Protestantes aprovaram ainda uma proposta para "permanecer e resistir" na Praça de D. João I, sem que tenha sido esclarecido se iam optar por montar tendas ou pernoitar sem elas.
Considerando que estes coros são também o reflexo de manifestações realizadas de forma pacífica, jovem condenou a violência e realçou que "a música é uma ferramenta ótima" para protestar.
Com esta manifestação nacional, os polícias e guardas pretenderam "com toda a clareza" exigir ao Governo que cumpra os compromissos assumidos no acordo de 2024.
Daqui a duas semanas prevê-se a instalação do mercado de Natal no Rossio, que a Associação de Dinamização da Baixa Pombalina já anunciou que irá decorrer entre 13 de novembro e 21 de dezembro.
Com bandeiras da ASPP e da APG e ao som de apitos, alguns manifestantes vestiram camisolas pretas com mensagem a exigir "respeito" e para que se "cumpra" o acordo assinado com o Governo em 2024.
Na madrugada do dia 15, o movimento pela habitação denunciou ter existido uma carga policial que causou ferimentos em 39 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.
Executivo vai propor aos contratantes um aditamento ao contrato, retirando a cláusula que diz que se as obras não estiverem concluídas no prazo, as partes têm de devolver o dinheiro.
Vereador socialista Manuel Pizarro classificou a deliberação aprovada na semana passada como "politicamente errada, incoerente, moralmente condenável".
Como tem acontecido já desde 10 outubro, continuam a ser distribuídas refeições de forma gratuita na cantina popular da Acampada, que tem servido "200 ou 300" pessoas todos os dias.
Questionado sobre os desafios feitos pelos partidos da oposição no que diz respeito à habitação, o primeiro-ministro considerou que "para haver abertura e disponibilidade todos têm de ceder".