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Stephen Graham, de padre de ‘Adolescencia’ a psicópata en ‘Nocturno’: “Como actor soy un camaleón, pero también un poco urraca”

Stephen Graham (53 años, Kirkby, Reino Unido) no sabe qué le ha llevado a acumular en su historial como actor tantos gánsteres, asesinos y hombres violentos o atormentados de todo tipo. “No tengo ni idea por qué, pero muchos de los personajes que he interpretado digamos que se inclinan hacia la naturaleza más oscura de la humanidad”, reflexiona en una entrevista por videollamada con EL PAÍS. Su nuevo trabajo, la serie Nocturno que estrena Apple TV, suma otro personaje así a su carrera. Ahora encarna a Jurek Walter, un peligroso asesino encerrado en un psiquiátrico de máxima seguridad que parece estar relacionado con unas desapariciones que tuvieron lugar cuando él ya estaba en aislamiento. Un detective de homicidios retirado (interpretado por Liev Schreiber) se obsesionará con demostrar su implicación y, para ello, accederá a que su ahijada, también policía, se infiltre en la institución psiquiátrica como una de las internas.

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Stephen Graham, en una imagen de 'Nocturno'.Stephen Graham interpreta al psicópata Jurek Walter en 'Nocturno'.Stephen Graham, como Al Capone en 'Boardwalk Empire'.Stephen Graham, en el segundo capítulo de 'Adolescencia'.

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Stephen Graham, el pasado 20 de octubre en el estreno de 'Nocturno' en Nueva York.
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Dispositivo policial reforzado para movilizaciones en Francia

París, 29 oct (Prensa Latina) Francia vuelve a blindarse con 70 mil efectivos de diferentes unidades de la policía y seguridad, de acuerdo con lo anunciado hoy por el ministro del Interior Laurent Nuñez, quien prometió “firmeza absoluta” para mantener el orden.

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PSP divulga vídeo para mostrar agressões aos polícias

A PSP divulgou hoje nas redes sociais um vídeo para mostrar que os agentes também foram alvo de violência por parte dos manifestantes nas intervenções policiais na madrugada de domingo, defendendo que “a violência não pode ser tolerada”.

“Procuramos sempre o entendimento e a conciliação entre todos. Contudo, a violência não pode ser tolerada. As agressões dirigidas à Polícia são inaceitáveis e não serão toleradas. A segurança de todos constrói-se com respeito mútuo”, escreve a PSP nas redes sociais num texto que acompanha o vídeo para mostrar a sua versão dos acontecimentos na madrugada de domingo em Lisboa e no Porto.

A PSP refere também que a missão da polícia “no espaço público é acompanhar e apoiar quem exerce a sua voz, equilibrando esse direito com as liberdades de toda a comunidade”, acrescentando que privilegia “um constante esforço de diálogo, mediação e sensibilização junto dos manifestantes” e procura “sempre o entendimento e a conciliação entre todos”.

A PSP protege e garante o direito à manifestação através do diálogo e mediação, procurando o equilíbrio com as liberdades de todos. Mas a violência e as agressões à Polícia são inaceitáveis e não serão toleradas. pic.twitter.com/CXka72VuDi

— PSP – Polícia de Segurança Pública (@PSP_Portugal) October 27, 2026

Durante a madrugada de domingo, a PSP dispersou, à bastonada e com recurso a cães, as manifestações pelo direito à habitação em Lisboa e no Porto, após mais de duas horas de tensão e ordens para que as pessoas saíssem e as tendas fossem retiradas.

Os manifestantes não acataram as ordens, invocando o direito constitucional à manifestação.

Segundo a PSP, registaram-se, no total, 33 feridos e 33 detidos por desobediência. Em comunicado, as organizações das acampadas referiam dezenas de feridos.

A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) abriu um processo na sequência das intervenções policiais que aconteceram na madrugada de domingo em Lisboa e no Porto.

Também a provedora de Justiça pediu à PSP, com caráter de urgência, informações sobre a carga policial na madrugada de domingo sobre os manifestantes.

Os partidos de esquerda criticaram a intervenção policial e pediram esclarecimentos ao primeiro-ministro e a intervenção do Presidente da República.

António José Seguro apelou hoje ao diálogo sobre a habitação “e nunca à violência”, afirmando que não gostou das imagens que viu, mas que aguarda o resultado dos inquéritos sobre a atuação policial sobre manifestantes.

Os manifestantes exigem a reversão da nova lei do arrendamento, o fim das demolições e dos despejos sem alternativa habitacional, um travão à aquisição de habitação por fundos imobiliários, o aumento da habitação pública, a recuperação de imóveis devolutos para fins habitacionais e tetos “verdadeiramente acessíveis” à renda.

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