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O asteroide que exterminou os dinossauros pode ter ajudado as formigas a conquistar o mundo

Há cerca de 66 milhões de anos, um asteroide colidiu com a Terra e pôs fim à era dos dinossauros. A extinção em massa que se seguiu criou oportunidades para que inúmeros outros animais evoluíssem e se espalhassem. As formigas estavam entre os grupos que acabaram por se tornar notavelmente bem-sucedidos, e os cientistas identificaram um fator genético que pode ter ajudado a impulsionar a sua ascensão. Atualmente, as formigas constituem a maior família de insetos sociais, com mais de 15 mil espécies encontradas em todo o mundo. Um novo estudo, publicado o mês passado na Science Advances, sugere que

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Porque é que os músculos perdem força com a idade?

À medida que envelhecemos, os músculos perdem força e massa. No entanto, algumas das alterações que ocorrem no tecido muscular poderão representar não apenas sinais de deterioração, mas também respostas adaptativas destinadas a proteger as células contra danos. Uma nova investigação esclarece por que razão os músculos envelhecidos tendem a apresentar uma maior proporção de fibras musculares de contração lenta e identifica uma molécula que poderá abrir novas perspetivas para o tratamento da perda muscular. Um novo estudo, publicado o mês passado na Nature Aging, identificou a cardiolipina, uma molécula essencial ao funcionamento das mitocôndrias, como um possível elemento-chave na

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De la ovación de Chicago al aplauso de Madrid: los oncólogos celebran avances inéditos contra los tumores más letales

Aplausos de los asistentes a una de las sesiones plenarias del congreso de la Sociedad Estadounidense de Oncología (ASCO, por sus siglas en inglés), celebrado el pasado mayo en Chicago (Estados Unidos)

No es habitual ver a un puñado de oncólogos invadidos por la emoción y la euforia. Tampoco que las gráficas de alguno de sus estudios se viralicen en redes sociales. Pero este año ha ocurrido. Y más de una vez. El pasado mayo, en Chicago, durante el congreso de la Sociedad Americana de Oncología (ASCO, por sus siglas en inglés), un auditorio entero se puso en pie para aplaudir los resultados de una terapia dirigida que logra duplicar la supervivencia en cáncer de páncreas, un tumor de muy mal pronóstico. Y este fin de semana, en Madrid, centenares de oncólogos de medio mundo volvieron a ponerse en pie: esta vez, una ovación espontánea recorrió el congreso europeo de oncología al conocerse que un ensayo para el cáncer de pulmón más agresivo lograba una mejora de la supervivencia nunca vista en ese tumor. “Estamos viendo una explosión de diferentes fármacos. Y esta innovación no está ocurriendo solo en los tumores más frecuentes, sino también en algunos más raros y agresivos. Esto es muy importante y significativo”, reflexiona la oncóloga Ángela Lamarca, coordinadora del Comité de Comunicación del congreso europeo.

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Tricomonas humanas? Achado inesperado na boca de cães e gatos

Um em cada seis cães pode ter um parasita que vive habitualmente na boca dos humanos. Há um mito muito espalhado de que a boca de um cão é mais limpa do que a de uma pessoa. Isso poderia dar-nos algum sossego quando levamos uma lambidela ou apanhamos com uma boa dose de baba. Infelizmente, a verdade é que a boca de um cão tem tantos micróbios como a nossa. Até partilhamos alguns. Um novo estudo, realizado por cientistas da Universidade de Ciências Ambientais de Wrocław, na Polónia, descobriu agora que um parasita que aparece habitualmente em humanos está também

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Fantoches viram ‘mães’ de corujas bebês em centro de reabilitação animal no Pará

Um vídeo de um filhote de coruja sendo alimentado por um fantoche infantil chamou a atenção nas redes sociais na última semana.

O bebê, ainda sem penas e posicionado dentro de um pote de plástico, recebe comida de uma seringa segurada por uma mão coberta pelo fantoche. A enfermeira humana tem uma máscara ocultando seu rosto.

Publicada pelo Cetra (Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Selvagens) da UFRA (Universidade Federal Rural da Amazônia), a cena reflete um princípio pouco conhecido do cuidado com animais silvestres: o anti-imprinting.

O que é imprinting?

É um comportamento também chamado de “estampagem” ou “cunhagem” que acontece logo nos primeiros dias da vida de um animal, em resposta à presença de uma figura materna ou paterna.

Ele foi descrito pela primeira vez pelo etólogo Konrad Lorenz ao observar filhotes de gansos e patos recém-nascidos. Assim que saíam dos ovos, os bebês seguiam instintivamente o primeiro objeto que viam – podendo ser sua mãe, outro animal ou até um objeto inanimado.

Seria este o mecanismo responsável pela aprendizagem de comportamentos essenciais para a sobrevivência: ao fixar sua atenção em figuras maternas e paternas, os filhotes copiam os comportamentos dos mais velhos e extraem diversas informações importantes.

Mas quando animais são separados dos pais ao nascer, o “imprinting” pode escolher um alvo que não tem estes aprendizados a oferecer. Este é o contexto do “anti-imprinting”.

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Fantoches viram “pais” de pequenos suindaras

No vídeo do Cetra, um filhote de coruja-da-igreja ou suindara é alimentado com uma luva de fantoche desenhada para parecer uma coruja adulta. O rosto da cuidadora, além de sua mão, é oculto para não desviar a atenção do bebê para a figura humana.

“Cada detalhe importa para preservar o comportamento natural e garantir uma soltura com sucesso no futuro”, diz a publicação.

A tática simula o oferecimento do alimento pela mãe coruja, e também preserva o distanciamento natural entre as espécies, conservando instintos de proteção das corujas e impedindo o desenvolvimento de confiança excessiva nos humanos.

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Foi sob Roma que a população ibérica mais se transformou

Os romanos alteraram mais a genética da Península Ibérica do que as invasões que se seguiram, conclui novo estudo. Pelo caminho, investigadores descobriram dois irmãos sepultados a 725 quilómetros de distância. A análise do ADN de centenas de habitantes da Península Ibérica revelou que o domínio romano provocou alterações genéticas mais profundas do que as migrações dos povos germânicos que se seguiram. O novo estudo, publicado na revista Cell, concluiu que a presença romana na Península Ibérica teve um impacto genético muito superior ao das migrações que acompanharam a queda do Império Romano, vários séculos mais tarde. Os investigadores analisaram

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Porque é que os cadáveres se mexem e fazem barulho?

A decomposição, a atividade dos microrganismos e fatores ambientais podem provocar movimentos e sons inesperados nos cadáveres, fenómenos que a ciência procura compreender melhor e que poderão vir a contribuir para estimar o tempo decorrido desde a morte. Os corpos humanos podem continuar a sofrer alterações de posição muito tempo depois da morte. Num estudo de 2020 realizado na Austrália, investigadores utilizaram câmaras para acompanhar a decomposição de um corpo humano durante 16 meses e verificaram que diferentes estruturas anatómicas continuaram a mover-se ao longo desse período. A estrutura que apresentou o maior deslocamento acumulado percorreu cerca de 52 centímetros.

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Un virus infectó a los chimpancés hace millones de años y apagó en ellos un gen que los humanos usamos para formar el cerebro

Si ponemos los genes de una persona junto a los de un chimpancé, lo llamativo es lo poco que difieren. Compartimos más del 96% de las secuencias que sirven para fabricar proteínas, que son las piezas con las que se construye un organismo. Y aun así nuestro cerebro es unas tres veces mayor que el […]

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O coração das mães morcego reconhece o chamamento das próprias crias

A frequência cardíaca das mães morcego aumenta quando ouvem as vocalizações das próprias crias, mas não quando escutam os sons emitidos pelas crias de outras mães. A descoberta sugere que estes animais reconhecem os seus descendentes através de sinais acústicos e apresentam respostas fisiológicas seletivas. Uma equipa de cientistas investigou estas respostas nos morcegos-japoneses (Pipistrellus abramus), procurando compreender como os sons emitidos pelas crias influenciam a fisiologia das mães. No novo estudo, publicado esta sexta-feira na Frontiers in Ethology, os investigadores analisaram as alterações da frequência cardíaca das fêmeas enquanto estas ouviam gravações de vocalizações das suas próprias crias, de

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Nem todo o sangue é vermelho: a palete de cores do reino animal

O vermelho não é a única cor do sangue: os bichos produzem o fluido vital numa variedade de tons. Quer jorre de um nariz magoado, quer se acumule num dedo picado, o nosso sangue é sempre de um tom de vermelho. Mas ter sangue vermelho não é universal no reino animal. Em algumas criaturas, o fluido vital é roxo; noutras, é amarelo, verde ou até branco. O que dá estas cores diferentes ao líquido da vida? Para descobrir, a Knowable Magazine mergulhou na investigação e falou com dois cientistas que já estudaram o assunto: John Postlethwait, geneticista do desenvolvimento na

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Quatro formas de ajudar o corpo na mudança para o horário de inverno

Uma hora extra na cama parece uma boa ideia. No entanto, embora os nossos telemóveis se ajustem à mudança de hora do outono, o nosso relógio biológico não se adapta com a mesma rapidez. Nos dias seguintes à mudança da hora, algumas pessoas podem continuar a acordar mais cedo do que gostariam ou sentir sono antes da hora habitual de deitar. Estas alterações estão relacionadas, em parte, com o sistema circadiano, explicou Ronan Lordan da University of Medicine and Health Sciences num artigo do The Conversation. Existem, contudo, algumas estratégias que podem ajudar o relógio biológico a adaptar-se. Embora não

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Ritmo circadiano desregulado pode ser a causa de 25% das depressões

Um estudo australiano, realizado com mais de 10 mil pessoas, sugere que as alterações dos ritmos circadianos podem estar associadas a uma forma de depressão mais grave e resistente aos antidepressivos convencionais. Cerca de 23% das pessoas com depressão grave e recorrente poderão apresentar uma forma da doença associada à desregulação do relógio biológico, segundo a investigação conduzida pela Universidade de Sydney. A condição, designada pelos investigadores como “depressão circadiana”, caracteriza-se por alterações nos ciclos de sono e vigília e poderá exigir tratamentos diferentes dos habitualmente utilizados. Os participantes responderam a questionários sobre os seus hábitos de sono, sintomas depressivos

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Descubren en China un hongo gigante cuyo linaje nació sobre la materia muerta posterior a la extinción de los dinosaurios

Hasta ahora, los cuerpos fructíferos más grandes conocidos entre los ascomicetos, el grupo más numeroso de hongos, medían entre 20 y 30 centímetros de altura, lo que un folio DIN A4 puesto de pie. Investigadores del Instituto de Botánica de Kunming (Academia China de las Ciencias) han encontrado en Yunnan, al suroeste de China, uno […]

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Así era el «cerdo del infierno» que vivió en Cataluña 36 millones de años después de los dinosaurios

Hace unos 30 millones de años, en los alrededores de lo que hoy es Vallbona de les Monges (Lleida), merodeaba un animal corpulento de cabeza larga, pómulos muy salientes y mandíbulas formidables con dientes grandes y afilados. Los paleontólogos lo han llamado popularmente cerdo del infierno, un mote que despista, porque su parentesco con los […]

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