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“A Fazenda”: após eliminação, Giovanna Gold detona Darlin: “Horrível”

30 October 2026 at 17:12

A atriz Giovanna Gold, 62, eliminada de A Fazenda 18 na noite da última quinta-feira (29), afirmou imaginar que permaneceria na disputa após enfrentar a Roça com Maíra Charken, 48, e a empresária Darlin Ferratry, 29, sua principal rival na competição.

“Eu tinha certeza de que a Maíra sairia para o embate comigo e a Darlin continuar”, disse durante sua participação na Cabine da Descompressão.

Na berlinda, Darlin recebeu 27,72% para permanecer no jogo. Enquanto isso, Giovanna teve 27,12%. “A mentira venceu. A raiva, o ódio, a intriga, a calúnia, a inveja e a falsidade venceram”, detonou a ex-Chiquititas.

Ainda no papo, Gold abriu o jogo sobre a rivalidade com a mãe de Lexa ao longo do confinamento. “A Darlin é um escorpião comendo uma cobra. Uma coisa horrível de pessoa. Ela me usou para se promover. Ela é uma pessoa feia por dentro e feia por fora”, disse.

Giovanna também negou qualquer tipo de comportamento excessivo com a peoa. “Ela teve excessos comigo”, garantiu. “Eu pego pesado mesmo. Falei frases pesadas. Meti a família dela, que eu nem conhecia e nem sabia que havia passado por uma tragédia, na briga”, reconheceu.

Advertência por homofobia

A ex-peoa também rebateu a ideia de que tenha sido preconceituosa com a comunidade LGBTQIAP+. “Eu fui chamada de homofóbica. Eu, Giovanna Gold, que vivi os anos 80, ser homofóbica?”, questionou.

“É patético! Tomei uma advertência e isso deixou todo mundo constrangido. Recebi muitos conselhos para recalcular a minha rota e ser politicamente correta. Isso é difícil para mim. Tenho sendo de humor dos tempos de Casseta & Planeta”, concluiu.

E mais: conheça os participantes de A Fazenda 18

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    Peões do "A Fazenda 18" entraram na casa do reality • Record

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“A Fazenda 18”: Giovanna Gold é eliminada com 27,12% dos votos

30 October 2026 at 04:19

A atriz Giovanna Gold recebeu apenas 27,12% dos votos e foi eliminada de “A Fazenda 18” nesta quinta-feira (29). No programa, o participante menos votado pelo público para permanecer na disputa deixa a competição.

A peoa disputou a preferência do público na sexta Roça da edição com Darlin Ferrattry e Maíra Charken. Giovanna entrou na sede como visitante e precisou conquistar uma vaga no elenco oficial da temporada.

“Eu senti falta da Giovanna que entrou na Fazenda, que me divertia, que eu ria (…) Isso foi se desmontando”, disse a apresentadora Adriane Galisteu durante a transmissão ao vivo, ao se despedir da peoa após o anúncio do resultado. Giovanna respondeu que o programa foi “muito pesado, perseguição constante… perdi a conexão total”.

Como foi a participação de Giovanna Gold em “A Fazenda 18”?

Giovanna entrou no reality como visitante e, posteriormente, tornou-se uma peoa oficial. Ela recebeu 44,14% dos votos do público, sendo a mais votada entre os quatro visitantes.

A participante protagonizou a primeira grande briga da temporada com a empresária Darlin Ferrattry. O desentendimento começou depois que Darlin se irritou com Giovanna por ela ter jogado pingos de água em seu rosto. Mais tarde, antes da tradicional Prova do Fazendeiro, a atriz vetou a empresária da atividade, o que provocou uma nova reação da mãe de Lexa: “Gente má é assim!”.

Na manhã seguinte, Darlin acusou Giovanna de ter jogado lixo nela, enquanto a atriz acusou a empresária de agressão e chegou a acionar a produção. “Produção! Me encostou, me encostou, produção!”, gritou.

Após Giovanna entrar na piscina, Darlin continuou confrontando a rival: “Agora chega! Para de me desrespeitar, não é legal. Para! Chega! Comigo você não vai mais fazer isso. Mentirosa, maldosa!”. Giovanna respondeu com uma provocação: “Eu não queria brigar, eu queria essa cara na minha mão! Fofoqueira!”. Darlin ameaçou entrar na piscina, mas foi contida por outros participantes do reality.

Ariela Carasso também se desentendeu com Giovanna Gold no segundo dia do programa. A discussão começou quando a diretora de eventos foi interrompida pela atriz enquanto fazia perguntas sobre a alimentação dos animais. Giovanna pediu que ela ficasse quieta para que a explicação pudesse continuar.

Como foi formada a sexta Roça?

A formação da berlinda começou na noite de terça-feira (27). O então Fazendeiro Thaíde indicou Darlin diretamente para o primeiro banco.

Na votação da sede, Giovanna recebeu nove votos e foi a mais votada pelos participantes. Em seguida, a peoa puxou Maíra da Baia, colocando-a no terceiro banco.

Na dinâmica do Resta Um, Eduarda acabou sobrando e ocupou inicialmente a quarta vaga. No entanto, Mônica, que estava com o Poder Vermelho do Lampião, utilizou a vantagem para substituir Eduarda por Ana Bruna.

Com o direito de vetar uma das adversárias da Prova do Fazendeiro, Ana Bruna escolheu Giovanna, que foi enviada diretamente à votação popular.

Com a vitória de Ana Bruna na disputa de quarta-feira (28), a sexta Roça foi oficialmente definida: as três roceiras Darlin, Giovanna e Maíra se enfrentaram pela permanência no programa.

A Fazenda: veja os ganhadores de todas as edições

Fonteles nega que tenha tratado sobre cargos “com Lula ou qualquer pessoa”

30 October 2026 at 00:33

O governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), negou nesta quinta-feira (29) ter discutido a possibilidade de ocupar um cargo no próximo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em publicação no X, o petista afirmou que também não conversou sobre a política econômica do futuro governo.

“Reforço o que disse em algumas entrevistas: nunca tratei com o Presidente Lula ou com qualquer outra pessoa (seja familiar, amigo, aliado ou adversário) sobre cargos no seu próximo mandato e muito menos sobre política econômica”, escreveu.

Fonteles também disse que não saber de uma eventual viagem de Lula ao Piauí. “Informo também que não tenho conhecimento sobre nenhuma visita do Presidente ao nosso Estado”, acrescentou.

Na mesma mensagem, o governador comemorou sua participação na campanha presidencial e o desempenho dos aliados no estado. Fonteles passou a integrar o núcleo mais próximo das decisões do presidente reeleito no segundo turno, após garantir o cargo novamente no governo piauiense.

“Fico muito feliz em ter dado uma modesta contribuição para essa virada espetacular no segundo turno das eleições presidenciais, garantindo a nossa democracia, a nossa soberania e os direitos sociais do nosso povo”, afirmou.

Cotado para a Fazenda

Como mostrou a CNN Brasil, Fonteles é um dos nomes considerados para assumir o Ministério da Fazenda no quarto mandato de Lula. Segundo aliados, o governador sinalizou disposição para integrar a Esplanada caso fosse convidado pelo presidente. Sua atuação na comunicação da campanha durante o segundo turno ampliou a proximidade com o petista e fortaleceu seu nome nas discussões sobre a futura equipe.

Antes de chegar ao governo estadual, Fonteles comandou a Secretaria da Fazenda do Piauí e presidiu a Comsefaz, comitê que reúne os secretários estaduais da área. Ele é formado em matemática e mestre em economia matemática. Na terça-feira (27), o atual ministro da Fazenda, Dario Durigan, classificou o governador como um “excelente nome”.

 

“A Fazenda 18”: peoas empatam para ficar no reality em parcial da enquete

29 October 2026 at 22:43

Nesta quinta-feira (29) acontece a sexta eliminação do reality show “A Fazenda”. A Roça, exclusivamente formada por mulheres — Darlin, Giovanna e Maíra —, terá o resultado revelado nesta noite.

De acordo com a parcial da enquete feita pela CNN Brasil, Darlin e Maíra são as favoritas para ficar no programa, com 37%, enquanto Giovanna é a mais votada para deixar a casa.

Leia Mais:

Como a Roça foi formada?

Na quarta-feira (28), Darlin, Maíra e Ana Bruna participaram da Prova do Fazendeiro. O desafio exigiu concentração e percepção de tempo para completar um circuito de obstáculos o mais próximo possível da marca de três minutos.

Ana Bruna levou a melhor, registrando 3 minutos e 10 segundos, e conquistou o chapéu de Fazendeira, escapando da Roça.

Com o resultado, Darlin e Maíra permaneceram na berlinda ao lado de Giovanna, que havia sido vetada da prova e já estava confirmada na votação popular.

Conhecida por protagonizar conflitos e discussões ao longo da temporada, Giovanna pode deixar o programa caso a parcial se confirme. A disputa, porém, segue aberta até a divulgação do resultado oficial.

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CMN amplia em R$ 2 bi limite de crédito a estados e municípios

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Os estados, os municípios e o Distrito Federal terão R$ 2 bilhões adicionais para pegarem emprestados no sistema financeiro até o fim do ano. Em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) elevou, de R$ 28,625 bilhões para R$ 30,625 bilhões, o limite global de operações de crédito para os governos locais.

Em nota, o Ministério da Fazenda informou que a medida busca ampliar a capacidade de estados e municípios de obter empréstimos para financiar projetos e outras despesas autorizadas, tanto com garantia da União quanto sem essa garantia.

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Segundo o governo, a ampliação foi possível após um levantamento da Secretaria do Tesouro Nacional identificar recursos fiscais nos estados previstos para 2026 que não devem ser usados até o fim do ano.

Como funciona a medida

Os limites definidos pelo CMN estabelecem quanto os governos estaduais e municipais podem contratar em operações de crédito dentro das regras fiscais aplicáveis.

Na prática, a ampliação permite que esses entes tenham mais espaço para buscar financiamentos, desde que cumpram as exigências legais e fiscais para contratar os empréstimos.

Existem duas modalidades principais:

  • Crédito com garantia da União: o governo federal oferece uma garantia ao credor caso o estado ou município não cumpra as obrigações do empréstimo. Essa garantia pode facilitar o acesso ao financiamento, mas depende do atendimento aos critérios exigidos;
  • Crédito sem garantia da União: o próprio estado ou município assume a obrigação perante o credor, sem garantia federal para a operação.

A resolução amplia os limites disponíveis para as duas modalidades.

Novos limites de crédito

A distribuição dos R$ 2 bilhões adicionais ficou definida da seguinte forma:

  • Operações com garantia da União: aumento de R$ 1,5 bilhão, de R$ 8,5 bilhões para R$ 10 bilhões.
  • Operações sem garantia da União: aumento de R$ 500 milhões, de R$ 6,5 bilhões para R$ 7 bilhões.

Com isso, os sublimites destinados a essas operações passam a somar R$ 17 bilhões.

Os demais limites definidos pelo CMN permanecem inalterados.

De onde vêm os recursos

A ampliação foi baseada em um levantamento da Secretaria do Tesouro Nacional junto aos entes que participam de programas de acompanhamento e ajuste fiscal.

O estudo identificou cerca de R$ 7,87 bilhões em espaço fiscal sem perspectiva de utilização até o fim de 2026. Esse espaço corresponde à margem disponível dentro dos limites fiscais e de crédito já estabelecidos.

Desse total, R$ 5 bilhões haviam sido destinados anteriormente por meio de duas resoluções do CMN, uma de agosto, que liberou R$ 3 bilhões, e uma de setembro, que liberou R$ 2 bilhões.

Restava um saldo estimado de R$ 2,87 bilhões em espaço fiscal. A nova resolução destina mais R$ 2 bilhões desse montante à ampliação dos limites de crédito para estados, Distrito Federal e municípios.

Segundo o governo, a mudança ocorre porque os limites disponíveis para as operações de crédito de governos locais estavam praticamente esgotados.

Outros limites mantidos

A resolução não altera os valores reservados a outras modalidades de crédito e órgãos públicos. Permanecem os seguintes limites:

  • Novo PAC com garantia da União: R$ 2,8 bilhões;
  • Novo PAC sem garantia da União: R$ 2,2 bilhões.
  • Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos: R$ 8 bilhões;
  • Órgãos e entidades da União: R$ 625 milhões.

O Novo PAC é o Programa de Aceleração do Crescimento, iniciativa federal que reúne investimentos em infraestrutura e outras áreas.

O que muda na prática

Com o aumento do limite, estados e municípios passam a contar com maior margem para contratar financiamentos ainda em 2026. Isso pode facilitar a obtenção de recursos para investimentos e projetos públicos, conforme as regras aplicáveis a cada operação.

A medida, porém, não significa que os R$ 2 bilhões serão transferidos diretamente aos governos regionais. O valor corresponde ao aumento do limite autorizado para operações de crédito. Cada ente ainda precisa contratar o financiamento e atender às exigências legais, fiscais e financeiras.

A resolução entra em vigor na data da sua publicação.

Quem compõe o CMN

O Conselho Monetário Nacional é o órgão responsável por estabelecer diretrizes para as políticas monetária, creditícia e cambial do país.

Presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o colegiado também é composto pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

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