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Retrospetivas de Lars von Trier e Kelly Reichardt na 20.ª edição do LEFFEST

Em 2026, o LEFFEST – Lisboa Film Festival celebra uma data redonda: 20 edições e uma longa história marcada por retrospetivas, estreias mundiais e filmes estreados ou premiados ao longo do ano nos principais festivais internacionais.
O festival decorre de 6 a 15 de novembro e dissemina a programação por cinco salas da cidade. Aos espaços habituais do Cinema Medeia Nimas, Cinema São Jorge, Teatro do Bairro e Culturgest junta-se, nesta edição, o Cinema NOS Vasco da Gama, no Parque das Nações. Se, nos tempos que correm, ir à sala de cinema pode ser considerada uma opção de nicho, a inclusão de uma sala da NOS num recinto comercial vem demonstrar que, afinal, pode não ser bem assim.
A programação, como sempre, é eclética. Não se pretende agradar a todos, antes exibir obras cinematográficas que, na perspetiva de quem programa – o produtor Paulo Branco – merecem a atenção do público. Na Seleção Oficial, estão 11 filmes em competição. Entre eles, “Mariage au goût d”orange”, do francês Christophe Honoré, “Os Christophers”, do norte-americano Steven Soderbergh, e “Scherzetto”, do italiano Mario Martone. O romeno Radu Jude também faz parte da lista, com o “Diário de uma Criada de Quarto”, numa reinterpretação do clássico de Octave Mirbeau, assim como o mexicano Fernando Eimbcke, que traz ao LEFFEST a obra “Moscas”, reconhecida no Festival de Berlim.
Em competição estarão, também, a cineasta alemã Valeska Grisebach com “The Dreamed Adventure”, galardoada em Cannes, a austríaca Sandra Wollner com “Everytime”, distinguida na secção Un Certain Regard, e o russo Kantemir Balagov com “Butterfly Jam”. A representação latino-americana fica a cargo de “La perra”, da chilena Dominga Sotomayor, enquadrada na secção Quinzena dos Cineastas. A fechar a competição estará “Notre Salut”, do belga Emmanuel Marre, e “Ela Olhava Sem Nada Ver”, que leva a assinatura da atriz e realizadora francesa Fanny Ardant.
O LEFFEST não é feito apenas de competição entre cinematografias. Também acolhe antestreias fora de concurso e produções premiadas no circuito dos festivais ao longo do ano. Destaque para “Soudain”, de Ryusuke Hamaguchi, cujas intérpretes foram distinguidas em Cannes, “Bajañí”, do espanhol Fernando Trueba, “Coward”, do belga Lukas Dhont, “Fatherland”, do polaco Paweł Pawlikowski, e “Ink”, do britânico Danny Boyle, que abriu o Festival de Veneza.
O premiado e deliciosamente controverso cineasta dinamarquês Lars von Trier será objeto de uma retrospetiva praticamente integral da sua filmografia. E não será a única. Kelly Reichardt, Sophie Letourneur e o português Tiago Guedes, todos com presença confirmada em Lisboa, também verão as suas obras exibidas no LEFFEST, a que se soma o ciclo dedicado ao realizador sul-coreano Lee Chang-dong.
O júri da Seleção Oficial é presidido pelo realizador canadiano David Cronenberg, que estará em Lisboa para falar sobre o seu filme “M. Butterfly”, de 1993, numa conversa aberta ao público com a atriz Barbara Sukowa. Numa extensa lista de presenças o LEFFEST já anunciou que Abel Ferrara e Béatrice Dalle estarão na apresentação de “Salò, ou os 120 Dias de Sodoma”, de Pier Paolo Pasolini.
Frédéric Bonnaud, diretor-geral da Cinemateca Francesa, é outra das presenças confirmadas. A ele caberá falar sobre o filme “The Stranger”, de Orson Welles. Já a exibição de “My Brother’s Wedding” será acompanhada por Charles Burnett, figura central do movimento L.A. Rebellion. O cineasta britânico Mike Leigh marcará presença à distância para apresentar “Tender Loving Care”.
Como já é habitual, o LEFFEST propõe um programa que ultrapassa os limites da sala de cinema, criando pontes com outras artes e disciplinas. Consulte aqui tudo o que vai acontecer nos dez dias do festival.
Chamber Music: The Soul of a Festival in Cuba
From this Thursday until November 1, Havana is hosting the 15th International Chamber Music Festival—an event bringing together 34 Cuban and international artistic ensembles across various cultural venues in the Cuban capital.
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The festival is presided over by pianist and composer Frank Fernández, a recipient of the National Music Prize, and is taking place as part of the 50th-anniversary celebrations of Cuba’s Ministry of Culture.
The festival returns to the national stage with a program centered on chamber music—a genre deeply rooted in Caribbean culture. Fernández noted that the event is being held under challenging circumstances, though he emphasized that this will not compromise the quality of this year’s edition.
The event’s president expressed optimism that this edition could surpass previous ones, noting that it is dedicated to prominent figures and ensembles from both the Cuban and international musical landscapes.
A major highlight this year is the inaugural International Chamber Music Competition, which features both professional and amateur categories. Twenty-one projects registered for the initial stage and will compete throughout the festival.
🎹✨ El ansiado XV Festival Internacional de Música de Cámara, se desarrollará en esta capital desde el jueves 29 de octubre hasta el domingo 1ro de noviembre con un programa que tendrá entre sus protagonistas al reconocido pianista y compositor Aldo López-Gavilán.#CubaEsCultura pic.twitter.com/0orIaJZFr4
— Agencia Cubana de Noticias (@ACN_Cuba) October 26, 2026
The text reads, “The long-awaited 15th International Chamber Music Festival will take place in this capital from Thursday, October 29, to Sunday, November 1, with a program that will feature, among its headliners, the renowned pianist and composer Aldo López-Gavilán.”
The agenda includes concerts, talks, and academic exchanges between professionals and students. It also offers a variety of programs designed for both seasoned enthusiasts and those encountering this musical genre for the first time.
Participants include Russian soprano Natalia Kirillova, artists from the United States, and highly accomplished Cuban performers. In total, 34 artistic ensembles are featured, enriching the festival’s diverse offerings.
Venues include the National Theatre, the Napoleonic Museum, the Museum of Decorative Arts, the Casa del Alba Cultural, and the Union of Writers and Artists of Cuba, among other locations across Havana.
Frank Fernández described chamber music as a complete, educational, and complex form of expression that demands great sacrifice and effort. The maestro—a leading figure in the Cuban piano tradition—underscored the festival’s significant educational and artistic value.
The 15th edition seeks to promote public enjoyment of and access to high-caliber art, while simultaneously establishing Havana as a venue for an international gathering dedicated to chamber music performance.
#Cuba | The Recording and Music Publishing Company (Egrem) is celebrating the nominations for the Cubadisco 2026 Awards, which will be announced on May 16 during the awards ceremony of the Cuban Record Festival.https://t.co/iOAteQYMqn pic.twitter.com/s7rpZFOLBy
— teleSUR English (@telesurenglish) May 4, 2026
Duelo de gigantes nos 300 km Algarve Sports Cars
Num fim-de-semana em que o som inconfundível dos motores clássicos voltará a ecoar pelo imponente circuito de Portimão, a corrida
O conteúdo Duelo de gigantes nos 300 km Algarve Sports Cars aparece primeiro em Algarve 7.
Rock the Mountain 2026: veja os horários dos shows do 1º final de semana
A edição 2026 do Rock the Mountain começa na sexta-feira (30) reunindo grandes potências da indústria musical. Conhecido por mesclar arte, diversão e sustentabilidade em meio à natureza em Itaipava, na região serrana do Rio de Janeiro, o festival segue com seis dias de duração, ao longo de dois finais de semana, até 8 de novembro.
A abertura contará com atrações como Sued Nunes, Jah-Van, M.I.A e Jorge Ben Jor no Palco Floresta Vivo. O Palco Estrela receberá Jéssica Gaspar, Tássia Reis, Gaby Amarantos e Dexter convida L7 e Djonga. Já o Palco Aurora Heineken terá Héloa, Fitti, Terno Rei, Melody e Major RD.
Confira a programação do 1º final de semana do RTM 2026
30 de outubro (sexta-feira)
Palco Floresta Vivo
- 17h40: Sued Nunes
- 19h30: Jah-Van
- 21h30: M.I.A
- 23h30: Jorge Ben Jor
Palco Estrela
- 16h50: Jéssica Gaspar
- 18h30: Tássia Reis
- 20h30: Gaby Amarantos
- 22h30: Dexter convida L7 e Djonga
Palco Aurora Heineken
- 16h20: Héloa
- 17h50: Fitti
- 20h: Terno Rei
- 22h10: Melody
- 1h: Major RD
31 de outubro (sábado)
Palco Floresta Vivo
- 13h30: Claudya
- 15h50: Fran
- 18h: Falamansa
- 20h: Anitta
- 22h45: Kevin O Chris
Palco Estrela
- 14h40: Leci Brandão
- 17h: Barão Vermelho
- 19h: Marcelo D2
- 21h40: Duquesa
- 23h40: O Kanalha
Palco Aurora Heineken
- 12h30: Ayô Tupinambá
- 15h: Jadsa
- 16h35: Los Mirlos
- 19h10: Carol Biazin
- 22h40: Julia Mestre
- 0h30: Mind Enterprises
1º de novembro (domingo)
Palco Floresta Vivo
- 13h30: Dora Morelenbaum
- 15h30: Paulinho da Viola
- 17h30: Jorja Smith
- 20h: Dominguinho (João Gomes, Jota.pê e Mestrinho)
- 22h10: Ivete Sangalo
Palco Estrela
- 14h30: Marcos Valle
- 16h30: Priscila Senna
- 18h50: Timbalada e Afrocidade
- 21h10: Ebony
- 23h10: FBC
Palco Aurora Heineken
- 12h30: Filipe Toca
- 14h20: Gretchen
- 18h20: Toni Garrido
- 20h15: Urias
- 23h30: Midnight Generation
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Duelo de gigantes nos 300 kms ‘Algarve Sports Cars’ no Autódromo Internacional

Com um fabuloso grid de 27 protótipos, GT e Turismos, a segunda edição dos 300 kms ‘Algarve Sports Cars’ promete ser o grande cartaz do Algarve Classic Festival, que leva o Autódromo Internacional do Algarve a viver, entre 30 de outubro e 1 de novembro, um fim de semana de pura adrenalina e nostalgia sobre rodas.
Será um fim de semana em que o som inconfundível dos motores clássicos voltará a ecoar pelo imponente circuito de Portimão, já que, a corrida principal do programa promete combinar espetáculo, competitividade e nostalgia.
A prova será disputada ao longo de 120 minutos, ou 300 quilómetros, incluirá paragens obrigatórias para reabastecimento e troca de pilotos, e está aberta a sportscars construídos entre 1963 e 1972, além de modelos GT e Turismos produzidos entre 1966 e 1980.
Em termos de programação, destacamos os treinos de classificação, marcados para as 16:40 hrs de sexta-feira, 30 de outubro. A grande prova, os 300 kms Algarve Sports Car, está reservada para o fim da tarde de sábado, 31 de outubro.
Refira-se que a corrida chegará ao fim já depois do sol se pôr, oferecendo uma imagem inesquecível dos carros em pista, iluminados apenas pelos seus faróis, como nas grandes provas de endurance de outrora.
De lembrar, antes de mais, que a edição de 2025 foi conquistada pelos britânicos John Emberson e James Bellinger, ao volante de um Chevron B19, que superaram João Macedo Silva e José Monroy, num Lola T70 Mk3 Coupé.
O terceiro lugar absoluto ficou com Joel Hopwood e Nigel Greensall, em Chevron B8, dupla que igualmente faturou a vitória na classe H-1969.

Os três carros estarão presentes na edição deste ano, com a mesma ambição e vontade de conquistar o troféu e o relógio oferecido pelo patrocinador Briston Watches ao vencedor da corrida.
Perfeita homenagem à Golden Age of Motorsport
Num grid de largada de encher os olhos, a categoria H-1972 até 2000 cc é a mais numerosa, com dez carros inscritos, e conta com forte presença dos protótipos da Chevron e da Lola, duas marcas britânicas que estão intimamente ligadas ao automobilismo nacional e do exterior.
Além do B19 dos vencedores do ano passado, John Emberson e James Bellinger, Kyle Tilley e Phil Keen pilotarão um carro idêntico, que em 2025 andou nos primeiros lugares e fez a melhor volta da corrida (1:52.225s). Alan Purbrick e David Brise, Robin Ellis e Andy Wolfe, e Paul Cope e John Sheldon, – este último piloto na época do Grupo C -, estarão ao volante de outros três exemplares inscritos.
O sexto Chevron da classe é um B21, carro com história além fronteiras, que passou por Angola e Portugal e ostenta as cores do Team BIP.
Na “montanha-russa” de Portimão, o carro com o qual Carlos Gaspar alcançou o terceiro lugar da Rampa da Penha de 1972 será dividido pelo quarteto formado por Carlos Tavares, Edgar Botelho Moniz, José Forte e Frédéric da Rocha.
Se a marca fundada pelo autodidata Derek Bennett tem seis carros nessa classe, a criada pelo rival da época, Eric Broadley, tem três exemplares: dois T290, modelo que fez a pole-position em 2025, e um T212.
Nicholas Topliss e James Topliss dividem um Lola T290, enquanto Alex Collins e Martin Stretton, tricampeão da FIA Historic F1 Championship, se alinham com um carro igual. O grid fica completo com James Claridge e James Denty, ao volante do mesmo Lola T212 que competiu nas 24 Horas de Le Mans de 1971, pilotado por Guy Edwards e Roger Enever.
Mas a variedade da classe não para por aí, pois inscrito também está o Daren Mk 2 de 1970, valente máquina confiada ao volante de Georg Kjallgren. Das oficinas britânicas saíram, entre 1968 e 1972, apenas oito unidades deste protótipo, movido por um motor Cosworth FVA de 1600 cc, e dessas só dois exemplares resistiram à passagem do tempo, ambos hoje entregues aos cuidados da Triple R Restoration, de Richard Doe.
A categoria H-1972 acima de 2000 cc reúne quatro espetaculares Lola T70 inscritos no evento. Além do Mk3 Coupé com o qual João Macedo Silva dividirá desta vez com Diogo Ferrão, David Kelly e Stephen Doyle dividem um Lola T70 Mk3B, preparado pela Gary Dunlop Motorsport, enquanto Bruno Pereira, Charlie Hyett e Michel Speyer alinham com outro Mk3B, inscrito pela Pegasus Classic Engineering, que na edição passada lutou pelo triunfo até uma pane mecânica travar sua marcha.

O último T70 é ainda mais raro, pois é um Mk3B Spyder, um dos quatro originalmente construídos. Este Lola muito especial será conduzido por Marc Devis e Nick Padmore, dois pilotos com enorme experiência neste tipo de competição. Padmore é conhecido do público português pelas vitórias ao volante de Lotus no Classic GP para carros de F1 anteriores a 1986, no Estoril Classics.
Na categoria H-1969, os seis inscritos evocam uma das épocas mais marcantes das corridas de resistência. Vencedores da classe na edição passada, Joel Hopwood e Oliver Bryant compartilham o mesmo Chevron B8, enquanto Robin Tuluie fez sua estreia com seu exemplar solo.
Bernard Foley e Lewis Dunlop repetem presença no Crossle 9S, pequeno protótipo nascido nas garagens de Holywood, perto de Belfast, na Irlanda do Norte, e que ficou em segundo lugar na classe.
Depois do pódio alcançado na edição anterior, Richard McAlpine e Nigel Greensall voltam a colocar na pista o McLaren M1b de 1965, protótipo movido por um V8 de 5700 cc, que Bruce McLaren concebeu para sua investida na Canadian-American Challenge Cup, a célebre Can-Am.
Que seria de uma prova dessa natureza sem um Ford GT40?
Pois lá está ele na H-1969, ostentando a oval azul. Bruno Duarte e Filipe Silva Jesus, figuras habituais do Historic Endurance, estreiam ao volante de um GT40, escudados na experiência de Andy Newall.
Henry e Martin Stephenson, pilotos calejados em provas de clássicos, se lançam na briga com outro GT40.
Grande Turismo / TC: Raiz e tradição
Mas nem só de protótipos vive esse grid, pois a raiz das corridas de endurance está nas batalhas de carros de diferentes classes travadas dentro da pista. Sete máquinas, sete escolas do Turismo e do Grande Turismo: é o que a classe GT/TC põe em pista, nas mãos de pilotos que as pistas ibéricas conhecem bem, tantas foram as vezes que se bateram nas provas do Iberian Historic Endurance.
Para destacar o papel dos Turismos e GT nesta apaixonante prova de resistência, a Briston Watches também oferecerá um relógio ao primeiro colocado de uma classe que, em seu tempo, sempre correu lado a lado com os protótipos.
Os francófonos Olivier Muytjens e Brice Pineau, vencedores da classe nos 300km do ano passado, alinharão com o mesmo e competitivo Porsche 911 3.0 RS, preparado pela equipe belga HY Racing, que, pelo histórico, se apresenta como o favorito natural.
Ralf Schnitzler e Patrice Campillo guiam um Datsun 240Z, que este ano correu nos 300 km de Paul Ricard. Apesar da história desse modelo nos remeter aos ralis, a realidade é que o carro japonês participou de todas grandes clássicas de resistência do planeta: Le Mans, Sebring e Daytona.

Assim como ao “Z”, a Garagem João Gomes também prestará assistência ao Porsche 924 compartilhado por António Reis e José Carvalhosa e ao 911 2.5 ST que a dupla de pai e filho, Piero e Guilherme Dal Maso, dividirá com Marco Nunes.
Para a alegria dos aficionados por carros americanos, surgirá o imponente Shelby Mustang GT350, máquina com motor de 4700 cc que o Shelby Mustang GT350R Team entregará a Ernesto Silva Vieira e António Paquete.
A fechar a lista de inscritos, os dois bólidos da Ecurie Luxembourg: um BMW 2002, nas mãos de Michel Welter e Felix Feltes, e um Alfa Romeo GT Am, confiado a Patrick Wilwert e Philippe Vermast, os vencedores da subclasse H-1965 GR2 nas 3 Horas de Spa do Historic Endurance em abril.
Como assistir ao espetáculo
Importa salientar que durante o fim de semana, o Algarve Classic Festival convida o público a uma viagem pela história do automobilismo, reunindo máquinas de várias épocas em um ambiente de saudade e ao som inconfundível dos motores de outros tempos.
A entrada é gratuita dos 3 aos 16 anos.
Os ingressos estão à venda no site oficial do evento, em algarveclassicfestival.org , em várias modalidades à escolha: o ingresso «Bancada Principal» dá direito à bancada principal; o «Paddock» abrange, além desta, o acesso ao paddock; e o ingresso «Torre VIP» também franqueia as portas da Torre VIP, com entrada no paddock e na arquibancada principal.
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Pré-venda do Planeta Atlântida 2027 começa nesta quarta; veja como comprar
A pré-venda para a edição 2027 do Planeta Atlântida começa nesta quarta-feira (28), às 10h, exclusiva para clientes com cartão de crédito Banrisul Mastercard. O festival acontece nos dias 29 e 30 de janeiro, na praia de Atlântida, no litoral norte do Rio Grande do Rul.
Já na quinta-feira (29), a comercialização de ingressos também contemplará cartões de crédito Banrisul Visa e Mastercard.
Cada CPF poderá adquirir até quatro entradas para o evento, com parcelamento em até dez vezes sem juros. A compra deverá ser realizada na plataforma oficial Uhuu.
Os setores Arena, Camarote, Rooftop Open Bar, Premium e Terraço terão ingressos na modalidade inteira e meia-entrada. Até o momento, não há informações sobre valores ou programação oficial do festival.
Recorde como foi o Planeta Atlântida 2026
A edição de 30 anos do evento marcou uma celebração histórica com ingressos esgotados e público de 80 mil pessoas nos dois dias de evento.
Nomes como Anitta, João Gomes, Jota Quest, Ludmilla, Belo, Simone Mendes, Matuê, Alok, Veigh, Luísa Sonza, Nenhum de Nós e Reação em Cadeia embalaram o público. O encerramento histórico ficoi por conta de apresentações de Armandinho, Alok e Dennis.