O Chery Tiggo 2, SUV compacto que já fez parte do mercado de veículos novos no Brasil, levou a pior avaliação possível no teste de colisão do Latin NCAP.
O modelo recebeu zero estrelas na primeira rodada de avaliações sob os protocolos de segurança atualizados de 2026, em vigor desde janeiro. Apesar de não ser mais vendido no mercado brasileiro, o veículo continua a ser comercializado em outros países da região sob nomes como Tiggo 2 Pro, Tiggo 2 Pro Max e Chirey Tiggo 2 (no México).
Para o mercado brasileiro, o SUV compacto foi montado pela Caoa Chery em Jacareí (SP). Após uma reestilização, passou a ser comercializado como Tiggo 3X, até a fábrica parar, em 2022.
A montadora chinesa (uma das principais exportadoras de veículos do país asiático) agora enfrenta investigação em relação aos critérios de segurança oferecidos aos consumidores latino-americanos.
Mesmo equipado de fábrica com quatro airbags e controle eletrônico de estabilidade (ESC), o modelo falhou em entregar os requisitos fundamentais de integridade aos passageiros.
Chery Tiggo 2 em avaliação pelo Latin NCAP • Latin NCAP/Divulgação
Sem proteção suficiente
No relatório divulgado em 28 de outubro, o Tiggo 2 registrou índices alarmantes: 0% de proteção para ocupantes adultos e crianças, alcançando apenas 49% na segurança para pedestres e 45% em assistência à condução.
Durante o impacto frontal, os peritos identificaram instabilidade na carroceria e na área dos pedais (provocando forte compressão torácica no condutor), além de risco iminente de incêndio pós-colisão. “A detecção de risco de incêndio durante o impacto frontal e a fraca proteção ao peito do motorista levaram à penalização na proteção do ocupante adulto com a perda total de pontos”, avaliou o Latin NCAP.
O modelo também foi penalizado por não oferecer de série proteção lateral de cabeça, limitadores de carga nos cintos traseiros ou sistemas semiautônomos (ADAS).
Ao menos 68 pessoas morreram após a colisão entre dois trens de alta velocidade na Espanha nesta quarta-feira (28), segundo autoridades regionais. O acidente é o segundo com mortes em menos de um ano na linha ferroviária que liga Madri à região da Andaluzia, no sul do país.
Um helicóptero de emergência retirou um passageiro ferido do local. Imagens da Reuters mostram policiais e equipes de resgate trabalhando na área, transportando feridos em macas e inspecionando os trens envolvidos.
Segundo uma pessoa informada sobre o acidente, um trem expresso operado pela Iryo parou perto de Toledo devido a uma falha de sinalização, por determinação da ADIF, responsável pela infraestrutura ferroviária. Em seguida, um trem da Renfe atingiu a composição parada em alta velocidade. Vários vagões dos dois trens descarrilaram.
A porta-voz do governo regional de Castilla-La Mancha, Esther Padilla, informou que 147 pessoas estavam a bordo do trem da Iryo e 397 viajavam no trem da Renfe.
Em 18 de janeiro, 46 pessoas morreram e mais de 120 ficaram feridas no sul da Espanha, perto de Adamuz, na província de Córdoba, após um trem de alta velocidade descarrilar e colidir com outro que vinha no sentido contrário.
A investigação continua em andamento. Um relatório preliminar da Guarda Civil espanhola, divulgado em fevereiro, apontou defeitos na via, no trilho ou em uma solda entre dois trechos como principal hipótese para o acidente, mas manteve outras sete possibilidades em aberto. A tragédia provocou um debate sobre o nível de investimento na manutenção ferroviária nos últimos anos.
Santiago de Compostela (2013)
Um acidente ferroviário no verão de 2013 deixou 80 mortos e 145 feridos. Um trem de alta velocidade com oito vagões descarrilou em uma curva acentuada perto de Santiago de Compostela, no noroeste do país, bateu contra um muro de concreto e pegou fogo.
Uma comissão do Ministério dos Transportes concluiu que o acidente foi causado pelo excesso de velocidade e pela distração do maquinista, que atendia a uma ligação de um superior. Uma associação de vítimas responsabilizou tanto o erro humano quanto os sistemas de segurança ferroviária.
Atentados a trens suburbanos de Madri (2004)
Em 11 de março de 2004, dez bombas em mochilas explodiram em quatro trens suburbanos durante o horário de pico em Madri. Os ataques mataram 193 pessoas e feriram milhares. Foram realizados por extremistas islâmicos contrários à participação da Espanha na Guerra do Iraque.
El Cuervo (1972)
Uma colisão frontal entre dois trens na linha entre Cádiz e Sevilha matou 86 pessoas e deixou mais de 150 feridas, perto da cidade de El Cuervo, no sul do país. Segundo uma investigação da operadora ferroviária estatal Renfe, o acidente ocorreu porque um maquinista não parou diante de um sinal vermelho na estação.
Urduliz (1970)
Uma colisão frontal entre dois trens na cidade de Urduliz, perto de Bilbao, no norte da Espanha, matou 33 pessoas. Um chefe de estação foi inicialmente responsabilizado, mas depois foi revelado que ele havia trabalhado em turnos de 16 horas durante os quatro dias anteriores.
Grisén (1965)
Um trem que fazia a rota entre Madri e Barcelona pegou fogo em Grisén, perto de Zaragoza, no nordeste da Espanha, matando dezenas de passageiros. A operadora informou na época que 30 pessoas morreram, mas relatos posteriores apontaram que o número poderia chegar a 80. A liderança franquista teria tentado minimizar a dimensão da tragédia.
Torre del Bierzo (1944)
A colisão de três trens na região de El Bierzo, na província de León, é considerada um dos acidentes ferroviários mais mortais da Espanha. A estimativa de 78 mortos ainda é debatida devido à censura durante a ditadura de Francisco Franco.
Um trem que seguia de Madri para A Coruña sofreu uma falha nos freios e bateu em uma locomotiva dentro de um túnel. Pouco depois, um terceiro trem entrou no mesmo túnel e atingiu os destroços.
Passageiros de trem, na província de Toledo, na Espanha, disseram à CNN que o momento da colisão foi “muito caótico”. Segundo os relatos, as pessoas foram imediatamente arremessadas de seus assentos e caíram umas sobre as outras dentro dos vagões.
“Houve uma falha terrível de comunicação. Ninguém pôde sair dos trens por 10 minutos após a colisão. Não sabíamos o que estava acontecendo”, disse um passageiro identificado como Rey, que não quis informar o sobrenome.
Ele contou que está bem, assim como sua família, que viajava para passar férias em Sevilha, mas afirmou estar “desesperado para ir embora”. Mais ônibus chegaram ao local para retirar outros passageiros da área.
Outro passageiro, Yoander, de 25 anos, disse à CNN: “Eu estava dormindo e, quando acordei, já estava batendo contra os assentos à minha frente”.
“Bati o rosto e a perna”, declarou. “Estou com dor, mas há pessoas que precisam de mais ajuda do que eu.”
O deputado federal eleito Pedro Rousseff (PT-MG) sofreu um acidente de carro, na tarde deste domingo (25), na Rodovia Fernão Dias - que liga Belo Horizonte a São Paulo. De acordo com a assessoria do parlamentar, o sobrinho da ex-presidente Dilma Rousseff se dirigia a capital paulista para acompanhar a apuração dos votos para presidência da República.
"O parlamentar Pedro Rousseff e seu assessor de comunicação seguiam para São Paulo, onde acompanhariam a apuração da eleição presidencial. A assessoria acompanha a situação e divulgará novas informações assim que estiverem disponíveis", informou a nota divulgada pela assessoria de imprensa do deputado federal.
Após ser atendido, o deputado utilizou suas redes sociais para explicar o ocorrido e tranquilizar os eleitores. "Graças a Deus a gente está bem... O carro já foi rebocado para fora da pista. Agradeço primeiramente a Deus e a equipe médica que nos atendeu rapidamente. A gente saiu de Belo Horizonte para ir a São Paulo para acompanhar a apuração da votação e, como estava chovendo muito, o carro perdeu o controle e capotou três vezes. Graças a Deus a gente não teve praticamente nenhum arranhão. Isso é o poder de Deus. Muito obrigado pelas mensagens de apoio e suporte que todos mandaram e pelas orações", agradeceu Pedro Rousseff.
Deputado federal Pedro Rousseff sofre acidente de carro na Rodovia Fernão Dias - Reprodução do Instagram / @pedrorousseff
Pela manhã, Pedro acompanhou Dilma Rousseff na votação em seu colégio eleitoral e, posteriormente, seguiu para a sua sessão eleitoral para confirmar o seu voto, antes de pegar a estrada rumo a São Paulo. "Voto confirmado pelo bem do Brasil", escreveu Pedro Rousseff em suas redes sociais após ir às urnas.
Segundo fonte do comando Sub-regional do Douro, o acidente ocorreu ao quilómetro 83, no sentido Vila Real – Amarante, tendo resultado num ferido grave, que está a ser desencarcerado pelas equipas dos bombeiros que estão no local, a Cruz Branca e a Cruz Verde.
Orlando Matos, comandante dos bombeiros da Cruz Branca, acrescentou que o embate foi entre um veículo ligeiro, que terá entrado em despiste e foi embater no camião de transporte de bebidas”. Acrescentou ainda que o ferido grave “é um homem”.
Fonte da GNR informou que a estrada está cortada no nó Granja, sendo que a alternativa é entrar no IP4 e entrar na zona da Campeã novamente na A4.
O alerta foi dado às 19h07 e para o local foram mobilizados 13 operacionais, apoiados por cinco veículos, entre os quais os bombeiros da Cruz Verde, os da Cruz Branca e a GNR.
Luís Soares, comandante dos bombeiros de Mirandela, disse à VTM que do acidente resultaram “quatro feridos, dois deles graves, um homem, de 33 anos, e uma criança, de 5 anos. Os feridos leves são uma mulher, com 29 anos e uma outra criança de 2 anos”.
O comandante acrescentou que o homem “foi helitransportado para o Hospital de Bragança, para onde também foram transportados os outros três feridos, mas por via terrestre”.
Disse ainda que os feridos seguiam todos na mesma viatura.
O alerta para o acidente foi dado às 16h37 e para o local foram mobilizados 23 operacionais, apoiados por sete veículos e um meio aéreo, o helicóptero do INEM que está sediado em Macedo de Cavaleiros.
A GNR também está no local do acidente e vai investigar as causas desta colisão.
Bruno Henriques, comandante dos bombeiros de Vidago, disse à VTM que o “óbito foi declarado às 13h08 pela equipa médica da VMER de Chaves e era o condutor do motociclo. Há ainda a registar um ferido ligeiro, um jovem, de 22 anos”.
O alerta para a colisão foi dado meio dia e para o local foram mobilizados 16 operacionais, apoiados por sete veículos, entre os quais os bombeiros de Vidago.
A GNR também esteve no local e está a investigar as causas do acidente fatal.
Segundo o comandante dos bombeiros da Cruz Verde, José Salcedas, da colisão resultou um ferido grave, um homem de 54 anos, e dois ligeiros, um jovem de 23 anos, e uma mulher de 38 anos, que foram transportados para o hospital de Vila Real.
O acidente ocorreu às 18h52 e a estrada está cortada nos dois sentidos para socorro às vítimas, remoção das viaturas e limpeza da vida.
De acordo com a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil Foram mobilizados 27 operacionais, apoiados por nove veículos, entre os quais os bombeiros da Cruz Verde de Vila Real e a PSP, que está a identificar os feridos e a investigar as causas da colisão.
O jovem que morreu, na manhã desta terça-feira, na sequência de uma colisão rodoviária no IC5, em Vila Flor, era filho da vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Flor, Ana Ramos. A informação foi confirmada por Noel Afonso, comandante sub-regional das Terras de Trás-os-Montes da Proteção Civil.
O município de Vila Flor já se pronunciou publicamente sobre a morte de João Dinis Ramos, confirmando que o jovem era filho da vice-presidente da autarquia, Ana Ramos, e manifestando profundo pesar pela sua perda.
A vítima, com cerca de 20 anos, perdeu a vida na sequência do despiste de um camião de mercadorias, no Itinerário Complementar 5, perto da saída de Lodões, em Vila Flor. O camião tombou sobre dois automóveis ligeiros que circulavam no sentido contrário.
O acidente ocorreu por volta das 7h40 e provocou ainda três feridos ligeiros, transportados para o Hospital de Mirandela. O óbito do jovem foi declarado no local.
Para o local foram mobilizados 23 operacionais, apoiados por seis viaturas e pelo helicóptero do INEM, sediado em Macedo de Cavaleiros.
Segundo informação recolhida junto do Comando Sub-regional do Douro, o acidente ocorreu entre “Vilarouco e São João da Pesqueira, na EN 222, e envolveu um autocarro e um veículo ligeiro, tendo resultado num ferido grave, que deverá ser transportado pelo helicóptero do INEM, que está no local.
O alerta foi dado às 8h16 e para o local foram mobilizados 19 operacionais, apoiados por quatro veículos e um meio aéreo, o helicóptero do INEM de Macedo de Cavaleiros e os bombeiros de São João da Pesqueira.
Segundo fonte do Comando Sub-Regional das Terras de Trás-os-Montes, o acidente envolveu um “camião e dois veículos ligeiros, tendo-se registado uma vítima mortal e três feridos ligeiros”, que foram transportados para o hospital de Mirandela.
A vítima mortal é um jovem com cerca de 20 anos, tendo o óbito sido declarado no local.
Fonte da GNR de Bragança disse à VTM que o IC5 está cortado nos dois sentidos.
O alerta foi dado às 7h39 e para o local foram mobilizados 23 operacionais, apoiados por seis viaturas e ainda o helicóptero do INEM, sediado em Macedo de Cavaleiros.
Uma mulher, de 25 anos, ficou gravemente ferida na sequência de uma colisão entre dois veículos ligeiros, ocorrida por volta das 8h00, na variante entre Benagouro e a A24.
Segundo o comandante dos Bombeiros Voluntários da Cruz Branca, Orlando Matos, a vítima ficou encarcerada no interior da viatura, tendo sido necessária a intervenção dos meios de socorro para a retirar. A mulher foi transportada para o Hospital de Vila Real.
A mulher sofreu uma fratura, necessitou de assistência hospitalar e teve mesmo que ser sujeita a cirurgia referiu Orlando Matos à VTM.
O alerta para o acidente foi dado antes das 8h00, tendo sido mobilizados meios de socorro para o local, incluindo elementos dos bombeiros, duas ambulâncias, com dois elementos cada uma, a VMER e elementos da GNR.
No total, segundo dados da Proteção Civil estiveram no local 9 operacionais e três meios terrestres.
As circunstâncias em que ocorreu a colisão não são, para já, conhecidas.