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Qual a cor

VTM

A imposição do Mapa verde energético pretende substituir o verde natural por painéis cinzentos e torres brancas nos altos dos montes acrescentando assim mais cores à “monótona” natureza. Não se prioriza, por exemplo, a implantação dos projetos energéticos, amigos do ambiente, em parques de estacionamento de grandes superfícies e municipais, nem em edifícios públicos e privados desde que tenham condições para acomodar as instalações e, desta forma, seria algo que daria um impulso ao próprio Estado para recuperar o inúmero património imóvel que detém aproveitando a eficiência e a produção energética.

A prioridade em primeiro lugar é cartelizar o setor energético em grande expansão e não resolver parte de dois problemas atuais de uma só vez: baixar o custo do consumo de energia e recuperar edifícios para habitação.

A recuperação patrimonial associada à eficiência energética é também futuro e contraria o paradigma que força o pensamento em que recuperar património é mais caro e não compensa, e assim se cumpria com a Convenção de Faro (2005 – Quadro do Conselho da Europa relativa ao Valor do Património Cultural para a Sociedade) que defende a utilização do património como um recurso para o desenvolvimento económico e social sustentável.

As palavras eco; sustentável; amigo do ambiente, etc. surgem sempre pintadas a verde e nesses termos não se encontra outra vontade de fazer pelo ambiente se não houver investimento por trás. Sem investimento não há alteração do ambiente, sendo uma verdadeira máquina de lavar a roupa verde.

Imaginemos que para criar uma zona verde, como nos brindam com o anunciado parque das Tourinhas, é preciso um investimento de 3 milhões de euros no âmbito do programa nacional PRO.NAT.URBE (Despacho n.º 11559/2026, de 21 de Setembro) mas com financiamento europeu, algo compatível com a expansão prevista em PDM da área urbana para a mesma zona. Se num lado criam uma zona verde, ao lado e noutra parte autorizam a destruição de um prado. Uma verdadeira perseguição a toda a velocidade ao verde numa cidade que prefere substituir o verde citadino por granito, onde se promove o abate de árvores por todos os motivos para abrir espaço para o sol brilhar e onde a visão futurística dos últimos 13 anos é uma contradição às metas ecológicas.

Se no passado o financiamento assim o exigia para uma visão de grandes praças descampadas e livres para qualquer evento municipal, agora a moda é outra e no final continua a população daltónica e sem ver o retorno das cores desses investimentos e o verde tende a desaparecer no nosso meio.

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Petrobras inova na produção sustentável de combustível de aviação

Logo Agência Brasil

Um novo marco na produção de combustível sustentável de aviação (SAF) foi obtido pela Refinaria Duque de Caxias (Reduc) na primeira quinzena de outubro. Com a recertificação internacional do produto, a Petrobras obteve avanços que reduziram significativamente a intensidade de carbono SAF, reforçando os mais elevados padrões globais de sustentabilidade, rastreabilidade e governança.

Uma auditoria internacional de aviação confirmou evolução expressiva no desempenho ambiental do combustível. O processo reconheceu melhorias implementadas na gestão das fontes de hidrogênio utilizadas na produção do SAF, tornando a operação da refinaria ainda mais alinhada à metodologia internacional de certificação.

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Com isso, a intensidade de carbono de hidrogênio empregado na produção foi reduzida em 29%. Essa melhoria refletiu diretamente no desempenho ambiental produzido a partir do óleo de milho, com redução de 23,8% na intensidade de carbono do SAF.

O resultado posiciona o SAF produzido pela Reduc entre os combustíveis sustentáveis de aviação com menor intensidade de carbono disponíveis no mercado.

“A conquista da Reduc demonstra que a redução das emissões associadas ao SAF não depende apenas do uso de matérias-primas certificadas, mas também da busca contínua por soluções de processo capazes de diminuir a pegada de carbono dos insumos utilizados na produção”, afirma o diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França.

 “Ao aprimorar seus processos e fortalecer sua governança em sustentabilidade, a Petrobras avança na construção de alternativas para atender às futuras exigências regulatórias e ampliar sua participação nos mercados de combustíveis renováveis e de baixo carbono”, acrescenta.

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