhões de euros e um resultado operacional de 157 milhões. O grupo espera um lucro diluído por ação de aproximadamente 1,98 euros.

“Ao longo do segundo trimestre, as tendências melhoraram mês após mês em ambas as nossas casas de luxo, refletindo as medidas que adotámos para afinar as gamas de produtos, reforçar a atratividade das marcas e aprofundar o envolvimento dos consumidores. Estamos satisfeitos com os progressos alcançados e acreditamos que estas iniciativas começam a posicionar as nossas marcas para um crescimento sustentável”, afirma John D. Idol, chairman e CEO da Capri Holdings. “Continuamos a esperar que as receitas totais da empresa regressem ao crescimento na segunda metade do exercício fiscal de 2027″, acrescentou.

Nova SBE debate novos modelos de negócio do luxo

By: ECO
30 October 2026 at 13:09

A Nova SBE, a EY-Parthenon e a Laurel vão apresentar e debater esta terça-feira, os novos modelos de luxo à boleia da apresentação do EY Luxury Client Index 2026 num evento dedicado aos novos modelos de negócio no luxo.

O estudo analisa tendências que estão a transformar o mercado global, incluindo a importância da qualidade, do trabalho dos artífices e da herança das marcas, bem como o papel da tecnologia e da inteligência artificial. Será apresentado por Hermano Rodrigues, da EY-Parthenon.

A perspetiva sobre a realidade portuguesa será apresentada por Francisco Carvalheira, secretário-geral da Laurel, a associação portuguesa de marcas de luxo, membro da ECCIA, a associação das associaçõs europeias deste segmento.

Num debate sobre novos modelos de negócios de luxo junta o cofundador da app Soko, João Graça, o cofundador da marca ISTO., Pedro Palha, o administrador do grupo Amorim Luxury com o pelouro dos restaurantes JNcQUOI, Ricardo d’Assunção, e a country manager da Loewe Portugal, Rita Ricciardi. A moderação é de Inês Risques, professora da Nova SBE e codirectora do Luxury Management Workstream desta faculdade com o professor Michael Pinkhasov, que fará a síntese final do evento.

O evento realiza-se na Nova SBE, no Westmont Hospitality Hall, esta terça-feira, das 16h00 às 18h30, e a participação é gratuita, mediante inscrição prévia.

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