Num mundo “quase perfeito”…

Ora viva, bom dia e uma excelente sexta-feira para si. Mais um mês volvido e novembro porta dentro. Estes “sapatos” em 2026 correram ainda mais rápido do que os de 2025.
Com o passar do tempo e o tema que nos traz hoje a este artigo, uma vez mais, vem com a necessidade da comunidade ajudar, com pouco que seja, a realizar um sonho há muito necessário. A abertura da casa Magellan ou Magalhães como preferir. Em novembro de 2027, precisamente daqui a um ano, será feita a abertura oficial desta grande obra que, sinceramente, não entendo o porquê de não haver mais doações e vontade comunitária de a realizar. Não é tempo de invejas, nem de cinismos, é sim tempo de ser solidário e abrir a mente.
Sabe o que pode fazer o facto de ser “Filantropo”, uma palavra cara para ser generoso?
Passo a explicar… filantropia promove o bem-estar social ao direcionar recursos, tempo e apoio para resolver problemas e melhorar a qualidade de vida da população.
Principais impactos no bem-estar
· Acesso à saúde e educação: Ajuda a manter hospitais, clínicas, bolsas de estudo e projetos educacionais para pessoas em situação de vulnerabilidade.
· Redução de desigualdades: Suporta redes de assistência social que combatem a fome, a pobreza e a exclusão.
· Inovação em causas sociais: Permite testar novas abordagens em áreas como saúde mental e tecnologias que o setor público nem sempre consegue financiar de imediato.
· Fortalecimento comunitário: Cria uma rede de solidariedade que une doadores e comunidades, gerando também senso de propósito e bem-estar emocional para quem ajuda.
Num mundo “quase perfeito” e numa comunidade de bem querer, entre os 300 mil lusodescendentes se cada um doasse que fossem $20 cada, perfazia um total de $6 milhões. Num mundo perfeito sem inveja e sem maldade. Deixo-vos a pensar. É o que é e vai valer sempre o que vale.
Muito obrigado e até já!
Cristina DaCosta/MS
