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Normal view

AI hyperscalers are expected to finish the year spending a whopping $828 billion on capex

30 October 2026 at 08:11
Andy Jassy, Sundar Pichai, Satya Nadella
Amazon, Alphabet, and Microsoft were among the top spenders in 2026 amid the race to build out AI infrastructure.

Getty Images

  • Amazon, Alphabet, Meta, Microsoft, and SpaceX all reported increased capex spending for Q3.
  • There's no sign of slowing down, as company executives pledge to increase spending in 2027.
  • Total spend for 2026 is forecast to be between $803B and $828B.

The hyperscalers are investing big to build out the physical backbone of the AI economy, and there's little sign of it slowing down.

Amazon, Alphabet, Meta, Microsoft, and SpaceX each reported a jump in capital expenditures in their latest earnings reports and are on track to spend between $803 billion and $828 billion this calendar year based on their guidance and disclosed fourth-quarter plans.

That figure covers broad capital spending, not just on AI. However, executives at each company have consistently pointed to AI infrastructure as the main driver in the spending surge. And they've all indicated that they plan to keep it up.

"We continue to expect our CapEx to increase significantly in 2027," Anat Ashkenazi, Alphabet CFO, said during its Q3 earnings call on Wednesday.

Here's a quick breakdown of some of the numbers:

$227 billion spent in Q3

Across all five companies, total spending for the third quarter of the calendar year was about $227 billion.

That represents about a 20% increase from the $188.5 billion the companies spent the previous quarter.

Amazon was the biggest spender, reporting $75.9 billion in cash capex. CFO Brian Olsavsky said on Thursday that the figure is primarily related to AWS and AI.

$556.2 billion spent in 2026 so far

Tallying up the total capex for all three quarters, the five hyperscalers have spent a whopping $556.2 billion so far in 2026.

Elon Musk's SpaceX remains the smallest spender in the group with a capex of $48.1 billion, but its CFO, Bret Johnsen, has indicated that it expects to ramp up spending by the next quarter.

Up to $272 billion forecast for Q4

Next quarter's implied capex forecast ranges between $247 billion and $272 billion.

The low end of the range assumes Meta and Alphabet hit the low ends of their full-year capex ranges.

Based on the implied fourth-quarter calculations, Amazon is the only company whose spending would decline from its third-quarter level.

CEO Andy Jassy said during Thursday's earnings call that Amazon expects to spend "meaningfully more in 2027."

Up to $828 billion forecast for 2026

Microsoft expects calendar-year capex of about $170 billion, down from its prior outlook due to delays in third-party data-center capacity. Amazon, meanwhile, maintained its forecast for about $220 billion in cash capex this year.

Even so, 2026 is turning out to be a huge spending year. Altogether, the companies are projected to spend between $803 billion and $828 billion this year.

The companies haven't shared concrete numbers for 2027 capex, but all signs point upward.

"Looking beyond 2026, we are still developing our budget and capacity plans for next year," Meta CFO Susan Li said during the company's earnings call on October 21, "but we expect to continue investing aggressively to support both our core business and emerging AI initiatives."

Read the original article on Business Insider

Justiça manda Meta retirar posts que incentivam demissão por política

30 October 2026 at 02:40

A Justiça do Trabalho determinou nesta quinta-feira (29) que a Meta, dona no Instagram, Facebook e WhatsApp, retire do ar, em até 24 horas, publicações do Instagram que incentivam empresários a vigiar, expor e demitir funcionários em razão de suas escolhas políticas.

A empresa também deverá exibir, em até 72 horas e durante cinco dias consecutivos, um aviso a todos os usuários do Instagram, Facebook e Threads no Brasil informando que a discriminação política e o assédio eleitoral no ambiente de trabalho são proibidos. O descumprimento das determinações poderá resultar em multa de R$ 200 mil.

Procurada pela CNN Brasil, a Meta afirmou que não irá comentar sobre o caso.

Na avaliação do juiz Bruno José Perusso, da 77ª Vara do Trabalho de São Paulo, as publicações ultrapassam os limites da liberdade de expressão ao estimular práticas discriminatórias contra trabalhadores exclusivamente por suas convicções políticas.

“Uma coisa é externar opinião política ou crítica partidária; outra, inteiramente distinta e ilícita, é utilizar as plataformas digitais para instigar a punição de trabalhadores por suas escolhas ideológicas“, afirma Perusso na decisão.

O magistrado também disse que, embora o empregador possa demitir um funcionário sem apresentar justificativa, a dispensa motivada exclusivamente por questões políticas é proibida pela Constituição.

Os conteúdos indicados pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) devem ser retirados imediatamente das recomendações da plataforma, como as abas de Explorar e Reels, e totalmente excluídos em até 24 horas. A empresa também terá de comunicar aos responsáveis pelos perfis, em até 48 horas, que as publicações foram removidas por determinação judicial.

O texto definido pela Justiça diz: “A legislação brasileira e a Constituição Federal proíbem a discriminação de trabalhadores e a prática de assédio eleitoral nas relações de trabalho. Ninguém pode ser punido, exposto, preterido na contratação ou dispensado em razão de sua convicção, preferência ou manifestação política“.

A decisão estabelece ainda que a companhia preserve os conteúdos retirados do ar e seus respectivos dados técnicos até o encerramento do processo.

Já o pedido do MPT para que a Meta pague R$ 50 milhões por danos morais coletivos será analisado no julgamento da ação. Procurada pela CNN, a empresa disse que não vai comentar o caso.

Mario Rodríguez, presidente de Mediaset España, contra los gigantes tecnológicos: "¿Quién tiene fuerza para plantarles cara?"

29 October 2026 at 23:03
En su primera entrevista, planta cara a las grandes plataformas y denuncia que se están quedando con la publicidad mientras los medios tradicionales están sometidos a controles mucho más estrictos: "Las reglas tienen que ser exactamente las mismas para todos" Leer

En su primera entrevista, planta cara a las grandes plataformas y denuncia que se están quedando con la publicidad mientras los medios tradicionales están sometidos a controles mucho más estrictos: "Las reglas tienen que ser exactamente las mismas para todos"
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