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Nova SBE debate novos modelos de negócio do luxo

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By: ECO

A Nova SBE, a EY-Parthenon e a Laurel vão apresentar e debater esta terça-feira, os novos modelos de luxo à boleia da apresentação do EY Luxury Client Index 2026 num evento dedicado aos novos modelos de negócio no luxo.

O estudo analisa tendências que estão a transformar o mercado global, incluindo a importância da qualidade, do trabalho dos artífices e da herança das marcas, bem como o papel da tecnologia e da inteligência artificial. Será apresentado por Hermano Rodrigues, da EY-Parthenon.

A perspetiva sobre a realidade portuguesa será apresentada por Francisco Carvalheira, secretário-geral da Laurel, a associação portuguesa de marcas de luxo, membro da ECCIA, a associação das associaçõs europeias deste segmento.

Num debate sobre novos modelos de negócios de luxo junta o cofundador da app Soko, João Graça, o cofundador da marca ISTO., Pedro Palha, o administrador do grupo Amorim Luxury com o pelouro dos restaurantes JNcQUOI, Ricardo d’Assunção, e a country manager da Loewe Portugal, Rita Ricciardi. A moderação é de Inês Risques, professora da Nova SBE e codirectora do Luxury Management Workstream desta faculdade com o professor Michael Pinkhasov, que fará a síntese final do evento.

O evento realiza-se na Nova SBE, no Westmont Hospitality Hall, esta terça-feira, das 16h00 às 18h30, e a participação é gratuita, mediante inscrição prévia.

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Hermès e Louis Vuitton lideram ranking das marcas de luxo mais valiosas


A Hermès é a marca de luxo mais valiosa do mercado, segundo a edição de 2026 da Interbrand, conhecida esta quarta-feira. A marca das Birkin e Kelly é seguida de perto por outra insígnia francesa, a Louis Vuitton. Nos automóveis, Mercedes-Benz e BMW mantêm os valores mais elevados, apesar de terem recuado no ranking.

A Hermès lidera a seleção de marcas de luxo que constam do Best Global Brands 2026, com um valor de marca de 45,2 mil milhões de dólares (40,6 mil milhões de euros). A Louis Vuitton surge logo depois, com 45,1 mil milhões (40,5 mil milhões de euros). Esta é uma lista dentro da lista, selecionando marcas de moda, joias, carros e outras que têm sido tradicionalmente associadas ao segmento alto e a high-net-worth individuals (HNWI).

Hermès reforça o seu valor, mas a Louis Vuitton caiu

A comparação com os dados de 2025 permite perceber que a Hermès fortaleceu a sua liderança entre as marcas de luxo. O seu valor subiu 10,6%, de 40,9 mil milhões de dólares (36,7 mil milhões de euros) para 45,2 mil milhões de dólares (40,6 mil milhões de euros), e passou do 21.º para o 15.º lugar no ranking global. Outra marca que cresceu foi a Chanel: vale mais 8,1%, atingindo 32,9 mil milhões de dólares (29,6 mil milhões de euros). Mantém-se na 24.ª posição.

Notícias menos boas para a Louis Vuitton, apesar de continuar entre as duas marcas mais valiosas do mercado. Perdeu 6,9% do valor, para 45,1 mil milhões de dólares (40,5 mil milhões de euros), e caiu da 12.ª para a 16.ª posição.

Mas a maior queda, em linha com os resultados financeiros, é da Gucci, detida pelo grupo Kering. A marca perdeu 30,7% do valor, para 8,1 mil milhões de dólares (7,3 mil milhões de euros) em 2026, descendo do 69.º para o 93.º lugar. A Prada perdeu 15,1%, para 7,6 mil milhões de dólares (6,8 mil milhões de euros), e recuou dez posições, para 96.ª.

Nos carros, a Ferrari, que este ano apresentou o seu primeiro veículo elétrico, valorizou 14,7%, para 17,7 mil milhões de dólares (15,9 mil milhões de euros), e subiu três lugares no ranking, estando agora na 51.ª posição.

Segundo a Interbrand, a Ferrari alargou a sua presença para lá do automóvel, entrando na moda, nos museus e em parcerias estratégicas, sem perder a identidade que a distingue e foi isso que a fez crescer. Aliás, a plataforma frisa que este é o quinto ano consecutivo em que a Ferrari sobe no ranking.

O relatório apresenta-a como exemplo de uma marca de luxo que ampliou o seu universo “sem perder de vista aquilo que a torna inconfundivelmente Ferrari”, diz o documento. “A sua marca não é apenas uma expressão do que vende, é a base que lhe permite expandir-se”.

A marca italiana foi das que mais cresceu e obtém um resultado em contraciclo com outras marcas de luxo ou premium do setor automóvel em que a perda de valor foi regra e há até uma saída:

  • A Mercedes-Benz caiu 18,6%, para 40,8 mil milhões de dólares (36,6 mil milhões de euros), descendo do 10.º para o 20.º lugar.
  • A BMW recuou 17,9%, para 38,4 mil milhões de dólares (34,5 mil milhões de euros), e passou da 14.ª para a 22.ª posição.
  • Audi e Porsche perderam, respetivamente, 19,5% e 17,5%. Ambas estão avaliadas em 12,4 mil milhões de dólares (11,1 mil milhões de euros). Ocupam a 65.ª e a 66.ª posições, respetivamente.
  • A Range Rover, que ocupava o 97.º lugar em 2025, deixou de constar do Top 100 em 2026.

A Hermès, avaliada em 45,2 mil milhões de dólares (40,6 mil milhões de euros) tem conseguido, segundo a Interbrand, é destacada pela forma como protege a sua promessa de marca em vez de procurar aumentar o volume. Nesse aspeto, dizem, a comparação é com a Ferrari. “Os artesãos da Hermès continuam a manufaturar malas de assinatura como faziam nos inícios, em 1837. Ambas protegem a promessa, não o volume”.

A Gucci é o contrário. “A Hermès muda de diretores criativos sem deixar de ser o que é. A Gucci muda com cada um deles. Uma constituição permite a uma casa acolher uma nova voz sem se tornar uma casa diferente”, refere o documento, lembrando o êxito de Alessandro Michele, assentes em colaborações inesperadas e em escutar novas gerações, e os maus resultados que se lhe seguiram.

Luxo fica fora do top 10

Apesar de valiosas, as marcas de luxo não figuram no ranking geral das dez mais valiosas, um top que é liderado pela Apple, avaliada em 514,6 mil milhões de dólares, seguida pela Microsoft e pela Google. A Hermès, a marca de luxo mais bem classificada, surge apenas em 15.º lugar. E a mais bem classificada nos carros, a Mercedes-Benz está na 20.ª posição.

Por regiões do mundo, das 100 marcas mais valiosas, 51 são norte-americanas, 35 europeias (incluindo a Accenture, que é de origem norte-americana mas tem sede legal na Irlanda), 13 asiáticas e uma latino-americana, a Corona. Entre as asiáticas, sete são japonesas. Não há marcas de África, da Austrália ou do Médio Oriente. Não há nenhuma marca portuguesa.

A América do Norte é, de longe, a região mais valiosa: as suas 51 marcas somam cerca de 2,57 biliões de euros, aproximadamente 74% do valor total das 100 marcas.

As marcas mais valiosas, distribuídas geograficamente

O ranking global vale, no total, 3,866 biliões de dólares, mais 8,1% do que na edição anterior. A Interbrand assinala que as marcas tecnológicas representam metade do top 10 e que as nove marcas do setor presentes no ranking concentram 48% do seu valor total.

As 100 marcas mais valiosas em 2026, segundo a Interbrand

Como é elaborado o ranking

A Interbrand, uma consultora internacional que faz parte do grupo Omnicom e é especializada em marcas e na definição de estratégia, identidade e experiência de marca e o seu impacto, calcula o valor de cada marca através de três componentes: desempenho financeiro, influência da marca nas decisões de compra e força da marca. A análise financeira estima o lucro operacional após impostos e deduz o custo do capital utilizado para gerar receitas e margens. O papel da marca mede quanto a escolha do consumidor é influenciada pela marca, em vez de fatores como o preço, a conveniência ou as características do produto.

A força da marca avalia a sua capacidade para gerar fidelidade, procura e lucros sustentáveis no futuro. A Interbrand analisa dez fatores, comparando cada marca com as concorrentes do seu setor e com marcas de referência internacionais.

Para entrar no Top 100, uma marca tem de obter uma parte significativa das receitas fora do mercado de origem, ter presença global e penetração em mercados emergentes, disponibilizar dados financeiros públicos suficientes, apresentar perspetivas de lucro económico positivo no longo prazo, ter notoriedade nos principais mercados e alcançar uma pontuação de força da marca igual ou superior a 50.

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Dona da Jean Paul Gaultier e Uriage quer superar oito mil milhões em receitas até 2032


O grupo espanhol Puig, detentor das marcas Jean-Paul Gaultier, Charlotte Tilbury e Uriage, traça a meta de superar os oito mil milhões de euros em receitas líquidas anuais até 2032, de acordo com o plano Vision 2032 entregue esta quarta-feira na Comisión Nacional del Mercado de Valores (CNMV) e apresentado no Museu do Prado, em Madrid.

Este objetivo compara com os 5.042 milhões registados em 2025 e deverá assentar, sobretudo, no crescimento orgânico.

“Vision 2032 é o nosso plano para fazer crescer, de forma rentável, aquilo que funciona. A nossa ambição é sermos, até 2032, uma empresa com receitas superiores a oito mil milhões de euros, uma das quatro maiores empresas de beleza premium e o segundo maior operador de fragrâncias”, disse José Manuel Albesa, CEO da Puig, na apresentação. “Esperamos concretizar esta ambição sobretudo através do crescimento orgânico, reforçando o nosso portefólio principal, expandindo as nossas marcas mais fortes e concentrando os recursos nas categorias, mercados e canais onde temos as melhores oportunidades de sucesso”, acrescentou.

Marc Puig, chairman da Puig

Marc Puig, presidente executivo da Puig, acrescentou que a empresa inicia o “novo capítulo” numa “posição de força”. “Hoje, estamos mais fortes do que em qualquer outro momento dos nossos mais de 110 anos de história. Temos uma cultura própria e uma visão de longo prazo, assentes na propriedade familiar, numa gestão profissional e numa identidade que definimos como uma Casa da Criatividade. Este percurso levou a Puig a ultrapassar os cinco mil milhões de euros em receitas líquidas em 2025, mais do que triplicando as receitas nos últimos cinco anos, e constitui a base da Vision 2032″.

O plano Vision 2032 prevê o crescimento do portefólio da Puig. “complementado por aquisições seletivas que acrescentem marcas distintas, competências ou exposição a categorias e mercados atrativos. Continuaremos a selecionar marcas, em vez de simplesmente agregá-las, preservando a identidade e a autonomia criativa de cada Love Brand e proporcionando-lhes acesso às capacidades globais e à escala da Puig”, acrescentou Marc Puig.

A estratégia da Puig concentra o investimento em quatro áreas. Na perfumaria de prestígio, a divisão que esteve na origem da empresa catalã, a Puig quer desenvolver a Carolina Herrera também na maquilhagem e continuar a expandir as fragrâncias Rabanne e Jean Paul Gaultier. O grupo pretende tornar-se o segundo maior operador mundial de fragrâncias até 2032. Na perfumaria de nicho, prevê expandir as marcas Byredo e a Penhaligon’s.

A Charlotte Tilbury, uma das marcas mais bem sucedidas da Puig nos últimos anos, triplicou de dimensão desde que entrou na Puig, em 2020 e a empresa pretende multiplicar o negócio por 1,5 até 2032, com crescimento na maquilhagem e nos cuidados da pele e entrada nas fragrâncias a partir de 2028.

Na dermocosmética, a Puig quer duplicar a Uriage, uma marca que é líder em Portugal. Se a aquisição da ISDIN se concluir, as duas marcas e a Apivita formarão uma plataforma com receitas líquidas superiores a mil milhões de euros.

Geograficamente, a Puig quer consolidar posições na Europa, reforçar a América Latina e acelerar nos Estados Unidos e na Ásia-Pacífico. No retalho de viagem, a empresa passou do sexto para o terceiro lugar entre os operadores de fragrâncias desde 2021, elevando a quota de mercado de 9,6% para 13%.

O grupo mantém a meta de distribuir 40% do lucro líquido em dividendos e prevê ainda alcançar uma margem EBITDA ajustada superior a 22,5%, face a 20,7% em 2025, o que corresponderia a um EBITDA ajustado acima de 1,8 mil milhões de euros. A empresa aponta ainda a um fluxo de caixa livre superior a 900 milhões de euros em 2032 e estima que a integração de plataformas e as sinergias operacionais gerem cerca de 80 milhões nos próximos três anos.

Este ano, recorde-se, a Puig tentou, sem êxito, uma fusão com a norte-americana Estée Lauder.

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“Queremos que o golfe seja uma alavanca para o crescimento global do Alentejo”


Construído há 15 anos e nunca aberto ao público, o campo de golfe do Pinheirinho, na Comporta, abre as portas ao público pela primeira vez entre 30 de outubro e 1 de novembro para o torneio Portugal Legends Championship, uma prova que receberá 60 participantes, de 15 nacionalidades diferentes, alguns campeões do mundo, e com uma ideia maior: “Queremos que o golfe seja uma alavanca para o crescimento global do Alentejo”, diz Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, esta terça-feira, em Lisboa, apresentando o evento do que a agência pública é um dos patrocinadores. O Alentejo pretende, à sua escala, converter-se, como o Algarve, num destino para os praticantes desta modalidade.

Ao todo, o Turismo de Portugal investe 300 mil euros no torneio que se realiza este fim de semana. Outros 35 mil são do orçamento do Turismo do Alentejo, uma das regiões turísticas do país, já com planos para aumentar a importância dada a este desporto no Alentejo, nomeadamente na Comporta. “No raio de 30 quilómetros teremos quatro campos”, refere José Santos, presidente do Turismo do Alentejo na mesma conferência de imprensa. “Estamos a trabalhar num plano de ação de comercialização e venda que possa unir os quatro campos”, adianta.

O Pinheiro Golf Course, que é parte do projeto de mais de 400 hectares que estão a ser desenvolvidos pela Vic Properties, junta-se aos campos da Vanguard – Dunas e Torre – e ao campo de Troia, que recebeu uma prova internacional nos anos 80. Está atualmente em obras e deve reabrir ao público em março de 2027.

A região do Alentejo, como um todo, tem nove campos de golfe, quatro deles no município de Grândola, que assim entra no pódio dos concelhos portugueses com mais locais onde praticar este desporto. Está atrás de Loulé, com 14, Portimão e Sintra, com cinco campos cada, e ex-aequo com Cascais, Óbidos e Silves.

“O golfe é uma vertente nova” na estratégia da região de turismo do Alentejo, diz o presidente, José Santos. “Tem sido um trabalho consistente e discreto, afirmativo e gradual da afirmação turística do Alentejo”. Junta-se a outras apostas no “desporto de excelência” que têm vindo a fazer na região, como provas motorizadas de enduro ou provas de ciclismo gravel.

Segundo dados do Turismo de Portugal publicados em outubro, no primeiro semestre de 2026 a prática de golfe cresceu 25,2% no Alentejo e a teve uma ligeira quebra de 0,7% no Algarve, que continua a ser o principal destino nacional da modalidade, concentrando 40 dos 98 campos de golfe de Portugal, dez deles encerrados temporariamente. O mesmo documento destaca o crescimento dos mercados norte-americano e britânico no Alentejo, onde diminuíram, em contrapartida, as voltas de jogadores franceses e nacionais.

Oferta de campos de golfe em Portugal, no primeiro semestre de 2026

 

Carlos Abade afiança que a aposta no golfe faz parte de um plano de construção de Portugal como um destino de qualidade e excelência, não um crescimento em volume. E numa rota de eventos internacionais. “Acreditamos que valorizam e projetam a marca Portugal”, diz. Para o próximo ano, estão já previstos torneios importantes em Cascais e no Algarve.

O presidente do Turismo de Portugal atira a avaliação do impacto do torneio no campo de golfe da Comporta para depois da sua realização e defende, de antemão, que o golfe é um desporto que combate a sazonalidade do turismo e é capaz de “gerar valor ao longo de todo o ano”.

Sabemos da importância de Cristiano Ronaldo para a marca Portugal. Queremos ter Cristianos Ronaldos no golfe.

Carlos Abade

Presidente do Turismo de Portugal

Para o presidente do Turismo de Portugal, um dos projetos é “apoiar jovens talentos para que Portugal possa ter jogadores que ajudem a valorizar a marca Portugal. Sabemos da importância de Cristiano Ronaldo para a marca Portugal. Queremos ter Cristianos Ronaldos no golfe”.

O jogador irlandês Paul McGinley, que participa no torneio deste fim de semana, traz o exemplo do seu país para a conferência de imprensa. “Quando um bom campo de golfe numa comunidade tem sucesso, todos os campos beneficiam. Penso que esse é também o percurso de Portugal. Não se trata de competir uns contra os outros, mas de aumentar o perfil e a importância do produto, a qualidade da oferta de golfe que existe em Portugal”.

Além de McGinley, o Portugal Legends Championshigp recebe outros antigos campeões como Paul Lawrie, Michael Campbell ou o português Nuno Campino, o único golfista português a vencer o Campeonato Nacional de Amadores, o Campeonato Nacional de Profissionais e o Campeonato Nacional de Seniores Profissionais. A entrada no torneio organizado pela Staysure Legends Tour é livre. O vencedor receberá um prémio de 450 mil euros.

O campo de golfe do Pinheirinho, da autoria da Jorge Santana da Silva, insere-se no projeto maior do Pinheirinho, ao lado do hotel da cadeia Six Senses, residências e um club house, que já está aberto. “Temos dois quilómetros de acesso à praia”, refere João Cabaça.

Nos seus 15 anos de vida, o campo de golfe viu uma crise financeira e bancos serem intervencionados. “Desde que tomámos conta do ativo, em 2020, dissemos que só iríamos abrir o campo no momento correto, que permitisse o projeto como um todo. Nunca houve a necessidade de abrir o campo o mais depressa possível”, refere o CEO da Vic Properties. Até agora, o campo esteve limitado a jogadores convidados. A partir de agora vai ser possível ser membro, optar por uma green fee ou usar o campo de golfe se estiver dentro do complexo do Pinheirinho.

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Frasers Group detém, finalmente, mais de 50% da Hugo Boss


O Frasers Group anunciou a aquisição de 198.666 ações da Hugo Boss, por 7.630.761 euros. Com esta operação, a empresa britânica passou a deter 34.468.065 ações, equivalentes a 50,08% do capital da empresa alemã.

A Frasers tem ainda posições em opções de venda sobre até 15.050.100 ações da Hugo Boss, correspondentes a até 21,87% do capital. A aquisição foi financiada com os recursos de caixa da Frasers.

Com a operação, a marca alemã BOSS passa a ser uma subsidiária da Frasers e os seus resultados, ativos e passivos, deverão ser consolidados nas contas do grupo. A transação não está sujeita a aprovação dos acionistas, segundo as regras de admissão à cotação do Reino Unido.

No primeiro semestre de 2026, a Hugo Boss registou receitas de 1,81 milhões de euros e um EBITDA de 272 milhões de euros. A 30 de junho, os ativos brutos totalizavam 3,53 milhões de euros e os ativos líquidos ascendiam a 1,63 milhões de euros.

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