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Réplica de colar da rainha Vitória em leilão em Genebra

Foi encomendado em 1928 pela rainha Mary de Teck, que o ofereceu a uma sobrinha e permaneceu em coleções privadas. É um dos destaques do leilão da Phillips agendado para 9 de novembro na Suíça.

Interpretação contemporânea de uma joia que muito admirava, Mary de Teck conservou a réplica na sua coleção privada até esta passar para as mãos da sobrinha, Mary Somerset, Duquesa de Beaufort (1897–1987), num sinal de agradecimento por ter acolhido a consorte na sua Badminton House, em Gloucestershire, durante grande parte da Segunda Guerra Mundial
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Operação mira lavagem de dinheiro com joias e bloqueia R$ 374 milhões em SP

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, na manhã desta terça-feira (27), a terceira fase da Operação Ouro Reverso, que mira desarticular o Núcleo 3 de uma organização criminosa responsável por transformar o faturamento de itens roubados, sobretudo alianças, em um esquema de lavagem de dinheiro ligado a venda de joias.

As equipes cumprem 31 mandados de busca e apreensão e a Justiça bloqueou bens e ativos no valor de mais de R$ 374 milhões.

A operação, coordenada pela DIG (Investigações sobre Fraudes Financeiras e Econômicas) e realizada pelo Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), já interditou um comércio de joias e apreendeu um imóvel. De acordo com a corporação, a quadrilha utilizou “laranjas” e diversos destinatários para circular ativos.

As apurações sobre o caso começaram em 2024, após o jogador de futebol Neymar ganhar um colar avaliado em R$ 2 milhões do influenciador “Buzeira”, investigado e condenado por integrar uma organização criminosa em outro caso.

A ação ocorre com o apoio da Receita Estadual e da Receita Municipal e da Caixa Econômica Federal.

Fases da operação

A primeira fase aconteceu em maio de 2025, quando os policiais localizaram o Núcleo 1, batizado de Obtenção (O Sangue), responsável diretamente pelos roubos violentos das joias e pela receptação desses materiais.

Na ocasião, Rony Gonçalves, apontado como um dos maiores negociadores de ouro roubado de São Paulo, foi preso. Segundo as investigações, ele integrava um esquema comandado por Suedna Barbosa Carneiro, a “Mainha do Ouro”, suspeita de chefiar o suporte financeiro e operacional para as quadrilhas que realizavam os assaltos.

Já a segunda fase ocorreu em agosto deste ano, e focou em acabar com as lojas e os laboratórios onde eram vendidas e criadas joias por meio materiais roubados, identificado como Núcleo 2 e batizado de A Fachada.

À época, foi localizado uma área no Centro de São Paulo onde eram exercidas essas atividades, chamada “Círculo do Fogo“. A fundição de novas peças e a respectiva venda ocorria nessa fase, inclusive com a aderência de empresas de fachada para a circulação desses itens advindos de ação criminosa. A polícia chegou a apreender R$ 1,6 milhão em joias e R$ 35 milhões em bens e ativos.

A operação desta terça-feira segue em andamento.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

 

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Kukas. A geometria de um legado com 60 anos

Pioneira da joalharia de autor, Kukas deixou mais de 100 peças, com curadoria executiva e gestão de marca hoje a cargo de Filipa Fortunato, entre edições limitadas e a chegada a mais pontos de venda.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

Filipa Fortunato sempre cresceu num "ambiente Kukas". Amiga da infância da sua avó, tia de coração e madrinha de casamento, a designer morreu em fevereiro de 2026, aos 97 anos. Em 2020 formalizaram passagem de testemunho.
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Os candelabros da baixela Germain que regressam a Portugal

Parte do conjunto de mais de mil peças encomendado por D. José I ao ourives de Luís XV, as peças foram adquiridas recentemente por colecionadores portugueses, por 3,4 milhões de euros.

Os candelabros foram adquiridos em setembro pelo casal de colecionadores Maria e João Cortez de Lobão
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