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Num mundo “quase perfeito”…

29 October 2026 at 21:12

 

Créditos: MDC Media Group/Ai

Ora viva, bom dia e uma excelente sexta-feira para si. Mais um mês volvido e novembro porta dentro. Estes “sapatos” em 2026 correram ainda mais rápido do que os de 2025.

Com o passar do tempo e o tema que nos traz hoje a este artigo, uma vez mais, vem com a necessidade da comunidade ajudar, com pouco que seja, a realizar um sonho há muito necessário. A abertura da casa Magellan ou Magalhães como preferir. Em novembro de 2027, precisamente daqui a um ano, será feita a abertura oficial desta grande obra que, sinceramente, não entendo o porquê de não haver mais doações e vontade comunitária de a realizar. Não é tempo de invejas, nem de cinismos, é sim tempo de ser solidário e abrir a mente.

Sabe o que pode fazer o facto de ser “Filantropo”, uma palavra cara para ser generoso?

Passo a explicar… filantropia promove o bem-estar social ao direcionar recursos, tempo e apoio para resolver problemas e melhorar a qualidade de vida da população.

Principais impactos no bem-estar

· Acesso à saúde e educação: Ajuda a manter hospitais, clínicas, bolsas de estudo e projetos educacionais para pessoas em situação de vulnerabilidade.

· Redução de desigualdades: Suporta redes de assistência social que combatem a fome, a pobreza e a exclusão.

· Inovação em causas sociais: Permite testar novas abordagens em áreas como saúde mental e tecnologias que o setor público nem sempre consegue financiar de imediato.

· Fortalecimento comunitário: Cria uma rede de solidariedade que une doadores e comunidades, gerando também senso de propósito e bem-estar emocional para quem ajuda.

Num mundo “quase perfeito” e numa comunidade de bem querer, entre os 300 mil lusodescendentes se cada um doasse que fossem $20 cada, perfazia um total de $6 milhões. Num mundo perfeito sem inveja e sem maldade. Deixo-vos a pensar. É o que é e vai valer sempre o que vale.

Muito obrigado e até já!

Cristina DaCosta/MS

Sempre grata!

9 October 2026 at 15:34
DR

Olá, bom dia, como está? Mais um mês… e aquilo que interessa é que continuemos caminhando com saúde, tropeçando aqui e ali, mas seguindo o nosso rumo sem prejudicar nada, nem ninguém. E, convenhamos, isto já não é mau de todo.

Celebramos o fim de semana de Ação de Graças, e não deveríamos nós de ser gratos todos os dias?

Não somente pelo alimento que colocamos nas nossas mesas e para nossas famílias dia após dia, mas já parou para pensar que esse mesmo alimento é de facto uma bênção e que, por vezes, quem o produz e o faz chegar até nós, desde a sua origem, talvez nem tenha o que comer? 

E não acha que quem nos providencia um trabalho, que nos assegura esse alimento, também deve estar na nossa mente quando pensamos no que devemos agradecer? Somos, e digo somos porque sou pecadora tal como todos os mortais, somos dizia eu “ingratos”. Queixamo-nos de coisas banais, eu por exemplo fico a olhar para quando o meu marido me prepara um pequeno-almoço maravilhoso, e fá-lo sempre que lhe é possível, e depois me coloca o talher errado, aiaiaiai, não consigo convencê-lo de que temos garfos e facas mais pequenas, é o que é. Mas depois penso assim: bem, há também quem não tenha garfos, nem sequer talheres, nem alimento, e daí, esse breve instante de “ingratidão” vai com a onda do mar que o havia trazido. 

Sou grata pela minha saúde, apesar de alguns obstáculos, sou grata pelas minhas filhas, pelo meu marido e por 4 ou 5 AMIGOS verdadeiros, já incluindo o Ross que nunca me falha em nada.

Sou grata por pertencer a dois países que, por enquanto, ainda vivem em paz, pelo teto que me protege a mim e aos meus e por tudo o que tenho, muito ou pouco. Sou grata por não gostar nada de ostentação, nem de vaidade, e por saber reconhecer quem nos dá a mão quando vacilamos, ou nos empresta um chapéu de chuva em dia de chuva e também sou grata por ser humilde, algo que juntamente com gratidão se vai perdendo nos dias que correm.

Desejo que o vosso fim de semana de Ação de Graças (“Thanksgiving”) seja de paz e abundância, de amor e com muita saúde. Não descure, contudo, de um vizinho ou familiar que possa não ter o que colocar na mesa. Lembre-se, Gentileza gera Gentileza.

É o que é e vai sempre valer o que vale.

Até já,

Cristina DaCosta/MS

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