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KGM Musso tem nova geração. As novidades e os preços da pick-up

Chega a Portugal a nova geração da pick-up KGM Musso. A pick-up chega com novidades, incluindo na gama as versões Grand K3 e K5 Raider com diferentes finalidades.

 

O modelo tem um desenho mais robusto e arrojado, que enaltece a sua vocação para o todo-o-terreno. A parte frontal foi totalmente redesenhada, segundo um comunicado.

O motor é um turbodiesel 2,2 litros DTR que debita 202 cv de potência às 3.800 rotações por minuto e um binário de 400 Nm (caixa de velocidades manual) ou de 440 Nm (caixa automática). O modelo está equipado com um sistema de tração integral que só atua quando é necessário, diferencial de deslizamento limitado e modo 4x4 selecionável mediante as condições do piso - que permite alternar entre tração às duas rodas e tração integral de gama baixa e de gama alta.

Duas versões com dois posicionamentos

Há duas variantes da nova KGM Musso - ambas com quatro portas, cabina dupla e com configurações de três ou de cinco lugares. Destinada a atividades profissionais, a Grand K3 destaca-se pela capacidade da caixa de carga, podendo transportar até 1.085 kg.

Por fora, conta com jantes de liga leve de 17 polegadas, ao passo que as luzes diurnas são em LED. A distância ao solo cresceu para 248 milímetros, com um aumento também nos ângulos de ataque (30,6º) e de saída (24,5º).

No interior, inspirado pelos SUV em ambas as versões, a Grand K3 surge com painel de instrumentos digital e ecrã tátil central na medida de 12,3 polegadas, volante multifunções em pele sintética, duas tomadas USB-C, ar condicionado e ligação sem fios de smartphones via Android Auto e Apple CarPlay. O condutor pode usufruir, de série, do cruise control e dos sensores de estacionamento à frente e atrás, bem como da câmara traseira ou dos espelhos retrovisores rebatíveis eletricamente, entre outro equipamento.

Quanto à KGM Musso K5 Raider, é mais orientada ao lazer, tendo uma caixa de carga curta de 1,3 metros associada à cabine longa para ganhar uma imagem mais desportiva. As jantes são de 20 polegadas, numa pick-up com iluminação full LED e barras de tejadilho. A suspensão traseira multilink é exclusiva desta versão, que tem uma distância ao solo aumentada para 248 milímetros. Os ângulos de ataque (30,9º) e de saída (27,8º) também são maiores.

O habitáculo da K5 Raider prima por uma maior sofisticação e conforto, com bancos em pele sintética (aquecidos, ventilados e ajustáveis eletricamente à frente), volante aquecido, ar condicionado automático de duas zonas com saídas de ar traseiras e acesso e arranque sem chave. Se a caixa de velocidades for automática, inclui cruise control adaptativo.

O que há em comum?

Notícias ao Minuto KGM Musso© KGM / Gonçalo Costa Photo  

Independentemente da variante, a capacidade de reboque é de 3.500 kg, com controlo de oscilação do reboque. O revestimento da caixa de carga é sempre de série, tal como os oito ganchos de amarração e a porta traseira de abertura ampla. Na caixa de carga, encontra-se iluminação LED, assim como nos cantos do para-choques traseiro.

A assistência ao arranque em subida e o controlo na descida de declives é igualmente um equipamento de série comum - assim como sistemas de segurança entre os quais se incluem reconhecimento de sinais de trânsito, assistente de manutenção na faixa de rodagem e aviso de mudança de faixa.

Os clientes podem escolher entre sete cores de carroçaria: azul Ultramarine Blue, bege Sandstone Beige, branco Grand White, taupe Smoke Taupe, cinzento Marble Grey, preto Space Black e verde Amazonia Green.

Os preços

A KGM Musso está disponível a partir dos 31.300 euros acrescidos de IVA para empresas no caso da versão Grand K3 Pro de três lugares e caixa manual, sendo que os clientes particulares têm de pagar 41.400 euros.

A K5 Raider Pro de três lugares e caixa manual está disponível por 34.310 euros acrescidos de IVA para empresas e por 42.200 euros para particulares. A Rhino, disponível na fase de lançamento, tem por base a K5 Raider e propõe roll-bar, degraus laterais, tapetes de borracha e emblemas alusivos de série - custa desde 37.435 euros mais IVA para empresas e 44.600 euros para particulares.

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Em mais um trabalho com a assinatura da Brabus, o Mercedes-AMG G 63 ganhou a forma de uma pick-up exclusiva de alto desempenho - a Brabus P 900 Rocket Edition, recentemente revelada.

Bernardo Matias | 15:56 - 27/10/2026

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Audi RS 5 com 720 cv e fibra de carbono em edição limitada da Abt

O Audi RS 5 ficou ainda mais agressivo graças à Abt Sportsline, no seu projeto especial RS5-R. É uma edição limitada a 130 unidades em todo o mundo, nas carroçarias de berlina (Limousine) e de carrinha (Avant).

 

Há uma motorização híbrida plug-in com atualização Abt Power S que faz a potência subir dos 639 para os 720 cv. O binário evolui dos 825 para os 905 Nm. No coração do sistema, está um motor térmico V6 turbo 2,9 litros com 591 cv de potência. A velocidade máxima é igual à do modelo de série (250 km/h).

A suspensão é mais baixa, firme e precisa, deixando a carroçaria mais próxima do solo. A sua inclinação é mitigada com as barras estabilizadoras desportivas, que também representam benefícios na entrada em curva. Há, ainda, jantes Abt Evo Performance de 22 polegadas em preto brilhante.

A carroçaria conta com um pacote aaerodinâmico em carbono brilhante visível ou com o estilo Carbon Camouflage mate. Existe spoiler dianteiro com lâminas, entradas de ar nos arcos das rodas frontais, capas dos espelhos retrovisores e saias laterais. Atrás, há um novo para-choques com difusor, bem como uma asa com lâminas aerodinâmicas.

Para o segundo trimestre do próximo ano, ficam novas opções de personalização para o Audi RS 5, como um aumento da potência para 800 cv e um sistema de escape em titânio da Akrapovic.

Interior também foi modificado

Ao entrar no RS5-R da Abt Sportsline, encontra-se um revestimento a microfibra Dinamica na consola central, tablier e estruturas dos bancos, assim como manetes da caixa de velocidades com acabamento em fibra de carbono (o mesmo escolhido para o exterior).

O facto de ser uma edição especial e limitada é deixado evidente com a inscrição 1 de 130 nas soleiras das portas - onde também se encontra um emblema.

Quanto custa?

Para ter uma das 130 unidades do RS5-R, terá de pagar pelo menos 62 mil euros (berlina com acabamento em fibra de carbono brilhante). O preço pode chegar aos 68 mil euros na versão carrinha com Carbon Camouflage mate. Acresce-se o custo de instalação de 7.160 euros para a variante Limousine e 7.600 euros no caso do Avant.

Abt deixou este Cupra Formentor com mais de 630 cv. Anda a 300 km/h

Abt deixou este Cupra Formentor com mais de 630 cv. Anda a 300 km/h

O Cupra Formentor VZ5 é a versão mais radical do modelo e, após um tratamento da Abt Sportsline, ficou ainda mais ousada e desportiva, com 635 cv. Mas só existirão 30 unidades desta edição.

Bernardo Matias | 14:35 - 19/05/2026

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Rely Hi800: picape híbrida a diesel da Chery pode chegar ao Brasil

A chinesa Chery avalia as condições para trazer ao Brasil uma picape híbrida plug-in a diesel, mas a comercialização depende de uma decisão industrial. Durante o Global User Summit, realizado em Wuhu, na China, Guibing Zhang, presidente da Chery International e vice-presidente executivo do Grupo Chery Auto, afirmou que a produção local é fundamental para viabilizar o projeto no país. O modelo em questão é a Rely Hi800, também conhecida como Chery Stockman.

Questionado em entrevista à CNN Brasil sobre a estratégia da empresa para o segmento de utilitários brasileiro, o executivo destacou que a importação não seria adequada para atender à demanda potencial.

“Atualmente, seria muito difícil introduzir o produto sem produção local, pois trabalhar com volumes pequenos não é o ideal. Estou acompanhando o progresso das negociações para a fabricação local”, disse Zhang.

Leia Mais:

A reportagem conheceu de perto o produto, ainda em fase de pré-lançamento: o modelo representa uma possível entrada do grupo em um segmento no qual capacidade de carga, reboque e desempenho fora de estrada são fatores importantes para o consumidor. Ainda não há confirmação de lançamento, preço ou prazo de chegada ao Brasil. A Hi800 será lançada em novembro na Austrália.

A Rely Hi800 utiliza um conjunto híbrido plug-in que associa um motor 2.5 turbodiesel de quatro cilindros a um propulsor elétrico. A potência combinada divulgada é de 350 kW, equivalente a aproximadamente 476 cv, enquanto o torque chega a 800 Nm, ou cerca de 81,5 kgfm.

Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil
Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil • Thiago Ventura/CNN

A energia elétrica vem de uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) com capacidade de 34 kWh. Segundo os dados técnicos apresentados para o modelo australiano, a autonomia exclusivamente elétrica pode chegar a 96 km no ciclo NEDC, enquanto a autonomia combinada anunciada alcança 1.350 km. A Chery também informa consumo combinado de 1,1 litro por 100 km para a Stockman na Austrália, o que daria incríveis 90 km/l! Esse número, contudo, segue o padrão de divulgação local e não deve ser tratado como uma estimativa de consumo para o Brasil.

O sistema permite utilizar energia elétrica em deslocamentos curtos e manter o motor a diesel para percursos mais longos ou situações que exigem maior esforço. A configuração é diferente da encontrada em picapes híbridas que utilizam motores a gasolina ou etanol.

Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil
Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil • Thiago Ventura/CNN

A Stockman mede 5,45 metros de comprimento, tem 2,01 m de largura, 1,93 m de altura e entre-eixos de 3,25 m. A suspensão dianteira utiliza braços duplos, enquanto a traseira recorre a feixes de molas, solução comum em veículos voltados ao transporte de carga. A estrutura é o chassi sobre longarinas, voltada para o trabalho pesado.

O conjunto inclui tração integral 4×4, bloqueios dos diferenciais dianteiro, central e traseiro, controle de velocidade em terrenos difíceis e assistente para manobras em curvas fechadas. A altura livre do solo é de pelo menos 247 mm, enquanto a capacidade de imersão em água informada para o projeto chega a 900 mm.

Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil
Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil • Thiago Ventura/CNN

A picape também oferece funções de fornecimento de energia para equipamentos externos. A tecnologia V2L permite alimentar ferramentas e dispositivos, enquanto a função V2V possibilita transferir energia para outro veículo. O material técnico fornecido para o projeto indica potência de até 6 kW nessas operações.

A eventual chegada da picape também envolve a organização das marcas do grupo no Brasil. A Chery atua no país por meio de diferentes operações e marcas, entre elas Omoda Jaecoo, enquanto a Rely é direcionada a veículos comerciais. A Caoa Chery, por sua vez, já indicou planos para uma picape própria sob a marca Himla, apresentada no Salão do Automóvel de São Paulo 2025.

Outra empresa do grupo Chery, mas que atua em operação independente, é a Jetour. Essa, por sua vez, deverá lançar a picape F700 no Brasil, que é a versão com caçamba do jipão G700.

A nova picape híbrida diesel deverá chega sob a bandeira da Jaecoo. Outra alternativa é ressuscitar a marca Rely, que operou no Brasil nos anos 2010 com mini caminhões e utilitários. Todavia, conforme Guibing Zhang,  o lançamento depende da nova fábrica da Chery no país, ainda em fase de negociações.

*Jornalista viajou a convite da Omoda & Jaecoo Brasil

Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil
Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil • Thiago Ventura/CNN

Quatro cuidados para ter no carro durante período da primavera; confira

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FPAK reage ao arranque do Dakar em Portugal: "Conquista extraordinária"

A Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) saudou hoje (30 de outubro) o regresso do Rali Dakar a Portugal, que será palco do arranque da edição de 2027, antes de a prova rainha de todo o terreno entrar em Marrocos.

 

"É com enorme satisfação e orgulho que a FPAK vê o Dakar regressar a Portugal para a sua grande partida em 2027. Este momento confirma que Portugal continua, de forma consistente, na rota dos melhores e mais prestigiados eventos de automobilismo do mundo", afirmou o presidente do organismo, Ni Amorim, em comunicado divulgado no sítio oficial na Internet.

O líder federativo reagiu ao anúncio efetuado pouco tempo antes pelos organizadores do Rali Dakar, que será transferido "excecionalmente, em 2027, para a Europa e África", devido à intensificação do conflito entre os huthis, do Iémen, apoiados pelo Irão, e a Arábia Saudita, estando previsto o regresso "a solo saudita, em 2028, para a 50.ª edição" da prova.

"Competir numa prova desta dimensão é sempre um enorme desafio, mas poder fazê-lo a partir de casa, sentindo o apoio direto do público português, representa uma mais-valia indiscutível e um incentivo acrescido para todos os participantes portugueses que elevam a nossa bandeira ao mais alto nível do todo-o-terreno mundial", observou Ni Amorim.

"Conquista extraordinária"

A 49.ª edição decorrerá de 9 a 23 de janeiro de 2027, entre Loulé-Faro e Marraquexe, com datas sujeitas à aprovação do Conselho Mundial do Desporto Automóvel da Federação Internacional do Automóvel (FIA), e o Estádio Algarve acolherá o arranque e o centro nevrálgico das verificações técnicas e administrativas, que antecedem a prova, ao longo de três dias.

"Ter o ponto de partida no Algarve é uma conquista extraordinária, não só para o desporto motorizado nacional, mas também para os nossos pilotos e equipas", assinalou o presidente da FPAK, destacando a "experiência" do Automóvel Club de Portugal (ACP), que organizará as etapas em território nacional.

Mais de 4.300 km competitivos

O prólogo disputa-se a 9 de janeiro e a primeira etapa no dia seguinte, antes da travessia marítima para Nador, em Marrocos, que receberá as restantes 11 etapas e o dia de descanso, em Agadir. O percurso terá 7.824 quilómetros, dos quais 4.341 cronometrados.

O regresso acontece 20 anos depois da última edição disputada em território português e 19 após o cancelamento do Lisboa-Dakar de 2008. Lisboa recebeu as partidas de 2006 e 2007 e preparava-se para acolher uma terceira saída consecutiva, mas a edição de 2008 foi cancelada na véspera do arranque, devido a ameaças à segurança na Mauritânia.

A suspensão precipitou a mudança para a América do Sul, que recebeu a competição entre 2009 e 2019. Em 2020, o Dakar transferiu-se para a Arábia Saudita, iniciando um novo período que será interrompido pela passagem por Portugal e Marrocos.

"Quase duas décadas após a histórica edição de 2006, o maior evento de todo o terreno do planeta volta a ter o território nacional como ponto de partida para as suas grandes emoções. A escolha de Portugal reforça a posição do país enquanto palco de excelência para a realização das maiores competições mundiais do desporto automóvel", reforçou a FPAK.

Oficial: Dakar 2027 arranca de Portugal e volta a África

Oficial: Dakar 2027 arranca de Portugal e volta a África

O Dakar 2027 vai arrancar de Portugal, partindo depois para um percurso em África. É o regresso da prova a solo nacional e às suas raízes africanas 20 anos depois. Está marcado para 9 a 23 de janeiro.

Bernardo Matias | 07:23 - 30/10/2026

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Chery anuncia tecnologia de carregamento para 500 km em cinco minutos

Vem da China uma nova solução de carregamento ultra-rápido dos automóveis - mais concretamente da Chery Automobile.

 

Trata-se de um sistema que funciona a 1,44 megawatts e é capaz de proporcionar 500 km de autonomia em apenas cinco minutos de carregamento - o que também pode variar dependendo do automóvel, já que muitos modelos elétricos não têm essa autonomia. Segundo o Car News China, só deverá ser possível tirar o máximo partido em automóveis com plataformas acima dos 800 volts. Dos 10 aos 97 por cento, demora pouco menos de sete minutos.

Os números podem impressionar, mas a Geely já anunciou um carregador de 2,2 megawatts. E a tecnologia Flash Charging da BYD introduzida com a segunda geração da Blade Battery permite carregamentos dos 10 aos 97 por cento em nove minutos.

Chery aposta fortemente nas motorizações alternativas

A Chery Automobile tem nos automóveis eletrificados uma área de peso em matéria de investimento e de procura - tendo vendido 859 mil automóveis de novas energias de janeiro até setembro num aumento de 46,1 por cento face a 2025.

O conglomerado pretende também criar 20 mil estações com funcionalidade bidirecional vehicle-to-grid (V2G) até 2029 - uma tecnologia que permite aos carros devolverem energia elétrica à rede pública.

Em Portugal, o grupo Chery tem a marca Omoda & Jaecoo, com uma gama composta apenas por SUV híbridos ou 100 por cento elétricos. A gama voltará a alargar-se em breve, com o novo Jaecoo 8, e para o próximo ano está prevista a introdução do Omoda 4.

Omoda 4 é um SUV inspirado em superdesportivos e chega à Europa

Omoda 4 é um SUV inspirado em superdesportivos e chega à Europa

O Omoda 4 é o novo modelo da marca do grupo Chery para a Europa, apresentado no Salão Automóvel de Paris. Trata-se de um SUV híbrido e 100% elétrico com design inspirado em superdesportivos.

Bernardo Matias | 12:23 - 13/10/2026

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BAIC Arcfox T1 chega a partir de R$ 130 mil contra Dolphin, EX2 e Aion UT

A BAIC iniciou sua operação comercial da linha Arcfox no Brasil com o lançamento do T1, crossover 100% elétrico que chega em duas versões, com preços a partir de R$ 129.900.

O Arcfox T1 utiliza um motor elétrico de 70 kW, equivalente a aproximadamente 95 cv, com torque de 17,9 kgfm. A bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) tem capacidade de 42,3 kWh. A autonomia declarada é de 283 km pelo padrão brasileiro PBEV, do Inmetro.

As primeiras entregas estão previstas para 11 de novembro de 2026. A versão PRO tem preço promocional de lançamento de R$ 129.900, enquanto a MAX custa R$ 139.900. Contudo, o preço da configuração de entrada é limitado até o dia 31 de dezembro ou enquanto durar o estoque de 600 unidades.

A BAIC informa que já conta com uma rede de 50 concessionárias no Brasil. A meta é ampliar essa estrutura para 150 unidades até o fim de 2027.

Em estações de recarga rápida em corrente contínua (DC), o modelo pode recuperar de 30% a 80% da carga em cerca de 25 minutos, segundo a fabricante.

Novo Baic Arcfox T1
Novo Baic Arcfox T1 • Rodrigo Barros/CNN Brasil

A potência máxima de recarga DC é de 89 kW. Em corrente alternada (AC), com potência de até 6,6 kW, a recarga completa pode levar até oito horas, dependendo das condições.

O crossover também oferece as funções V2L e V2V. A primeira permite alimentar equipamentos externos compatíveis usando a energia da bateria. A segunda possibilita transferir energia para outro veículo compatível.

O BAIC Arcfox T1 mede 4,33 metros de comprimento, 1,86 m de largura e 1,57 m de altura, com entre-eixos de 2,77 m.

Novo Baic Arcfox T1
Novo Baic Arcfox T1 • Rodrigo Barros/CNN Brasil

O porta-malas tem capacidade de 459 litros, volume que pode chegar a 1.352 litros com os bancos traseiros rebatidos. A proposta é oferecer espaço para passageiros e bagagens em um veículo voltado principalmente aos deslocamentos urbanos.

Por dentro, o modelo tem painel de instrumentos de 8,8 polegadas e central multimídia de 15,6 polegadas. As duas versões contam com bancos dianteiros com ajustes elétricos e aquecimento para o motorista. Na configuração MAX, o banco do passageiro também tem aquecimento, além de ventilação e memória de posição.

A versão mais cara ainda oferece teto panorâmico de 2,34 m² com cortina elétrica, rodas de liga leve de 18 polegadas e tampa do porta-malas com acionamento elétrico. Na PRO, as rodas são de aço de 17 polegadas com calotas decorativas.

Versão MAX tem pacote de assistência à condução

Um dos recursos presentes nas duas versões é a câmera panorâmica de 540 graus, que combina a visão do entorno do veículo com uma representação da área sob o chassi. O sistema auxilia o motorista durante manobras e na identificação de obstáculos.

Novo Baic Arcfox T1
Novo Baic Arcfox T1 • Rodrigo Barros/CNN Brasil

O modelo também conta com assistência à direção em baixa velocidade, que utiliza a frenagem para facilitar curvas fechadas e pode reduzir o raio de giro em aproximadamente 30 centímetros, de acordo com a fabricante.

Na versão MAX, a lista de equipamentos inclui frenagem autônoma de emergência, alerta de colisão frontal, controle de cruzeiro adaptativo com função Stop & Go, assistência de centralização em faixa e assistente de estacionamento automático.

A configuração também oferece auxílio para a passagem por espaços estreitos e sistema de assistência à marcha à ré com memorização do trajeto.

Estrutura de pós-venda da BAIC

No pós-venda, a empresa prevê cobertura de quase 100% das peças consideradas críticas e mantém um armazém operacional em Itajaí (SC), em parceria logística com a Foton. A operação também inclui assistência 24 horas, com serviços como socorro e reboque, conforme as condições do programa.

A marca ainda prevê oferecer o BAIC Concierge, serviço de atendimento personalizado por telefone e WhatsApp. A estrutura técnica inclui equipamentos para manutenção de veículos eletrificados e treinamento de profissionais para trabalhar com sistemas de alta tensão, baterias e recarga.

Quatro cuidados para ter no carro durante período da primavera; confira

 

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Estes são os candidatos a Carro Europeu do Ano 2027 (todos são elétricos)

Já são conhecidos os sete finalistas do Carro Europeu do Ano - o maior prémio automóvel da Europa. O vencedor será conhecido em janeiro de 2027.

 

Em 2026, a distinção foi atribuída ao novo Mercedes-Benz CLA, que tanto pode ter motor a gasolina, como ser totalmente elétrico.

E as motorizações são precisamente um dos destaques na nova edição do Carro Europeu do Ano: todos os sete finalistas são 100 por cento elétricos, algo inédito na história do galardão.

É algo que acontece depois de um 2026 em que os elétricos cresceram significativamente no mercado europeu, perante o aumento do preço dos combustíveis devido ao conflito no Médio Oriente.

A lista encurtada a partir de 38 candidatos inclui modelos diferenciados, desde um pequeno citadino do segmento A neoclássico como é o Renault Twingo E-Tech a SUV médios de luxo como o BMW iX3. Há uma predominância dos hatchback citadinos

Como é feita a votação?

Nos dias 25 e 26 de novembro, o júri irá testar os finalistas no circuito de Balocco em Itália, sendo lá definidos os critérios para a seleção do vencedor. A votação decorrerá até 31 de dezembro, com cada jurado a ter 25 pontos para distribuir entre os finalistas.

Durante o processo, cada membro do júri terá de designar um vencedor em cada ronda de votação com um máximo de dez pontos. O anúncio do vencedor será, uma vez mais, no Salão Automóvel de Bruxelas, no dia 8 de janeiro.

Candidatos

  • BMW iX3: SUV médio premium do segmento D
  • Cupra Raval: Hatchback do segmento B
  • Hyundai Ioniq 3: Hatchback do segmento B
  • Kia EV2: SUV do segmento B
  • Renault Twingo E-Tech: Hatchback do segmento A
  • Volkswagen ID. Polo: Hatchback do segmento B
  • Volvo EX60: SUV médio premium do segmento D
Mercedes-Benz CLA: Conduzimos o Carro Europeu do Ano

Mercedes-Benz CLA: Conduzimos o Carro Europeu do Ano

O Mercedes-Benz CLA foi eleito como o Carro Europeu do Ano, e o Auto ao Minuto teve a hipótese de o conduzir durante alguns dias. Contamos-lhe tudo sobre esta berlina de luxo.

Bernardo Matias | 08:06 - 15/03/2026

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Como saber se uma empresa de seguros protege meus dados?

Para saber se uma empresa de seguros protege seus dados, o consumidor deve conferir quatro sinais: uma política de privacidade clara, um encarregado de dados com contato divulgado, canais oficiais bem identificados e regras explícitas sobre compartilhamento. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) garante a qualquer cliente o direito de perguntar quais informações a empresa guarda, para que as usa e com quem as divide, e de pedir correção ou exclusão quando for o caso.

No seguro auto, a lista de dados é longa: CPF, endereço, dados bancários, placa e chassi do carro, fotos do veículo e, em alguns casos, localização. A Loovi, insurtech que atua como representante da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, faz contratação e vistoria pelo celular, o que torna o cuidado com essas informações parte da própria experiência do cliente.

Quais dados uma empresa de seguro auto costuma coletar?

Para cotar, contratar e manter o seguro, as empresas normalmente tratam:

  • Dados de identificação: nome, CPF, data de nascimento, telefone e e-mail
  • Dados do veículo: placa, chassi, modelo, ano e fotos da vistoria
  • Dados financeiros: cartão de crédito ou conta para pagamento
  • Dados de uso: endereço, finalidade de uso do carro e, quando o cliente pede assistência, a localização do veículo
  • Dados de sinistro: boletim de ocorrência, fotos do acidente e documentos de terceiros envolvidos

Em muitas seguradoras tradicionais, o cálculo do preço também usa informações de perfil do motorista, como idade, estado civil, tempo de habilitação e local onde o carro dorme. Na Loovi, o preço parte do valor do veículo na Tabela FIPE e não depende desses dados de perfil.

O que a LGPD garante ao cliente de uma seguradora?

A Lei nº 13.709/2018, a LGPD, vale para todas as empresas que tratam dados pessoais no Brasil, incluindo seguradoras e seus representantes. Ela estabelece direitos que o cliente pode exercer a qualquer momento:

Saber o que a empresa faz com seus dados

O titular tem direito a informações claras sobre a finalidade do uso, a forma e a duração do tratamento, a identificação de quem controla os dados e com quem eles são compartilhados. Essas informações costumam estar na política de privacidade.

Acessar, corrigir e pedir exclusão

O artigo 18 da LGPD garante ao titular, mediante pedido, a confirmação de que seus dados são tratados, o acesso a eles, a correção de dados incompletos ou errados, a portabilidade e a eliminação dos dados tratados com base no consentimento. O cliente também pode revogar o consentimento dado.

Há um limite importante: a empresa pode manter dados necessários para cumprir o contrato ou obrigações legais. Um seguro ativo, por exemplo, depende dos dados do segurado e do veículo, e registros de sinistros precisam ser guardados pelos prazos exigidos em lei.

Ter um canal com o encarregado de dados

Toda empresa que trata dados pessoais deve indicar um encarregado, conhecido pela sigla em inglês DPO, e divulgar sua identidade e contato de forma clara, preferencialmente no site. É a ele que o cliente se dirige para exercer seus direitos.

Ser avisado em caso de vazamento

Pelo Regulamento de Comunicação de Incidente de Segurança da ANPD (Resolução CD/ANPD nº 15/2024), quando um vazamento puder causar risco ou dano relevante, a empresa deve comunicar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados e os clientes afetados em até três dias úteis após saber que dados pessoais foram atingidos. A comunicação ao titular deve usar linguagem simples e informar quais dados foram afetados, os riscos e as medidas tomadas, além de um canal para dúvidas.

O regulamento considera mais graves os incidentes que envolvem dados financeiros, dados de autenticação, como senhas, dados sensíveis ou informações de idosos, crianças e adolescentes.

Quais sinais mostram que a empresa protege seus dados?

Antes de contratar, vale procurar:

  • Política de privacidade fácil de achar e de ler: ela deve explicar quais dados são coletados, para quê, por quanto tempo e com quem são compartilhados
  • Contato do encarregado de dados: e-mail ou formulário específico para pedidos sobre dados pessoais
  • Pedido só do necessário: desconfie de formulários que pedem informações sem relação com o seguro
  • Consentimento separado para marketing: aceitar receber ofertas não deve ser condição para contratar
  • Canais oficiais claros: site, aplicativo, WhatsApp e telefone divulgados em um único lugar oficial
  • Login protegido no aplicativo: senha forte, verificação em duas etapas ou biometria do próprio celular
  • Seguradora autorizada: registro na SUSEP, que obriga a empresa a seguir as regras de segurança cibernética do setor

Como evitar golpes que usam o nome de seguradoras?

Boa parte dos riscos para os dados do cliente não vem de vazamentos, mas de golpes que imitam empresas conhecidas. Os mais comuns envolvem mensagens com links falsos, boletos adulterados e perfis que se passam pelo atendimento. Para se proteger:

  • Confirme o número de WhatsApp e o telefone no site oficial da empresa antes de responder;
  • Não clique em links recebidos por SMS ou e-mail que peçam atualização de cadastro ou pagamento urgente;
  • Não informe senhas nem códigos de verificação recebidos por SMS, mesmo para quem diz ser do atendimento;
  • Baixe o aplicativo apenas nas lojas oficiais, conferindo o nome do desenvolvedor;
  • Confira o beneficiário antes de pagar um boleto ou Pix;
  • Desconfie de descontos muito altos oferecidos fora dos canais oficiais.

O que fazer se seus dados vazarem ou forem mal utilizados?

Se você suspeitar de vazamento ou uso indevido dos seus dados por uma empresa de seguros:

  • Procure o encarregado de dados da empresa e peça informações sobre o que aconteceu, guardando o protocolo;
  • Troque senhas do aplicativo e do e-mail cadastrado e ative a verificação em duas etapas;
  • Acompanhe extratos do cartão e da conta usados no pagamento;
  • Registre reclamação na plataforma consumidor.gov.br ou no Procon, se não houver resposta;
  • Acione a ANPD, que recebe petições de titulares que não tiveram o pedido atendido pela empresa;
  • Informe a SUSEP quando a queixa envolver a seguradora.

Saber se uma empresa de seguros protege seus dados exige conferir a política de privacidade, o contato do encarregado, os canais oficiais e as regras de compartilhamento. A LGPD garante ao cliente o direito de acessar, corrigir e pedir a exclusão de dados, e obriga a empresa a avisar em até três dias úteis sobre vazamentos que tragam risco relevante. Antes de contratar, procure esses sinais e confirme sempre os canais oficiais para não cair em golpes.

FAQ – Perguntas frequentes

Como saber se uma seguradora segue a LGPD?

Verifique se a empresa tem política de privacidade clara, com a finalidade de cada dado coletado, regras de compartilhamento e prazo de guarda, e se divulga o contato do encarregado de dados. Confirme também se a seguradora é autorizada pela SUSEP, que exige política de segurança cibernética.

Posso pedir para a seguradora apagar meus dados?

Sim, com limites. A LGPD permite pedir a eliminação de dados tratados com base no consentimento, mas a empresa pode manter as informações necessárias para cumprir o contrato em vigor e obrigações legais, como registros de sinistros.

O que é o encarregado de dados?

É a pessoa ou equipe indicada pela empresa para receber pedidos dos titulares e se comunicar com a ANPD. A LGPD exige que a identidade e o contato do encarregado sejam divulgados de forma clara, preferencialmente no site.

A seguradora precisa avisar se meus dados vazarem?

Sim, quando o vazamento puder causar risco ou dano relevante. Pela Resolução CD/ANPD nº 15/2024, a empresa deve comunicar a ANPD e os clientes afetados em até três dias úteis, em linguagem simples.

Fotos da vistoria pelo celular são seguras?

As fotos da vistoria são dados tratados pela empresa para avaliar o veículo e devem seguir a LGPD, com finalidade definida e proteção adequada. Envie as imagens apenas pelo aplicativo oficial. Na Loovi, a vistoria é feita pelo próprio cliente no app, que orienta quais fotos tirar.

Como identificar um contato falso em nome da seguradora?

Confirme telefone e WhatsApp no site oficial, desconfie de links que pedem pagamento urgente ou atualização de cadastro e nunca informe senhas ou códigos recebidos por SMS. Os canais oficiais da Loovi são o aplicativo, o WhatsApp oficial e o telefone 4000-1762.

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Lucros da BYD sobem 28% e exportações foram essenciais

A fabricante chinesa de veículos elétricos BYD registou um aumento de 28% nos lucros no terceiro trimestre, impulsionado pelo crescimento das exportações, que ajudou a compensar a quebra das vendas no mercado interno.

 

Segundo os resultados divulgados na quinta-feira (29 de outubro), o lucro líquido da empresa, sediada em Shenzhen, atingiu 10 mil milhões de yuan (1,34 mil milhões de euros) entre julho e setembro, enquanto as receitas cresceram 14 por cento, para 221,5 mil milhões de yuan (29,71 mil milhões de euros).

Ambos os indicadores ficaram abaixo das expectativas dos analistas, segundo dados compilados pela agência Bloomberg.

Nos primeiros nove meses do ano, as receitas da BYD mantiveram-se praticamente inalteradas face ao período homólogo, enquanto os lucros registaram uma ligeira queda.

Crescimento internacional é de grande importância

A fabricante vendeu 3,1 milhões de veículos entre janeiro e setembro, menos quatro por cento do que no mesmo período de 2025, mas as exportações quase duplicaram, ultrapassando 1,3 milhões de unidades.

Na Europa e no Reino Unido, as vendas da BYD mais do que duplicaram até setembro, atingindo cerca de 284 mil veículos, o equivalente a uma quota de mercado de 2,7 por cento, segundo a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA).

A expansão internacional tornou-se cada vez mais importante para a empresa, perante a intensificação da concorrência entre fabricantes chineses, a redução dos subsídios públicos à compra de veículos elétricos e as medidas das autoridades contra práticas comerciais que prejudicam os fornecedores.

De acordo com a consultora Automobility, as exportações totais de automóveis da China aumentaram 67 por cento este ano, para 8,2 milhões de unidades, ultrapassando já o recorde registado em 2025.

Em contrapartida, as vendas no mercado interno chinês caíram mais de 22 por cento em termos homólogos, com os automóveis a gasolina e gasóleo a registarem uma quebra de cerca de um terço.

Apesar do abrandamento, os veículos elétricos e híbridos continuam a representar cerca de dois terços das vendas de automóveis na China, o maior mercado automóvel mundial.

A BYD mantém a liderança neste segmento, com uma quota de 22 por cento, segundo a Automobility.

A empresa está também a acelerar a construção de unidades de produção fora da China, numa altura em que o aumento das exportações de automóveis chineses tem provocado tensões comerciais com vários parceiros internacionais.

Dívida amortizada

Paralelamente, a BYD está a reduzir a dependência do financiamento através dos seus fornecedores, tendo amortizado 109,9 mil milhões de yuan (14,74 mil milhões de euros) em dívida nos primeiros nove meses do ano, quase o triplo do valor registado no período homólogo.

As disponibilidades de caixa e equivalentes diminuíram cerca de dois terços, para 29,8 mil milhões de yuan (4 mil, milhões de euros), segundo os resultados financeiros.

BYD Atto 8 revelado. É um SUV grande em tudo com 653 km de autonomia

BYD Atto 8 revelado. É um SUV grande em tudo com 653 km de autonomia

O BYD Atto 8 foi apresentado esta segunda-feira (12 de outubro) no Salão Automóvel de Paris. É um SUV elétrico grande em tudo - capacidade de sete lugares, autonomia para 653 km e carregamento em nove minutos.

Bernardo Matias | 14:09 - 12/10/2026

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O carro avisa antes de quebrar? Conheça sinais que os motoristas ignoram

Muitos motoristas já devem ter passado pela complicada experiência de o carro simplesmente parar de funcionar. O que parece ser um imprevisto repentino, no entanto, raramente acontece sem aviso prévio.

Na maioria dos casos, o veículo dá sinais, alguns claros, de que algo está errado muito antes de uma falha grave acontecer.

Em grande parte das vezes, o carro “conversa” com o motorista por meio de ruídos, vibrações, odores, perda de rendimento e alertas no painel. O grande problema é que muitos desses avisos são ignorados até que a conta da oficina se torne desnecessariamente alta.

Hábitos aparentemente inofensivos do dia a dia causam desgaste precoce em componentes caros do veículo e podem gerar prejuízos consideráveis na oficina. • Magnific

Onde os primeiros alertas aparecem?

Para o especialista em performance automotiva, José Francisco dos Santos Junior, os sintomas de desgaste ou falha podem surgir em praticamente todos os sistemas do veículo.

“A combinação entre manutenção adequada, atenção aos sinais e diagnóstico correto pode evitar problemas maiores, reduzir custos e, principalmente, contribuir para a segurança de quem está ao volante”, afirma.

Os principais problemas vão desde o arrefecimento à lubrificação, passando por freios, suspensão, transmissão e sistema de alimentação de combustível.

Ainda segundo o especialista, entre os avisos prévios mais comuns da oficina estão:

  • Pequenos vazamentos: marcas de fluido ou água na garagem costumam ser tratadas como algo menor, mas um simples vazamento no sistema de arrefecimento pode resultar no superaquecimento do motor e no travamento de componentes internos;

  • Ruídos atípicos: barulhos metálicos ao frear, estalos em curvas ou barulhos secos ao passar por buracos indicam desgaste avançado em discos, pastilhas ou componentes da suspensão;

  • Avisos eletrônicos: as luzes de advertência no painel não acendem por acaso. Embora a eletrônica aponte a anomalia, ela é o ponto de partida para que um técnico realize o diagnóstico adequado.

“O principal cuidado é não continuar dirigindo na expectativa de que um problema grave desapareça sozinho”, finaliza Junior.

Quatro cuidados para ter no carro durante período da primavera; confira

 

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Oficial: Dakar 2027 arranca de Portugal e volta a África

Os rumores surgiram na semana passada e agora é oficial: o Dakar 2027 vai começar em Portugal, rumando depois a Marrocos onde se concentra a larga maioria do percurso. Será de 9 a 23 de janeiro.

 

Num comunicado emitido esta sexta-feira (30 de outubro), pode ler-se que o Estádio do Algarve será palco do lançamento, com o parque de assistência a abrir a 5 de janeiro para as verificações técnicas e administrativas entre 6 e 8 de janeiro.

O prólogo na zona de Loulé e Faro terá 129 km de extensão (apenas 29 km cronometrados) a 9 de janeiro. A primeira etapa começa na mesma região a 10 de janeiro com 100 km cronometrados, antes da transferência para Marrocos através de Espanha um dia depois. A terceira parte da etapa será já em solo marroquino com 590 km.

Depois, o percurso do Dakar 2027 fica em Marrocos até ao fim, com um dia de descanso a 17 de janeiro e o término marcado para 23 de janeiro com a 12.ª e última etapa. Esta terá 240 km de extensão na zona de Marraquexe, mas apenas 22 km serão cronometrados - pelo que deverá ser, essencialmente, um dia de consagração.

Mais de 4.300 km competitivos em 12 etapas

Ao todo, o Dakar 2027 terá 7.824 km de percurso e 4.341 km cronometrados, distribuídos entre o prólogo e as 12 etapas. A mudança para Portugal e Marrocos surge na sequência do conflito no Médio Oriente, que inviabiliza a presença na Arábia Saudita - onde a organização espera poder voltar em 2028.

Como habitualmente, vão estar em prova automóveis, motas, camiões, quads, Challenger e SSV, juntando-se as categorias próprias Dakar Classic (carros clássicos) e Future Mission 1000 (para motorizações zero emissões ou híbridas). Também haverá o programa Dakar Saudi Next Gen.

"Concebemos um verdadeiro Dakar"

David Castera, diretor do Dakar, disse numa nota à imprensa: "A edição 49 do Dakar relocalizada irá cumprir os padrões desportivos que sempre o tornaram no evento de rali todo-o-terreno mais exigente. Apesar dos curtos prazos com que tivemos de trabalhar, concebemos um verdadeiro Dakar. [...]. Estamos já gratos pela lealdade dos participantes, que estão a escolher esmagadoramente seguir-nos nesta nova aventura (350 já estão inscritos até à data). Também poderão contar com o apoio da imprensa e dos nossos parceiros, que estão a reafirmar o compromisso ao nosso lado nestas circunstâncias excecionais".

O responsável também destacou o apoio prestado pelo Automóvel Club de Portugal (ACP) e a experiência e conhecimento das equipas de organização e do próprio país em Marrocos, o que segundo as suas palavras permitirá "explorar todas as suas características distintivas através de um itinerário de uma escala sem precedentes".

 Notícias ao Minuto O percurso do Dakar 2027© Dakar  

Dakar deixa Arábia Saudita e pode mudar-se para Portugal e Marrocos

Dakar deixa Arábia Saudita e pode mudar-se para Portugal e Marrocos

O Rali Dakar de todo-o-terreno vai deixar de se realizar na Arábia Saudita provisoriamente em 2027, regressando em 2028, anunciou hoje a organização, podendo mudar-se para Portugal e Marrocos, adiantou à Lusa fonte próxima do processo.

Lusa | 16:08 - 25/10/2026

[Notícia atualizada às 07h42]

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Stop al bollo auto, strutturale dal 2027: quali veicoli rientrano nell’esenzione dalla tassa

Lo stop al bollo auto sembra che non si fermerà al 2027. La misura introdotta nell’ultima sessione autunnale diventerà strutturale a partire dalla nuova legge di Bilancio. Lo ha confermato la premier Giorgia Meloni nel corso della conferenza stampa a margine dell’approvazione del testo.

L’iter parlamentare della Manovra sembra proseguire senza modifiche sostanziali del testo base in commissione alla Camera. Ecco quindi i requisiti tecnici che devono rispettare i veicoli che a partire dal prossimo anno rientrano nell’area di esenzione permanente.

Quali veicoli rientrano nel taglio del bollo auto

Il criterio guida scelto dal Governo si basa sulla potenza del veicolo. L’esenzione strutturale riguarderà:

  • automobili con potenza inferiore o uguale a 80 kW (circa 108 cavalli);
  • motocicli e ciclomotori.

La soglia dei 80 kW permette di coprire una platea molto larga di automobilisti: le stime indicano che il beneficio coinvolgerà il 70% del parco auto circolante in Italia, intercettando principalmente le utilitarie e le vetture da città usate dalle famiglie e dai lavoratori pendolari.

Si tratta di un cambio di passo notevole rispetto alle prime ipotesi, che ipotizzavano paletti legati al reddito Isee o a cilindrate minime. Con il fissaggio dell’asticella a 80 kW la platea dei beneficiari cresce in maniera esponenziale, arrivando a coinvolgere quasi 28 milioni di veicoli su un totale di circa 40 milioni di auto circolanti in Italia.

Le auto più vendute che non pagheranno il bollo

Considerando il limite di potenza fissato a 80 kW, la misura d’esenzione comprende quasi tutti i modelli più venduti nel segmento delle utilitarie e delle citycar in Italia. Nella tabella seguente sono riportati alcuni dei modelli più diffusi che rientrano nella soglia d’esenzione:

Modello di auto Motorizzazioni esenti Potenza
Fiat Panda e Lancia Ypsilon 1.0 Hybrid 70 CV (51 kW)
Citroën C3 e Peugeot 208 1.2 PureTech 75 CV (55 kW) e 100 CV (74 kW)
Dacia Sandero 1.0 SCe e 1.0 ECO-G (GPL) 65 CV (48 kW) e 100 CV (74 kW)
Toyota Yaris 1.0 Benzina (varianti base) 72 CV (53 kW)
Volkswagen Polo e Renault Clio 1.0 MPI / TSI e 1.0 TCe Fino a 100 CV (sotto gli 80 kW)
Fiat 500 e 500X 1.0 Mild-Hybrid e versioni d’ingresso 70 CV (51 kW) e d’ingresso sotto i 95 CV

Restano invece escluse dall’esenzione le vetture di fascia media e alta, i SUV di grande cilindrata e le motorizzazioni sportive che superano la soglia dei 108 cavalli di potenza.

Come viene finanziata la misura e le ipotesi di ampliamento

Trattandosi di una misura permanente, la copertura finanziaria nell’architettura della Manovra poggia su diverse voci di gettito. Tra i canali di finanziamento figura anche il gettito derivante dalle nuove risorse sull’auto, compresi i proventi legati alla personalizzazione delle targhe automobilistiche.

Nel corso del dibattito parlamentare resta aperto il confronto su un eventuale ampliamento della platea dei beneficiari. Tra le ipotesi allo studio del Parlamento c’è l’innalzamento del limite di potenza per le famiglie numerose con veicoli da 6 a 9 posti.

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BYD tem mais trabalhadores que Toyota, GM, Ford e Tesla

A BYD tem ao seu serviço 1,02 milhões de empregados, o que significa mais 45% do que todo o Grupo VW, que produz quase o dobro dos veículos e mais 62% que a Toyota, que fabrica 2,3 vezes mais.

A BYD continua a aumentar o seu volume de produção, que em 2025 atingiu 4,8 milhões de unidades, dos quais 2,2 milhões foram modelos 100% eléctricos. Mas o número de trabalhadores tem aumentado a um ritmo ainda mais rápido, quando comparado com a concorrência
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Ducati Monster Dark resgata estética original do modelo; saiba mais

A Ducati revelou nessa quinta-feira (29) a nova Monster Dark, modelo que resgata a proposta essencial da clássica naked sob o conceito “tudo o que precisa, nada mais”.

O lançamento aposta no apelo estético da decoração totalmente preta herdada da primeira geração, mantendo os elementos visuais característicos da linha, como o farol emoldurado, o tanque com perfil em dorso de bisão e a seção traseira curta.

A novidade estará disponível na rede de concessionários da marca a partir de novembro deste ano, contando inclusive com uma versão compatível com a licença de pilotagem A2 para o mercado europeu — espécie de “habilitação intermediária”, pensada para motociclistas jovens ou iniciantes que querem pilotar motos de alta cilindrada.

Design e elementos estruturais aparentes

O visual da Monster Dark é demarcado pela pintura preta praticamente no corpo todo (na pouca carenagem que tem e nas rodas). O banco adota revestimento único para piloto e passageiro, enquanto componentes estruturais foram deixados expostos sem pintura, a exemplo do chassi dianteiro (Front Frame), das saídas do escapamento e dos dutos de admissão de ar. Os piscas utilizam iluminação estática.

O modelo serve como base para personalização por meio da linha de acessórios oficiais da marca, acessíveis pelo configurador oficial, que inclui itens como sistema de troca rápida de marchas Ducati Quick Shift 2.0, piloto automático, para-brisa e capa para o assento do passageiro.

Motor V2, ciclística e redução de peso

A Monster Dark é equipada com o motor V2 de 890 cm³ com distribuição variável de válvulas, capaz de entregar 111 cv de potência a 9.000 rpm e 9 kgfm de torque a 7.250 rpm. Segundo a fabricante, mais de 80% do torque máximo permanece disponível entre 4.000 e 10.000 rpm.

Na parte de ciclística, a moto utiliza um quadro monocoque em alumínio associado a um subquadro traseiro híbrido em tecnopolímero e treliça. Esse conjunto permitiu uma redução de 4 kg no peso total em comparação com a geração anterior, fazendo a moto registrar 175 kg sem combustível.

A suspensão dianteira utiliza garfo invertido Showa de 43 mm, enquanto a traseira traz monoamortecedor Showa com regulagem de pré-carga. O sistema de freios é assinado pela Brembo, seguindo a tradição da marca, com pinças M4.32 e cilindro mestre radial PR16/21, operando sobre pneus Pirelli Diablo Rosso IV de medidas 120/70 na dianteira e 180/55 na traseira. A altura do assento em relação ao solo é de 81,5 cm.

Pacote eletrônico e modos de pilotagem

O gerenciamento dinâmico da motocicleta é comandado por uma unidade de medição inercial de seis eixos. O pacote de série inclui frenagem ABS com função para curvas (Cornering ABS), controle de tração (Ducati Traction Control), controle de empinada (Ducati Wheelie Control) e controle de freio motor (Engine Brake Control), todos configuráveis em diferentes níveis. Há ainda quatro modos de condução predefinidos: Sport, Road, Urban e Wet.

As informações de pilotagem são exibidas em um painel TFT colorido de 5 polegadas (16:9 e 800×400 pixels), operado por um joystick no punhal. A tela conta com pré-instalação para o sistema multimídia da marca e para navegação curva a curva. Como opcional, o modelo pode receber o assistente de largada Ducati Power Launch.

Ações comemorativas

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    Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati

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    Ducati Monster adota pintura totalmente preta, motor V2 de 111 cv com comando variável, pacote eletrônico com IMU de seis eixos e chega às concessionárias em novembro • Divulgação Ducati

Junto ao lançamento da versão Dark, a Ducati anunciou a campanha fotográfica IMLegend. O projeto reúne pilotos históricos e atuais da marca, além de proprietários conhecidos como “Monsteristi”, para celebrar os mais de 30 anos de trajetória da linha Monster na indústria de motocicletas.

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Os esboços que levaram até ao Citroën 2 CV Concept

Uma das estrelas do Salão Automóvel de Paris foi o Citroën 2 CV Concept, que antecipa o futuro modelo de produção inspirado no antigo 2 CV - que será 100 por cento elétrico, chegará em 2028 e por um preço a rondar os 15 mil euros.

 

Agora, o fabricante revelou os desenhos e esboços que levaram ao produto conceptual apresentado no certame parisiense no início do mês, mostrando os bastidores do processo.

Em comunicado, explica que, mais do que replicar o formato original, o projeto pretende "recapturar aquilo que o torna único: uma silhueta instantaneamente reconhecível, proporções invulgares, um desenho engenhoso e uma personalidade cativante". Quis-se um modelo "de aspeto mais dinâmico e contemporâneo".

Antoine Gaillot-Drevon, diretor de design avançado da Citroën, disse que a ideia foi "reinterpretar um desenho do pré-guerra", cumprindo os regulamentos modernos e sem cair num estilo que seja demasiado retro. Por exemplo, não há carenagens a cobrir as rodas traseiras, "por motivos práticos para os clientes".

Os esboços agora desvendados mostram as diversas possibilidades exploradas - desde as proporções à silhueta. O capô com as nervuras, a linha de tejadilho curva, as jantes em aço ou os faróis dianteiros redondos nas extremidades são alguns dos exemplos de inspiração no 2 CV antigo.

Interior divertido e acolhedor

Ao entrar, encontram-se elementos irreverentes como os bancos corridos acolchoados ou o volante de raio único, tal como o rádio removível (Radioën), porta-ovos nas portas e até um cesto de armazenamento em vime ao centro. Aqui, segundo a Citroën, "o objetivo não foi recrear um interior de época, mas desenhar um habitáculo inteligente e acolhedor, livre de qualquer coisa supérflua".

As cores alegres imperam, com o branco e o amarelo brilhante, encontrando-se também elementos engraçados como o caso da lebre no pedal do acelerador e da tartaruga no do travão. Os estofos têm um padrão axadrezado e há tecidos descritos como aconchegantes.

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Os "Easter Eggs" do Citroën 2 CV Concept (que não esquece Portugal)

O Citroën 2 CV Concept foi oficialmente apresentado há cerca de uma semana no Salão Automóvel de Paris em França. E há alguns detalhes "escondidos" para um olhar mais atento os tentar descobrir.

Bernardo Matias | 07:45 - 17/10/2026

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Bentley revela bastidores do desenvolvimento de seu primeiro elétrico

A Bentley revelou nesta quinta-feira (29) os detalhes do programa de desenvolvimento do Torcal, o primeiro modelo 100% elétrico de sua história.

A frota de protótipos e veículos de pré-série acumulou mais de 1 milhão de quilômetros rodados em testes globais, enfrentando variações térmicas de -38 °C na Suécia até mais de 40 °C em regiões desérticas, além de ensaios em altitudes de até 4.200 metros acima do nível do mar em Pikes Peak, nos Estados Unidos.

O processo de engenharia do veículo combinou simulações virtuais em realidade estendida (XR) para o ajuste da cabine e ergonomia com métodos avançados de escaneamento a laser para verificação de montagem.

O desenvolvimento do sistema elétrico e de software adota ciclos de atualização a cada seis semanas, validados em laboratório e em pista antes da aprovação final.

Tecnologia e segurança do conjunto de baterias

O acumulador de energia do Bentley Torcal possui peso estimado em 625 kg e entrega densidade energética superior a 180 Wh/kg. Para garantir a integridade estrutural do componente, a fabricante instalou um escudo inferior de proteção em material composto contra impactos no assoalho do veículo.

O conjunto foi submetido a rigorosos testes de homologação internacional e segurança passiva. Entre os ensaios aplicados estão a resistência ao fogo por no mínimo duas horas sem propagação de chamas, testes de corrosão por névoa salina e a simulação de impacto por projeção de objetos contra o compartimento das células, na qual um projétil de aço de 111 gramas é disparado a velocidades superiores a 160 km/h contra a estrutura inferior.

Transição de protótipos e produção

Com a conclusão das fases de validação física e de software, a montadora britânica iniciou a remoção gradual das camuflagens da frota de testes. O processo de camuflagem do modelo variou entre adesivagem gráfica para distorção visual e painéis temporários de carroceria para ocultar as linhas finais do design durante as rodagens públicas.

A Bentley ainda não informou o início das entregas do Torcal aos clientes, mas está prevista para constar nas próximas etapas do cronograma de lançamento global da marca.

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Papamóveis serão tema de exposição no Vaticano até janeiro de 2027

O Vaticano abriu ao público nesta quinta-feira (29) a exposição “Mercedes-Benz: Um Século de Papamóveis”, instalada em um pavilhão de vidro próximo à Pinacoteca Vaticana.

A mostra reúne oito automóveis históricos que retratam a evolução dos veículos oficiais utilizados pelos papas desde 1930, quando a Daimler-Benz presenteou o Papa Pio XI com um Mercedes-Benz Nürburg 460 Pullman Limousine.

A exibição marca uma parceria de quase 100 anos entre a montadora alemã e a Santa Sé, cobrindo a transição das limusines e landauletes — carroceria em que apenas a parte traseira do teto é retrátil — de luxo até a consolidação dos utilitários com cúpula transparente voltados à proximidade do público durante aparições oficiais.

A evolução dos modelos

Mercedes-Benz S 500 lang Landaulet (Baureihe 140)
Mercedes-Benz S 500 lang Landaulet (Baureihe 140) • Mercedes-Benz AG

A mostra reúne exemplares que acompanharam diferentes pontificados. Entre os destaques históricos está o 300 d Landaulet, entregue ao Papa João XXIII em 1960 com entre-eixos estendido e degraus retráteis automáticos nas portas traseiras.

Em 1965, o Papa Paulo VI passou a utilizar o 600 Pullman Landaulet, adaptado com portas alargadas, teto traseiro elevado e sistema de intercomunicação com o motorista.

O conceito moderno do Papamóvel estreou em 1980 com o Mercedes-Benz 230 G, criado para a visita do Papa João Paulo II à Alemanha. Desenvolvido sobre a plataforma da Classe G, o modelo introduziu o teto alto em acrílico transparente e pintura perolizada, priorizando a visibilidade e a segurança do pontífice.

A fórmula evoluiu posteriormente com o ML 430, utilizado na Jornada Mundial da Juventude de 2002 em Toronto, e com o ML 500, entregue em 2012 ao Papa Bento XVI com cúpula ampliada e novo projeto de iluminação interna.

Homenagem aos 140 anos do automóvel

Mercedes-Benz Nürburg 460 (W 08)
Mercedes-Benz Nürburg 460 (W 08) • Mercedes-Benz AG

Além da frota papal, a exposição conta com dois modelos que celebram os 140 anos de inovação da Mercedes-Benz: uma réplica do Benz Patent Motor Car de 1886, considerado o primeiro automóvel movido a motor de combustão interna do mundo, e uma unidade da nova geração do Classe S, modelo que realizou uma expedição por seis continentes no primeiro semestre do ano.

Os visitantes poderão conferir a frota de papamóveis na Praça dos Museus até o dia 31 de janeiro de 2027. O acervo exposto conta com os modelos:

  • Nürburg 460 (1930);
  • 300 d Landaulet (1960);
  • 600 Pullman Landaulet (1965);
  • 300 SEL Pullman (1967);
  • 230 G (1980);
  • S 500 Landaulet (1997);
  • ML 430 (2002);
  • ML 500 (2012).

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Lancia Gamma já venceu prémio antes de chegar ao mercado

A Lancia apresentou este ano o seu novo topo de gama, o Gamma. E, apesar de ainda não estar à venda no mercado, já foi premiado em Itália - país de origem da icónica marca do grupo Stellantis.

 

O SUV foi galardoado com o Auto Europa 2027 People's Jury Award, organizado pelo Sindicato de Jornalistas Italianos do Setor Automóvel (UIGA). O prémio, votado pelo público, foi entregue na última terça-feira (27 de outubro) numa cerimónia em Milão.

O Gamma é um SUV coupé, cuja estreia mundial em público aconteceu no início do mês no Salão Automóvel de Paris (França) meses depois de ter sido anunciado.

Está assente na plataforma STLA Medium e apresenta um desenho que resulta num coeficiente de arrasto de 0,25 - reivindica ser o melhor da sua classe. Mede 4,67 metros de comprimento, 1,89 metros de largura e 1,63 metros de altura, com uma distância entre eixos de 2.783 milímetros na versão híbrida e 2.791 milímetros na oferta elétrica. As jantes podem ser de 19, 20 ou de 21 polegadas.

Híbrido ou 100% elétrico

Como híbrido, o Gamma tem 145 cv de potência e 230 Nm de binário, com 1.040 km de autonomia e a velocidade máxima a situar-se nos 201 km/h (acelera dos 0 aos 100 km/h em 10,4 segundos). O consumo anunciado é de 5,3 litros por cada 100 quilómetros. O motor elétrico está integrado na caixa automática de dupla embraiagem e seis velocidades eDCT, tendo uma bateria dedicada. É possível circular em modo totalmente elétrico a baixa velocidade e em curtas distâncias.

Com motorizações 100 por cento elétricas, a Standard Range tem 543 km de autonomia (bateria de 73,7 kWh) e a Long Range é anunciada com 741 km de autonomia (bateria de 97,2 kWh). Ambas são de tração dianteira, com 230 cv e 245 cv de potência, respetivamente. Em cerca de meia hora, é possível recarregar a bateria dos 20 aos 80 por cento.

Mais desportiva, a variante Gamma HF Integrale disponibiliza tração integral com dois motores elétricos (um em cada eixo), 350 cv de potência (ou 375 cv se a bateria estiver com mais de 90 por cento da carga), 509 Nm de binário - suficientes para acelerar dos 0 aos 100 km/h em 5,1 segundos. A autonomia é de até 676 km graças à bateria de 97,2 kWh. Há suspensão adaptativa de série.

Se o Lancia Gamma híbrido e as versões elétricas Standard Range e Long Range têm quatro modos de condução (Eco, Normal, Sport e Comfort), o HF Integrale tem cinco ao acrescentar o 4WD.

Por dentro, o Gamma promete ser espaçoso, com mais 25 por cento de espaço de pernas para os passageiros de trás. O painel de instrumentos mede 10,25 polegadas e, ao centro, há um ecrã tátil de 16 polegadas - juntando-se um head-up display. A bagageira pode ter 560 litros de capacidade. Os ocupantes usufruem de tejadilho panorâmico e de iluminação ambiente, assim como um sistema de som de 14 altifalantes e filtração do ar. Há controlo de voz Sala Hub com ChatGPT.

Condução autónoma de Nível 2

As tecnologias do novo Lancia Gamma incluem 12 sensores, sete câmaras e quatro radares, sendo um automóvel com condução autónoma de Nível 2. Tem cruise control adaptativo com função stop & go e assistente de posicionamento na faixa.

Entre os 70 e os 180 km/h, é possível fazer mudanças de faixa semi-automatizadas, em que o carro pode fazer a manobra sozinho perante a ativação do pisca e depois de verificar a faixa adjacente - isto sem precisar de confirmação do condutor.

O veículo é capaz de detetar sinais de trânsito e mostrá-los na instrumentação, sendo que se o novo limite de velocidade for mais baixo abranda automaticamente. Mas, se o limite aumentar, o carro só acelera se existir confirmação do condutor.

Novo Lancia Gamma aproxima-se e já há imagens

Novo Lancia Gamma aproxima-se e já há imagens

Está a ser preparado um novo Lancia Gamma e, esta terça-feira (26 de maio), a marca do grupo Stellantis revelou as primeiras imagens deste modelo que é produzido em Melfi (Itália).

Bernardo Matias | 12:34 - 26/05/2026

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Este supercarro chinês da BYD vai tentar chegar aos 500 km/h em novembro

Um dos carros elétricos mais impressionantes é o Yangwang U9 Xtreme, da marca de luxo do grupo BYD. É um superdesportivo de alto desempenho na forma de um coupé, que agora se prepara para tentar atingir mais de 500 km/h de velocidade.

 

O automóvel totalmente elétrico está assente numa plataforma de 1.200 volts e tem mais de 3.000 cv de potência debitados pelos seus quatro motores - que proporcionam tração integral.

Já deu provas da sua velocidade: atingiu os 496,22 km/h na pista de testes de Papenburg na Alemanha e completou uma volta ao Nürburgring Nordschleife em 6m59,157 segundos.

Está munido de um sistema de suspensão DiSus-X, travões talhados para as pistas com pinças em titânio e discos em carbo-cerâmica e utiliza fibra de carbono com graduação aeroespacial.

Conseguirá atingir os 500 km/h?

Segundo o Car News China, a vice-presidente executiva da BYD, Stella Li, revelou que o Yangwang U9 Xtreme irá tentar ultrapassar os 500 km/h de velocidade em novembro.

A tentativa acontecerá no Dubai (Emirados Árabes Unidos), em local e data não conhecidas. Para o efeito, o fabricante tentará contactar a polícia local de modo a encontrar um sítio ideal - precisando de uma estrada com 15 quilómetros de extensão.

"Loucura" desnecessária? Hipercarro chinês quer atingir os 500 km/h

Depois de chegar a mais de 496 km/h no ano passado, em novembro o hipercarro chinês Yangwang U9 Xtreme quer ir ainda mais além e atingir os 500 km/h - uma tentativa que irá acontecer na pista de Papenburg (Alemanha).

Notícias ao Minuto | 15:39 - 15/07/2026

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