Uma ouvinte perdeu a mãe há dois meses e meio, de forma inesperada. As filhas, de 10 e 7 anos, vivem o luto de maneiras opostas, e ela guardou o seu numa caixa. Como ajudá-las, e a si própria?
Um ouvinte conta que a mulher, ao chegar a casa, cumprimenta os três filhos e ignora-o, e que muitas vezes o desautoriza à frente deles. Pergunta o quanto isto pode afetar as crianças.
Duas pessoas que vivem juntas anos a fio podem acabar por não se conhecer. Entre a agitação, o silêncio e a resignação, o que se perde primeiro não é o amor, é o colo
José Gameiro alerta para a ansiedade dos jovens perante a crise na habitação e a pouca preparação de quem governa. O médico psiquiatra aborda o consumo de ansiolíticos e a evolução da infidelidade.
Um professor não quer clonar opiniões, quer ajudar a construí-las. Não quer seguidores, quer alunos que o desafiem. Nem leva pela mão: ensina a voar. Onde acaba a influência e começa a inspiração?
Vocês quando vão ao wc num restaurante, levam o telemóvel? Abrimos esse debate no episódio de hoje. Além disso falamos de odiar video notes do whatsapp e do nosso direito (e prazer) a odiar. No geral.
Afinal, o que é dói mais num casamento: as coisas más que vão acontecendo, os silêncios que se acumulam ou reconhecer, à data de hoje, que a tristeza que sentimos não encontra um colo que a repare?
Sabemos amar ou só analisar o amor? Com o André Nobre Duarte falo de ghosting, situationships, maxxing e do que se passa com a nossa geração nas relações e no crescimento pessoal.
Jovens saem à rua por causa da habitação, como antes saíram por outras razões. Serão apenas casas ou um sinal de algo mais fundo? Falamos de esperança, de pais que se calam e de um futuro que se adia
Enquanto Bruno Fernandes lidava com uma mansão assaltada e duras críticas em Inglaterra, o mundo do ténis assistia ao divórcio surpresa do seu casal sensação.
Uma ouvinte conta uma reunião de serviço em que a directora usou o desejo dela de ter filhos como sarcasmo, à frente de toda a equipa. Ainda hoje lhe custa recordar.
Proteger os menores de procedimentos irreversíveis e sem evidência científica não constitui um acto de “ódio”; é, sim, o cumprimento da medicina prudente e da responsabilidade parental.
Em Oeiras, um estudo com 3427 alunos diz que, sem telemóvel, há mais atenção e mais brincadeira. Mas quase metade sente falta dele. Será que proibir resolve?
Uma ouvinte conta-nos que o filho vai trabalhar para fora. Enquanto viviam na mesma cidade ia gerindo a saudade, mas agora a distância assusta-a. Não fala disto e sente que está a viver tudo sozinha
Um ouvinte, pai de um jovem de 20 anos, conta que o filho já não escreve nada: trabalhos, emails e até conversas com amigos passam pela IA. Será este o novo normal ou estamos a perder competências?
Esta semana a Rita recebeu convidados em casa e escondeu o Guilherme com vergonha! Além isso, falamos de como não deixar o flirt morrer e da experiência de acabar a nossa primeira relação da vida.
A partir de novembro, os conteúdos pornográficos que retratem situações de estangulamento, incesto ou representação de menores serão banidos. Investigação concluiu que são prejudiciais para os jovens
Os adolescentes chamam pânico a qualquer episódio de ansiedade e têm medo de ter medo. Fogem da tristeza como se fosse fraqueza. Será que crescemos a protegê-los demais e a ensiná-los a não sentir?
Uma boa turma não se mede pelas boas notas. Mede-se pelos caminhos que cada aluno faz para aprender. Heterogénea, com 15 a 25 alunos, onde se estuda, se sintetiza e se avalia com regularidade.
Uma filha de 11 anos não consegue dormir sozinha, e os pais não querem deixá-la sofrer. Dormir com ela é acolher o desespero ou mantê-lo? Uma ouvinte pergunta se faz assim tão mal