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Arqueólogos encontram pegada misteriosa de cachorro marcada em tijolo há quase 4 mil anos

Todo mundo sabe que o cachorro é o melhor amigo do homem, mas desde quando esse animal é um companheiro fiel dos seres humanos? Uma nova descoberta sugere que há muito mais tempo do que imaginamos.

O Ministro da Cultura e Turismo da Turquia, Mehmet Nuri Ersoy, compartilhou nas redes sociais a descoberta de uma pegada de cachorro marcada em um tijolo há mais de 4 mil anos. De acordo com a publicação, a pedra foi encontrada na cidade de Cutáquia por um grupo de pesquisadores da Universidade de Bilecik, liderados pelo professor Erkan Fidan. 

“O tijolo estava na estrutura que desabou após um incêndio na Idade do Bronze. As pegadas de patas em sua superfície preservaram um pequeno momento da vida cotidiana”, escreveu Ersoy no X.

Tavşanlı Höyük’te yaklaşık 4.000 yıllık pati izleri bulduk. 🐾 🐕 Kütahya’daki kazılarımızda, patili bir dostumuzun henüz kurumamış kerpicin üzerinde bıraktığı izlere ulaştık. Tunç Çağı’nda yangın geçirerek yıkılan bir yapının molozu içinde bulunan bu kerpiç, bir zamanlar evin duvarında yer alıyordu. Üzerindeki pati izleri, dört bin yıl önceki gündelik hayatın küçük bir anını korudu. Batı Anadolu’nun en büyük Tunç Çağı kentlerinden Tavşanlı Höyük’te yalnızca yapıları ve eserleri değil, yaşamın böylesine küçük ve beklenmedik izlerini de ortaya çıkarıyoruz. 2021’den bu yana çalışmaları yürüten Kazı Başkanımız Prof. Dr. Erkan Fidan’a ve kazı ekibimize teşekkür ediyorum.

— Mehmet Nuri Ersoy (@MehmetNuriErsoy) October 26, 2026

De acordo com o blog Popular Science, a equipe de Fidan estava investigando as pegadas desde 2021. Os vestígios incluíam seções de paredes de tijolos de barro, comuns na época, feitas com uma mistura de água, terra e palha, que era então seca ao sol.

Mas, enquanto um lote de tijolos de barro estava exposto ao calor, o animal aparentemente passou por cima de um tijolo e deixou uma marca perfeita.

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Tempero sonoro: novo estudo sugere que escutar música durante as refeições pode alterar e melhorar o sabor da comida

Você costuma escutar música enquanto come? Essa ação, comum em restaurantes e cafeterias, pode gerar estímulos que alteram e melhoram o sabor da comida. Um estudo publicado na revista Scientific Reports sugere que o “tempero sonoro” estimula o cérebro a trabalhar em harmonia com o som e o alimento ingerido.

O teste foi realizado em 28 participantes por meio de ressonâncias magnéticas funcionais. As etapas contaram com partes em que eles apenas escutavam música, em que só comiam e em que realizavam as duas ações juntas.

Os pesquisadores descobriram que trilhas sonoras doces e azedas, por exemplo, ativaram regiões envolvidas no processamento do paladar, e que os estímulos auditivo-gustativos, quando trabalham de maneira simultânea, aumentam as respostas neurais em comparação com o paladar isoladamente.

“Quando a música chega aos nossos ouvidos ao mesmo tempo em que comemos, podemos ver que o cérebro responde com mais intensidade do que quando o paladar é experimentado sem música”, afirma a autora e pesquisadora de pós-doutorado Alberte Baggesgaard Seeberg, do Departamento de Ciência dos Alimentos.

Expectativas antes de provarem os alimentos também foram consideradas no estudo. Participantes que foram instruídos a esperar uma bebida muito doce, por exemplo, apresentam maior ativação do córtex gustativo ao receberem uma bebida mais azeda em comparação com aqueles que receberam a mesma bebida sem essa expectativa. 

Seeberg afirma que essa descoberta pode melhorar a experiência gastronômica, ajudando pessoas em risco de desnutrição e com outros problemas de saúde relacionados à ingestão de alimentos. 

“Para pessoas em risco de desnutrição, algo tão simples como a música pode potencialmente melhorar a experiência alimentar. Há muito que podemos fazer, frequentemente a um custo muito baixo, para melhorar a qualidade de vida de algumas pessoas”, afirma a profissional. 

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1100 alunos exploraram a cidade numa jornada de aprendizagem

VTM

A cidade de Chaves recebeu, na quinta-feira (8 de outubro), cerca de 1100 alunos do 3.º ciclo dos três agrupamentos de escolas do concelho para mais uma edição da iniciativa “Cultura Radical”.

De acordo com o município, esta atividade proporcionou “um dia repleto de aventura, descoberta e aprendizagem, desafiando os jovens a explorarem a cidade e a conhecerem a sua riqueza cultural e patrimonial de uma forma dinâmica e interativa”.

Inserida no âmbito do Plano de Promoção do Sucesso Escolar do Concelho de Chaves (PPSEC), a iniciativa consistiu na realização de um percurso com 15 pontos de atividade, distribuídos por vários locais emblemáticos da cidade. Ao longo do percurso, os alunos tiveram de superar desafios que exigiram conhecimento, criatividade, destreza e capacidade de superação.

Os locais visitados incluíram o Forte de São Neutel, o Quarteirão Cultural, a Rotunda do Monumento, o Jardim do Bacalhau, a Torre de Menagem, as Termas de Chaves, o Jardim do Tabolado, a Ponte Pedonal, o Jardim Público, o Jardim de São Roque, a Ponte Romana de Trajano, o MACNA e o Largo do Arrabalde.

O programa incluiu também questionários sobre Chaves, a sua cultura e o seu património, bem como jogos e atividades radicais. Através destas experiências, os participantes foram incentivados a trabalhar em equipa, a interagir com os colegas e a desenvolver competências pessoais e sociais num contexto de aprendizagem não formal.

O Largo General de Silveira assumiu um papel central na iniciativa, ao acolher a Fun Zone. Este espaço serviu de ponto de partida e de chegada dos percursos, bem como de local de dinamização das atividades ao longo do dia. Entre as atrações disponíveis, havia insufláveis e uma torre de rapel que proporcionaram aos jovens participantes momentos de diversão e superação.

Através da iniciativa “Cultura Radical”, o município de Chaves reforça a sua aposta em “experiências educativas diferenciadoras que combinam conhecimento com a valorização da identidade local, bem como o desenvolvimento de competências como a autonomia, a cooperação e o espírito de equipa”.

Esta atividade contou com o apoio do programa Pessoas 2030, financiado pelo Fundo Social Europeu+, no âmbito do Portugal 2030 e pela União Europeia, sob o lema “Os Fundos Europeus Mais Próximos de Si”.

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