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A ottobre l’inflazione a +5,4%, ai massimi da agosto 2023. Mattarella: “I conflitti aggrediscono il tenore di vita”. E nel terzo trimestre pil al palo

30 October 2026 at 10:28

In estate l’economia italiana si è fermata. E subito dopo, in ottobre, l‘inflazione è volata a 5,4% dal 4,2% di settembre: è il livello più alto dall’agosto 2023. L’accelerazione, spiega l’Istat, è dovuta ancora all’impennata dei prezzi dei beni energetici che, causa guerra in Medio Oriente, salgono del 31,4% su base annua, contro il +22,6% del mese precedente. A trainare sono soprattutto gli energetici regolamentati, passati dal +25,8% al +59,5%, mentre quelli non regolamentati accelerano dal +22,5% al +29,4%. Dati che arrivano nel giorno in cui nelle piazze italiane, in contemporanea con lo sciopero generale indetto dall’Usb, tornano le manifestazioni contro il carovita con presìdi in tutto il Paese. “Conflitti geo-economici e geo-politici aggrediscono, con l’inflazione e una dinamica salariale inoperosa, il tenore di vita dei cittadini”, ha detto – a conferma delle solide ragioni delle proteste – il presidente della Repubblica, Sergio Mattarella, nel suo messaggio alla giornata del Risparmio.

I dati preliminari spiegano bene i motivi del malcontento. Gli alimentari non lavorati rincarano del 7,5%, dal precedente +5,5%, i servizi di trasporto accelerano al 3,1% dall’1,6%. Il cosiddetto carrello della spesa, che comprende alimentari e prodotti per la cura della casa e della persona, vede una “forte accelerazione” al 2,5% dall’1,5% di settembre. In aumento anche l’inflazione di fondo, che esclude energetici e alimentari freschi, al 2% dall’1,6%. L’inflazione acquisita per il 2026, cioè quella che si registrerebbe se da qui a fine anno i prezzi restassero invariati, sale al 3,4%.

“Prezzi roventi ampiamente previsti visto il colpevole mancato intervento del Governo per bloccare i rincari dei beni energetici, ossia carburanti e bollette di luce e gas”, commenta Massimiliano Dona, presidente dell’Unione Nazionale Consumatori. “Infatti, solo ora i prezzi delle bollette delle imprese iniziano a essere traslati sui beni alimentari lavorati, con un balzo mensile dello 0,5%. Fino a settembre erano saliti solo gli alimentari non lavorati come frutta e verdura, oltre ovviamente a Trasporti e Abitazione. In media per una famiglia l’inflazione al 5,4% significa una stangata pari a 1.558 euro su base annua, dei quali 790 euro solo per Abitazione, elettricità e gas, la divisione che per via del caro energia ha subito il rincaro tendenziale maggiore, +18,7% da +11,4% di settembre, +328 euro per i Trasporti che, per colpa della benzina e del gasolio venduti come oro, sono decollati del 9,3% da +8,5% di settembre. Ancora peggio per una coppia con 2 figli dove la sberla dovuta al carovita sale a 1.987 euro, 903 per Abitazione e 471 per i Trasporti, mentre per una coppia con 1 figlio la maggior spesa annua sale a 1866 euro”.

Il Pil fermo in estate

Intanto nel terzo trimestre, nonostante il contributo che tradizionalmente arriva dalla stagione estiva e dai flussi turistici, il prodotto interno lordo non ha registrato variazioni rispetto ai tre mesi precedenti, mentre è cresciuto dello 0,8% su base annua, stando alla stima preliminare diffusa dall’Istat. Le previsione degli analisti davano per il terzo trimestre una crescita tra lo 0,1% e lo 0,2%.Nello stesso periodo, l’area euro è cresciuta dello 0,4% e l’Ue dello 0,5%.

Per il 2026 la crescita acquisita per l’Italia resta allo 0,8%: è il risultato che si otterrebbe se nell’ultimo trimestre dell’anno il Pil registrasse una variazione nulla. L’Istat ricorda inoltre che il 2026 conta tre giornate lavorative in più rispetto al 2025: la crescita acquisita è calcolata tenendo conto degli effetti di calendario. Dona nota che l’aumento del valore aggiunto nei servizi non è stato sufficiente a compensare la diminuzione dell’industria. “Pil invariato. Il Paese è fermo”, commenta, definendo il dato “grave e preoccupante”. E critica la legge di Bilancio, accusando il governo di destinare risorse “insignificanti” alla crescita. “Il Pil non sale se si taglia l’Irpef a chi dichiara tra 50 e 55mila euro, se si va in pensione prima, se si danno 100 euro per ogni neonato o si innalza la flat tax“, spiega, invitando il Parlamento a modificare la manovra.

Per Maria Cecilia Guerra, capogruppo del Partito Democratico nella commissione Bilancio della Camera, il governo “dovrebbe prendere atto del fallimento delle politiche economiche portate avanti per tutta la legislatura e senza che dalla manovra di bilancio venga qualche segnale di speranza proprio nel momento in cui si esaurisce il progetto del Pnrr, finora l’unica principale ragione per cui il Paese ha evitato la recessione“. “Siamo molto preoccupati – prosegue Guerra – per una manovra di bilancio incapace di invertire la rotta: le previsioni, non dell’Istat, ma del Governo, sono infatti che nonostante i 29 miliardi della clausola di salvaguardia, da spendere prevalentemente proprio in investimenti la manovra è in grado di determinare una crescita del solo 0,2%: forse perché gli investimenti in difesa, su cui ostinatamente non ci viene detto nulla, attiveranno soprattutto domanda a favore di produttori esteri?”.

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Comércio fica a ganhar com milhares de visitantes

30 October 2026 at 10:22

VTM

Com hotelaria e restauração “completamente lotadas”, como disse Vítor Pimentel, da ACISAT, os visitantes procuram também os segredos dos comerciantes flavienses, que têm dias de muito trabalho pela frente.

Juliana Ferreira, da Boitique de Carnes, refere que muitos clientes habituais antecipam as compras para evitar os constrangimentos de trânsito. “Alguns dizem que vinham, mas que não podem porque não têm onde estacionar”, conta. Ainda assim, reconhece que o certame atrai visitantes “mais pela curiosidade e pela variedade” que o seu negócio apresenta. Ainda assim, nota que o número de visitantes dos “Santos” parece aumentar de ano para ano.

Na pastelaria Mil Doce, Paula Vaz destaca a chegada de visitantes espanhóis e de outras zonas do país, mas considera que o negócio já teve melhores dias. “Há muitos anos atrás era melhor. Vendia-se muito mais”, recorda, apontando o aumento generalizado dos preços como uma das razões para a quebra nas vendas.

Ainda assim, conta que “como os Santos são três dias, geralmente vêm muitos espanhóis para cá e também do Porto vem muita gente”. Desta forma, também “sentem curiosidade em vir aqui comer o pastelinho de Chaves e os espanhóis, as natas”.

Também Fátima Costa, que trabalha num quiosque junto ao Jardim do Bacalhau, com vários anos de experiência durante o certame, considera que a feira perdeu parte da dinâmica de compras de outros tempos. “As pessoas vêmpara a Feira dos Santos para relaxar as ideias, passear acima e abaixo”, observa, notando que a restauração parece beneficiar mais da afluência do que o restante comércio.

TRANSPORTE

Pedro Barroco, da Auto Viação do Tâmega, antecipa um aumento da procura de transportes públicos por ocasião da Feira dos Santos. O responsável explica que a afluência está ligada tanto ao certame como à tradição de visitar os cemitérios por ocasião do Dia de Todos os Santos. “A Feira dos Santos, para nós, começa uns dois dias antes”, afirma, referindo que muitas pessoas procuram chegar mais cedo.

Este ano, com o feriado de 1 de novembro a coincidir com um domingo, a empresa espera que a movimentação se concentre sobretudo entre sexta-feira e o fim de semana. A procura leva a reforçar a operação em determinados horários. “Em vez de os horários serem apenas de um carro, há horários em que saem três ou quatro veículos”, explica, destacando as deslocações de trabalhadores e estudantes à sexta-feira e os regressos ao domingo.

O responsável considera que o custo de viajar de automóvel pode levar mais pessoas a optar pelo autocarro. Uma vez que “é muito caro” fazer a viagem, observa, defendendo que o transporte público pode representar uma poupança significativa, sobretudo para quem beneficia de passes ou outros títulos de transporte. “Não há esse conforto que todos nós temos e gostamos, o do veículo próprio”, reconhece, mas acredita que o aumento das despesas com o automóvel poderá levar mais passageiros a deixar o carro em casa.

Pedro Barroco destaca também o crescimento do turismo na região e o aumento do tráfego rodoviário, incluindo de visitantes espanhóis.

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Dos eventos mais marcantes do Norte do país

30 October 2026 at 09:12

VTM

A iniciativa é promovida pela Associação Empresarial do Alto Tâmega (A CISAT), em parceria com o município de Chaves, e volta a levar diferentes atividades ao centro da cidade e a vários espaços do concelho.

São 5 quilómetros preenchidos pela Feira dos Santos, com perto de 600 expositores, que atraem milhares de pessoas dos “quatro cantos do mundo”, como salienta Vítor Pimentel, presidente da ACISAT, que considera esta “a maior feira de rua do país”.

Em termos de orçamento, a edição de 2026 mantém-se ao nível da feira do ano passado, a rondar os 150 mil euros. De acordo com o responsável da ACISAT, “a feira paga-se a si própria”, gerando receitas ao mesmo nível do valor do investimento para a sua concretização.

A abertura oficial da feira, que tradicionalmente levava os habitantes das localidades situadas fora da malha urbana de Chaves à cidade para se prepararem para o inverno, está marcada para 30 de outubro, às 17h00, no Aquanatur Palace. O primeiro dia inclui ainda arruadas de grupos tradicionais e, à noite, pelas 21h30, a atuação da Belcanto Show Orquestra, no Largo General Silveira.

Sem nunca esquecer aquilo que esteve na génese desta feira, cuja data original ainda não foi encontrada em registos históricos, como conta o presidente da Câmara de Chaves, Nuno Vaz, os produtores e a agricultura não são esquecidos na edição de 2026.

No dia 31 de outubro, a vertente pecuária assume particular destaque, com a Feira do Gado, a partir das 08h00, no Mercado do Gado. Pelas 11h00, junto ao Forte de São Neutel, realizam-se os concursos pecuários, que abrangem as raças bovinas Barrosã, Maronesa e Mirandesa, os suínos de raça Bísara, os ovinos de raça Churra Galega Bragança na Branca e o Cão de Gado Transmontano.

O programa inclui também, às 13h00, o Festival Gastronómico do Polvo, junto ao Forte de São Neutel, uma das influências que vem do lado de lá da fronteira.

Homenagem

A animação musical na Feira dos Santos de 2026 assume o carácter de demonstração de apreço do concelho por um artista local que honra as suas origens. Durante a noite de 31 de outubro, o DJ’s Night Festival assinala os 30 anos de carreira de DJ Wild, que arrecadou prémios internacionais. A noite conta ainda com DJ Fino e DJ Tabuada, a partir das 21h30, no Largo General Silveira.

No dia 1 de novembro, as arruadas voltam a animar a cidade, com a participação de grupos tradicionais e da Banda de Gaitas de Verín.

Ao longo dos três dias, a Feira dos Santos integra ainda uma feira de artesanato, uma exposição de automóveis, no Largo da Lapa, uma exposição de máquinas agrícolas, no Largo do Monumento, e o Stock Out, no centro da cidade, com início diário previsto para as 13h00.

Organizada pela ACISAT, em parceria com o município de Chaves, a Feira dos Santos continua a ser uma referência das tradições e da valorização da identidade cultural de Chaves e de Trás-os-Montes.

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The Pakistani Valley Where People Were Said to Live Past 100 and Descend of Alexander the Great’s Soldiers

30 October 2026 at 07:46
In 1933, the British writer James Hilton published Lost Horizon, the most successful novel of his career. Four years later, Frank Capra turned it into a film that made it even more famous. It tells the story of a diplomat who, after a chain of accidents, ends up in a remote Himalayan monastery called Shangri-La. […]

I'm raising two sets of twins in Vietnam. The chaos suits our family.

30 October 2026 at 04:16
A woman with four children on a motorbike in Ho Chi Minch City, Vietnam.
Marissa Goldstein and her husband moved to Vietnam 10 years ago and are raising two sets of twins in Ho Chi Minh City.

Provided by Marissa Goldstein

  • Marissa Goldstein and her husband traveled to Vietnam for work in 2016 and decided to move there soon after.
  • Now, a mother of two sets of twins, Goldstein says her family of six is happily settled in Ho Chi Minh City.
  • The city's low costs and kid-friendly culture make family life easier — though international school fees are high.

This as-told-to essay is based on a conversation with Marissa Goldstein, a 40-year-old entrepreneur from the Boston area who lives in Ho Chi Minh City. It has been edited for length and clarity.

In 2016, my husband and I flew to Vietnam with our 1-year-old twins and two bags. We told everyone we'd be back in three months.

Ten years later, we have four kids — two sets of twins — and a life in Ho Chi Minh City that I wouldn't trade. We've taken our kids to about 50 countries and spend summers with our families in Boston, then come back to the chaos of a city we love.

A couple with four kids in Vietnam.
They are raising four kids — two sets of twins — in Ho Chi Minh City.

Provided by Marissa Goldstein

Asia had my heart long before Vietnam

I grew up outside Boston. I studied communications at the University of Maryland, and a trip to Thailand during my junior year abroad was my first taste of Asia. I fell in love.

My husband and I met in high school and married after I graduated. I worked in PR and sales, then got my MBA at Babson College. Around 2015, there was an opportunity to help US companies diversify their supply chains away from China, so we started The Timroon Group, a manufacturing and sourcing company focused on Vietnam.

Being home with two babies overwhelmed me. Even though we had an incredible support system, living with my parents in a six-bedroom house in the suburbs. I quickly realized that staying home wasn't for me.

When traveling, though, I felt unstoppable. We headed to Ho Chi Minh City the day after their first birthday.

A family of six in Ha Giang Loop in Vietnam.
The family travels regularly around Vietnam and the region.

Provided by Marissa Goldstein

Vietnam won me over through my kids

I loved it right away, especially how people treat children. We'd bring the twins to dinners and big brunches, and the staff would take them and play. I felt really safe. Within a month, we had friends from all over the world. Three months turned into 18.

When the twins were 18 months old, we took an overnight train to Sapa in northern Vietnam. Hmong women were selling their textiles, and I decided to start my own travel accessories brand, working with women artisans. On that same trip, we decided to have one more child. Soon after, we found out we were having twins again.

In January 2020, we returned to Boston, where I grew Raffi Nova, my textile accessories brand. But by 2022, my husband's business was picking up, and we had the itch to return to Vietnam.

A family of six at an aiport in Boston.
When she travels back to Boston in the summer, she gets surprised by how expensive things are.

Provided by Marissa Goldstein

Ho Chi Minh City works for a family of 6

We live about 15 minutes from the city center. There are a lot of foreigners living here, several international schools, and everything is within a 10-minute drive.

There are good doctors and hospitals, Michelin Guide-rated street food, French bakeries, and plenty of activities for the kids, from taekwondo to tennis.

The cost of living is much lower, though school and housing add up. Housing in our area ranges from about $1,500 a month for a smaller apartment to around $10,000 for a villa. We're somewhere in between, in a five-bedroom serviced apartment.

We spend about $1,000 a month on groceries, buying fruit and vegetables at the local market, and spending more on meat and imported food. A latte at a cute, bougie café is about $2, so I treat my friends to coffee without thinking twice.

We have a live-out helper who we pay about $900 a month. She cleans, preps groceries, and helps with the kids. Health insurance for our family runs under $10,000 a year.

I get serious sticker shock when I go home in the summer. I take the kids out for bagels, and it's $100 or more.

Schooling is by far our biggest cost. International school fees in the city range from about $8,000 to $30,000 per child per school year. We're at the higher end, but we strongly believe in a good education.

With fees for four kids, we probably spend about the same as we would in the US, where we wouldn't have to pay for school. But there, we wouldn't eat out or travel as much.

Western family on two motor bikes in Vietnam.
Goldstein says she thrives on chaos, so Vietnam is the right pick.

Provided by Marissa Goldstein

Being far away is hard, but travel makes up for it

Both our big families live in the Boston suburbs.

There's also the weather: hot, hotter, and wet. In rainy season, it pours at school pickup every single day, even when you're sure it won't. The upside is that the kids need only one wardrobe all year.

I see Vietnam is our launchpad to the world.

Last spring, we spent a night in the jungle in Phong Nha, home to Vietnam's largest cave. We've been to Thailand about 20 times. Last February, we rented an RV and drove around New Zealand's South Island. On a trip to Sri Lanka, the kids learned to surf, and we stayed at a homestay in the mountains.

Traveling as six is hard. Most hotels don't allow four children in a room, and we can't fit in a regular car. Our best trips have never been at nice resorts. They're homestays, campsites, and RVs.

That's probably why this life suits us. I never wanted to say, "This is the house we'll live in for the next 50 years." Predictability scares me. I thrive in chaos, and with two sets of twins, there's always plenty of it — I wouldn't have it any other way.

Read the original article on Business Insider

PM Modi begins two-day Gujarat visit; inaugurates ₹325-crore bovine breeding centre in Banaskantha

The Prime Minister will also visit Ekta Nagar, where the tallest statue of Sardar Vallabhbhai Patel stands, to inaugurate the cultural and tourism festival Bharat Parv 2026 and participate in Narmada aarti, said officials

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