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Chery Tiggo 2 tira nota zero em teste de colisão do Latin NCAP

O Chery Tiggo 2, SUV compacto que já fez parte do mercado de veículos novos no Brasil, levou a pior avaliação possível no teste de colisão do Latin NCAP.

O modelo recebeu zero estrelas na primeira rodada de avaliações sob os protocolos de segurança atualizados de 2026, em vigor desde janeiro. Apesar de não ser mais vendido no mercado brasileiro, o veículo continua a ser comercializado em outros países da região sob nomes como Tiggo 2 Pro, Tiggo 2 Pro Max e Chirey Tiggo 2 (no México).

Para o mercado brasileiro, o SUV compacto foi montado pela Caoa Chery em Jacareí (SP). Após uma reestilização, passou a ser comercializado como Tiggo 3X, até a fábrica parar, em 2022.

A montadora chinesa (uma das principais exportadoras de veículos do país asiático) agora enfrenta investigação em relação aos critérios de segurança oferecidos aos consumidores latino-americanos.

Mesmo equipado de fábrica com quatro airbags e controle eletrônico de estabilidade (ESC), o modelo falhou em entregar os requisitos fundamentais de integridade aos passageiros.

Chery Tiggo 2 em avaliação pelo Latin NCAP
Chery Tiggo 2 em avaliação pelo Latin NCAP • Latin NCAP/Divulgação

Sem proteção suficiente

No relatório divulgado em 28 de outubro, o Tiggo 2 registrou índices alarmantes: 0% de proteção para ocupantes adultos e crianças, alcançando apenas 49% na segurança para pedestres e 45% em assistência à condução.

Durante o impacto frontal, os peritos identificaram instabilidade na carroceria e na área dos pedais (provocando forte compressão torácica no condutor), além de risco iminente de incêndio pós-colisão. “A detecção de risco de incêndio durante o impacto frontal e a fraca proteção ao peito do motorista levaram à penalização na proteção do ocupante adulto com a perda total de pontos”, avaliou o Latin NCAP.

O modelo também foi penalizado por não oferecer de série proteção lateral de cabeça, limitadores de carga nos cintos traseiros ou sistemas semiautônomos (ADAS).

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Rely Hi800: picape híbrida a diesel da Chery pode chegar ao Brasil

A chinesa Chery avalia as condições para trazer ao Brasil uma picape híbrida plug-in a diesel, mas a comercialização depende de uma decisão industrial. Durante o Global User Summit, realizado em Wuhu, na China, Guibing Zhang, presidente da Chery International e vice-presidente executivo do Grupo Chery Auto, afirmou que a produção local é fundamental para viabilizar o projeto no país. O modelo em questão é a Rely Hi800, também conhecida como Chery Stockman.

Questionado em entrevista à CNN Brasil sobre a estratégia da empresa para o segmento de utilitários brasileiro, o executivo destacou que a importação não seria adequada para atender à demanda potencial.

“Atualmente, seria muito difícil introduzir o produto sem produção local, pois trabalhar com volumes pequenos não é o ideal. Estou acompanhando o progresso das negociações para a fabricação local”, disse Zhang.

Leia Mais:

A reportagem conheceu de perto o produto, ainda em fase de pré-lançamento: o modelo representa uma possível entrada do grupo em um segmento no qual capacidade de carga, reboque e desempenho fora de estrada são fatores importantes para o consumidor. Ainda não há confirmação de lançamento, preço ou prazo de chegada ao Brasil. A Hi800 será lançada em novembro na Austrália.

A Rely Hi800 utiliza um conjunto híbrido plug-in que associa um motor 2.5 turbodiesel de quatro cilindros a um propulsor elétrico. A potência combinada divulgada é de 350 kW, equivalente a aproximadamente 476 cv, enquanto o torque chega a 800 Nm, ou cerca de 81,5 kgfm.

Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil
Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil • Thiago Ventura/CNN

A energia elétrica vem de uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) com capacidade de 34 kWh. Segundo os dados técnicos apresentados para o modelo australiano, a autonomia exclusivamente elétrica pode chegar a 96 km no ciclo NEDC, enquanto a autonomia combinada anunciada alcança 1.350 km. A Chery também informa consumo combinado de 1,1 litro por 100 km para a Stockman na Austrália, o que daria incríveis 90 km/l! Esse número, contudo, segue o padrão de divulgação local e não deve ser tratado como uma estimativa de consumo para o Brasil.

O sistema permite utilizar energia elétrica em deslocamentos curtos e manter o motor a diesel para percursos mais longos ou situações que exigem maior esforço. A configuração é diferente da encontrada em picapes híbridas que utilizam motores a gasolina ou etanol.

Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil
Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil • Thiago Ventura/CNN

A Stockman mede 5,45 metros de comprimento, tem 2,01 m de largura, 1,93 m de altura e entre-eixos de 3,25 m. A suspensão dianteira utiliza braços duplos, enquanto a traseira recorre a feixes de molas, solução comum em veículos voltados ao transporte de carga. A estrutura é o chassi sobre longarinas, voltada para o trabalho pesado.

O conjunto inclui tração integral 4×4, bloqueios dos diferenciais dianteiro, central e traseiro, controle de velocidade em terrenos difíceis e assistente para manobras em curvas fechadas. A altura livre do solo é de pelo menos 247 mm, enquanto a capacidade de imersão em água informada para o projeto chega a 900 mm.

Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil
Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil • Thiago Ventura/CNN

A picape também oferece funções de fornecimento de energia para equipamentos externos. A tecnologia V2L permite alimentar ferramentas e dispositivos, enquanto a função V2V possibilita transferir energia para outro veículo. O material técnico fornecido para o projeto indica potência de até 6 kW nessas operações.

A eventual chegada da picape também envolve a organização das marcas do grupo no Brasil. A Chery atua no país por meio de diferentes operações e marcas, entre elas Omoda Jaecoo, enquanto a Rely é direcionada a veículos comerciais. A Caoa Chery, por sua vez, já indicou planos para uma picape própria sob a marca Himla, apresentada no Salão do Automóvel de São Paulo 2025.

Outra empresa do grupo Chery, mas que atua em operação independente, é a Jetour. Essa, por sua vez, deverá lançar a picape F700 no Brasil, que é a versão com caçamba do jipão G700.

A nova picape híbrida diesel deverá chega sob a bandeira da Jaecoo. Outra alternativa é ressuscitar a marca Rely, que operou no Brasil nos anos 2010 com mini caminhões e utilitários. Todavia, conforme Guibing Zhang,  o lançamento depende da nova fábrica da Chery no país, ainda em fase de negociações.

*Jornalista viajou a convite da Omoda & Jaecoo Brasil

Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil
Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil • Thiago Ventura/CNN

Quatro cuidados para ter no carro durante período da primavera; confira

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BAIC Arcfox T1 chega a partir de R$ 130 mil contra Dolphin, EX2 e Aion UT

A BAIC iniciou sua operação comercial da linha Arcfox no Brasil com o lançamento do T1, crossover 100% elétrico que chega em duas versões, com preços a partir de R$ 129.900.

O Arcfox T1 utiliza um motor elétrico de 70 kW, equivalente a aproximadamente 95 cv, com torque de 17,9 kgfm. A bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) tem capacidade de 42,3 kWh. A autonomia declarada é de 283 km pelo padrão brasileiro PBEV, do Inmetro.

As primeiras entregas estão previstas para 11 de novembro de 2026. A versão PRO tem preço promocional de lançamento de R$ 129.900, enquanto a MAX custa R$ 139.900. Contudo, o preço da configuração de entrada é limitado até o dia 31 de dezembro ou enquanto durar o estoque de 600 unidades.

A BAIC informa que já conta com uma rede de 50 concessionárias no Brasil. A meta é ampliar essa estrutura para 150 unidades até o fim de 2027.

Em estações de recarga rápida em corrente contínua (DC), o modelo pode recuperar de 30% a 80% da carga em cerca de 25 minutos, segundo a fabricante.

Novo Baic Arcfox T1
Novo Baic Arcfox T1 • Rodrigo Barros/CNN Brasil

A potência máxima de recarga DC é de 89 kW. Em corrente alternada (AC), com potência de até 6,6 kW, a recarga completa pode levar até oito horas, dependendo das condições.

O crossover também oferece as funções V2L e V2V. A primeira permite alimentar equipamentos externos compatíveis usando a energia da bateria. A segunda possibilita transferir energia para outro veículo compatível.

O BAIC Arcfox T1 mede 4,33 metros de comprimento, 1,86 m de largura e 1,57 m de altura, com entre-eixos de 2,77 m.

Novo Baic Arcfox T1
Novo Baic Arcfox T1 • Rodrigo Barros/CNN Brasil

O porta-malas tem capacidade de 459 litros, volume que pode chegar a 1.352 litros com os bancos traseiros rebatidos. A proposta é oferecer espaço para passageiros e bagagens em um veículo voltado principalmente aos deslocamentos urbanos.

Por dentro, o modelo tem painel de instrumentos de 8,8 polegadas e central multimídia de 15,6 polegadas. As duas versões contam com bancos dianteiros com ajustes elétricos e aquecimento para o motorista. Na configuração MAX, o banco do passageiro também tem aquecimento, além de ventilação e memória de posição.

A versão mais cara ainda oferece teto panorâmico de 2,34 m² com cortina elétrica, rodas de liga leve de 18 polegadas e tampa do porta-malas com acionamento elétrico. Na PRO, as rodas são de aço de 17 polegadas com calotas decorativas.

Versão MAX tem pacote de assistência à condução

Um dos recursos presentes nas duas versões é a câmera panorâmica de 540 graus, que combina a visão do entorno do veículo com uma representação da área sob o chassi. O sistema auxilia o motorista durante manobras e na identificação de obstáculos.

Novo Baic Arcfox T1
Novo Baic Arcfox T1 • Rodrigo Barros/CNN Brasil

O modelo também conta com assistência à direção em baixa velocidade, que utiliza a frenagem para facilitar curvas fechadas e pode reduzir o raio de giro em aproximadamente 30 centímetros, de acordo com a fabricante.

Na versão MAX, a lista de equipamentos inclui frenagem autônoma de emergência, alerta de colisão frontal, controle de cruzeiro adaptativo com função Stop & Go, assistência de centralização em faixa e assistente de estacionamento automático.

A configuração também oferece auxílio para a passagem por espaços estreitos e sistema de assistência à marcha à ré com memorização do trajeto.

Estrutura de pós-venda da BAIC

No pós-venda, a empresa prevê cobertura de quase 100% das peças consideradas críticas e mantém um armazém operacional em Itajaí (SC), em parceria logística com a Foton. A operação também inclui assistência 24 horas, com serviços como socorro e reboque, conforme as condições do programa.

A marca ainda prevê oferecer o BAIC Concierge, serviço de atendimento personalizado por telefone e WhatsApp. A estrutura técnica inclui equipamentos para manutenção de veículos eletrificados e treinamento de profissionais para trabalhar com sistemas de alta tensão, baterias e recarga.

Quatro cuidados para ter no carro durante período da primavera; confira

 

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Como saber se uma empresa de seguros protege meus dados?

Para saber se uma empresa de seguros protege seus dados, o consumidor deve conferir quatro sinais: uma política de privacidade clara, um encarregado de dados com contato divulgado, canais oficiais bem identificados e regras explícitas sobre compartilhamento. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) garante a qualquer cliente o direito de perguntar quais informações a empresa guarda, para que as usa e com quem as divide, e de pedir correção ou exclusão quando for o caso.

No seguro auto, a lista de dados é longa: CPF, endereço, dados bancários, placa e chassi do carro, fotos do veículo e, em alguns casos, localização. A Loovi, insurtech que atua como representante da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, faz contratação e vistoria pelo celular, o que torna o cuidado com essas informações parte da própria experiência do cliente.

Quais dados uma empresa de seguro auto costuma coletar?

Para cotar, contratar e manter o seguro, as empresas normalmente tratam:

  • Dados de identificação: nome, CPF, data de nascimento, telefone e e-mail
  • Dados do veículo: placa, chassi, modelo, ano e fotos da vistoria
  • Dados financeiros: cartão de crédito ou conta para pagamento
  • Dados de uso: endereço, finalidade de uso do carro e, quando o cliente pede assistência, a localização do veículo
  • Dados de sinistro: boletim de ocorrência, fotos do acidente e documentos de terceiros envolvidos

Em muitas seguradoras tradicionais, o cálculo do preço também usa informações de perfil do motorista, como idade, estado civil, tempo de habilitação e local onde o carro dorme. Na Loovi, o preço parte do valor do veículo na Tabela FIPE e não depende desses dados de perfil.

O que a LGPD garante ao cliente de uma seguradora?

A Lei nº 13.709/2018, a LGPD, vale para todas as empresas que tratam dados pessoais no Brasil, incluindo seguradoras e seus representantes. Ela estabelece direitos que o cliente pode exercer a qualquer momento:

Saber o que a empresa faz com seus dados

O titular tem direito a informações claras sobre a finalidade do uso, a forma e a duração do tratamento, a identificação de quem controla os dados e com quem eles são compartilhados. Essas informações costumam estar na política de privacidade.

Acessar, corrigir e pedir exclusão

O artigo 18 da LGPD garante ao titular, mediante pedido, a confirmação de que seus dados são tratados, o acesso a eles, a correção de dados incompletos ou errados, a portabilidade e a eliminação dos dados tratados com base no consentimento. O cliente também pode revogar o consentimento dado.

Há um limite importante: a empresa pode manter dados necessários para cumprir o contrato ou obrigações legais. Um seguro ativo, por exemplo, depende dos dados do segurado e do veículo, e registros de sinistros precisam ser guardados pelos prazos exigidos em lei.

Ter um canal com o encarregado de dados

Toda empresa que trata dados pessoais deve indicar um encarregado, conhecido pela sigla em inglês DPO, e divulgar sua identidade e contato de forma clara, preferencialmente no site. É a ele que o cliente se dirige para exercer seus direitos.

Ser avisado em caso de vazamento

Pelo Regulamento de Comunicação de Incidente de Segurança da ANPD (Resolução CD/ANPD nº 15/2024), quando um vazamento puder causar risco ou dano relevante, a empresa deve comunicar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados e os clientes afetados em até três dias úteis após saber que dados pessoais foram atingidos. A comunicação ao titular deve usar linguagem simples e informar quais dados foram afetados, os riscos e as medidas tomadas, além de um canal para dúvidas.

O regulamento considera mais graves os incidentes que envolvem dados financeiros, dados de autenticação, como senhas, dados sensíveis ou informações de idosos, crianças e adolescentes.

Quais sinais mostram que a empresa protege seus dados?

Antes de contratar, vale procurar:

  • Política de privacidade fácil de achar e de ler: ela deve explicar quais dados são coletados, para quê, por quanto tempo e com quem são compartilhados
  • Contato do encarregado de dados: e-mail ou formulário específico para pedidos sobre dados pessoais
  • Pedido só do necessário: desconfie de formulários que pedem informações sem relação com o seguro
  • Consentimento separado para marketing: aceitar receber ofertas não deve ser condição para contratar
  • Canais oficiais claros: site, aplicativo, WhatsApp e telefone divulgados em um único lugar oficial
  • Login protegido no aplicativo: senha forte, verificação em duas etapas ou biometria do próprio celular
  • Seguradora autorizada: registro na SUSEP, que obriga a empresa a seguir as regras de segurança cibernética do setor

Como evitar golpes que usam o nome de seguradoras?

Boa parte dos riscos para os dados do cliente não vem de vazamentos, mas de golpes que imitam empresas conhecidas. Os mais comuns envolvem mensagens com links falsos, boletos adulterados e perfis que se passam pelo atendimento. Para se proteger:

  • Confirme o número de WhatsApp e o telefone no site oficial da empresa antes de responder;
  • Não clique em links recebidos por SMS ou e-mail que peçam atualização de cadastro ou pagamento urgente;
  • Não informe senhas nem códigos de verificação recebidos por SMS, mesmo para quem diz ser do atendimento;
  • Baixe o aplicativo apenas nas lojas oficiais, conferindo o nome do desenvolvedor;
  • Confira o beneficiário antes de pagar um boleto ou Pix;
  • Desconfie de descontos muito altos oferecidos fora dos canais oficiais.

O que fazer se seus dados vazarem ou forem mal utilizados?

Se você suspeitar de vazamento ou uso indevido dos seus dados por uma empresa de seguros:

  • Procure o encarregado de dados da empresa e peça informações sobre o que aconteceu, guardando o protocolo;
  • Troque senhas do aplicativo e do e-mail cadastrado e ative a verificação em duas etapas;
  • Acompanhe extratos do cartão e da conta usados no pagamento;
  • Registre reclamação na plataforma consumidor.gov.br ou no Procon, se não houver resposta;
  • Acione a ANPD, que recebe petições de titulares que não tiveram o pedido atendido pela empresa;
  • Informe a SUSEP quando a queixa envolver a seguradora.

Saber se uma empresa de seguros protege seus dados exige conferir a política de privacidade, o contato do encarregado, os canais oficiais e as regras de compartilhamento. A LGPD garante ao cliente o direito de acessar, corrigir e pedir a exclusão de dados, e obriga a empresa a avisar em até três dias úteis sobre vazamentos que tragam risco relevante. Antes de contratar, procure esses sinais e confirme sempre os canais oficiais para não cair em golpes.

FAQ – Perguntas frequentes

Como saber se uma seguradora segue a LGPD?

Verifique se a empresa tem política de privacidade clara, com a finalidade de cada dado coletado, regras de compartilhamento e prazo de guarda, e se divulga o contato do encarregado de dados. Confirme também se a seguradora é autorizada pela SUSEP, que exige política de segurança cibernética.

Posso pedir para a seguradora apagar meus dados?

Sim, com limites. A LGPD permite pedir a eliminação de dados tratados com base no consentimento, mas a empresa pode manter as informações necessárias para cumprir o contrato em vigor e obrigações legais, como registros de sinistros.

O que é o encarregado de dados?

É a pessoa ou equipe indicada pela empresa para receber pedidos dos titulares e se comunicar com a ANPD. A LGPD exige que a identidade e o contato do encarregado sejam divulgados de forma clara, preferencialmente no site.

A seguradora precisa avisar se meus dados vazarem?

Sim, quando o vazamento puder causar risco ou dano relevante. Pela Resolução CD/ANPD nº 15/2024, a empresa deve comunicar a ANPD e os clientes afetados em até três dias úteis, em linguagem simples.

Fotos da vistoria pelo celular são seguras?

As fotos da vistoria são dados tratados pela empresa para avaliar o veículo e devem seguir a LGPD, com finalidade definida e proteção adequada. Envie as imagens apenas pelo aplicativo oficial. Na Loovi, a vistoria é feita pelo próprio cliente no app, que orienta quais fotos tirar.

Como identificar um contato falso em nome da seguradora?

Confirme telefone e WhatsApp no site oficial, desconfie de links que pedem pagamento urgente ou atualização de cadastro e nunca informe senhas ou códigos recebidos por SMS. Os canais oficiais da Loovi são o aplicativo, o WhatsApp oficial e o telefone 4000-1762.

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O carro avisa antes de quebrar? Conheça sinais que os motoristas ignoram

Muitos motoristas já devem ter passado pela complicada experiência de o carro simplesmente parar de funcionar. O que parece ser um imprevisto repentino, no entanto, raramente acontece sem aviso prévio.

Na maioria dos casos, o veículo dá sinais, alguns claros, de que algo está errado muito antes de uma falha grave acontecer.

Em grande parte das vezes, o carro “conversa” com o motorista por meio de ruídos, vibrações, odores, perda de rendimento e alertas no painel. O grande problema é que muitos desses avisos são ignorados até que a conta da oficina se torne desnecessariamente alta.

Hábitos aparentemente inofensivos do dia a dia causam desgaste precoce em componentes caros do veículo e podem gerar prejuízos consideráveis na oficina. • Magnific

Onde os primeiros alertas aparecem?

Para o especialista em performance automotiva, José Francisco dos Santos Junior, os sintomas de desgaste ou falha podem surgir em praticamente todos os sistemas do veículo.

“A combinação entre manutenção adequada, atenção aos sinais e diagnóstico correto pode evitar problemas maiores, reduzir custos e, principalmente, contribuir para a segurança de quem está ao volante”, afirma.

Os principais problemas vão desde o arrefecimento à lubrificação, passando por freios, suspensão, transmissão e sistema de alimentação de combustível.

Ainda segundo o especialista, entre os avisos prévios mais comuns da oficina estão:

  • Pequenos vazamentos: marcas de fluido ou água na garagem costumam ser tratadas como algo menor, mas um simples vazamento no sistema de arrefecimento pode resultar no superaquecimento do motor e no travamento de componentes internos;

  • Ruídos atípicos: barulhos metálicos ao frear, estalos em curvas ou barulhos secos ao passar por buracos indicam desgaste avançado em discos, pastilhas ou componentes da suspensão;

  • Avisos eletrônicos: as luzes de advertência no painel não acendem por acaso. Embora a eletrônica aponte a anomalia, ela é o ponto de partida para que um técnico realize o diagnóstico adequado.

“O principal cuidado é não continuar dirigindo na expectativa de que um problema grave desapareça sozinho”, finaliza Junior.

Quatro cuidados para ter no carro durante período da primavera; confira

 

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Stop al bollo auto, strutturale dal 2027: quali veicoli rientrano nell’esenzione dalla tassa

Lo stop al bollo auto sembra che non si fermerà al 2027. La misura introdotta nell’ultima sessione autunnale diventerà strutturale a partire dalla nuova legge di Bilancio. Lo ha confermato la premier Giorgia Meloni nel corso della conferenza stampa a margine dell’approvazione del testo.

L’iter parlamentare della Manovra sembra proseguire senza modifiche sostanziali del testo base in commissione alla Camera. Ecco quindi i requisiti tecnici che devono rispettare i veicoli che a partire dal prossimo anno rientrano nell’area di esenzione permanente.

Quali veicoli rientrano nel taglio del bollo auto

Il criterio guida scelto dal Governo si basa sulla potenza del veicolo. L’esenzione strutturale riguarderà:

  • automobili con potenza inferiore o uguale a 80 kW (circa 108 cavalli);
  • motocicli e ciclomotori.

La soglia dei 80 kW permette di coprire una platea molto larga di automobilisti: le stime indicano che il beneficio coinvolgerà il 70% del parco auto circolante in Italia, intercettando principalmente le utilitarie e le vetture da città usate dalle famiglie e dai lavoratori pendolari.

Si tratta di un cambio di passo notevole rispetto alle prime ipotesi, che ipotizzavano paletti legati al reddito Isee o a cilindrate minime. Con il fissaggio dell’asticella a 80 kW la platea dei beneficiari cresce in maniera esponenziale, arrivando a coinvolgere quasi 28 milioni di veicoli su un totale di circa 40 milioni di auto circolanti in Italia.

Le auto più vendute che non pagheranno il bollo

Considerando il limite di potenza fissato a 80 kW, la misura d’esenzione comprende quasi tutti i modelli più venduti nel segmento delle utilitarie e delle citycar in Italia. Nella tabella seguente sono riportati alcuni dei modelli più diffusi che rientrano nella soglia d’esenzione:

Modello di auto Motorizzazioni esenti Potenza
Fiat Panda e Lancia Ypsilon 1.0 Hybrid 70 CV (51 kW)
Citroën C3 e Peugeot 208 1.2 PureTech 75 CV (55 kW) e 100 CV (74 kW)
Dacia Sandero 1.0 SCe e 1.0 ECO-G (GPL) 65 CV (48 kW) e 100 CV (74 kW)
Toyota Yaris 1.0 Benzina (varianti base) 72 CV (53 kW)
Volkswagen Polo e Renault Clio 1.0 MPI / TSI e 1.0 TCe Fino a 100 CV (sotto gli 80 kW)
Fiat 500 e 500X 1.0 Mild-Hybrid e versioni d’ingresso 70 CV (51 kW) e d’ingresso sotto i 95 CV

Restano invece escluse dall’esenzione le vetture di fascia media e alta, i SUV di grande cilindrata e le motorizzazioni sportive che superano la soglia dei 108 cavalli di potenza.

Come viene finanziata la misura e le ipotesi di ampliamento

Trattandosi di una misura permanente, la copertura finanziaria nell’architettura della Manovra poggia su diverse voci di gettito. Tra i canali di finanziamento figura anche il gettito derivante dalle nuove risorse sull’auto, compresi i proventi legati alla personalizzazione delle targhe automobilistiche.

Nel corso del dibattito parlamentare resta aperto il confronto su un eventuale ampliamento della platea dei beneficiari. Tra le ipotesi allo studio del Parlamento c’è l’innalzamento del limite di potenza per le famiglie numerose con veicoli da 6 a 9 posti.

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BYD tem mais trabalhadores que Toyota, GM, Ford e Tesla

A BYD tem ao seu serviço 1,02 milhões de empregados, o que significa mais 45% do que todo o Grupo VW, que produz quase o dobro dos veículos e mais 62% que a Toyota, que fabrica 2,3 vezes mais.

A BYD continua a aumentar o seu volume de produção, que em 2025 atingiu 4,8 milhões de unidades, dos quais 2,2 milhões foram modelos 100% eléctricos. Mas o número de trabalhadores tem aumentado a um ritmo ainda mais rápido, quando comparado com a concorrência
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Ducati Monster Dark resgata estética original do modelo; saiba mais

A Ducati revelou nessa quinta-feira (29) a nova Monster Dark, modelo que resgata a proposta essencial da clássica naked sob o conceito “tudo o que precisa, nada mais”.

O lançamento aposta no apelo estético da decoração totalmente preta herdada da primeira geração, mantendo os elementos visuais característicos da linha, como o farol emoldurado, o tanque com perfil em dorso de bisão e a seção traseira curta.

A novidade estará disponível na rede de concessionários da marca a partir de novembro deste ano, contando inclusive com uma versão compatível com a licença de pilotagem A2 para o mercado europeu — espécie de “habilitação intermediária”, pensada para motociclistas jovens ou iniciantes que querem pilotar motos de alta cilindrada.

Design e elementos estruturais aparentes

O visual da Monster Dark é demarcado pela pintura preta praticamente no corpo todo (na pouca carenagem que tem e nas rodas). O banco adota revestimento único para piloto e passageiro, enquanto componentes estruturais foram deixados expostos sem pintura, a exemplo do chassi dianteiro (Front Frame), das saídas do escapamento e dos dutos de admissão de ar. Os piscas utilizam iluminação estática.

O modelo serve como base para personalização por meio da linha de acessórios oficiais da marca, acessíveis pelo configurador oficial, que inclui itens como sistema de troca rápida de marchas Ducati Quick Shift 2.0, piloto automático, para-brisa e capa para o assento do passageiro.

Motor V2, ciclística e redução de peso

A Monster Dark é equipada com o motor V2 de 890 cm³ com distribuição variável de válvulas, capaz de entregar 111 cv de potência a 9.000 rpm e 9 kgfm de torque a 7.250 rpm. Segundo a fabricante, mais de 80% do torque máximo permanece disponível entre 4.000 e 10.000 rpm.

Na parte de ciclística, a moto utiliza um quadro monocoque em alumínio associado a um subquadro traseiro híbrido em tecnopolímero e treliça. Esse conjunto permitiu uma redução de 4 kg no peso total em comparação com a geração anterior, fazendo a moto registrar 175 kg sem combustível.

A suspensão dianteira utiliza garfo invertido Showa de 43 mm, enquanto a traseira traz monoamortecedor Showa com regulagem de pré-carga. O sistema de freios é assinado pela Brembo, seguindo a tradição da marca, com pinças M4.32 e cilindro mestre radial PR16/21, operando sobre pneus Pirelli Diablo Rosso IV de medidas 120/70 na dianteira e 180/55 na traseira. A altura do assento em relação ao solo é de 81,5 cm.

Pacote eletrônico e modos de pilotagem

O gerenciamento dinâmico da motocicleta é comandado por uma unidade de medição inercial de seis eixos. O pacote de série inclui frenagem ABS com função para curvas (Cornering ABS), controle de tração (Ducati Traction Control), controle de empinada (Ducati Wheelie Control) e controle de freio motor (Engine Brake Control), todos configuráveis em diferentes níveis. Há ainda quatro modos de condução predefinidos: Sport, Road, Urban e Wet.

As informações de pilotagem são exibidas em um painel TFT colorido de 5 polegadas (16:9 e 800×400 pixels), operado por um joystick no punhal. A tela conta com pré-instalação para o sistema multimídia da marca e para navegação curva a curva. Como opcional, o modelo pode receber o assistente de largada Ducati Power Launch.

Ações comemorativas

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    Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati

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    Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati

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    Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati

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    Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati

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    Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati

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    Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati

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    Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati

Junto ao lançamento da versão Dark, a Ducati anunciou a campanha fotográfica IMLegend. O projeto reúne pilotos históricos e atuais da marca, além de proprietários conhecidos como “Monsteristi”, para celebrar os mais de 30 anos de trajetória da linha Monster na indústria de motocicletas.

Honda lança XR300L Tornado 2027 focando em segurança e tecnologia

 

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