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Putin diz que Rússia busca restaurar relações com Europa

O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou, na noite desta quinta-feira (29), que apoia quaisquer medidas voltadas para a restauração das relações com os países europeus.

Putin também disse que o surgimento de qualquer conflito resultaria em uma situação sem vencedores.

Ao comentar a conversa telefônica que teve esta semana com os líderes da Noruega e da Finlândia, Putin disse que a Rússia está preparada para uma possível guerra com a Europa, embora não a deseje.

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“Apoiamos quaisquer medidas… apoiamos quaisquer ações voltadas para a restauração de relações plenas e completas com os países europeus”, disse Putin a repórteres após sediar uma cúpula com líderes africanos.

“Antes de tudo, estamos preparados, mas não queremos uma guerra com a Europa. E, se alguém a deseja, que se prepare; mas, até o momento, não alcançaram seu objetivo — infligir uma derrota estratégica à Rússia. E, se a situação for longe demais, não haverá vencedores. Que ninguém se esqueça disso.”

Putin afirmou que o presidente finlandês, Alexander Stubb, e o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, agiram corretamente ao realizar o contato, apesar das críticas de algumas capitais europeias, que acusaram os dois de romper a unidade ao iniciarem conversas com Moscou.

Ele declarou que a Rússia não deseja impedimentos à navegação no Mar Báltico e acrescentou que restringir a comunicação poderia levar a uma situação semelhante à observada no Estreito de Ormuz desde o início do conflito entre os Estados Unidos e o Irã, em fevereiro.

“Alguém deseja que ocorra no Báltico a mesma situação vista no Golfo ou no Estreito de Ormuz?”, questionou Putin. “Não sei. Nós não queremos isso, mas responderemos a qualquer desafio.”

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Ataque russo com drone a estação ferroviária deixa 13 mortos na Ucrânia

Um drone russo matou 13 pessoas na principal estação ferroviária da cidade ucraniana de Dnipro, atingindo uma plataforma lotada de pessoas que embarcavam em um trem, segundo autoridades.

A empresa ferroviária estatal, Ukrzaliznytsia, informou que um drone a jato atingiu uma plataforma onde um trem suburbano se preparava para partir com destino à cidade vizinha de Zaporizhzhia, no sul do país.

O governador regional Oleksandr Hanzha disse em uma postagem no Telegram que pelo menos mais cinco pessoas ficaram feridas.

“Apesar do alerta de risco elevado, havia pessoas na plataforma”, informou a Ukrzaliznytsia, acrescentando que equipes de resgate estavam no local.

“Muitas pessoas morreram. Muitas ficaram feridas”, escreveu o prefeito de Dnipro, Borys Filatov, no Telegram.

Análise: Tensões entre Trump e Zelensky ameaçam apoio dos EUA à Ucrânia

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Putin elogia Musk como "um verdadeiro génio" e defende cooperação espacial com os EUA

O Presidente russo, Vladimir Putin, deixou rasgados elogios a Elon Musk e destacou a superioridade da rede de satélites Starlink face aos projetos russos, numa altura em que o multimilionário norte-americano está no centro de uma polémica sobre restrições ao serviço usado pelas forças ucranianas

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Ataque de drone ucraniano mata uma pessoa, informam autoridades

Uma pessoa morreu em decorrência de um ataque com drone ucraniano na região russa de Belgorod, informaram as autoridades locais de emergência nesta quarta-feira (28).

A Reuters não conseguiu verificar a alegação de forma independente.

Ataque ucraniano danifica infraestrutura industrial em Novomoskovsk

Destroços de drones ucranianos danificaram infraestrutura industrial em Novomoskovsk, na região russa de Tula, além de prédios de apartamentos e residências particulares, informou o governador regional, Dmitry Milyayev, por meio do Telegram.

Novomoskovsk, situada a cerca de 200 km ao sul de Moscou, é um importante polo de produção química.

Milyayev afirmou que equipes de laboratórios e do órgão de fiscalização da saúde pública foram enviadas à cidade, sem fornecer mais detalhes.

Ataque russo provoca grande incêndio na Ucrânia e deixa quatro feridos

Um incêndio de grandes proporções teve início após um ataque com drones russos ao distrito de Osnovyanskyi, em Kharkiv, na noite desta terça-feira (27).

Um prédio de apartamentos de dois andares, residências particulares e um edifício industrial foram atingidos pelo fogo.

Segundo o prefeito de Kharkiv, Igor Terekhov, há registro de quatro pessoas feridas, incluindo um menino de 4 anos.

Por que Donetsk é ponto de discórdia para encerrar guerra na Ucrânia?

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Segundo o prefeito de Kharkiv, Igor Terekhov, há registro de quatro pessoas feridas, incluindo um menino de 4 anos.

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Novomoskovsk, situada a cerca de 200 km ao sul de Moscou, é um importante polo de produção química.

Milyayev afirmou que equipes de laboratórios e do órgão de fiscalização da saúde pública foram enviadas à cidade, sem fornecer mais detalhes.

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Finlândia e Noruega levam mensagem de Zelensky a Putin, que recusa reunião imediata com líder ucraniano

Alexander Stubb e Jonas Gahr Støre transmitiram a Moscovo o desejo de Volodymyr Zelensky de se reunir com Vladimir Putin. O Presidente russo respondeu que só aceitará um encontro quando houver um acordo de paz pronto para ser assinado. O contacto marcou também o regresso das conversas diretas entre dirigentes europeus e o Kremlin, interrompidas desde julho de 2025

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Rússia atinge ponte em Kiev, no que Zelensky classifica como grave escalada

A Rússia atingiu uma importante ponte rodoviária em Kiev durante a noite, em ataques que envolveram 16 mísseis balísticos e mais de 280 drones, informou o presidente Volodymyr Zelensky nesta terça-feira (27), classificando o episódio como uma grave escalada contra a logística ucraniana.

“Tragicamente, houve vítimas e impactos em Kiev, inclusive na Ponte Sul”, escreveu ele na rede social X, referindo-se a uma das principais pontes rodoviárias sobre o rio Dnipro, que corta a capital ucraniana.

“Uma grave escalada na operação da Rússia contra a nossa logística. Também houve ataques nas regiões de Kiev, Vinnytsia, Zaporizhzhia, Dnipro, Kharkiv, Odessa, Chernihiv, Sumy, Donetsk, Kherson e Chernivtsi.”

The number of people injured in the Russian strike on a university campus and the surrounding area yesterday evening has risen to 12. Five of them are students and university staff. While emergency services were helping people and dealing with the aftermath of the first strike, the Russians used ballistic missiles again. In total, 16 ballistic missiles were launched overnight. More than 280 drones as well. Tragically, there have been casualties and hits in Kyiv, including on the South Bridge. A serious escalation in Russia’s operation against our logistics. There were also strikes on the Kyiv, Vinnytsia, Zaporizhzhia, Dnipro, Kharkiv, Odesa, Chernihiv, Sumy, Donetsk, Kherson, and Chernivtsi regions. Almost everywhere, Russia’s targets were the energy sector, logistics, and ordinary urban infrastructure. The artificial and prolonged delays in the delivery of interceptor packages for Patriot and NASAMS systems, which unfortunately have occurred recently, are directly helping Russia achieve the objectives of its terrorist campaign. Every such delay means another Russian strike on one facility or another. Unfortunately, strikes are taking place every day. Russia is constantly taking new steps toward escalation. Pressure on Russia and real support for Ukraine are needed to change the situation. I thank everyone who truly supports our efforts to protect lives and understands the importance of support packages arriving on time. We must bring peace closer and save lives. Thank you to everyone who stands with Ukraine!

— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) October 27, 2026

Líderes da Noruega e Finlândia conversam com Putin e Zelensky por telefone

Os líderes da Finlândia e da Noruega telefonaram para o presidente russo, Vladimir Putin, nesta terça-feira (27), para instá-lo a encerrar a guerra na Ucrânia — rompendo com uma prática de longa data entre os líderes da Europa Ocidental de evitar contato direto com o Kremlin.

O telefonema, realizado pelo presidente finlandês, Alexander Stubb, e pelo primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, foi uma tentativa de influenciar o processo diplomático em um momento em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mudou sua postura em favor da Rússia, e as relações entre o país e a Ucrânia atingiram seu ponto mais baixo nos últimos 18 meses.

Os líderes nórdicos conversaram por telefone com Putin e, na sequência, com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, segundo um assessor de Zelensky.

“A discussão (com Putin) foi franca e substantiva. Somos países vizinhos da Rússia. O desfecho desta guerra terá um impacto direto na nossa segurança e na segurança da Europa como um todo. Encerrar a guerra exige discussões diretas”, afirmou Stubb em um comunicado conjunto com Støre.

O líder norueguês acrescentou: “A guerra traz custos humanos e materiais enormes. O sofrimento e a destruição afetarão gerações. Durante a conversa, enfatizamos a importância de uma desescalada”.

Ambos os líderes reafirmaram seu forte apoio à Ucrânia, assegurando que esse suporte continuará.

Nenhum sinal de concessão por parte do Kremlin

O relato do Kremlin sobre a conversa não indicou que Putin tenha sinalizado qualquer disposição para ceder em relação a posições anteriormente declaradas.

“Enfatizou-se que alcançar uma paz justa e duradoura só é possível se os interesses legítimos da Federação Russa forem levados em conta de forma plena e incondicional”, afirmou o Kremlin.

“Ao mesmo tempo, chamou-se a atenção para as políticas de confronto adotadas por países da União Europeia e da Otan, que contribuem para o prolongamento das hostilidades.”

Desde que a Rússia iniciou sua guerra em larga escala na Ucrânia, em fevereiro de 2022, os líderes da Europa Ocidental têm, em sua maioria, evitado o contato com Putin, ao mesmo tempo em que intensificam as sanções contra Moscou.

Contudo, essa postura os deixou em segundo plano, uma vez que os esforços para encerrar o conflito passaram a ser liderados por Trump — visto, em muitas capitais da União Europeia, como uma figura imprevisível, errática e propensa a ficar ao lado de Putin em detrimento da Ucrânia.

Essa percepção foi reforçada por acordos firmados este mês, nos quais Putin concordou em fornecer diesel russo aos EUA, enquanto Trump flexibilizou sanções contra a Rússia e declarou que seria o momento de os ucranianos substituírem Zelensky como seu líder.

Catástrofe demográfica: Ucrânia está virando nação de viúvas e órfãos

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Rússia comete crimes contra humanidade ao atacar civis na Ucrânia, diz ONU

A Rússia está cometendo crimes de guerra e contra a humanidade ao atacar intencionalmente a infraestrutura civil — incluindo sistemas de energia vitais — na Ucrânia, afirmou um painel independente de investigação da ONU nesta segunda-feira (26).

As forças russas têm visado a infraestrutura energética ucraniana desde os primeiros meses da guerra, em 2022, e intensificaram drasticamente esses ataques no início do inverno do ano passado, deixando milhões de ucranianos passando frio na escuridão de suas casas.

Um novo relatório, publicado nesta segunda-feira pela Comissão Internacional Independente de Inquérito sobre a Ucrânia e compartilhado com a CNN, afirma que esses ataques “foram realizados com intenção” e estão alinhados a uma “política de Estado” russa de “privar a população civil de suprimentos energéticos essenciais e causar sofrimento”.

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“Os comandantes russos que ordenaram esses ataques sabiam que as instalações de aquecimento que visavam eram indispensáveis ​​para a população civil, especialmente durante o inverno”, diz o relatório, que está sendo submetido à Assembleia Geral da ONU.

A CNN entrou em contato com o Kremlin para solicitar um comentário.

O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, afirmou que o relatório “confirma o que os ucranianos vivenciam há anos: os ataques sistemáticos da Rússia à infraestrutura energética civil constituem crimes de guerra e crimes contra a humanidade”.

Em uma publicação na rede social X, Sybiha declarou que a Rússia “privou deliberadamente milhões de pessoas de eletricidade, aquecimento e água, transformando o frio e a escuridão em instrumentos de guerra”.

Segundo Kiev, ataques russos em larga escala com drones e mísseis, ocorridos no inverno passado, reduziram a capacidade de geração de energia térmica da Ucrânia em 70% nas áreas mais afetadas. O sofrimento foi agravado por um inverno excepcionalmente rigoroso, com temperaturas chegando a -30 graus Celsius em diversas ocasiões.

A comissão foi estabelecida pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU poucos dias após a Rússia lançar sua invasão em larga escala da Ucrânia, em fevereiro de 2022.

Anteriormente, o grupo já havia relatado outros aspectos da guerra da Rússia contra a Ucrânia, incluindo alegações de violência sexual e de gênero cometidas pelas forças armadas russas, bem como a deportação forçada em larga escala de crianças ucranianas pelas autoridades russas.

Neste relatório mais recente, a comissão descreve os impactos graves da exposição prolongada ao frio sobre os civis ucranianos, afirmando que as autoridades médicas do país documentaram mortes causadas pelas baixas temperaturas em residências e até mesmo em hospitais.

“Profissionais de saúde relataram que, durante o último inverno, atenderam pacientes que sofreram traumas relacionados ao frio, incluindo diversos graus de congelamento e hipotermia. Os pacientes desenvolveram essas condições em suas próprias casas, devido à exposição a ambientes sem aquecimento, e precisaram ser hospitalizados”, diz o relatório.

O documento cita uma civil que vive em Dnipro, a quarta maior cidade da Ucrânia, descrevendo o impacto que os ataques russos tiveram sobre ela: “O frio — ele te paralisa; simplesmente não há como se aquecer, e pensamentos aterrorizantes surgem na sua mente”, relatou.

Responsabilizando Putin e outros

O relatório da comissão da ONU aponta várias autoridades russas de alto escalão como as principais responsáveis ​​pelo que classifica como “crimes de guerra e crimes contra a humanidade”.

O texto afirma que o presidente russo, Vladimir Putin, fez diversas “declarações referentes a instruções para realizar ataques contra a infraestrutura energética da Ucrânia”.

O relatório alega ainda que evidências coletadas ao longo dos últimos anos indicam que o ex-ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, e seu sucessor, Andrey Belousov — assim como o chefe do Estado-Maior General, Valery Gerasimov —, foram responsáveis ​​pelo planejamento e pela supervisão desses ataques.

O Tribunal Penal Internacional já havia emitido mandados de prisão contra Putin, Shoigu e Gerasimov por supostos crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

Com a chegada do tempo mais frio à Ucrânia, a Rússia deixou claro que pretende continuar a aterrorizar seu país vizinho.

Na noite desta segunda-feira, mísseis balísticos russos atingiram o campus de uma universidade em Kiev, bem como áreas próximas, incluindo as imediações de uma estação de metrô e edifícios residenciais, informou Zelensky em seu pronunciamento noturno. Operações de resgate estão em andamento, com relatos de pessoas presas sob os escombros, acrescentou.

“Os mísseis atingiram áreas muito movimentadas, onde não existe nenhuma instalação militar”, disse o presidente ucraniano. “Foi um ataque direto contra a cidade e sua infraestrutura.” O relatório menciona uma declaração feita pelo Ministério da Defesa da Rússia em agosto, que anunciou ataques contra a infraestrutura energética da Ucrânia e afirmou: “No inverno, vocês vão congelar”.

A Ucrânia enfrenta dificuldades crescentes para se defender contra esses ataques em larga escala, devido a uma escassez crítica de mísseis de defesa aérea. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tem feito apelos repetidos aos aliados ocidentais de Kiev por mais munição, destacando, em particular, a chegada do inverno como uma grande preocupação.

Kiev vinha atacando a infraestrutura de petróleo e gás da Rússia, em um esforço para prejudicar as receitas do Kremlin provenientes das exportações de energia. No entanto, a Ucrânia reduziu esses ataques após críticas do presidente dos EUA, Donald Trump, que culpou o país pela alta nos preços dos combustíveis.

“Tráfico de pessoas”

O relatório divulgado nesta segunda-feira também investigou os métodos da Rússia para recrutar cidadãos estrangeiros para servir em suas forças armadas, concluindo que tais práticas constituem violações dos direitos humanos e tráfico de pessoas.

A CNN relatou extensivamente como a Rússia utiliza o engano, o suborno e a chantagem para atrair estrangeiros para suas forças militares. Pessoas de diversos países da África, da Índia e da América Latina relataram ter recebido promessas de emprego na Rússia, apenas para se verem, na realidade, nas linhas de frente do combate.

A comissão afirmou ter encontrado “provas contundentes” de que as autoridades russas, em colaboração com agentes, “traficaram pessoas de 29 países, recorrendo ao engano ou à coerção, para recrutá-las para as forças armadas russas”.

O documento aponta que o fato de a Rússia ter empregado as mesmas táticas para recrutar indivíduos de vários países “demonstra um alto grau de coordenação entre agentes que operam ao redor do mundo e as autoridades russas”.

“Os pagamentos e bônus prometidos eram, em geral, desviados pelos agentes recrutadores e comandantes militares; passaportes e telefones eram frequentemente confiscados, e o contato entre os recrutas e suas famílias era interrompido assim que eles eram enviados para o front.”

O relatório conclui que a Rússia violou os direitos humanos fundamentais dos recrutas, incluindo o direito à vida, à liberdade, à saúde e a um tratamento humano.

A comissão também investigou o recrutamento de cidadãos estrangeiros pelas forças armadas da Ucrânia.

Segundo o órgão, os depoimentos coletados indicam que aqueles que ingressaram nas forças armadas ucranianas “o fizeram de forma consciente e voluntária”, compreendendo os contratos que assinavam e recebendo salários.

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Padre católico mobilizado para a guerra na Ucrânia “não seguiu orientações” da diocese

Um padre católico ucraniano mobilizado para o exército após viajar sem a documentação necessária para beneficiar do adiamento militar arrisca entrar nas fileiras para combater na guerra com a Rússia. Eparquia (diocese) onde pertence diz que não seguiu as instruções dadas ao clero sobre como proceder nestas situações

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