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20 minutos chegaram para tirar €5,6 mil milhões da Binance: o que se sabe sobre o maior roubo de criptomoedas de sempre?

30 October 2026 at 14:27

A maior plataforma de negociação de criptomoedas do mundo perdeu cerca de 6,3 mil milhões de dólares num ataque informático que as empresas de análise de blockchain atribuem à Coreia do Norte. Como são afetados os clientes?

Bolsas de NY caem diante de preocupações sobre gastos com IA

30 October 2026 at 14:39

As bolsas americanas caem em sua maioria nesta sexta-feira (30), a medida que o plano agressivo de gastos com IA da Amazon e o alerta da Intel sobre o consumo de caixa intensificaram preocupações dos investidores com os custos de construção da infraestrutura de IA e o prazo de retorno do investimento. O Nasdaq cede a seu nível mais baixo em mais de três meses.

Às 10h53 (horário de Brasília), o Índice Dow Jones Industrial Average caía 0,39%, para 52.139,41 pontos. O S&P 500 perdia 1,22%, para 7.626,38 pontos, enquanto o Nasdaq Composite tinha queda de 2,21%, para 25.606,33.

A Amazon.com recuou 2% depois que a empresa divulgou uma forte saída de caixa no terceiro trimestre e sinalizou mais um aumento nos gastos de capital no próximo ano, além dos gastos já elevados. A empresa recuperou grande parte das perdas registradas no pré-mercado.

A Intel despencou mais de 30%, caminhando para sua maior perda em um único dia já registrada, depois que a fabricante de chips alertou que queimará caixa este ano devido a um mercado fraco de computadores pessoais, obstáculos na fabricação e gastos pesados para expandir a produção.

A queda provocou uma onda de vendas em ações globais do setor de chips, com a Nvidia caindo 3% e a AMD recuando 9,3%. O índice mais amplo do setor de chips registrou queda de 5,7%. As fabricantes de servidores Dell e HP perderam cerca de 9% cada uma.

A Amazon e a Intel caminham para perder cerca de US$ 200 bilhões em valor de mercado combinado, caso as perdas se mantenham, com o Nasdaq-100 podendo perder pouco mais de US$ 1 trilhão. O índice deve perder mais de US$ 2 trilhões neste mês.

As quedas acontecem também em dia preocupante para o mercado de cripto. Hackers roubaram mais de US$ 6 bilhões em criptomoedas nesta quinta-feira (29), estabelecendo um novo recorde para o maior assalto do tipo já registrado.

Diversos investigadores apontaram a Coreia do Norte como possível responsável pelo ataque à maior corretora de criptoativos do mundo, a Binance Global.

Nessa toada, os principais ativos apresentavam queda expressiva. Pela manhã, o Bitcoin – um dos ativos mais conhecidos do mundo -, cedia 1,50%, cotado a US$ 77.624 (R$ 417.610). Antes disso, a moeda chegou a ceder mais de 2%.

Enquanto isso, a Ethereum tinha queda de 3,27%, a US$ 2.244,6 (R$ 12.080).

*Com informações da Reuters

20 minutos chegaram para tirar €5,6 mil milhões da Binance: o que se sabe sobre o maior roubo de criptomoedas de sempre?

30 October 2026 at 14:27

A maior plataforma de negociação de criptomoedas do mundo perdeu cerca de 6,3 mil milhões de dólares num ataque informático que as empresas de análise de blockchain atribuem à Coreia do Norte. Como são afetados os clientes?

Binance Brasil diz que fundos estão seguros após ataque hacker bilionário

30 October 2026 at 14:01

A representante da Binance no Brasil confirmou, na manhã desta sexta-feira (30), que os fundos de seus clientes permanecem seguros. A nota foi publicada na rede social X, diante das incertezas em relação à segurança da empresa global após o registro de um ataque hacker na véspera.

“Além de observar os requisitos de segregação estabelecidos pelo Banco Central do Brasil, os ativos virtuais são mantidos em cold wallets (carteiras frias), agregando uma camada adicional de segurança e reforçando o compromisso da BBrasil SPSAV (entidade da Binace no Brasil) com a proteção dos ativos de seus clientes”, afirmou a empresa de cripto.

Ainda que não tenham sido afetados, a Binance Brasil afirmou que os saques de ativos virtuais estão temporariamente suspensos enquanto a empresa realiza uma verificação mais minuciosa de segurança. Os demais serviços da plataforma continuam operando normalmente.

Na quinta-feira (29), a Binance Global informou seus usuários que estaria investigando um potencial “problema de segurança” em sua plataforma. Parte das negociações foram suspensas.

A empresa informou que congelou US$ 2,54 bilhões até o momento, e que o montante pode subir à medida que suas equipes trabalham junto de forças policiais, emissores, empresas de inteligência em blockchain e parceiros da indústria para rastrear e travar ativos adicionais.

O total de ativos roubados pelos hackers ultrapassam os US$ 6 bilhões, um novo recorde para o maior assalto do tipo já registrado. A maior parte do roubo ocorreu em cerca de 20 minutos, conforme mostram os registros da blockchain, começando pouco depois das 20h GMT de quinta-feira (29).

Diversos investigadores apontaram a Coreia do Norte como a possível responsável pelo ataque. Os invasores conseguiram acessar carteiras digitais mantidas na Binance, que hoje é a maior corretora de criptomoedas do mundo.

O co-CEO Richard Teng afirmou que a investigação da Binance ainda não identificou os atacantes, enquanto a Coreia do Norte nega rotineiramente qualquer envolvimento em ataques cibernéticos e roubos de criptomoedas.

*Com informações da Reuters

Golpe de pagamento: o que fazer ao receber uma ligação do banco

Da falida Mt. Gox até à Binance. Os maiores ciberataques de sempre nas criptomoedas

30 October 2026 at 12:29

A bolsa de criptomoedas Binance sofreu esta quinta-feira um ciberataque que está a ser descrito como o maior de sempre nas moedas virtuais, que resultou num prejuízo estimado em 6,3 mil milhões de dólares (cerca de 5,6 mil milhões de euros) e levou ao congelamento de mais de 2,5 mil milhões de dólares (cerca de 2,25 mil milhões de euros) de forma a evitar a retirada de fundos pelos hackers.

A maior plataforma digital de criptomoedas do mundo vai-se chegar à frente para cobrir “todas as perdas decorrentes do ataque”, que teve uma magnitude quatro vezes superior ao da Bybit, em fevereiro de 2025. Nos últimos 15 anos, este setor sofreu uma série de furtos, continuando a levantar questões sobre a segurança do dinheiro dos clientes.

Segundo a agência Reuters, os ciberataques evidenciam as vulnerabilidades da blockchain e das finanças descentralizadas, na qual os utilizadores emprestam, pedem e depositam tokens digitais e contornam os intermediários tradicionais do sistema financeiro, como bancos e empresas de trading.

O especialista em cibersegurança Georgy Kucherin, investigador sénior na Kaspersky, diz que ainda não se pode excluir a hipótese de terem sido exploradas vulnerabilidades. “Estes incidentes mostram que as plataformas de negociação de criptomoedas não estão imunes a ciberataques. Podem ser comprometidas através de diversos vetores, e tanto os sistemas internos como as dependências externas podem servir de superfícies de ataque”, afirma o analista, lembrando que ainda na quarta-feira os utilizadores da Polymarket foram afetados por um ataque.

O portátil de um engenheiro informático terá sido o ponto de entrada dos cibercriminosos na Binance. A maioria dos fundos foi transferida em cerca de 20 minutos.

O investigador da Kaspersky explica que o portátil comprometido de um engenheiro de desenvolvimento e operações (DevOps) da Binance poderá ter permitido a um atacante aceder a um sistema de serviço e submeter transações de levantamento não autorizadas.

Para a empresa de cibersegurança Check Point Software, o “incidente evidencia a necessidade de proteger toda a cadeia de autorização de operações”, desde os equipamentos dos trabalhadores com acessos privilegiados até aos serviços que validam e executam as suas instruções. “O ataque à Binance terá permitido desviar entre 6,3 e 6,36 mil milhões de dólares em criptoativos através de dez redes blockchain. Segundo a TRM Labs, a maioria dos fundos foi transferida em cerca de 20 minutos”, revela a tecnológica norte-americana.

Quais os maiores ciberataques a plataformas de criptomoedas?

  • Fevereiro de 2025 – A bolsa de criptomoedas Bybit, corretora de criptomoedas, registou 1,5 mil milhões de dólares (cerca de 1,3 mil milhões de euros à cotação atual) em tokens digitais furtados. As criptomoedas foram retiradas de uma “carteira fria” (wallet geralmente armazenada offline e, portanto, supostamente mais segura) que era utilizada para tokens Ether.
  • Março de 2022 – A rede Ronin Network, que permite a transferência de criptomoedas entre diferentes blockchains, sofreu um furto de aproximadamente 540 milhões de dólares (na ordem dos 482 milhões de euros) de um projeto blockchain ligado ao jogo online Axie Infinity. Os hackers roubaram cerca de 173.600 tokens Ether e 25,5 milhões de tokens USD Coin (USDC).
  • Fevereiro de 2022 – A Wormhole, uma plataforma de finanças descentralizadas que movimenta ativos, dados e aplicações através de mais de 45 blockchains, teve um assalto de 320 milhões de dólares (286 milhões de euros) em que os hackers roubaram 120 mil tokens digitais ligados à segunda maior criptomoeda do mundo, a Ether. A norte-americana Jump Trading, que no ano anterior havia comprado a empresa por detrás da Wormhole, depois repôs os fundos.
  • Agosto de 2021 – A rede Poly Network, que agiliza transações de tokens, sofreu um ataque a 610 milhões de dólares (545 milhões de euros), embora os cibercriminosos depois tivessem devolvido quase todos os fundos.
  • Janeiro de 2018 – A corretora Coincheck, com sede em Tóquio, sofreu um assalto a uma das “carteiras quentes” (carteira armazenada online) com o objetivo de drenar os fundos, culminando em 530 milhões de dólares (473 milhões de euros) impactados. À data, a Coreia do Sul culpou um grupo de hackers norte-coreanos.
  • 2011-2014 – Também de Tóquio, a bolsa de criptomoedas Mt. Gox foi alvo de um dos primeiros e mais mediáticos ataques informáticos neste mundo das moedas digitais. Ao longo de três anos, foram furtadas bitcoins no valor de quase 500 milhões de dólares (447 milhões de euros). A Mt. Gox, que chegou a processar cerca de 80% das transações globais de bitcoin, declarou insolvência no início de 2014, após o ciberataque no qual aproximadamente 24 mil clientes perderam acesso ao seu dinheiro.

Caso Binance: Como ocorreu o maior roubo da história das criptomoedas

30 October 2026 at 11:51

Hackers roubaram US$ 6,3 bilhões da Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo, em um roubo de ativos digitais recorde .

Eis o que sabemos até agora:

O que aconteceu?  

Cerca de US$ 6,3 bilhões em criptomoedas foram retirados de carteiras que a Binance usa para processar transações, de acordo com a exchange e análises de especialistas em registros da blockchain.

A Binance afirmou em um comunicado na plataforma X que inicialmente pensou que o ataque tivesse envolvido um laptop comprometido.

“No entanto, nossa investigação subsequente descobriu pontos de violação adicionais”, acrescentou, sem dar mais detalhes.

De acordo com o site da corretora, ela opera um fundo de ativos seguro para os usuários, uma reserva de US$ 1 bilhão em bitcoins destinada a proteger os clientes em caso de violação de segurança.

O co-CEO Richard Teng afirmou que as perdas seriam cobertas pelo fundo e pelos recursos da empresa.

Segundo a empresa americana de análise de blockchain TRM Labs , os atacantes comprometeram a “infraestrutura de assinatura” da Binance, que autoriza transações, permitindo que eles emitissem instruções que esvaziaram as carteiras afetadas.

A maior parte do roubo ocorreu em cerca de 20 minutos, conforme mostram os registros da blockchain, começando pouco depois das 20h GMT de quinta-feira (29).

Após a movimentação dos fundos, os atacantes correram para transferi-los para um local fora do alcance das contrapartes da Binance e dos emissores de stablecoins, que congelaram aproximadamente metade dos ativos roubados.

Uma característica incomum de algumas criptomoedas, incluindo as principais stablecoins como USDT da Tether e USDC da Circle, é que seus emissores podem congelá-las remotamente.

“Em termos leigos, o atacante pode não ter roubado a chave do cofre, mas sim sequestrado o sistema que instrui o cofre a liberar o dinheiro”, disse Joshua Chu, um advogado de Hong Kong que trabalha com casos envolvendo criptomoedas.

Quem está por trás disso? 

Diversas empresas americanas de análise de blockchain afirmaram que o ataque apresenta semelhanças com operações anteriores atribuídas a hackers norte-coreanos.

Teng afirmou que a investigação da Binance ainda não identificou os atacantes, enquanto a Coreia do Norte nega rotineiramente qualquer envolvimento em ataques cibernéticos e roubos de criptomoedas.

A missão diplomática da Coreia do Norte em Genebra e a embaixada na China não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

A TRM afirmou que a violação compartilhava características com o ataque do ano passado à corretora de criptomoedas Bybit, que o FBI atribuiu a hackers norte-coreanos.

A empresa disse estar altamente confiante de que o mesmo grupo estava por trás do roubo da Binance.

A Chainalysis afirmou que os fundos roubados em um ataque no mês passado contra a Bitget estavam sendo misturados com os lucros da violação de segurança da Binance.

Onde está o dinheiro?

Aproximadamente metade dos ativos roubados eram stablecoins que, desde então, foram congeladas por emissores como Tether, Circle, Ripple e World Liberty Financial, o empreendimento de criptomoedas da família Trump.

Isso não significa que as moedas serão devolvidas à Binance, mas limita significativamente a capacidade dos atacantes de convertê-las em dinheiro.

A TRM afirmou que parte dos fundos já havia sido depositada como garantia para empréstimos em ether e estimou que cerca de US$ 2,4 bilhões em bitcoin e ether estão fora de alcance.

“Nenhuma empresa emite bitcoin ou ether e nenhuma empresa pode congelar nenhum dos dois”, disse Patrick Tan, consultor jurídico da ChainArgos, uma empresa de inteligência em blockchain em Singapura.

“Os bitcoins e ethers só podem ser bloqueados se o atacante os enviar para uma corretora ou exchange de criptoativos que seja capaz e esteja disposta a congelá-los, ou se as autoridades policiais obtiverem as chaves privadas.”

Participantes do mercado disseram que os atacantes provavelmente misturariam as moedas roubadas com outros ativos ou usariam moedas e corretoras menos conhecidas para tentar movimentar os recursos obtidos ilegalmente.

“Quanto mais tempo passa, menor a probabilidade de conseguirem transferir esses fundos para outras corretoras ou provedores de pagamento — eles essencialmente entram para a lista negra”, disse Bernardo Brites, CEO da Trace Finance, uma empresa de infraestrutura de stablecoins.

“Na realidade, grande parte dos lucros de ataques cibernéticos… (só podem ser lavados) nas primeiras horas, mas depois disso, há muitos participantes diferentes que sabem que esses fundos estão marcados… e geralmente ficam lá parados por anos.”

E agora?

O roubo é o mais recente de uma série de grandes violações de ativos digitais. Segundo a TRM Labs, os invasores roubaram US$ 2,9 bilhões em criptomoedas em quase 150 incidentes no ano passado.

O ataque também abalou a confiança no setor. As criptomoedas caíram na sexta-feira e o valor total de mercado das stablecoins diminuiu, sugerindo que os investidores estavam retirando dinheiro de ativos digitais.

Criptomoedas têm forte queda após ataque hacker contra a Binance

30 October 2026 at 11:44

Um ataque cibernético balançou o mercado de criptomoedas nesta sexta-feira (30), após a Binance informar nas redes sociais que estava investigando um “problema de segurança” em sua plataforma. A corretora de cripto sinalizou também que congelou US$ 2,54 bi em ativos.

De acordo com informações obtidas pela CNN Internacional, o total de ativos roubados pelos hackers ultrapassam os US$ 6 bilhões, um novo recorde para o maior assalto do tipo já registrado.

Com a notícia, as principais criptomoedas do mundo tinham queda expressiva. Pela manhã, o Bitcoin – um dos ativos mais conhecidos do mundo -, cedia 1,50%, cotado a US$ 77.624 (R$ 417.610). Antes disso, a moeda chegou a ceder mais de 2%.

Enquanto isso, a Ethereum tinha queda de 3,27%, a US$ 2.244,6 (R$ 12.080).

Diversos investigadores apontaram a Coreia do Norte como a possível responsável pelo ataque. Os invasores conseguiram acessar carteiras digitais mantidas na Binance, que hoje é a maior corretora de criptomoedas do mundo.

“Estamos trabalhando sem parar para resolver este problema. A Binance cobrirá todas as perdas. […] Estamos trabalhando 24 horas por dia e compartilharemos um relatório completo pós-incidente assim que a investigação for concluída”, escreveu a empresa na rede social X.

Segundo a Binance, os recursos dos usuários estão seguros, e a sede nos Estados Unidos afirmou que suas operações não foram afetadas pelo “incidente de segurança”.

“Somos uma plataforma separada e independente, e os fundos e serviços dos clientes estão seguros e funcionando normalmente”, diz a conta da operação norte-americana no X.

*Com informações da CNN Internacional

Bitcoin supera US$ 80 mil pela 1ª vez com otimismo por governo Trump

 

Binance alvo de ciberataque nas criptomoedas. Desvio superior a 5,5 mil milhões

By: ZAP
30 October 2026 at 11:30
A plataforma de negociação de criptomoedas Binance revelou, esta quinta-feira, ter sido alvo de um ataque informático que poderá constituir o maior roubo da história do setor, com um impacto estimado em 6,3 mil milhões de dólares (5,6 mil milhões de euros). Especialistas em análise de blockchain apontam a Coreia do Norte como provável responsável pelo ataque. A empresa conseguiu congelar cerca de 3 mil milhões de dólares (aproximadamente 2,7 mil milhões de euros) em ativos, numa tentativa de impedir a movimentação dos fundos desviados. As empresas de análise de blockchain TRM Labs e Chainalysis acompanharam o incidente e os

Binance, alvo de maior ciberataque de sempre, congela contas

30 October 2026 at 09:27
A Binance foi alvo de um ciberataque de larga escala. Congelou as contas avaliadas em 2,7 mil milhões de euros. Mas garante que não há indícios de que contas individuais tenham sido desfalcadas.

© Bloomberg via Getty Images

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