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La suspensión de las fiestas de Halloween en los colegios abre un debate entre familias y profesores: “El luto no se impone”

30 October 2026 at 04:30
Niños disfrazados en Barcelona en una imagen de archivo.

“Estimadas familias y alumnado: Ante los tres días de luto oficial decretados por la Comunidad de Madrid, del 29 al 31 de octubre, tras el accidente ferroviario ocurrido ayer en Urda, os informamos de que queda suspendida la celebración de Halloween prevista para mañana, viernes”. El mensaje del Instituto Ramiro de Maeztu de Madrid pasó de emails a grupos de padres y desembocó en conversaciones familiares sobre el luto, la muerte y la gestión de las frustraciones. Sucedió lo mismo en decenas de centros de primaria y secundaria de toda España. Algunas fiestas locales han sido igualmente suspendidas.

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Más sueldo, menos papeleo y poder elegir a parte de los profesores: el plan de los directores para que sus cargos no se queden vacíos

30 October 2026 at 04:30
La directora del instituto público de Mislata (Valencia) Músic Martín i Soler, Begoña Agudo, habla con estudiantes en septiembre de 2026.

Los directores de centros educativos reclaman una reforma a fondo de un cargo que hoy resulta, advierten, estresante y poco atractivo. Las dos grandes federaciones españolas de directores, Fedeip (primaria) y Fedadi (secundaria), presentan este viernes en el Congreso de los Diputados un informe con una batería de propuestas al que ha tenido acceso EL PAÍS. El documento reclama un aumento de sueldo y una suavización de las diferencias entre lo que hoy cobran en unas y otras comunidades, que alcanzan los 400 euros al mes. Una formación más profunda y un proceso de selección más exigente. Una simplificación de la labor burocrática y un incremento de personal administrativo para poder destinar sus energías al “liderazgo pedagógico”. Y disponer de más autonomía para poder, por ejemplo, decidir el perfil de una parte de la plantilla de profesores, de modo que se ajuste al proyecto educativo del centro, entre otras medidas.

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No topo do ‘ranking’ os exames são o espelho das notas internas

30 October 2026 at 01:49
exames nacionais

Nas escolas com notas mais altas nos exames, a avaliação externa espelha o desempenho dos alunos ao longo do ano e em muitas a diferença para a nota atribuída pelos professores não chega a um valor.

Para milhares de estudantes dos 11.º e 12.º anos, os exames nacionais do secundário marcam o fim de um ciclo e muitos esperam conseguir uma nota próxima da classificação interna, mas nem sempre é fácil alcançar esse objetivo.

Ainda assim, no ano passado, 21 escolas destacaram-se entre 567 públicas e privadas (com dados disponíveis) pela proximidade entre a média nos exames e as notas internas, com uma diferença inferior a um valor.

No Grande Colégio Universal, no Porto, a média dos exames nacionais – a mais alta no ‘ranking’ geral elaborado pela Lusa – foi o espelho quase perfeito das classificações atribuídas pelos professores ao longo do ano.

Com a média das classificações internas finais nos 16,89 valores (numa escala de zero a 20), a diferença para a média na avaliação externa foi de apenas 0,04 valores e, nesta escola, os alunos conseguiram um feito ainda mais “raro”: superar o seu desempenho ao longo do curso, alcançando uma média de 16,93 valores.

Num contexto em que os exames tendem a puxar as notas para baixo face à avaliação contínua, além do Grande Colégio Universal, apenas outras duas escolas conseguiram melhores resultados nas provas.

No Colégio Bartolomeu Dias, em Loures, a diferença entre a média do exame e a nota interna foi de 0,14 valores, e no Colégio de S. Tomás, em Lisboa, os alunos superaram a classificação atribuída pelos professores em 0,57 valores.

À semelhança do colégio do Porto, também estas duas escolas privadas estão entre as mais bem posicionadas no ‘ranking’ geral da Lusa, que ordenou as 570 escolas públicas e privadas com, pelo menos, 100 provas realizadas segundo as melhores médias.

Olhando para a lista das 21 escolas com diferenças inferiores a um valor entre a média dos exames e a média interna, conclui-se que é precisamente nas escolas com melhores resultados nos exames que a avaliação externa melhor reflete o desempenho dos alunos ao longo do curso.

São todas de privadas, 19 dessas escolas estão entre as 30 melhores médias nos exames do secundário realizados no verão de 2025, incluindo oito das escolas no ‘top’ 10 do ‘ranking’.

Pelo contrário, em 79 estabelecimentos de ensino o desfasamento ultrapassou os quatro valores, sendo que a maioria (59%) está entre as pior classificadas, com médias negativas nos exames nacionais.

No fundo da tabela está a Escola Portuguesa da Guiné-Bissau, onde os alunos foram a exame com uma média de 13,95 valores, mas tiveram apenas 6,66 valores nas provas realizadas (menos 7,28 valores).

Em casos semelhantes, o fosso entre a avaliação externa e a avaliação contínua coincide com o fraco desempenho nos exames, como nas escolas secundárias da Baixa da Banheira (Moita), de Odivelas, Gil Vicente (Lisboa), José Cardoso Pires (Loures), Jaime Cortesão (Coimbra), Professor António da Natividade (Mesão Frio), o Real Colégio de Portugal e a Escola Portuguesa do Lubango (Angola), todas entre as 10 médias mais baixas.

Em comparação com os colégios, a diferença entre as notas internas e as dos exames nacionais tende a ser maior nas escolas públicas.

Enquanto na maioria das escolas públicas (68%) as notas dadas pelos professores superaram em, pelo menos, três valores as notas dos exames, no caso dos privados o cenário é inverso e 73% registaram uma diferença abaixo desse valor.

Por outro lado, os dados disponibilizados pelo Ministério da Educação permitem ainda perceber que entre os colégios, só 2,22 valores separam a média interna da média dos exames, uma discrepância maior no universo das escolas públicas, onde a diferença sobe para 3,16 valores.

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