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México autoriza entrada de cargas de frango fora de SC já embarcadas

O governo mexicano autorizou a entrada de cargas de carne de frango brasileira que já estavam a caminho do país quando foi confirmado um foco de doença de Newcastle em Santa Catarina. A informação foi publicada pela Globo Rural e confirmada ao CNN Agro por fontes de mercado.

A autorização contempla embarques realizados até 19 de outubro, exceto os provenientes de Santa Catarina, estado onde o foco foi identificado. O primeiro caso foi confirmado pelo governo brasileiro em 18 de outubro.

Segundo estimativas de exportadores, a medida pode beneficiar até 20 mil toneladas de carne de aves que já estavam em navios com destino ao México.

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A decisão reduz as perdas inicialmente esperadas pelo setor exportador para outubro. A indústria calcula que as restrições comerciais impostas por países importadores podem retirar de 30 mil a 40 mil toneladas mensais dos embarques brasileiros de carne de aves.

Apesar da autorização, o México ainda não suspendeu as restrições às exportações brasileiras. A liberação vale para cargas que já estavam em trânsito e não representa, por si só, uma mudança geral nas condições de acesso ao mercado.

Restrições à exportações

Confira as restrições adotadas pelos países importadores de aves do Brasil no documento do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) mais recente, assinado nesta quinta-feira (29):

  • Restrição nacional: Marrocos, Malásia, México (ovos férteis e pintos de até três dias), Uruguai e Síria. Para essas categorias, não há aceitação de compartimentos reconhecidos pelo Brasil.
  • Restrição ao estado afetado: Chile, Malásia, Paraguai, Peru, Rússia, Turquia e União Aduaneira Euroasiática. Chile, Paraguai e Peru aceitam compartimentos reconhecidos, conforme as categorias indicadas no documento. Para a Malásia, há condições específicas para embarques provenientes de estados não afetados.
  • Restrição à zona afetada: África do Sul, Angola, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Bahrein, Bolívia, Botsuana, Burkina Faso, Camarões, Colômbia, Coreia do Sul, Cuba, Egito, Emirados Árabes Unidos, Equador, Grã-Bretanha, Guiné Equatorial, Jordânia, Lesoto, Mianmar, Nigéria, Quênia, República Dominicana, Senegal, Suazilândia, Sudão, União Europeia, Uruguai, Venezuela e Zimbábue. A aceitação de compartimentos varia conforme o país e o produto. Em alguns casos, a restrição considera um raio específico em torno do foco.
  • Restrição a estabelecimentos afetados: Cabo Verde, Etiópia, Estados Unidos, Filipinas, Guiana, Índia, Israel, Japão, Moçambique, Paquistão, Sri Lanka e Tanzânia. Para categorias específicas, a lista também estabelece regras próprias para ovos SPF da Argentina, do Equador e do Paraguai, além de ovos SPF do México, da Colômbia e do Peru e ovos férteis de perus da Venezuela.

 

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Força-tarefa intensifica combate à doença de Newcastle em Santa Catarina

A força-tarefa de combate à doença de Newcastle intensificou as ações de vigilância e controle sanitário no oeste de Santa Catarina.

Até quarta-feira (28), três focos da doença haviam sido confirmados em criações comerciais de aves nos municípios de Nova Itaberaba, Coronel Freitas e Nova Erechim.

Coordenada pelo Coezoo (Centro de Operações de Emergência Zoossanitária), a operação reúne 124 profissionais de diferentes instituições, incluindo 90 agentes da Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina), além de equipes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI), do Icasa e da Polícia Civil.

A estrutura conta com cinco barreiras sanitárias para desinfecção e controle do trânsito de veículos nas áreas afetadas.

O primeiro foco foi confirmado em 18 de outubro, em Nova Itaberaba. A depopulação das aves, a limpeza e a desinfecção da propriedade foram concluídas, e o local entrou em período de vazio sanitário no dia 23.

Em Coronel Freitas, onde o segundo foco foi detectado em 24 de outubro, a retirada e o enterrio das aves, da cama e da ração foram finalizados. A propriedade passa pelas etapas de limpeza e desinfecção das instalações e dos equipamentos.

O terceiro foco foi confirmado em 26 de outubro, em uma propriedade comercial de perus de corte em Nova Erechim. As equipes iniciaram a depopulação das aves na quarta-feira, com instalação de uma barreira sanitária no acesso ao estabelecimento.

Mais de 400 propriedades vistoriadas

A vigilância também foi ampliada nas propriedades rurais da região. Na quarta-feira, 51 equipes realizaram inspeções em 362 propriedades com criações de subsistência e em 57 estabelecimentos comerciais.

As informações sobre a ocorrência sanitária são comunicadas continuamente à OMS (Organização Mundial de Saúde Animal).

Além das medidas de contenção, a força-tarefa iniciou ações educativas para orientar produtores rurais e moradores sobre a prevenção da doença e a importância da notificação de casos suspeitos.

Nas visitas às propriedades, os técnicos reforçam práticas de biosseguridade, como restringir o acesso de pessoas e veículos, higienizar e desinfetar equipamentos e materiais e adotar cuidados no manejo das aves.

A orientação é que produtores comuniquem imediatamente à Cidasc qualquer sinal ou situação suspeita, para permitir a investigação e a adoção das medidas sanitárias necessárias.

A força-tarefa também esclarece que, conforme as orientações sanitárias oficiais, o consumo de produtos de origem animal provenientes de estabelecimentos submetidos à inspeção sanitária oficial e identificados com o selo correspondente não representa risco à saúde do consumidor.

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Arábia Saudita amplia suspensão de compra de aves para todo estado de SC

Um dos maiores compradores de aves do Brasil, a Arábia Saudita, se manifestou oficialmente sobre a suspensão de compras da proteína brasileira. Em um comunicado enviado ao país nesta quarta-feira (28), Ríade informou que todo o estado de Santa Catarina foi bloqueado.

Antes, a propria adidancia brasileira havia recomendado o bloqueio em um raio de 10km do foco principal da doença, mas a autoridade sanitária Saudita ainda nao havia se manifestado.

Quais países suspenderam as compras?

O quadro atualizado pelo Ministério da Agricultura em 28 de outubro mostra que as restrições variam conforme o país e a abrangência territorial definida por cada autoridade sanitária.

Embargos para todo o Brasil: Uruguai, México e Malásia.

Embargos para Santa Catarina: China, Chile, Peru, Turquia, Paraguai, Uzbequistão e os integrantes da União Econômica Eurasiática — Armênia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia.

Restrições limitadas à área sob controle sanitário: Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Japão, União Europeia, Reino Unido, Coreia do Sul, Filipinas, África do Sul, Omã, Jordânia, Hong Kong, Egito, Argentina, Cuba, Vietnã, Canadá, Bahamas, Argélia, Namíbia, República Dominicana, Nova Caledônia, Tanzânia, Marrocos, Timor-Leste, Bolívia, El Salvador e Vanuatu.

A lista considera a atualização do ministério, mas a decisão saudita publicada nesta quinta-feira exige atenção pela divergência quanto à extensão territorial do embargo.

Regionalização busca limitar perdas

O Ministério da Agricultura e o Ministério das Relações Exteriores trabalham para que os parceiros comerciais reconheçam a regionalização sanitária brasileira, restringindo as compras às áreas afetadas em vez de suspender as importações de todo o país.

Segundo o governo brasileiro, as negociações internacionais ajudaram a evitar perdas potenciais estimadas em US$ 954 milhões por ano. O cálculo compara as restrições efetivamente adotadas em 2026 com um cenário hipotético em que os países repetissem as medidas mais amplas aplicadas durante o episódio de Newcastle registrado no Rio Grande do Sul, em 2024.

 

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Everton x Newcastle: horário e onde assistir à Copa da Liga Inglesa

Everton e Newcastle entram em campo nesta quinta-feira (29), às 16h45 (de Brasília), no Estádio Hill Dickinson, em Liverpool, na Inglaterra, pelo jogo das oitavas de final da competição.

A partida terá transmissão da ESPN e do Disney+.

O Everton vem de derrota por 2 a 0 sobre o Arsenal pela Premier League. Com o resultado, a equipe comandada por David Moyes chegou aos 10 pontos e caiu para a décima primeira posição na tabela.

Do outro lado, o Newcastle aparece em oitavo lugar, com 11 pontos, um a mais que o rival. A equipe venceu o Crystal Palace por 2 a 0 no último compromisso.

Onde assistir a Everton x Newcastle pela Copa da Liga Inglesa

  • TV fechada: ESPN
  • Streaming: Disney+

Ficha técnica de Everton x Newcastle pela Copa da Liga Inglesa

  • Data: 29/10/2026
  • Horário: 16h45 (de Brasília)
  • Local: Estádio Hill Dickinson, em Liverpool-ING
  • Rodada: Oitavas de final

Uefa define sedes das finais da Champions League de 2028 e 2029; veja

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Exportação de frango do Brasil segue otimista após caso de Newcastle

As perspectivas para as exportações brasileiras de carne de frango seguem favoráveis apesar de ​um terceiro registro de Doença de Newcastle em Santa ​Catarina, considerando que os focos estão todos em uma mesma área e desde que o problema não se espalhe para outras regiões, avaliou um especialista do Rabobank nesta quarta-feira.

Na véspera, o Ministério da Agricultura reportou o terceiro caso da doença viral altamente contagiosa entre aves de Santa Catarina, segundo maior produtor de carne de frango do Brasil, maior exportador global do produto.

As três cidades ⁠com registro da doença — Nova Itaberaba, ​Coronel Freitas e Nova Erechim — em granjas de perus estão situadas dentro de ​um raio de aproximadamente 20 km, destacou o Rabobank, citando que importantes importadores declaram embargos ⁠a importações somente da região atingida, o que ⁠minimiza impactos para as exportações do país.

“Na minha avaliação, as perspectivas permanecem ​otimistas, ‌uma vez que os acordos de regionalização devem evitar interrupções significativas nos embarques”, disse o especialista ⁠Wagner Yanaguizawa, em avaliação do banco compartilhada com a Reuters.

Ele comentou que os dados preliminares de exportação de outubro, referentes às quatro primeiras semanas, indicam que os embarques diários médios cresceram 15% em relação ‌ao ⁠mesmo período do ‌ano anterior, apesar de o setor estar lidando com a situação desde 18 de outubro, data de detecção do primeiro foco. Desde então, surgiram anúncios de embargos ao produto do país.

“As exportações ⁠podem enfrentar certa pressão inicial, mas é improvável que ⁠isso persista por muito tempo, desde que não surjam novos casos em áreas mais distantes do foco inicial”, acrescentou ‌Yanaguizawa.

O especialista notou ainda que o sistema preventivo brasileiro dá mostras de que está funcionando bem, já que a detecção do vírus aconteceu antes do surgimento de sintomas nas aves, por meio de um monitoramento ativo.

“Após a confirmação do primeiro caso, em 18 de outubro, o ‌segundo e o terceiro focos foram identificados por meio de uma vigilância intensificada, e não pelo surgimento de sinais clínicos evidentes da doença”, declarou.

Até o momento, apenas o México e a ⁠Malásia impuseram proibições em nível nacional ao frango do Brasil, enquanto China, Chile, Rússia restringiram as compras apenas do Estado de Santa Catarina, segundo Rabobank, com base em dados do governo.

Arábia Saudita, ​Emirados Árabes Unidos, Japão, Coreia do Sul, Filipinas, Reino Unido, Argentina, África do Sul, Egito, Canadá, Turquia ​e Vietnã estão entre os mercados mais relevantes que aceitaram a regionalização em nível municipal, destacou.

O setor normalmente utiliza a estratégia de redirecionar seus embarques a partir de áreas não incluídas nos embargos sanitários, o que minimiza perdas.

Entenda por que os EUA isentaram a carne bovina brasileira do tarifaço

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Casos de Newcastle não influenciam em negociação com UE, diz secretário

Os focos de doença de Newcastle identificada pelo governo em granjas comerciais de Santa Catarina não vão afetar as negociações com a União Europeia para o Brasil voltar a exportar para o bloco.

Embora o estado seja um importante fornecedor de aves no mundo e, antes das restrições, um dos maiores exportadores para a UE, a doença não tem relação com a sanção aplicada pelo bloco europeu.

Segundo o secretário da SCRI (Secretaria de Comércio e Relações Internacionais) do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária), Augusto Billi, a UE normalmente restringe apenas a área afetada pela doença.

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“A Newcastle, terminando os focos, terminam as restrições [dos países]. Normalmente, a UE restringe só a área restrita para Newcastle. Portanto, não mudam as questões relacionadas aos antimicrobianos”, afirmou à reportagem.

Ainda assim, o impacto econômico pode ser relevante aos produtores do estado. Segundo dados do Agrostat (Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro) do Mapa, o estado exportou para a UE em 2025 55.501 toneladas de aves com movimentação financeira em US$ 223.629, ficando apenas atrás do estado de São Paulo.

Até o momento, o governo brasileiro registrou três granjas comerciais em Santa Catarina que tiveram casos confirmados de doença de Newcastle em aves. O primeiro foco foi confirmado em 18 de outubro, no município de Nova Itaberaba, em um criadouro de perus. O segundo caso foi registrado em 24 de outubro, em Coronel Freitas, e o terceiro foi anunciado nesta terça-feira (28) em um estabelecimento avícola de Nova Erechim.

Em todos os locais medidas zoossanitárias como investigação epidemiológica, vigilância e medidas de contenção da doença foram aplicadas.

Os casos acontecem ao mesmo tempo em que a União Europeia discute se o Brasil vai retornar a lista de países aptos a fornecer aves para o bloco. A decisão, que serve para todos os tipos de carnes e produtos de origem animal, foi tomada pelo bloco em maio deste ano e passou a valer em setembro.

Mesmo assim, o bloco europeu enviou uma comitiva técnica para auditar estabelecimentos de aves e de mel do Brasil e comprovar a não utilização de antimicrobianos nesses criadouros.

Esse tipo de medicamento é utilizado em diversas nações para acelerar o crescimento dos animais para abate. No entanto, a UE proíbe o uso do insumo na pecuária, tanto nos países do bloco quanto nos fornecedores, a fim de evitar o surgimento de “superbactérias” que podem ameaçar a saúde pública. O argumento se baseia no entendimento da OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre o assunto.

A auditoria dos europeus no Brasil foi considerada satisfatória e comprovou que a produção de aves e mel no país não utiliza o medicamento.

Na semana passada, o SCoPAFF (Comitê Permanente de Plantas, Animais, Alimentos e Rações) da Comissão Europeia se reuniu para analisar a auditoria da UE realizada no Brasil. Segundo Augusto Billi, o tema foi apreciado, mas apenas no encontro de novembro os membros do colegiado irão definir se o país vai voltar à lista ou não.

A expectativa do governo brasileiro é que o comitê aprove e que já se retome as exportações em dezembro. No entanto, a relistagem ainda depende da formalização e publicação da decisão pelas autoridades europeias.

Protocolo de regionalização deu resultado

A ampliação do reconhecimento internacional da regionalização sanitária, que permite aos países suspender as compras do estado com o foco ou próximo aos focos das doenças, fez com que o país tivesse um resultado diferente nesta emergência zoossanitária.

Dados do Mapa mostram que o reconhecimento da regionalização sanitária evitou perdas potenciais de aproximadamente US$ 954 milhões por ano.

O cálculo foi feito com base em um cenário em que os países pudessem ter tomado medidas semelhantes a de 2024, quando gripe aviária e Newcastle afetaram os negócios do Brasil. Na época, a maioria dos importadores fecharam as portas para toda a produção brasileira e não somente nos locais afetados.

O impacto foi mitigado na China, com cerca de US$ 485 milhões em perdas potenciais evitadas; Arábia Saudita, com aproximadamente US$ 293 milhões; e Argentina, com cerca de US$ 57 milhões.

 

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I visited an abandoned castle on a New York island that's only accessible by boat. It was hauntingly beautiful.

Split view compares historic and modern views of Bannerman Castle beside a river, from intact arsenal to ruined brick facade.
The abandoned Bannerman Castle is deteriorating on the Hudson River in New York. The island it sits on opened to visitors in 2020.

National Archives and Records Administration, Joey Hadden/Business Insider

  • When I spotted a castle in the Hudson River from my train window, I had to get a closer look.
  • Back then, the abandoned weapon fortress wasn't open to the public.
  • But I got a private tour.

Sitting on Pollepel Island in New York's Hudson River, a stunning piece of history is slowly crumbling away.

Bannerman Castle was built in the early 20th century as a fortress for weapons by Scottish arms trader Francis Bannerman, The New York Times reported. Gunpowder exploded inside the castle in 1920, and it was abandoned about 30 years later.

Then, in the early 1990s, the Bannerman Castle Trust led efforts to restore the structure and make the island safe for public visitation. It's been accessible since 2004 and open for tours since 2020.

I got a private tour of the island in 2019 — before tours were available to the public. Take a look at Pollepel Island's decaying castle, which is being taken over by nature. 

Welcome to Bannerman Castle, an abandoned fortress in New York's Hudson River that I visited in 2019.
Bannerman's Castle ruins

Joey Hadden/Business Insider

Today, you can reserve tours on the Bannerman Castle website.

Bannerman Castle is about 60 miles north of New York City on Pollepel Island.
Map of the Hudson Valley and Long Island Sound area with a pin labeled “Bannerman Castle.”

Google Maps

The abandoned castle is visible from the Metro-North Railroad's Hudson line. I took the train from Grand Central Terminal in NYC to the Manitou train station.

To get to the castle, I took a cab from the Manitou train station to Donahue Memorial Park in the town of Cornwall, New York.
Hudson River

Joey Hadden/Business Insider

There, I met up with guides from the Bannerman Castle Trust, the group that oversees the castle's preservation and maintenance.

I boarded a boat at Donahue Memorial Park and headed to the island.
Hudson River dock

Joey Hadden/Business Insider

Pollepel Island is only accessible by boat. Two guides from the Bannerman Castle Trust met me at the dock.

I crammed into the boat with the guides and a handful of volunteer gardeners who do landscaping work on Pollepel Island.

Twenty minutes later, I arrived at the castle. From the dock, I thought its beautiful, sturdy-looking walls made the building appear almost functional.
Bannerman's Castle ruins

Joey Hadden/Business Insider

From the dock, we climbed 72 stairs to reach the island.

But my guide told me I could not go inside — it's not safe.
A view of Bannerman Castle from the north trail of Pollepel Island.
A view of Bannerman Castle from the north trail of Pollepel Island.

Joey Hadden/Business Insider

My guide explained that the castle's towers are supported by external beams braced with steel. Each section weighs 250 pounds.

But even with this support, there's still a risk that the walls could fall. That's why all visitors must stay at least 100 feet away from the castle.

Luckily, observation decks are set up around the castle at picturesque vantage points.

Accidental explosions and weather damage have left Bannerman Castle, once a weapons storage fortress, in ruins.
Bannerman's Castle ruins

Joey Hadden/Business Insider

Francis Bannerman VI, an arms dealer who lived in Brooklyn, bought Pollepel Island in 1900. He wanted a place outside the city to store an arsenal of munitions, according to The New York Times, so he built the fortress and an accompanying harbor.

Bannerman's sons took over the business when he died in 1918.

A room full of gunpowder exploded in 1920.
Bannerman's Castle ruins

Joey Hadden/Business Insider

This shattered the castle's windows.

Forty-seven years later, the Bannerman family sold the island to New York State.
Bannerman's Castle ruins

Joey Hadden/Business Insider

It eventually became part of the Hudson Highlands State Park Preserve, according to the park's website.

In 1969, a fire destroyed much of the castle.
A view of Bannerman Castle and remnants of its harbor.
A view of Bannerman Castle and remnants of its harbor.

Joey Hadden/Business Insider

After that, Pollepel Island was deemed unsafe and declared off-limits by the State of New York.

Then, in 1992, Neil Caplan, a resident of nearby Beacon, New York, formed the Bannerman Castle Trust.
Bannerman's Castle ruins

Joey Hadden/Business Insider

The group raised money to restore the island; Caplan is its executive director.

The Trust teamed up with New York's Office of Parks, Recreation, and Historic Preservation to open the island to the public in 2004.
Bannerman's Castle ruins

Joey Hadden/Business Insider

Today, it serves as a theater, museum, and historical site.

Although the main castle is inaccessible, the Trust stabilized another structure that served as the Bannerman family residence. That's now the island's visitor center.
Bannerman's Castle ruins

Joey Hadden/Business Insider

The facade of the building also serves as the backdrop for the theater's stage.

Inside, visitors can find information about the island's past.
Bannerman's Castle ruins

Joey Hadden/Business Insider

Modest exhibits explain the site's history and the castle's construction. Drawings and documents are framed on the building's distressed walls.

Visitors can also see preserved fixtures from the castle, like this bathtub.
Bannerman's Castle ruins

Joey Hadden/Business Insider

The center also has a gift shop that sells art and T-shirts.

Although the Trust has restored parts of the castle since the 1990s, the weather has still taken a toll on the structure in recent decades.
Bannerman's Castle ruins

Joey Hadden/Business Insider

According to the Bannerman Castle Trust, much of the castle's shell collapsed one night in December 2009. Then, just a month later, more walls fell during a winter storm.

On my way back from the castle, the boat took a spin around the island's perimeter.
Bannerman's Castle ruins

Joey Hadden/Business Insider

From the water, we caught glimpses of other pieces of the abandoned fortress, including its deteriorated harbor.

From afar, it was especially clear that nature has already taken over many parts of this mysterious piece of history on the Hudson River.
Bannerman's Castle ruins

Joey Hadden/Business Insider

The combination of medieval architecture and overgrown trees and foliage makes Bannerman Castle a place worth visiting up close.

Read the original article on Business Insider

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África do Sul descarta veto geral a aves brasileiras por surto de Newcastle

A África do Sul não irá impor uma proibição geral às importações de aves do Brasil, restringindo apenas os embarques provenientes de estabelecimentos onde tenham sido registrados surtos da doença de Newcastle, informou o Departamento de Agricultura do país nesta quarta-feira, em comunicado (28).

O país africano importa cerca de um quinto do consumo anual de carne de frango, sendo o Brasil responsável por pelo menos 70% do total das importações.

Os certificados sanitários veterinários acordados entre os dois países permitem a continuidade do comércio de carne de aves fresca, ovos para incubação e pintinhos de um dia, apesar do surto, desde que sejam cumpridos os requisitos de importação, informou o departamento.

As autoridades locais informaram terem sido notificadas pelo Brasil sobre o primeiro surto no estado de Santa Catarina em 20 de outubro. Nesta terça-feira (27), o Brasil anunciou um terceiro surto da doença de Newcastle em uma granja avícola no município de Nova Erechim, em Santa Catarina.

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Granjas com focos de Newcastle fornecem para a MBRF; Cidasc amplia atuação

A granja comercial de perus de corte em Coronel Freitas (SC), onde foi confirmado o segundo caso da doença de Newcastle, é fornecedora da MBRF, segundo fonte ouvida pela CNN. O local tinha mais de 30 mil aves.

O primeiro caso, registrado em uma granja em Nova Itaberaba (SC), também era de um fornecedor da empresa e criava 6 mil perus de corte.

Procurada, a  MBRF não comentou se as granjas são fornecedoras da empresa.

O terceiro local, onde o vírus foi detectado nesta terça-feira (27) pelas equipes da Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina) fica em Nova Erechim e trabalha com 9,6 mil perus.  Ainda não há informações para quem a propriedade comercial fornece.

De acordo com a Cidasc, as aves não apresentaram sintomas e os testes de sequenciamento genético foram fundamentais para detectar a presença do vírus.

Nova Erechim é um dos quatro municípios da região oeste que estão dentro da área de emergência zoosanitária e que passaram ser monitorados mais ativamente após a confirmação do primeiro caso, em dia 18 de outubro.

Com esse terceiro registro o raio de monitoramento, que era de 10 quilômetros, foi ampliado em mais 9,5 quilômetros.

Até a última segunda-feira (26) as equipes tinham vistoriado 133 propriedades comerciais e 551 estabelecimentos de subsistência, dentro do perímetro de emergência.

A granja de Nova Itaberaba, onde o primeiro caso de Newcastle foi confirmado, está em vazio sanitário.

Já em Coronel Freitas, onde o segundo foco foi registrado no sábado (24), o trabalho agora é de limpeza e desinfecção, após o abate sanitário das aves.

Durante as visitas, além da coleta de materiais para testes, os técnicos reforçam com os produtores as orientações sobre prevenção, biossegurança e a importância de notificar imediatamente qualquer suspeita.

Vírus em pombos aumenta os riscos

O sistema de vigilância da Cidasc também identificou a presença do vírus de Newcastle em pombos de vida livre que apresentavam os sinais clínicos da doença. Foi na cidade de Marema que está fora da área de emergência zoosanitária. Testes em laboratório confirmaram o diagnóstico.

A ocorrência em aves silvestres ressalta a importância das medidas de biossegurança nas propriedades. De acordo com a Cidasc o segundo caso no estado, registrado em Coronel Freitas, foi originado pela transmissão do vírus por pombos.

A companhia reforça o pedido para que os avicultores verifiquem as telas de proteção dos aviários e façam o controle de pragas impedindo qualquer tipo de contato dos plantéis comerciais com aves livres.

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Após caso de Newcastle em SC, PR intensifica barreira contra foco

A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) intensificou a vigilância sanitária em todo o Estado para evitar a entrada e a disseminação da Doença de Newcastle. A medida ocorre após a confirmação de um foco da enfermidade em uma criação comercial de perus em Nova Itaberaba (SC).

Segundo a agência, os resultados laboratoriais dos programas de monitoramento não indicaram, até o momento, a presença da doença nem de influenza aviária de alta patogenicidade no Paraná.

A fiscalização do trânsito de aves vivas, sobretudo frangos e perus, foi ampliada nos postos fixos das divisas e em operações volantes no interior. Os fiscais conferem a documentação sanitária, a origem e o destino das cargas e o cumprimento das exigências de transporte, incluindo a limpeza e a desinfecção dos veículos.

Equipes do Serviço Veterinário Oficial seguem mobilizadas para inspecionar propriedades, acompanhar as condições sanitárias da produção avícola e investigar de imediato qualquer suspeita.

De acordo com o chefe do Desa (Departamento de Saúde Animal) da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, o Paraná é o maior produtor e exportador de carne de frango do País, responsável por cerca de 35% da produção nacional. Em 2025, o Estado produziu aproximadamente 5 milhões de toneladas e exportou 2,05 milhões de toneladas, com receita de US$ 3,53 bilhões.

A Adapar orienta produtores, responsáveis técnicos e empresas avícolas a reforçarem imediatamente as medidas de defesa e controle sanitário diante da ocorrência de focos próximos à região.

Brasil tenta abrir mercado de carne bovina na Coreia do Sul

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Ministério da Agricultura confirma terceiro foco de Newcastle em SC

O MAPA (Ministério da Agricultura e  Pecuária) confirmou nesta terça-feira (27) um terceiro foco da doença de Newcastle em Santa Catarina. O caso foi identificado em um estabelecimento avícola de Nova Erechim, durante ações de vigilância intensificada dentro da área de emergência sanitária estabelecida na região.

Segundo o Ministério da Agricultura, o Serviço Veterinário Oficial já iniciou os procedimentos previstos para situações de emergência zoossanitária, incluindo investigação epidemiológica, vigilância e medidas de contenção da doença.

O primeiro foco foi confirmado em 18 de outubro, no município de Nova Itaberaba. De acordo com o ministério, todas as medidas sanitárias foram concluídas na propriedade, que agora se encontra em vazio sanitário. O procedimento consiste em manter o local sem aves por um período determinado, conforme os protocolos sanitários.

O segundo caso foi registrado em 24 de outubro, em Coronel Freitas. Nesse local, o despovoamento sanitário foi concluído, enquanto os trabalhos de limpeza e desinfecção da propriedade continuam em andamento.

O Ministério da Agricultura informou que atua em conjunto com os órgãos estaduais de defesa agropecuária para controlar os focos e proteger a avicultura brasileira.

A pasta também reforçou que o consumo de carne de frango e de outros produtos avícolas submetidos à inspeção oficial permanece seguro, sem contraindicações para a população.

União Europeia mantém Brasil fora da lista dos exportadores

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Uruguai suspende importação de aves de todo o Brasil após caso de Newcastle

O Uruguai suspendeu temporariamente a entrada de carne de aves e outros produtos avícolas provenientes de todo o Brasil após a confirmação de um foco da doença de Newcastle em uma granja comercial de perus em Santa Catarina. A medida foi comunicada nesta segunda-feira (26) pelo Mapa (Ministério da Agricultura) a exportadores brasileiros.

A determinação vale para todos os animais suscetíveis à doença, além de produtos e subprodutos elaborados após 6 de setembro.

A informação consta em minuta de ofício do Ministério, atualizada em 27 de outubro, que reúne as restrições sanitárias impostas por parceiros comerciais do Brasil. A CNN Agro também confirmou a medida com representantes da indústria.

O Uruguai se soma ao México, que já havia anunciado a suspensão da importação de determinados produtos avícolas de todo o território brasileiro.

A restrição mexicana abrange carne de aves, miúdos, ovos férteis, pintinhos de até três dias, aves ornamentais e outras categorias, além de matérias-primas avícolas destinadas à fabricação de alimentos para animais de companhia.

Já o Uruguai prevê exceções para produtos submetidos a tratamentos capazes de inativar o vírus, desde que atendidas as exigências sanitárias e de certificação.

O caso da doença de Newcastle foi confirmado em 18 de outubro pelo Ministério da Agricultura, em uma granja comercial de perus localizada em Nova Itaberaba, no oeste de Santa Catarina. A propriedade abrigava aproximadamente 6 mil aves.

Outros países suspendem exportações

Além de Uruguai e México, outros parceiros comerciais impuseram restrições após a confirmação do foco em Santa Catarina. As medidas, porém, não têm o mesmo alcance.

Suspensão nacional

– México: suspendeu a entrada de determinadas categorias de aves vivas e produtos avícolas de todo o Brasil.
– Uruguai: suspendeu temporariamente o ingresso e o trânsito de animais suscetíveis à doença e de produtos e subprodutos brasileiros elaborados após 6 de setembro.

Restrições regionalizadas
Concentradas em Santa Catarina ou em áreas específicas

– Chile: restringiu a entrada de produtos como carne fresca de aves, ovos férteis, pintinhos de um dia e ovos destinados ao consumo humano provenientes de Santa Catarina. A data de referência estabelecida para as categorias abrangidas é 31 de agosto.

– China: suspendeu a aceitação de declarações de importação de carne e produtos cárneos de aves de Santa Catarina para embarques a partir de 20 de outubro.

– Paraguai: proibiu temporariamente a importação de aves vivas, ovos, produtos avícolas e material genético provenientes de Santa Catarina, com exceções para produtos submetidos a tratamentos específicos e autorizados pela autoridade sanitária.

– Peru: desabilitou estabelecimentos catarinenses para exportação de carnes e miúdos comestíveis de aves e determinados materiais genéticos avícolas.

– Turquia: proibiu a importação e o trânsito de diversas categorias de produtos de origem animal, com restrições aplicáveis a Santa Catarina e exceções para produtos submetidos a tratamentos específicos.

– Cazaquistão: tem restrições para carne, matérias-primas de carne e miúdos de aves provenientes de Santa Catarina.

– Malásia: há exigências sanitárias que afetam categorias de produtos avícolas, incluindo ovo em pó de Santa Catarina. Para carne de aves, o reconhecimento da regionalização ainda estava em avaliação no documento do MAPA.

– Argentina: aplica o acordo de regionalização e restringe produtos avícolas provenientes do foco e da área de 10 quilômetros ao redor, mantendo autorizadas as importações das demais zonas livres.

 De Brasília, Cristiane Noberto*

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The Longreads Questionnaire, Featuring Jon Ronson

two-panel graphic with author Jon Ronson on left in a sweater and circular glasses and image that reads "The Longreads Questionnaire: Jon Ronson" on right

“I do unashamedly want to write page-turners,” Jon Ronson told The New Yorker in an interview. “I can never understand why most nonfiction books have such limited creative ambitions.” Ronson, who is “not a thrill-seeker,” then recounts fearing for his life while being pursued by members of a secretive political gathering—a chase that found its way into Them: Adventures with Extremists, his 2001 breakthrough book. Thrills have a way of finding Ronson, either through active pursuit or some subtler means of revelation. The Men Who Stare At Goats begins with a US Army general who attempts to walk through walls, repeatedly smacking into them. In the opening of The Psychopath Test, a neurologist hands Ronson a baffling package, copies of which have been anonymously mailed to academics throughout the world. The pages turn themselves.

Ronson’s latest, The Castle, earned a starred review from Publisher’s Weekly, which praised the book as “a blockbuster portrait of men gone mad” and Ronson’s style as “intuitive but rigorous.” His podcast, Things Fell Apart, was recently renewed for a third season, in which Ronson will shift focus from American culture wars to individual battles against institutions. He once told The Guardian, “I get called faux-naïf all the time. But I honestly think I am just genuinely naive.” It’s an observation that reminds me of Joan Didion’s own famous self-assessment: that she was “so physically small, so temperamentally unobtrusive . . . that people tend to forget that my presence runs counter to their best interests.” Ronson is warmer than that, but his access is no less astonishing. Time and again, someone allows him to get very close—closer, perhaps, than they might be aware of. Each of Ronson’s books is a testament to his depth of inquiry, his proximity to the surprising, and his conviction that a good narrative should be propulsive.

—Brendan Fitzgerald


Where did you grow up?

Cardiff, Wales. In a suburb called Lisvane.

What places feel like home?

London, for sure. As a child, when we’d visit my grandparents, I’d sneak away and jump on a bus and just get lost in the City. Even when it wasn’t home, it felt like home. Eventually I lived there for decades, loving especially Soho and Islington. I also love our tiny town in the Hudson Valley. We’ve lived here since 2019.

Other than family members, who or what has shaped you the most?

As a teenager, watching Nick Broomfield documentaries and reading the great nonfiction adventurers from the ’60s and ’70s like Hunter S. Thompson and PJ O’Rourke and the writers featured in Tom Wolfe’s The New Journalism. And when I started in journalism, the editors who first gave me a break: Ian Parker, Chris Heath, Deborah Orr, Ian Katz.

What is your favorite time of day?

Early morning. I make a coffee and for the first few hours my brain is at its best and I can write a lot.

What are you really good at?

Narrative nonfiction. If I go off on some journey, I know exactly how to make it work. It’s the only thing I’m good at.

What’s the best gift you’ve ever received?

Recently the BBC gave me a subscription to Descript, a text-based audio editing program. It’s a dream gift for a detail-oriented storyteller. I can finally do the audio editing myself. I sit there for hours.

Describe your favorite meal.

I guess some kind of salad with lots of fruit and vegetables and a good dressing. You can’t beat Greek dressing.

Sound or silence? (And if sound, what sound?)

Silence! I can’t believe how great the silence is here in the Hudson Valley. There’s something very comforting about knowing it won’t end. They’ll never turn this country lane into a big road.

Where do you do your best thinking?

When I’m out on a story, in some strange place, gathering material. I just instinctively know what’ll work, what the best moments are. Fiction people can do that in their imaginations. I can’t. But when I’m out on a story, I just know.

What journey—physical, creative, intellectual, or otherwise—has meant the most to you?

The journey of leaving Cardiff and moving to London when I was 18. I felt like finally my life could begin.

Where do you like to read?

I listen to audiobooks when I’m out walking.

What’s the last rabbit hole you disappeared into?

The Ultimate Fighting Championship (UFC). I went to the cage match on the White House South Lawn for GQ, because it was theme-adjacent to my new book The Castle. So I watched all manner of fighter interviews and UFC super-fan videos for that.

Name three publications you enjoy reading these days.

The New Yorker, The Guardian, The New York Times.

What’s one longread that you can’t stop thinking about?

“Andrew Tate’s Empire Of Abuse” was the last one I listened to from beginning to end.

What was the last book you read?

Shakespeare: The World as Stage by Bill Bryson. I listen to it over and over to get to sleep. So I still don’t know how he dies.

What piece of nonfiction are you most proud of writing?

Every book I’ve written has chapters I’m equally proud of: sneaking into Bohemian Grove with Alex Jones and getting chased by the Bilderberg Group in Them, the goat staring in The Men Who Stare At Goats, pretty much all of The Psychopath Test, much of Lost at Sea, Justine Sacco in So You’ve Been Publicly Shamed. The Castle feels really good. I felt very confident writing it, mixing up tones and styles in a way I don’t think I could have managed before.

What’s your most reliable way to get creatively unstuck?

Just wandering around Reddit can be good. The whole world is somewhere on Reddit. And if you don’t find your next story, it might still unlock some part of your brain.

Who’s a writer you turn to when you need some inspiration?

Kurt Vonnegut, for his brevity and his clashes between comedy and horror.

What words do you overuse?

It used to be “There was a silence” but I’ve cured myself of that, thank God.

What’s your favorite guilty pleasure?

I don’t know if this counts, but every book I read for pleasure is a celebrity memoir, mostly musicians and actors. Cher. Anthony Hopkins. Bruce Springsteen. I LOVED the English actor Kathy Burke’s one, A Mind Of My Own. Right now it’s Johnny Marr.

What superpower would you like to have? 

I think I’d like to be able to shoot fire out of my hands. No. Teleportation through space and time.

What animal or nonhuman being do you most identify with?

I really identified with my dog, Floppy—how he wanted to be around people but didn’t want to interact with them.

If you have a free solitary hour in your day, what do you typically do?

Run or walk.

What five items would you place in a time capsule?

Talking Heads’ Stop Making Sense. The Pitt. Succession. All of NPR’s Tiny Desk Concerts, especially Doechii, Sierra Ferrell, and Chappell Roan. Bruce Springsteen’s 1979 No Nukes concert video. Huh, it’s almost all music. I guess that’s the stuff we should remember. People being their best.

What does your writing space look like?


Jon Ronson’s nonfiction books include So You’ve Been Publicly Shamed, The Psychopath Test, Them: Adventures with Extremists, Lost at Sea, and The Men Who Stare At Goats. They have all been international and/or New York Times bestsellers and have been translated into more than 30 languages. His latest book, The Castle, is now available.


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Last minute summer family fun

This summer, Leeds Castle in Kent is inviting families to discover the stories of some of history's most inspiring women with the launch of its brand-new Little People, BIG DREAMS – Inspiring Women Trail.

Running throughout the UK school holidays this unique outdoor experience, which runs until the end of August, has been created in partnership with the globally celebrated children's book series and is included with general admission.

The interactive trail features 12 activity stations celebrating extraordinary women from across history, including Taylor Swift, Mary Earps, Marie Curie, Simone Biles, and Emmeline Pankhurst. Children can test their football skills in a penalty shootout, explore hands-on science experiments, make music and create their own rallying chants, bringing the stories of these trailblazing women to life through fun and imaginative activities.

Leeds Castle has been shaped by remarkable women for more than 900 years, from medieval queens to Lady Baillie, making it the perfect setting for a trail celebrating courage, creativity and ambition. Designed to inspire the next generation of dreamers, the Little People, BIG DREAMS trail offers families an unforgettable summer day out where history, storytelling and adventure collide.

Families can make the most of their visit to Leeds Castle with the Castle’s Kids Stay Free* offer, allowing families to delight in the magical atmosphere of the castle and grounds long after the last day guests have gone home.

Leeds Castle’s Kids Stay Free offer is available during the summer holidays for stays in the historic Maiden’s Tower or the charming Stable Courtyard accommodation. Set within 550 acres of stunning Kentish countryside, Leeds Castle’s on-site accommodation combines modern conveniences with characterful touches that all the family will enjoy.

Maiden's Tower at Leeds Castle offers a memorable stay in a five-star 16th century property located adjacent to the Castle. With beautifully designed bedrooms, en-suite bathrooms and stunning views, it's a peaceful retreat for all ages. Rumour has it, the Maiden’s Tower was once used by Katherine of Aragon’s Maid of Honours during her wedding to King Henry VIII.

The Stable Courtyard accommodation has individually designed en-suite bedrooms, providing a cosy retreat within the castle grounds. Guests staying overnight can wake up to a full English or continental breakfast served in the historic Castle View Restaurant, where panoramic views of the castle provide a memorable start to the day.

During their visit, guests can also explore the famous Maze and underground Grotto, tackle the Knight's Stronghold playground, enjoy Birds of Prey displays, and discover the estate's gardens and grounds. Alternatively, guests can enjoy a picnic overlooking the castle, relax in the beach area, jump on board Elsie the Castle Train or the Black Swan Ferry, orexperience the UK's first historical AI avatar with the new Pilgrimage of Love: Eleanor of Castile exhibition.

Leeds Castle is considered a national treasure, providing a window onto over nine hundred years of British history. It is a haven of tranquillity and offers a wealth of discovery and enjoyment for all ages.

Situated five miles southeast of Maidstone in Kent, Leeds Castle’s rich and riveting history, including serving six of England’s medieval queens, to its elaborate transformation into a glamorous 1930s country house retreat for the influential and famous by Anglo-American heiress, Lady Olive Baillie, secures its place as one of the most visited historic attractions in Britain.

The Castle and its estate is preserved and maintained by the Leeds Castle Foundation, a not-for-profit charity. 

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