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Kim Jong-un quer "superioridade absoluta" nos drones

30 October 2026 at 09:21
Em escalada de tensões com a Coreia do Sul, Kim apelou ao desenvolvimento de armamento não tripulado. Alcançar a “superioridade absoluta na tecnologia de drones" é uma das prioridades de Pyongyang.

© KCNA/EPA

A explosão de uma mina na Área Desmilitarizada estimulou nova altercação entre as Coreias. Coreia do Norte rejeita responsabilidade pelo sucedido.

‘Todos siguen aquí’: un disparo anónimo al delirante ‘statu quo’ contemporáneo

30 October 2026 at 04:30

Todo en el enigmático debut de Liadan Ní Chuinn —ese nombre no existe, es solo un seudónimo, hablamos de nadie o, mejor, de un alguien aparentemente femenino, nacido en 1998, que ha decidido que su yo es lo de menos— es afilado. Es afilada y dolorosa cada acción descrita en sus trepidantes relatos, trepidantes en un sentido íntimo y casi físico —el narrador, en todos los casos, mantiene al lector pegado por completo a la historia, tan cerca que está recibiendo los golpes, y asistiendo a las revelaciones como si, de alguna forma, estuviese montado en el hombro de su protagonista, fuese un ente diminuto que viaja por cada uno de los apasionantes túneles que la autora construye—, y en los que lo extraordinario irrumpe en lo cotidiano, por una vez, no en tanto algo puramente extraordinario, sino en tanto algo percibido como extraordinario. Les hablaré de ‘Mary’, para que se hagan una idea más clara. ‘Mary’ es uno de los seis relatos incluidos en el volumen. Y les diré que transcurre en algún lugar del norte de Irlanda.

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Todos siguen aquí

Liadan Ní Chuinn Traducción de Magdalena Palmer Feltrinelli, 2026 160 páginas. 19,90 euros

Todos aínda aquí

Liadan Ní Chuinn Traducción al gallego de Isaac Xubín Rodolfo e Priscila, 2026 176 páginas. 19,50 euros

© ONLY FRANCE / Alamy / CORDON PRESS (EL PAÍS)

Un mural en Belfast, Irlanda del Norte.

Coreia do Sul promete resposta firme a violações da fronteira pelo Norte

30 October 2026 at 05:34

A Coreia do Sul responderá com firmeza para proteger a fronteira militar com a Coreia do Norte, apesar das alegações de Pyongyang de que realiza operações em seu próprio lado da linha divisória, afirmou nesta sexta-feira (30) o assessor de segurança nacional sul-coreano, Wi Sung-lac.

As tensões aumentaram após a explosão de uma mina terrestre dentro da DMZ (Zona Desmilitarizada, em inglês), na fronteira entre os dois países, ferir gravemente vários soldados sul-coreanos durante uma missão de reconhecimento no mês passado. Seul afirmou que a explosão foi causada por uma mina norte-coreana.

O Comando das Nações Unidas, responsável por supervisionar a DMZ, afirmou que a presença de uma mina norte-coreana do outro lado da linha divisória violou o armistício. Seul exigiu que Pyongyang interrompa imediatamente os trabalhos de fortificação nas proximidades da fronteira entre as Coreias, alegando que as atividades elevaram as tensões.

Pyongyang negou responsabilidade pela mina. Kim Yo Jong, influente irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un, afirmou em 21 de outubro que a Coreia do Norte ativará alto-falantes de propaganda contra a Coreia do Sul ao longo de toda a fronteira até o fim de outubro.

O serviço de inteligência sul-coreano afirmou na quinta-feira (29) que a Coreia do Norte ainda não havia iniciado nenhuma transmissão.

As duas Coreias já utilizaram esse tipo de transmissão como parte de campanhas de guerra psicológica.

Pyongyang critica exercícios militares entre Seul e Washington

O Ministério da Defesa da Coreia do Norte afirmou em comunicado divulgado nesta sexta-feira pela agência estatal KCNA que os exercícios de defesa aérea Freedom Flag, realizados em conjunto por Coreia do Sul e Estados Unidos, estão aumentando as tensões na Península Coreana.

“Não há limites para as opções da RPDC para manter uma postura de dissuasão forte, capaz de lidar de forma eficaz com todas as ameaças representadas pelas movimentações militares dos Estados Unidos e de suas forças subordinadas”, afirmou o porta-voz do ministério, usando a sigla do nome oficial da Coreia do Norte, República Popular Democrática da Coreia (RPDC).

As forças aéreas da Coreia do Sul e dos Estados Unidos realizam exercícios conjuntos de defesa aérea desde segunda-feira (26) na Base Aérea de Kunsan. As atividades estão previstas para terminar em 6 de novembro, segundo o Ministério da Defesa sul-coreano.

Os exercícios envolvem caças furtivos, incluindo os F-35A da Coreia do Sul e os F-35B supersônicos do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, informou o ministério.

Coreia do Norte realiza teste com torpedos que usam IA para detectar alvos

 

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