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Sala VIP no aeroporto: saiba como acessar sendo cliente do Inter Prime

Clientes do Inter Prime podem aproveitar salas VIP em aeroportos brasileiros e internacionais para esperar pelo voo com mais conforto, além de contar com outros benefícios oferecidos pela instituição financeira.

O acesso está disponível por meio da rede Priority Pass, que reúne espaços exclusivos em aeroportos de diferentes países, e dos lounges próprios do Inter.

A seguir, veja como funciona o acesso, quais são as regras e em quais aeroportos do Brasil é possível encontrar esses espaços.

Como acessar uma sala VIP de aeroporto com o cartão Inter Prime?

O acesso às salas VIP é um dos benefícios associados aos relacionamentos Inter Prime e Inter Win. A entrada nos espaços conveniados à rede Priority Pass depende da apresentação do QR Code gerado no aplicativo da instituição financeira, além dos documentos exigidos na recepção.

O procedimento é simples e pode ser realizado antes da chegada ao aeroporto. Confira o passo a passo:

  1. Abra o Super App do Inter
  2. Acesse a área de cartões ou localize a opção “Sala VIP” na tela inicial
  3. Consulte os acessos disponíveis e selecione a opção para gerar o cartão de acesso
  4. Apresente o QR Code na entrada da sala VIP, junto com um documento de identificação com foto e o cartão de embarque

Vale lembrar: apresentar apenas o cartão físico Inter Prime ou Inter Win não garante a entrada gratuita. Para utilizar o benefício sem cobrança, é necessário seguir o procedimento indicado no aplicativo e observar as regras da categoria do cliente.

O acesso às salas VIP com o Inter Prime é gratuito?

O benefício pode ser gratuito, mas a quantidade de acessos depende do relacionamento mantido com o Inter e do tipo de sala escolhida.

Veja como funcionam as principais condições:

  • Inter Prime: seis acessos gratuitos por ano às salas VIP da rede Priority Pass. A franquia pode ser compartilhada entre o titular e os cartões adicionais, conforme as regras do programa
  • Inter Win: acessos gratuitos ilimitados às salas VIP da rede Priority Pass para titular da conta e adicionais
  • Lounges próprios do Inter: clientes Inter Prime e Inter Win têm acesso gratuito e ilimitado aos espaços próprios da instituição financeira
  • Inter One e Inter Digital: clientes podem adquirir acessos às salas próprias do Inter utilizando pontos Loop

Depois de esgotada a franquia gratuita aplicável, os acessos adicionais à rede Priority Pass podem ser cobrados integralmente no cartão do titular. A entrada também pode depender das condições específicas de cada estabelecimento.

Como funciona o acesso para cartões adicionais?

As regras para acompanhantes e cartões adicionais variam de acordo com a categoria do cliente.

No Inter Prime, os seis acessos gratuitos anuais podem ser compartilhados entre o titular e os adicionais. No entanto, os adicionais devem estar acompanhados do titular, conforme as condições informadas pelo banco.

No Inter Win, os cartões adicionais contam com QR Codes individuais, emitidos pelo titular da conta, e podem usufruir do benefício conforme as regras do programa.

Vale destacar que o período anual é contado 12 meses a partir da data da geração do QR Code no App.

Quais aeroportos brasileiros têm salas VIP acessíveis pelo Priority Pass?

A rede Priority Pass reúne salas VIP em diferentes aeroportos brasileiros. Entre os principais estão os de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Campinas, Recife e Belo Horizonte, além de outros terminais que atendem a voos nacionais e internacionais.

A disponibilidade de cada sala pode mudar, por isso é recomendável consultar a rede antes do embarque.

1. Aeroporto de Brasília (DF)

O Aeroporto Internacional de Brasília, Presidente Juscelino Kubitschek, possui salas VIP destinadas a passageiros de voos domésticos e internacionais.

Entre as comodidades que podem estar disponíveis estão ar-condicionado, Wi-Fi e televisores. A localização exata e as condições de entrada dependem da sala escolhida e do terminal de embarque.

2. Aeroporto de Congonhas (SP)

No Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, uma das opções citadas é o Advantage VIP Lounge, voltado a passageiros de voos domésticos.

O espaço fica no primeiro andar, após o controle de cartão de embarque e antes da área de inspeção por raio X, conforme as informações fornecidas. Entre os serviços divulgados estão ambiente climatizado, Wi-Fi, televisores e Fast Track de cortesia, sujeito às condições do estabelecimento.

3. Aeroporto de Viracopos (SP)

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, conta com opções de salas VIP, entre elas o Ambaar Club e o Lounge Azul.

Os espaços oferecem comodidades que podem incluir Wi-Fi e ambientes climatizados.

4. Aeroporto do Recife (PE)

No Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes — Gilberto Freyre —, as opções mencionadas incluem a Proair Sala VIP e a Sala VIP Lucky Viagens.

Os espaços podem oferecer Wi-Fi, ar-condicionado e televisores, entre outras comodidades.

5. Aeroporto de Guarulhos (SP)

O Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos concentra diferentes opções de salas VIP para passageiros de voos nacionais e internacionais.

Como Guarulhos possui vários terminais e áreas de embarque, é importante verificar a localização da sala e se ela está acessível a partir do setor em que o passageiro embarcará.

6. Aeroporto de Belo Horizonte/Confins (MG)

O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, também oferece opções de salas VIP por meio de redes parceiras. Além disso, o terminal conta com um Inter Lounge destinado aos clientes Inter Prime e Inter Win.

Antes de entrar, confira se o espaço escolhido faz parte da rede elegível ao benefício e qual modalidade de acesso será utilizada.

Outros aeroportos com salas VIP

Além dos terminais citados, há salas VIP em aeroportos de outras cidades brasileiras, como:

  • Belém (PA)
  • Cuiabá (MT)
  • Curitiba (PR)
  • Florianópolis (SC)
  • Foz do Iguaçu (PR)
  • Londrina (PR)
  • Manaus (AM)
  • Navegantes (SC)
  • Rio de Janeiro (RJ), incluindo os aeroportos do Galeão e Santos Dumont

Para evitar deslocamentos desnecessários, consulte a relação de estabelecimentos elegíveis no aplicativo ou no site do Priority Pass antes de sair para o aeroporto.

Quais são os documentos necessários para entrar na sala VIP?

Para utilizar o benefício associado ao Inter Prime, o passageiro deve estar preparado para apresentar os documentos exigidos na entrada.

Em geral, são necessários:

  • QR Code de acesso: gerado pelo Super App do Inter
  • Documento de identificação com foto: para confirmar a identidade do passageiro
  • Cartão de embarque: para comprovar a viagem

A apresentação do cartão físico, isoladamente, não substitui o QR Code exigido para o acesso gratuito pelo Priority Pass. É importante conferir se há acessos disponíveis e se o estabelecimento escolhido aceita o benefício.

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Troque pontos Loop por dólar para financiar sua viagem internacional

A troca de pontos de fidelidade por dólar ganhou espaço entre brasileiros que planejam viagens internacionais. Segundo o Inter, a utilização do programa Loop para experiências no exterior cresceu 200% e a conversão de pontos em moeda estrangeira passou a integrar o planejamento de quem viaja aos Estados Unidos.

Pontos acumulados no dia a dia viram dólar

O Loop é o programa de fidelidade do Inter. Além de cashback no uso de gift cards, a instituição financeira observa maior procura pela troca de pontos do programa por dólar, benefício que permite transformar o acúmulo de pontos do cotidiano em recursos utilizáveis no destino.

Os dólares resgatados ficam disponíveis na conta global para gastos em viagens e compras internacionais. É possível trocar a partir de 500 pontos Loop que valem em média USD 2,38, a conversão é feita na hora na hora e o valor varia conforme a contação.

Como funciona a troca

Segundo o Inter, a troca de pontos do Loop por dólar é um dos benefícios do ecossistema internacional da instituição e tem sido cada vez mais usada por clientes que se preparam para viajar. A estratégia permite converter o saldo do programa de fidelidade em moeda americana, somando mais uma fonte de recursos ao orçamento da viagem.

O que 200% de crescimento revela sobre o viajante

O Inter registrou crescimento de 200% na utilização do programa Loop para experiências internacionais. Na avaliação da instituição, o movimento faz parte de uma mudança estrutural no comportamento do viajante brasileiro, que deixou de comprar dólar apenas às vésperas do embarque e passou a se planejar com antecedência, usando ferramentas digitais para organizar os gastos.

Mais de um produto por viagem

“Grande parte dos clientes da Global Account utilizam mais de um produto ou serviço internacional do ecossistema, combinando câmbio, investimentos e meios de pagamento”, explica a instituição.

Entre as ferramentas mais procuradas estão o alerta de queda do dólar e o cashback no uso de gift cards de marcas como Apple, Macy’s, Best Buy, Walmart, TJ Maxx e Disney.

Um ecossistema em expansão

A contratação de eSIMs, chips virtuais integrados ao dispositivo, para viagens à América do Norte também cresceu, evidenciando a busca por conveniência, praticidade e autonomia durante a viagem.

A combinação de câmbio, investimentos e meios de pagamento em uma mesma conta reduz a necessidade de recorrer a múltiplas instituições no planejamento internacional.

Como os pontos entram no plano de financiamento da viagem

A troca de pontos por dólar pode ser combinada com as demais estratégias de financiamento da viagem apontadas pelo Inter: compra programada de moeda, investimento até a data do embarque e uso de cashback no destino.

Preço médio, IOF reduzido e rentabilidade

Para quem se organiza com antecedência, a recomendação do Inter é separar um valor mês a mês e comprar dólar aos poucos, construindo um preço médio e reduzindo a exposição às oscilações de curto prazo.

Câmbio, pontos e cashback na mesma conta

Na Global Account, o cliente deposita em dólar com cotação comercial, mais competitiva do que a turismo, e acompanha os gastos em tempo real.

O cartão global de débito e crédito é aceito em mais de 170 países. Somados à troca de pontos e ao cashback de gift cards, câmbio e investimento formam um plano em que cada frente reduz uma parcela do custo total da viagem.

Limites e cuidados na troca de pontos por dólar

As regras de conversão de pontos por dólar — como taxa de câmbio aplicada, valor mínimo, prazo de crédito e condições do programa — podem variar e devem ser verificadas no aplicativo antes da troca.

Além disso, a conversão de pontos em moeda estrangeira é um complemento ao planejamento, e não um substituto. Quitar parte do orçamento com pontos reduz a necessidade de compra de moeda, mas não elimina o acompanhamento do câmbio nem o desenho do orçamento da viagem.

Os benefícios da Global Account vão além das funcionalidades da conta. Quem viaja à Flórida encontra vantagens exclusivas dentro do ecossistema do Inter, incluindo acesso ao Inter Lounge, em Orlando, que oferece suporte presencial e um espaço de conveniência dedicado aos clientes. Também fazem parte da experiência benefícios como acesso a áreas VIP em eventos e partidas no Inter&Co Stadium, café por US$1 no Inter Café, em Miami, e uso gratuito das Inter Bikes por até uma hora. A iniciativa reforça a estratégia do Inter de integrar serviços financeiros e experiências que acompanham o cliente também em sua jornada internacional.

FAQ – Perguntas frequentes sobre a troca de pontos Loop por dólar

O que é o programa Loop?

É o programa de fidelidade do Inter, que permite aos clientes acumular pontos e trocá-los por benefícios, incluindo a conversão em dólar. Segundo a instituição, a utilização do programa para experiências internacionais cresceu 200%.

Como funciona a troca de pontos por dólar?

Os pontos acumulados no Loop podem ser trocados por dólar, que ficam disponíveis na conta global para uso na viagem. As condições exatas da conversão (taxa, mínimo e prazo de crédito) devem ser confirmadas no aplicativo.

O que pode ser combinado com os pontos Loop?

Cashback no uso de gift cards, alerta de queda do dólar, compra programada de moeda, investimento com liquidez flexível como o Time Deposit e contratação de eSIM para o destino.

Quais cuidados tomar antes de trocar pontos por dólar?

Verificar as condições da conversão no aplicativo (taxa de câmbio aplicada, valor mínimo, prazo de crédito) e lembrar que a troca complementa o planejamento, mas não substitui o acompanhamento do câmbio nem o desenho do orçamento da viagem.

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Como fundos de crédito buscam rentabilidade acima do CDI

O CDI é uma das principais referências para acompanhar o desempenho de investimentos de renda fixa no Brasil. Quando um fundo de crédito busca rentabilidade acima desse indicador, geralmente procura oportunidades em títulos de dívida que ofereçam remuneração adicional em relação a essa referência. O retorno maior, porém, não é garantido e envolve riscos que precisam ser considerados pelo investidor.

O indicador está ligado às operações de curtíssimo prazo entre instituições financeiras e serve como referência para diversas aplicações. Nos fundos de crédito, ele pode funcionar como parâmetro de comparação para avaliar se a estratégia entregou o desempenho esperado.

A busca por superar o CDI depende da seleção dos ativos, da análise dos emissores, das condições de mercado e da capacidade da gestão de equilibrar rentabilidade e risco. Por isso, entender a composição da carteira é tão importante quanto observar o resultado apresentado.

O que significa buscar retorno acima do CDI

Buscar retorno acima do CDI significa tentar obter uma rentabilidade superior à variação acumulada do indicador em determinado período. O CDI não é um investimento em si, mas uma taxa de referência usada para comparar o desempenho de diferentes aplicações financeiras.

Na prática, um fundo que tem como objetivo superar o CDI procura gerar ganhos superiores ao benchmark escolhido. Esse resultado pode variar ao longo do tempo e não representa uma promessa de rendimento. É importante diferenciar:

  • 100% do CDI: corresponde à variação acumulada do indicador no período
  • Acima de 100% do CDI: significa que a rentabilidade superou o indicador, quando esse resultado é efetivamente alcançado
  • Meta de superar o CDI: é um objetivo de gestão, não uma garantia de retorno

O CDI é uma referência importante para investimentos de renda fixa. A comparação, entretanto, deve considerar o prazo, os custos, a tributação aplicável e o nível de risco de cada produto. No blog do Inter, você acessa um conteúdo com mais informações sobre o tema. 

Como os fundos de crédito tentam superar o CDI?

Fundos de crédito investem em títulos e outros ativos relacionados a dívidas de empresas ou instituições financeiras, conforme a política de investimento de cada carteira. Ao financiar emissores, o fundo pode receber uma remuneração adicional em relação a referências consideradas menos arriscadas.

Esse ganho potencial é conhecido como prêmio de crédito: uma compensação pelo risco de o emissor não cumprir suas obrigações ou de o ativo perder valor antes do vencimento. A estratégia pode combinar diferentes recursos:

  • Seleção de ativos: identificação de títulos cuja remuneração seja considerada atrativa diante dos riscos envolvidos
  • Análise de crédito: avaliação da situação financeira dos emissores e de sua capacidade de pagar as dívidas
  • Diversificação: distribuição dos investimentos entre empresas, setores e instrumentos para reduzir a concentração de riscos
  • Gestão ativa: acompanhamento da carteira e ajustes conforme mudanças nas condições econômicas e financeiras
  • Avaliação de liquidez: análise da facilidade de negociar os títulos caso seja necessário ajustar a carteira

A gestão profissional é relevante porque o retorno de um título não depende apenas da taxa prometida. A inadimplência, as mudanças nas taxas de juros e a dificuldade de vender ativos podem afetar o valor das cotas e o resultado do fundo.

O Banco Central define um fundo de investimento como uma comunhão de recursos aplicada em ativos financeiros, cujo rendimento varia conforme os resultados dos investimentos que compõem a carteira. As características e os riscos de cada produto devem estar descritos em seus documentos oficiais.

Riscos de investir em fundos de crédito

A possibilidade de obter retorno superior ao CDI está associada a riscos que podem comprometer o desempenho do investimento. O principal é o risco de crédito: a possibilidade de uma empresa ou instituição financeira não pagar os juros ou o valor principal da dívida conforme o combinado. Outros fatores também podem afetar a rentabilidade:

  • Inadimplência: o emissor deixa de cumprir suas obrigações financeiras
  • Risco de mercado: alterações nos juros e na percepção de risco podem reduzir o preço dos títulos
  • Liquidez: determinados ativos podem ser difíceis de vender rapidamente sem aceitar um preço menor
  • Concentração: uma exposição elevada a uma única empresa ou setor aumenta a vulnerabilidade da carteira
  • Custos: taxas de administração, gestão e eventual taxa de performance podem reduzir o retorno líquido

Também é necessário verificar os prazos de resgate. A conversão das cotas e o pagamento ao investidor seguem as condições previstas no regulamento, que podem não permitir acesso imediato ao dinheiro.

Outro cuidado importante: fundos de investimento não contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Além disso, rentabilidade passada não garante resultados futuros.

Por isso, um fundo que apresenta retorno elevado em determinado período não é necessariamente a melhor opção. É preciso entender quais riscos foram assumidos para alcançar aquele resultado e se eles são compatíveis com os objetivos do investidor.

Como avaliar um fundo de crédito antes de investir

A comparação entre fundos deve considerar a rentabilidade, mas também a qualidade dos ativos, os custos, a liquidez e a estratégia adotada pela gestão. Antes de investir, vale conferir:

  • Política de investimento: quais ativos o fundo pode adquirir e quais riscos está autorizado a assumir
  • Histórico de rentabilidade: desempenho em diferentes períodos e comparação com o CDI e fundos semelhantes
  • Qualidade da carteira: perfil dos emissores, concentração por empresa e setor e critérios de análise de crédito
  • Liquidez: prazo para solicitar o resgate, conversão das cotas e recebimento dos recursos
  • Taxas e despesas: custos que podem reduzir a rentabilidade líquida
  • Perfil do investidor: compatibilidade do produto com a tolerância a perdas, o horizonte de investimento e a necessidade de acesso ao dinheiro

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) recomenda a leitura do regulamento e da lâmina de informações essenciais antes da aplicação. Esses documentos apresentam informações sobre a estratégia, os custos e os riscos do fundo.

Em síntese, fundos de crédito buscam superar o CDI ao selecionar ativos que ofereçam remuneração adicional em relação aos riscos assumidos. A análise dos emissores, a diversificação e a gestão da carteira são fatores importantes nessa estratégia, mas não eliminam a possibilidade de perdas.

FAQ – Perguntas frequentes sobre fundos de crédito e CDI

1. O que é um fundo de crédito?

É um fundo que investe em ativos relacionados a operações de crédito, como títulos de dívida de empresas e outros instrumentos previstos em sua política de investimento. O cotista participa dos resultados e dos riscos da carteira.

2. Por que fundos de crédito buscam retorno acima do CDI?

Porque alguns títulos oferecem remuneração adicional em relação ao indicador, como compensação pelos riscos de crédito, mercado e liquidez. A gestão seleciona oportunidades que considera atrativas diante desses riscos.

3. O que significa render 120% do CDI?

Significa obter, no período considerado, uma rentabilidade equivalente a 1,2 vez a variação acumulada do CDI, conforme as condições do investimento. Não significa receber 120% ao ano.

4. Fundos de crédito sempre rendem mais que o CDI?

Não. Superar o indicador é um objetivo, não uma garantia. Inadimplência, oscilações nos preços dos ativos, custos e condições de mercado podem fazer o fundo render menos que o CDI ou registrar perdas.

5. Quais ativos podem fazer parte de um fundo de crédito?

Dependendo da política de investimento, a carteira pode incluir debêntures, títulos bancários, recebíveis e outros instrumentos de crédito. A composição efetiva deve ser consultada nos documentos do fundo.

6. Fundos de crédito têm garantia do FGC?

Não. As cotas de fundos de investimento não são cobertas pelo Fundo Garantidor de Créditos. O investidor está sujeito aos riscos dos ativos que compõem a carteira.

7. Como comparar dois fundos de crédito?

É recomendável analisar a rentabilidade em diferentes períodos, a qualidade e a concentração da carteira, as taxas, os prazos de resgate e a compatibilidade com o perfil do investidor.

8. Qual é a diferença entre CDI e Selic?

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. O CDI está relacionado às operações de curtíssimo prazo entre instituições financeiras. Os indicadores costumam acompanhar movimentos semelhantes, mas têm funções distintas.

9. Como saber se um fundo de crédito é adequado para mim?

Avalie seus objetivos financeiros, o prazo em que pretende manter o investimento, a necessidade de liquidez e a capacidade de suportar oscilações ou perdas. Leia os documentos oficiais do fundo antes de investir.

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Consórcio é coisa de brasileiro? A origem e a força de um hábito financeiro

Muito associado à compra de carros e imóveis, o consórcio vai além de uma modalidade de crédito: ele reflete uma forma de organização financeira baseada em disciplina, planejamento e construção gradual de patrimônio. O Head de Produtos do Inter Seguros, Roberto Roque, considera que o consórcio evoluiu junto com as necessidades econômicas e comportamentais da população.

Hoje, com milhões de participantes ativos e presença em diferentes segmentos, o consórcio é visto menos como uma alternativa de crédito e mais como um comportamento financeiro estruturado.

Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac), em 2025, essa modalidade de compra teve 5,16 milhões de cotas vendidas, aumento de 15,0% em relação ao ano anterior. Os créditos comercializados, resultantes dos negócios concretizados, também bateram recorde e o volume ultrapassou R$ 500 bilhões.

O consórcio foi criado no Brasil?

Sim. Ele surgiu no país, no início da década de 1960. A iniciativa começou em Brasília, quando funcionários do Banco do Brasil se organizaram para adquirir veículos por meio de contribuições mensais e sorteios entre participantes. Esse modelo nasceu como uma solução prática em um contexto de escassez de crédito e expansão urbana. Os principais marcos dessa história incluem:

  • 1962: registro do primeiro grupo de consórcio formalizado
  • 1971: regulamentação da atividade no país
  • Consolidação como parte do sistema financeiro nacional nas décadas seguintes

A partir daí, o modelo deixou de ser uma experiência local e se tornou uma estrutura organizada e regulada em todo o Brasil.

Por que o consórcio se tornou tão popular no Brasil?

O crescimento do serviço está diretamente ligado às condições econômicas e ao perfil de consumo do brasileiro ao longo das últimas décadas. De acordo com Roberto Roque, o produto ganhou força porque oferece uma forma de planejamento financeiro acessível, com parcelas previsíveis e sem cobrança de juros sobre o valor do crédito.

O que tornou o consórcio popular no país

Entre os principais fatores que explicam sua popularidade estão:

  • Busca por alternativas ao crédito com juros elevados
  • Desejo de realizar grandes objetivos, como carro e casa própria
  • Facilidade de acesso em diferentes faixas de renda
  • Expansão para novos segmentos, como imóveis e serviços
  • Formação de hábito financeiro de longo prazo

Como consórcio se conecta ao comportamento do brasileiro

O consórcio também ajuda a entender como a população lida com consumo e endividamento. Head de Produtos do Inter Seguros cita a combinação de ambição por conquistas materiais e cautela na hora de assumir dívidas com juros elevados. Esse comportamento se reflete em características como:

  • Preferência por planejamento antes da compra
  • Valorização de parcelas previsíveis no orçamento
  • Evitação de endividamento com juros altos
  • Busca por sensação de progresso financeiro gradual
  • Forte adesão a soluções coletivas e estruturadas

O modelo de consórcio dialoga com essa realidade ao permitir que o consumidor construa um objetivo ao longo do tempo, em vez de assumir uma dívida imediata.

Como ocorreu a evolução do consórcio

Desde sua criação, o consórcio passou por diferentes fases de expansão no Brasil. Inicialmente ligado ao setor automotivo, ele se diversificou ao longo das décadas. Essa evolução ocorreu em diferentes situações como:

  1. Anos 1960: foco em automóveis e caminhões
  2. Décadas seguintes: expansão para motos e eletrodomésticos
  3. Consolidação dos imóveis como principal segmento de crescimento
  4. Ampliação recente para serviços, viagens e educação

Hoje, os principais segmentos de consórcio são:

  • Veículos
  • Carros
  • Motos
  • Mobilidade urbana e frota empresarial

Imóveis

  • Compra de imóveis residenciais
  • Construção e reforma
  • Formação de patrimônio

Serviços

  • Educação
  • Viagens
  • Projetos pessoais

Além disso, a digitalização do setor transformou a experiência do usuário, permitindo contratação e acompanhamento de cotas de forma totalmente online.

Por que o consórcio é vantajoso em cenários de juros altos?

Em períodos de juros elevados, o serviço tende a ganhar ainda mais relevância como ferramenta de planejamento financeiro. Isso acontece porque o consumidor passa a priorizar previsibilidade e organização em vez de crédito imediato com custo mais alto. Entre os principais fatores estão:

  • Parcelas previsíveis ao longo do contrato
  • Ausência de juros sobre o valor do crédito
  • Possibilidade de antecipação via lance
  • Opções mais acessíveis de entrada no sistema
  • Adesão crescente em busca de planejamento de longo prazo

Nesse contexto, o consórcio se consolida como uma alternativa para quem prefere se estruturar financeiramente antes de assumir compromissos maiores.

FAQ – Perguntas frequentes sobre consórcio no Brasil

O consórcio foi criado no Brasil?

Sim. O modelo moderno de consórcio surgiu no Brasil nos anos 1960, em Brasília, como iniciativa de funcionários do Banco do Brasil.

O consórcio é usado em outros países?

Existem modelos semelhantes no exterior, mas o sistema como funciona hoje no Brasil é considerado uma criação brasileira e altamente estruturada.

Por que o consórcio é tão popular no país?

Porque combina planejamento financeiro, parcelas previsíveis e ausência de juros, o que se adapta ao comportamento de consumo do brasileiro.

Quais são os principais usos do consórcio hoje?

Compra de veículos, imóveis e serviços como educação, viagens e reformas.

O consórcio ainda vale a pena com juros altos?

Sim. Em cenários de juros elevados, ele se torna ainda mais atrativo para quem busca planejamento e não tem urgência na aquisição do bem.

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Inter Ring ou Inter Wristband: qual vale mais a pena como wearable?

O Inter Ring e a Inter Wristband utilizam tecnologia NFC para realizar pagamentos por aproximação e oferecem uma alternativa para quem busca praticidade em compras, deslocamentos, atividades ao ar livre e viagens.

Pagar uma compra sem tirar o celular do bolso ou procurar o cartão na carteira é a proposta dos wearables financeiros do Inter.

Diferentemente de smartwatches e anéis inteligentes voltados ao monitoramento da saúde, os acessórios têm como foco os serviços financeiros, como os pagamentos e outras funcionalidades de acesso e autenticação compatíveis com o sistema.

Ambos funcionam com NFC passiva, não possuem tela e dispensam bateria e recarga.

Como funcionam o Inter Ring e a Inter Wristband?

Os dois dispositivos wearable do Inter utilizam a tecnologia NFC, sigla em inglês para comunicação por campo de proximidade. O recurso permite a troca de informações entre dispositivos próximos e viabiliza a comunicação com terminais de pagamento compatíveis.

Como o funcionamento é passivo, os acessórios não precisam ser ligados nem carregados. Após a configuração inicial, também não é necessário manter o celular nas mãos para concluir uma compra.

Para começar a utilizar um dos modelos, o cliente deve configurar o dispositivo pelo Super App do Inter e vinculá-lo a um cartão elegível, conforme as condições do produto.

O uso no dia a dia segue etapas simples:

  1. Configure o wearable pelo Super App do Inter
  2. Vincule um cartão elegível, seguindo as orientações do aplicativo
  3. Verifique se o estabelecimento aceita pagamentos por aproximação
  4. Aproxime o anel ou a pulseira do terminal e aguarde a leitura
  5. Siga as instruções da máquina caso seja solicitada alguma confirmação adicional

A solução pode ser útil em supermercados, restaurantes, cafeterias, lojas, eventos e outros estabelecimentos que aceitem pagamentos contactless. Em viagens, facilita despesas durante passeios e deslocamentos, desde que o terminal e o cartão vinculado sejam compatíveis com a operação.

Mas os wearables não eliminam a necessidade de contar com uma alternativa de pagamento. Levar um cartão físico ou outro meio de pagamento evita contratempos em locais que não aceitam a tecnologia ou diante de eventuais falhas na transação.

Quais são as diferenças entre o Inter Ring e a Inter Wristband?

Embora compartilhem a proposta de pagamento por aproximação, os acessórios se diferenciam principalmente pelo formato, pelos materiais e pela maneira como são usados.

Esses aspectos ajudam a determinar qual dispositivo combina melhor com os hábitos do consumidor.

Inter Ring

O Inter Ring é um anel desenvolvido para realizar transações por aproximação sem depender do celular durante a compra. O produto está disponível em versões de cerâmica e metal, com opções de cores distintas.

As versões de cerâmica são oferecidas nas cores rosa, preto e cinza. Já os modelos metalizados estão disponíveis em dourado e prata.

Um dos principais cuidados antes da aquisição é escolher a numeração correta. Como o acessório precisa permanecer no dedo durante as atividades cotidianas, o ajuste influencia diretamente o conforto e a experiência de uso.

Para auxiliar na escolha, o Inter disponibiliza um medidor digital e permite solicitar um medidor físico antes da compra. Também há possibilidade de realizar a medição em determinados pontos físicos.

Entre as características do Inter Ring estão:

  • Formato compacto: pode ser incorporado ao uso cotidiano como um acessório pessoal
  • Pagamento sem contato: permite realizar compras em terminais compatíveis
  • Sem recarga: dispensa bateria e carregamento
  • Opções de acabamento: oferece modelos de cerâmica e metal em diferentes cores

O preço varia conforme a versão escolhida. Os valores informados para os modelos em 22 de outubro de 2026 são:

  • Inter Ring Black: R$ 465,00
  • Inter Ring Gold: R$ 499,99
  • Inter Ring Gold + Sizer: R$ 499,99
  • Inter Ring Silver + Prime: R$ 777,00
  • Inter Ring Black + Prime: R$ 777,00

*Os valores podem ser atualizados sem aviso prévio.

Inter Wristband

A Inter Wristband é uma pulseira voltada ao mesmo propósito financeiro, mas com um formato que pode ser mais confortável para quem prefere usar o dispositivo no pulso.

O acessório possui tamanho único ajustável, estrutura de silicone e fecho de aço inoxidável. Essa combinação permite adaptar a pulseira ao pulso sem a necessidade de escolher uma numeração de anel.

Segundo as especificações informadas para o produto, a pulseira tem certificação IP68 e pode ser utilizada em situações como chuva, exercícios físicos e natação em águas rasas, respeitadas as orientações e os limites de uso do fabricante.

A distância de leitura informada para a Inter Wristband é de até 2 centímetros. Na prática, basta aproximar o dispositivo de um terminal compatível, observando o posicionamento indicado para a leitura.

Os principais diferenciais são:

  • Ajuste regulável: adapta-se ao pulso, sem exigir a escolha de uma numeração de anel
  • Materiais: combina silicone e fecho de aço inoxidável
  • Resistência à água: possui certificação IP68, conforme as especificações do produto
  • Praticidade: permanece presa ao pulso durante deslocamentos e atividades cotidianas

A escolha também leva em conta a rotina. Quem pratica atividades físicas ou prefere manter o acessório visível e acessível no pulso pode encontrar na pulseira uma alternativa interessante.

Já quem prioriza um objeto compacto, com aparência de jóia ou acessório tradicional, pode preferir o anel.

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Conta infantil: como os pais podem acompanhar e diferenciais do Inter

Aprender a administrar o dinheiro desde a infância pode ajudar crianças e adolescentes a desenvolver hábitos de planejamento, consumo consciente e organização financeira.

Nesse processo, pais e responsáveis têm papel importante ao explicar o valor dos recursos, estabelecer metas de economia e incentivar escolhas adequadas a cada fase do desenvolvimento.

As contas digitais infantis surgem como uma ferramenta para aproximar esse aprendizado da rotina das famílias. Além de permitir movimentações financeiras, algumas oferecem cartão de débito, Pix, recursos para organizar reservas e acesso a investimentos.

O que é uma conta digital infantil e como funciona a supervisão dos pais?

Uma conta digital infantil é uma conta bancária ou de pagamento destinada a menores de 18 anos. A abertura depende da participação dos pais ou responsáveis legais.

No Brasil, essas contas estão sujeitas à regulamentação do Banco Central (BC) e do Conselho Monetário Nacional (CMN), que estabelecem requisitos para abertura, manutenção, identificação dos titulares e segurança das operações.

Entre as principais normas estão a Resolução CMN nº 4.753/2019, relacionada às contas de depósitos, e a Resolução BCB nº 96/2021, que trata da abertura, manutenção e encerramento de contas de pagamento.

As instituições financeiras também devem seguir as regras de prevenção à lavagem de dinheiro, segurança cibernética e proteção dos dados dos clientes.

Quais são as regras para abrir uma conta para menores?

A abertura de uma conta infantil exige a identificação do menor e a participação de seu representante legal, conforme a idade e as condições estabelecidas pela legislação e pela instituição financeira.

Entre os principais cuidados adotados pelas instituições financeiras estão:

  • Identificação cadastral: apresentação dos documentos e do CPF do menor e do responsável
  • Validação de identidade: conferência de documentos e utilização de mecanismos digitais de autenticação, que podem incluir reconhecimento facial
  • Segurança das movimentações: adoção de controles para prevenir fraudes e identificar operações suspeitas
  • Regras para menores: a representação ou assistência dos responsáveis depende da idade e da natureza do ato praticado

O Pix também pode ser utilizado em contas de menores, desde que disponibilizado pela instituição financeira e respeitadas as condições de uso e segurança.

Como os pais podem acompanhar a Conta Kids do Inter?

A Conta Kids do Inter oferece recursos para que os responsáveis acompanhem as atividades financeiras dos filhos sem precisar realizar todas as operações por eles.

“A proposta é oferecer autonomia para os filhos com tranquilidade e supervisão para os responsáveis”, afirma Priscila Salles, diretora de Clientes do Inter.

Entre as funcionalidades informadas pelo Inter estão:

  • Acompanhamento de movimentações: consulta das transações realizadas na conta do menor
  • Múltiplo acesso simultâneo: possibilidade de acompanhamento pelo responsável
  • Notificações transacionais: envio de avisos sobre ações realizadas na conta infantil
  • Controle do cartão: possibilidade de bloquear o cartão pelo aplicativo em caso de perda, furto ou roubo
  • Organização financeira: recursos que ajudam a separar o dinheiro destinado a diferentes objetivos

Quais são os diferenciais da Conta Kids do Inter em relação à poupança tradicional?

Enquanto a poupança é utilizada principalmente para guardar dinheiro e obter rendimentos conforme suas regras, uma conta digital infantil pode reunir diferentes serviços financeiros em um único ambiente.

No caso da Conta Kids, o Inter destaca uma série de funcionalidades:

  • Pix e movimentações digitais: permitem enviar e receber dinheiro e realizar pagamentos, conforme as funcionalidades habilitadas
  • Cartão de débito personalizado: possibilita compras utilizando o saldo disponível na conta
  • Investimentos a partir de R$ 1: permitem começar a conhecer produtos financeiros e a formação de reservas, observadas as condições de cada aplicação
  • Metas financeiras: ajudam a separar valores para objetivos específicos e acompanhar o progresso da economia

A disponibilidade de produtos de investimento, suas condições e seus riscos variam conforme a modalidade oferecida. Por isso, é importante que pais e responsáveis verifiquem as regras de cada aplicação antes de investir.

Como a conta pode ajudar na educação financeira?

O contato com ferramentas financeiras pode transformar conceitos aprendidos em casa em experiências práticas. Ao acompanhar o saldo, definir objetivos e observar as consequências das próprias escolhas, crianças e adolescentes podem desenvolver hábitos de planejamento.

“Esse aprendizado desde cedo ajuda a desenvolver disciplina financeira, maior controle do dinheiro no futuro e uma relação mais saudável com consumo e planejamento financeiro”, diz Salles.

A educação financeira também pode ser adaptada à idade da criança:

  • Dos 3 aos 6 anos: brincadeiras de mercado, histórias e cofrinhos ajudam a apresentar o dinheiro, os preços e a diferença entre necessidades e desejos
  • Dos 7 aos 12 anos: metas para comprar um brinquedo ou livro, acompanhamento de pequenas economias e conversas sobre escolhas estimulam o planejamento
  • Na adolescência: registro de receitas e despesas, comparação de preços e explicações sobre juros, inflação, investimentos e golpes financeiros ampliam a preparação para a vida adulta

A mesada, quando faz parte da organização familiar, também pode funcionar como exercício de administração de recursos limitados.

A recomendação é que os responsáveis utilizem situações cotidianas para conversar sobre consumo consciente. Antes de uma compra, por exemplo, podem avaliar com os filhos se o produto é necessário naquele momento, se há alternativas mais econômicas e se vale a pena esperar para adquirir o item.

Quais cuidados de segurança devem ser observados?

A participação da família é importante para reduzir riscos associados ao uso de contas e aplicativos.

Além disso, algumas orientações ajudam a reforçar a proteção no dia a dia:

  • Não compartilhar senhas, códigos de autenticação ou dados de acesso
  • Desconfiar de mensagens, links e ofertas que solicitem informações bancárias
  • Conferir as movimentações e conversar sobre compras realizadas
  • Explicar como identificar tentativas de golpe e pedidos suspeitos de transferência
  • Bloquear o cartão pelo aplicativo em caso de perda, furto ou roubo

Na Conta Kids, a abertura é realizada digitalmente, com validação de documentos e reconhecimento facial. A instituição financeira também disponibiliza acompanhamento das movimentações pelos responsáveis e mecanismos de autenticação e segurança.

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Inter vs bancos tradicionais: o que muda nos produtos financeiros

A principal diferença entre os produtos financeiros do Inter e dos bancos tradicionais está no modelo de integração dos seus serviços. Além disso, tanto a operação quanto a estrutura de custos possuem características próprias de instituições financeiras digitais.

Priscila Salles, Diretora de Clientes do Inter, explica que “a combinação de tecnologia, personalização e integração permite que o cliente concentre sua vida financeira em um único ambiente”.

De acordo com ela, isso permite mais conveniência e uma experiência mais fluida do que a oferecida por bancos tradicionais.

Integração do ecossistema de serviços é a prioridade

O Inter evoluiu de banco digital para um Super App Financeiro Global. Reúne em uma única experiência digital serviços bancários, crédito, investimentos, seguros, shopping e soluções internacionais.

“Mais do que oferecer diferentes produtos, o diferencial está na integração do ecossistema e na capacidade de tornar a jornada do cliente mais simples e personalizada”, explica Priscila Salles.

A Diretora de Clientes da instituição destaca o uso de dados e inteligência artificial para soluções mais relevantes para cada perfil e momento de vida. Alguns exemplos são a iniciativa Meu Crédito, que centraliza modalidades de financiamento, e a assistente de IA, Seven, lançada no início de 2026.

A estratégia da fintech garantiu reconhecimentos como Prêmio Consumidor Moderno deste ano e a presença em rankings como o dos principais neobancos do mundo da Forbes.

Abaixo, conheça os principais produtos financeiros e nichos de serviços do Inter:

Modelo de negócio tem inclusão digital como um de seus objetivos

O Inter é uma instituição financeira 100% digital, pensada para simplificar e democratizar o acesso aos serviços financeiros, reduzindo custos, burocracia e fricções ao longo da jornada do cliente. Ou seja, funciona como um agente de inclusão financeira.

A companhia atingiu números recordes no segundo trimestre do ano, com mais de 45 milhões de clientes. Priscila Salles conta que isso consolidou a instituição como uma plataforma financeira completa e integrada, com uma experiência mais simples e eficiente.

“Ao mesmo tempo, a escala e o modelo digital permitem ganhos de eficiência que se traduzem em uma oferta mais acessível”, detalha a Diretora. “Mais do que crescer em número de clientes, o foco do Inter é aprofundar o relacionamento com sua base e aumentar a principalidade”.

No mercado financeiro, o termo principalidade descreve a situação em que a instituição se torna a escolha favorita do cliente, concentrando o maior volume de seus gastos, recebimentos, investimentos e transações diárias.

A Diretora de Clientes do Inter ainda ressalta que a próxima fase de competição no setor financeiro será cada vez mais baseada em personalização, relevância e experiência, e não só na aquisição de clientes.

“Escala sozinha não gera valor”, defende Salles. “A combinação entre tecnologia, integração e experiência é o que sustenta a competitividade do Inter e reforça sua posição como uma plataforma financeira completa”.

Assim, a disputa entre bancos digitais e instituições tradicionais tende a se concentrar cada vez mais na capacidade de oferecer soluções integradas, personalizadas e acessíveis.

Nesse cenário, o Inter aposta na combinação entre tecnologia, diversidade de produtos e conveniência para ampliar o relacionamento com os clientes e consolidar seu ecossistema financeiro.

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Viajar no feriado: como escolher o melhor cartão internacional

Viajar no feriado prolongado exige planejamento não apenas de passagens e hospedagem, mas também da forma como o dinheiro será levado e utilizado no destino.

Para quem pretende fazer compras, pagar restaurantes, hotéis ou transporte fora do Brasil, escolher um cartão internacional ajuda a controlar os gastos e reduzir custos com câmbio.

Entre as opções disponíveis no mercado estão as contas globais de Inter, Nubank e C6 Bank. As três instituições permitem utilizar cartões vinculados a saldos em moeda estrangeira, mas há diferenças importantes nas tarifas e nos recursos oferecidos.

O que considerar antes de escolher um cartão internacional

O primeiro ponto é diferenciar um cartão de crédito brasileiro usado no exterior de uma conta global com cartão de débito internacional.

No primeiro caso, a compra é convertida para reais e aparece posteriormente na fatura. Já na conta global, o viajante converte o dinheiro antes ou durante a viagem e utiliza o saldo em moeda estrangeira.

Para comparar as alternativas, vale observar:

  • IOF: imposto cobrado em operações de câmbio e que pode variar conforme a modalidade
  • spread cambial: margem aplicada pela instituição na conversão de moedas
  • cotação utilizada: comercial ou outra referência definida pelo banco
  • taxas de saque: importantes para quem pretende utilizar dinheiro em espécie
  • conversão para outras moedas: especialmente relevante em viagens pela Europa ou por países que não utilizam dólar
  • benefícios adicionais: como cashback, programa de pontos, salas VIP e seguros, salas VIP e seguros
  • controle pelo aplicativo: acompanhamento dos gastos e conversão de moedas em tempo real

O custo final, portanto, não depende apenas da bandeira do cartão ou de uma eventual anuidade.

Inter: Global Account tem dólar como base

A Global Account do Inter funciona como uma conta digital em dólar, vinculada a uma conta internacional, para todos os tipos de cliente da instituição financeira, inclusive PJ.

O cartão pode ser utilizado para compras e saques em mais de 150 países, e não tem taxa de abertura ou manutenção.

Para carregar a conta, o cliente converte reais em dólares. O IOF é de 3,5% nessa conversão, com spread de até 0,99%, que varia conforme o relacionamento do cliente com o banco. No resgate do saldo, o IOF é de 0,38%.

Um dos destaques é que o saldo é mantido em dólar mesmo quando o pagamento ocorre em outra moeda. A conversão para a moeda do estabelecimento acontece automaticamente.

Ainda há a opção de cofrinho que rende em dólar, chamado de Meu Porquinho USD, e programa de benefícios com cashback em dólar.

Quando o Inter faz sentido

A opção é interessante para quem prefere trabalhar com dólar como moeda-base e quer manter os recursos em uma conta internacional antes da viagem.

Também há uma alternativa de cartão de crédito em dólar dentro da Global Account. Nesse produto, as compras são cobradas diretamente em dólar, sem IOF ou spread no momento da compra. Caso seja necessário comprar dólares para quitar a fatura, entretanto, incidem as taxas de conversão correspondentes.

É importante não confundir essa modalidade com o cartão nacional do Inter. No cartão brasileiro convencional, a instituição informa spread de 4,99% e IOF de 3,50% para compras internacionais.

Nubank: opções diferentes para clientes Ultravioleta

No Nubank, a principal alternativa voltada a viagens internacionais é a Conta Global Ultravioleta. O produto permite converter reais para mais de 40 moedas e oferece cartão de débito internacional Mastercard aceito em mais de 200 países e territórios.

Para os clientes Ultravioleta, o banco informa spread zero na conversão a partir do real, independentemente da moeda ou do valor convertido. Nas operações de câmbio, há incidência de IOF de 3,5%.

Outro diferencial está nos saques: a conta oferece dois saques gratuitos por mês em moeda estrangeira fora do Brasil. O cartão de débito global não tem custo de emissão, segundo o banco.

Apenas para uma modalidade de conta

A Conta Global, porém, é um benefício destinado apenas a clientes Ultravioleta, e não uma alternativa disponível indistintamente para todos os clientes do banco.

O cartão de crédito Nubank Ultravioleta pode ser usado em compras internacionais. Nesse caso, o banco informa spread de 3,5% e devolução do IOF na fatura em até sete dias.

C6 Bank: dólar e euro na mesma conta global

A C6 Conta Global oferece contas em dólar e euro, além de cartão de débito internacional Mastercard. Segundo o banco, o cartão pode ser utilizado em mais de 190 países.

O custo de conversão informado atualmente é de 3,5% de IOF, enquanto o spread varia conforme o valor convertido: 0,90% para operações de US$ 20 ou € 20 até 999,99; 0,85% entre 1.000 e 4.999,99; e 0,75% a partir de 5.000.

A conta não tem mensalidade ou anuidade. A abertura também pode ser gratuita em determinadas situações, como para clientes que possuem C6 Black, C6 Carbon ou C6 Graphene, investem a partir de R$ 20 mil em CDBs pelo aplicativo ou cumprem a condição de câmbio estabelecida pelo banco. Nos demais casos, a taxa informada é de US$ 10.

E se a viagem for para um país que não usa dólar ou euro?

Essa é uma diferença importante. O C6 permite manter saldo em dólar ou euro e fazer pagamentos em outras moedas. Nesses casos, o banco informa um spread adicional de 2%, cobrado pela Mastercard.

Para saques, há cobrança de US$ 5 ou € 5 por operação, conforme a conta utilizada, além de eventual tarifa do caixa eletrônico. Nos Estados Unidos, os saques na rede Chase têm tarifa estornada para clientes da Conta Global.

Inter, Nubank ou C6: qual escolher?

Não existe uma única opção mais vantajosa para todos os clientes. A escolha da instituição financeira e da conta global depende das suas prioridades, da moeda de destino, do volume de gastos e até de quais benefícios adicionais você está buscando.

Característica  Inter Global  Nubank Global (apenas Ultravioleta)*  C6 Conta Global 
Moeda-base  Dólar  Mais de 40 moedas  Dólar ou euro 
Spread na conversão  Até 0,99%  Zero  0,75% a 0,90% 
IOF na conversão  3,5%  3,5%  3,5% 
Uso em outras moedas  Conversão automática  Conversão automática  Spread adicional de 2% 
Saques  Sem tarifa do Inter; ATM pode cobrar  2 gratuitos por mês  US$ 5 ou € 5, com exceções 
Manutenção  Sem taxa  Sem taxa para clientes Ultravioleta  Sem taxa 
Cartão global  Débito e crédito em dólar  Débito  Débito 
Taxa de abertura de conta  Sem taxa  Sem taxa  US$ 10 (PF) e US$ 15 (PJ) 

*No caso da conta global do Nubank, ela é uma opção apenas para clientes Ultravioleta. Para ter acesso a esta modalidade, é preciso ter gastos acima de R$ 8 mil no cartão de crédito ou R$ 50 mil investidos no Nubank. Nos demais casos, a mensalidade é de R$ 89.

Taxas

A Global Account do Inter tem taxa zero de abertura, inatividade e manutenção.

O Nubank Ultravioleta tem mensalidade de R$ 89,00, e para quem tem gastos no cartão de crédito acima de R$ 8 mil ou R$ 50 mil guardados ou investidos no Nubank, a mensalidade é gratuita.

O C6 possui taxa de abertura de conta de US$ 10 para pessoas físicas, e para quem tem cartão C6 Black, C6 Carbon ou C6 Graphene, ou investe a partir de R$ 20 mil, ou ainda fizer câmbio de pelo menos US$ 100 ou € 100 até o último dia do mês seguinte à abertura da C6 Conta Global, possuem gratuidade no custo de abertura da conta.

Para quem cada alternativa pode ser mais interessante

Inter

Pode ser uma alternativa para quem já utiliza a instituição financeira e prefere manter dólares em uma conta internacional, especialmente em viagens nas quais o dólar será a principal moeda de referência. E para quem quer deixar dólar rendendo na conta com segurança.

Nubank

Tende a se destacar para clientes Ultravioleta que valorizam a possibilidade de converter diretamente para diferentes moedas e benefícios associados ao cartão de crédito.

C6

Pode ser interessante para quem viaja com frequência entre destinos que utilizam dólar e euro. A possibilidade de manter as duas moedas em contas globais diferentes é um diferencial, assim como as faixas de spread vinculadas ao valor convertido.

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