❌

Reading view

GAMP promove tertúlia ”Fortalezas Marítimas do Algarve no Século XVII”

O GAMP- Grupo de Amigos do Museu de Portimão realiza a última tertúlia de 2026, que terá lugar sábado, 7 de novembro, pelas 17h00, na Sala de Reuniões do Museu de Portimão.

Sob o tema “Fortalezas Marítimas do Algarve no Século XVII”, esta tertúlia será dinamizada pelo professor e investigador Valdemar Coutinho, autor de diversos estudos sobre o património  histórico e cultural algarvio.

Em análise, estarão as razões do elevado número de fortalezas marítimas construídas, nesse período, na orla marítima do Algarve, as quais constituem igualmente um património construído de relevante importância na história de uma  região, localizada na rota entre o Mediterrâneo e Atlântico.

Devido a esse contexto, ao longo dos tempos, o Algarve  esteve muito mais exposta a incursões frequentes de piratas e corsários europeus, berberes e turcos do que a faixa costeira ocidental, até porque a costa algarvia dispunha de muitos ancoradouros de fácil desembarque de piratas e corsários, pondo em risco tanto a vida das populações, como os seus bens.

O meio encontrado para atingir esse objetivo foi a existência de fortalezas marítimas dotadas de meios para repelir, com eficiência, os referidos ataques.

No século XVII, os perigos eram tão graves e frequentes que, em 1618, Filipe II de Portugal (III de Espanha), contratou o arquiteto italiano Alexandre Massaii, para estudar a situação das fortalezas marítimas, para garantir a desejada segurança.

O dito estudo foi entregue, em 1622, subordinado ao tema “DESCRIPÇÃO DO REINO DO ALGARVE”, com sugestões de construção de novas fortalezas ou de melhoramento nas existentes, o que veio a concretizar-se, nalguns casos.

Este é uma iniciativa integrada no Projeto “Museus para Todos”, desenvolvido pelo GAMP, desde 2024, com o apoio da Unidade de Cultura da CCDR-Algarve, do Museu e do Município de Portimão.

Visa fomentar uma maior interação e inclusão, no sentido de ampliar o contacto com a história, o património cultural e identitário  da diversidade dos   museus e monumentos algarvios.

  •  

La “muralla china” de Huesca: 840 metros de roca donde un señor de la guerra medieval levantó su fortaleza

Desde el mirador de la ermita de San Marcos parece la obra de un ejército de canteros: dos filas paralelas de piedra caliza, casi verticales, que bajan por una loma y se meten en el agua verde del embalse de Canelles. Entre ellas asoma una ermita medio derruida. Nadie levantó esos muros. Son los Roques […]

  •  

Descubren construcciones neolíticas y de la Edad del Hierro bajo una legendaria fortaleza eslava del siglo VII en Alemania

En la actual región de Brandeburgo, a apenas un centenar de metros de la frontera con Sajonia-Anhalt, el río Havel rodea una pequeña elevación de tierra que sus vecinos llaman Pilatsch. Durante siglos, una leyenda local sostuvo que allí vivió un caballero llamado Pilatus que asaltaba las embarcaciones que pasaban por el río y encerraba […]

  •  

Torres ancladas a la roca desnuda: descubren el truco de ingeniería que los almorávides usaron hace 900 años en Cuenca

El 29 de mayo de 1108, un ejército almorávide derrotó a las tropas de Alfonso VI a las afueras de Uclés. En la batalla murió Sancho Alfónsez, el único hijo varón del rey y su heredero, un golpe que dejó a Castilla sin sucesor directo y que los cronistas de la época consideraron una de […]

  •  
❌