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- Israel: oposición busca alianzas tras elecciones en que ningún partido logró mayoría
Benjamin Netanyahu's Party Says Israeli Election Was ‘Stolen by Arab Parties’
Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu’s Likud party complained on Wednesday that this week's tumultuous election was “stolen by Arab parties that support terrorism and the elimination of the Jewish state.”
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- Netanyahu's party claims Israeli election 'stolen' as results show him losing majority
Netanyahu's party claims Israeli election 'stolen' as results show him losing majority

What Israeli Election Results Reveal About the Electorate

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Polymarket Is Investigating Suspicious Bets on Israeli Election

© Chris McGrath/Getty Images
- The Times of Israel
- With all votes counted, Netanyahu’s bloc has 53 seats, Eisenkot’s 48, Arab parties 19
With all votes counted, Netanyahu’s bloc has 53 seats, Eisenkot’s 48, Arab parties 19

No Clear Winner in Israel Election, Final Results Show

© Alexi J. Rosenfeld/Getty Images
Eleição de Israel: Veja resultado final e como Parlamento será dividido
O Comitê Central de Eleições de Israel divulgou nesta quinta-feira (29) o resultado final da votação para o Parlamento do país. Ele ainda será certificado em 4 de novembro e está sujeito a “pequenas alterações”, segundo as autoridades.
O partido Likud, de Benjamin Netanyahu, continua sendo a maior legenda no Parlamento, tendo conquistado 27 cadeiras. O Yashar, de Gadi Eisenkot, principal rival do primeiro-ministro, ficará com 21.
O bloco do premiê conquistou um total de 53 cadeiras, mas ficou aquém de assegurar a maioria, que seria de 61 cadeiras — o Knesset tem, ao todo, 120 lugares.
Por sua vez, a oposição também falhou na tentativa de conquistar maioria: o bloco assegurou 48 assentos.
Os partidos árabes, agrupados na Lista Conjunta e no Ra’am, conseguiram um resultado expressivo, com 19 cadeiras. Assim, podem ser importantes para as alianças de formação de novo governo.
Veja como ficará a distribuição do Parlamento de Israel:
- Likud: 27 cadeiras
- Yashar!: 21 cadeiras
- B’Yachad: 12 cadeiras
- Lista Conjunta: 11 cadeiras
- Os Democratas: 8 cadeiras
- Ra’am: 8 cadeiras
- Yisrael Beiteinu: 7 cadeiras
- Otzma Yehudit: 7 cadeiras
- Yahadut HaTorah: 7 cadeiras
- Shas: 6 cadeiras
- Religious Zionism: 6 cadeiras
Ao todo, 5.716.665 votos foram contabilizados. Destes, 5.690.778 foram considerados válidos, enquanto 25.887 votos foram invalidados.
O comparecimento de eleitores às urnas foi o mais alto em décadas, com 77,9%.
Veja o número de votos por partido
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Likud, partido de Netanyahu, lidera com 1.167.458 votos válidos (20,52%)
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Yashar, partido de Gadi Eisenkot, com 913.502 votos (16,05%)
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Juntos, partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, com 531.414 votos (9,34%)
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Lista Conjunta, aliança de partidos árabes, com 500.147 votos (8,79%)
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Os Democratas, partido liderado por Yair Golan, com 366.352 votos (6,44%)
- Yisrael Beytenu, de Avigdor Lieberman, com 337.413 votos (5,93%)
- Ra’am (Lista Árabe Unida), com 337.253 votos (5,93%)
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Otzma Yehudit, partido de Itamar Ben-Gvir, com 326.624 votos (5,74%)
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Judaísmo Unido da Torá, com 312.604 votos (5,49%)
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Shas, partido religioso sefardita, com 299.506 votos (5,26%)
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Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich, e Zehut, de Moshe Feiglin, com 290.451 votos (5,10%)
O que acontece agora?
Depois que os resultados forem certificados, o processo eleitoral passa para o presidente de Israel, Isaac Herzog.
Em uma série de reuniões em Jerusalém, Herzog iniciará uma rodada de consultas durante a qual cada partido eleito recomendará seu candidato ao cargo de primeiro-ministro.
Com base nessas recomendações, o presidente encarregará um dos candidatos com a tarefa de tentar formar um governo.
Depois de receber a incumbência, o candidato iniciará semanas de negociações políticas sobre cargos ministeriais, prioridades orçamentárias e compromissos de governo.
Essa pessoa designada pelo presidente terá um prazo de 28 dias — provavelmente prorrogável por mais 14 dias — para formar um governo.
Se não conseguir, o presidente israelense passará a incumbência a outro candidato, que terá mais quatro semanas.
Se essa segunda tentativa também fracassar, o Parlamento terá um curto prazo para apresentar outro candidato. Caso isso não aconteça, o país irá automaticamente a novas eleições.
Eleições em Israel: Bloco de Netanyahu não conquista maioria no Parlamento
A coalizão do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não conseguiu obter maioria no Knesset, o Parlamento de Israel, nas eleições gerais do país.
O bloco formado por partidos de direita e ultraortodoxos obteve 53 cadeiras, abaixo das 61 necessárias para formar a maioria.
Os resultados finais foram divulgados pela Comissão Central de Eleições de Israel, após a conclusão da contagem dos votos e a revisão dos dados.
Leia Mais:
Já Likud, partido do primeiro-ministro, liderou a disputa, conquistando 27 das 120 cadeiras do Knesset.
O partido foi o mais votado, seguido pelo Yashar, do ex-chefe militar e principal rival de Netanyahu, Gadi Eisenkot, que garantiu 21 assentos. O Juntos, do ex-premiê, Naftali Bennett, por sua vez, conquistou 12 cadeiras, enquanto a Lista Conjunta, da aliança de partidos árabes, ficou com 11.
Os Democratas e o Ra’am terão oito representantes cada. Já o Yisrael Beytenu, o Otzma Yehudit e o Judaísmo Unido da Torá conquistaram sete cadeiras cada. O Shas e o Sionismo Religioso ficaram com seis assentos cada.
Ao todo, 11 listas de candidatos conseguiram superar a cláusula de barreira (de 3,25% dos votos) e terão representantes no Parlamento israelense. As demais candidaturas não atingiram o percentual mínimo exigido para conquistar cadeiras.
Segundo a Comissão Central de Eleições, o comparecimento às urnas foi de 77,9%. Foram contabilizados 5.716.665 votos, dos quais 5.690.778 foram considerados válidos e 25.887, inválidos.
Veja o número de votos por partido
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Likud, partido de Netanyahu, lidera com 1.167.458 votos válidos (20,52%)
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Yashar, partido de Gadi Eisenkot, com 913.502 votos (16,05%)
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Juntos, partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, com 531.414 votos (9,34%)
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Lista Conjunta, aliança de partidos árabes, com 500.147 votos (8,79%)
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Os Democratas, partido liderado por Yair Golan, com 366.352 votos (6,44%)
- Yisrael Beytenu, de Avigdor Lieberman, com 337.413 votos (5,93%)
- Ra’am (Lista Árabe Unida), com 337.253 votos (5,93%)
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Otzma Yehudit, partido de Itamar Ben-Gvir, com 326.624 votos (5,74%)
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Judaísmo Unido da Torá, com 312.604 votos (5,49%)
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Shas, partido religioso sefardita, com 299.506 votos (5,26%)
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Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich, e Zehut, de Moshe Feiglin, com 290.451 votos (5,10%)
O que acontece agora?
As autoridades israelenses têm até o dia 4 de novembro para certificar os resultados. Enquanto isso, o presidente israelense, Isaac Herzog, realizará uma rodada de consultas com todos os principais líderes partidários.
Na sequência, ele convidará os líderes que, em sua avaliação, possuem as maiores chances de formar um governo. Esse processo pode levar semanas.
O primeiro líder designado tem 28 dias para formar um governo, com a possibilidade de uma prorrogação de 14 dias caso não consiga fazê-lo.
Se o primeiro candidato não obtiver sucesso, o presidente pode transferir a incumbência para um segundo candidato, que terá 28 dias para formar um governo.
Caso a segunda tentativa também fracasse, a maioria dos membros do Knesset pode solicitar ao presidente que encarregue um terceiro candidato, que terá, então, 14 dias para montar uma coalizão.
Se tudo isso falhar, haverá uma nova eleição.
(Com informações de Kara Fox e Tal Shalev, da CNN)
Knesset, Likud: Entenda os principais termos da eleição de Israel
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