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Onde se esconde, afinal, o poder?

“People have the power”, canta Patti Smith e parecem acreditar os manifestantes que tumultuam as cidades europeias reclamando um futuro. Mas será mesmo assim nos dias de hoje? A democracia, na clássica definição de Abraham Lincoln, é “o governo do povo, pelo povo e para o povo.” Acontece que, na verdade, a democracia é o governo da maioria. Como elucida Alexis de Tocqueville na obra “Democracia na América”, “em todos os países onde o povo é soberano, é a maioria que governa em nome do povo.” O busílis está no facto de essa maioria ser a maioria dos que votam, o que pode levar a que muitos cidadãos não se sintam verdadeiramente representados pelas instituições democráticas.

Talvez seja esse o caso dos jovens que se manifestam nas cidades europeias, causando aquilo que António Guerreiro apelida de “guerra civil planetária”. O mal-estar social que faz emergir movimentos inorgânicos e leva a contestação às ruas expõe os limites da democracia liberal, num tempo em que o poder é cada vez mais difuso e fragmentado. A hiperpolítica, conceito popularizado pelo historiador Anton Jäger no livro homónimo, invadiu o espaço público entendido quer como conceito urbanístico, quer como conceito filosófico de lugar de debate e formação de opiniões.

A politização exacerbada e contínua do espaço público no seu duplo sentido não trará, muito provavelmente, reformas estruturais ou soluções concretas para problemas coletivos. Quando a maré descer, só ficarão na restinga os despojos da degradação das democracias liberais, bem patente na incapacidade dos governos de exercerem a sua autoridade e de conterem a fúria dos manifestantes dentro dos limites da civilidade democrática. Enquadrar a natureza inorgânica e muitas vezes violenta dos movimentos de rua na organização institucional das democracias é, hoje, um dos principais desafios do poder político nos países ocidentais.

Novas geografias do poder

Historicamente, o poder esteve sempre associado a lugares e símbolos identificáveis: o trono, o palácio, o parlamento, o quartel, a fábrica… O poder tinha um rosto, uma hierarquia e um território. Mesmo quando se encontrava disperso por diferentes instituições, era possível reconhecer os seus centros de gravidade e os limites da sua ação. Hoje, a geografia do poder tornou-se mais complexa. Embora o poder continue a habitar os lugares tradicionais, também circula, e cada vez mais, por redes financeiras, infraestruturas tecnológicas, sistemas de informação, plataformas digitais e mecanismos algorítmicos cuja influência nem sempre é visível.

É atribuída a William Shakespeare a frase “o horror visível tem menos poder sobre a alma do que o horror imaginado.” O problema contemporâneo com o poder é, justamente, a sua invisibilidade aos olhos da maioria dos cidadãos. A questão decisiva do nosso tempo já não consiste, por isso, em saber apenas quem governa. Consiste em perceber quem define as condições em que se governa, quem controla os instrumentos que permitem decidir e quem tem capacidade para impor limites aos decisores.

O poder formal nem sempre coincide com a capacidade real de influenciar os acontecimentos. Um governo empoderado pela legitimidade eleitoral pode, ainda assim, estar condicionado por múltiplos poderes difusos. A distância entre a titularidade formal do poder e a capacidade efetiva de intervenção constitui uma das questões centrais das democracias contemporâneas, como se vê pela inépcia dos governos europeus em encontrar respostas para quem protesta nas ruas.

Tradicionalmente, o poder é distribuído por diferentes esferas que se cruzam e ora cooperam, ora entram em conflito. Grosso modo, o Estado conserva os três monopólios legítimos: legislar, tributar e punir. O poder económico condiciona o investimento, o emprego, os salários e a distribuição da riqueza. O poder tecnológico controla infraestruturas essenciais à comunicação, ao acesso à informação e à gestão de dados. O poder mediático participa na definição dos assuntos que merecem atenção coletiva e influencia a formação da opinião pública. E o poder cultural contribui para estabelecer os valores, as aspirações e as representações através das quais uma sociedade questiona a sua própria condição.

Atualmente, estes poderes continuam a existir e a influenciar o modo de vida nas sociedades democráticas. Mas, entretanto, verificou-se a concentração num número restrito de pessoas, grupos ou instituições de poderes com menor visibilidade e, por isso, menos escrutináveis. O poder contemporâneo já não é piramidal, mas sim uma imbricada rede de relações e dependências. Neste sentido, o exercício do poder depende da posição ocupada nessa rede, dos recursos disponíveis e da capacidade de transformar esses recursos em influência.

Longa manus da tecnologia

Nas novas geografias do poder, o capital, a informação e a tecnologia estão, seguramente, entre os fatores que mais condicionam e influenciam quem decide. No caso da tecnologia, a inteligência artificial veio, aliás, acentuar o carácter concêntrico, etéreo, manipulador e inescrutável dos novos instrumentos de poder. De repente, os centros tradicionais de poder ficaram expostos a mecanismos de influência cuja lógica desconhecemos e muito menos controlamos. A inteligência artificial permite ampliar a vigilância, dificultar a identificação de manipulações e concentrar poder nas organizações que controlam os dados, os modelos e a infraestrutura digital.

O pequeno grupo de oligarcas tecnológicos acumula um poder económico, político e social sem precedentes, através do controlo dos sistemas digitais globais. Dispõe de uma extraordinária capacidade de moldar a opinião pública a partir das redes sociais, de avançar sem regras no desenvolvimento da superinteligência, de investir na reversão do envelhecimento celular, de esboroar as regras da privacidade ou de acelerar a crise ambiental. Tudo isto tem efeitos profundos no funcionamento das democracias liberais e até no equilíbrio geopolítico.

Há poucos dias, as forças militares ucranianas deram conta de que os terminais Starshield começaram, sem aviso prévio, a perder conectividade acima de 160 km/h, dificultando a ação dos drones intercetores usados contra os drones russos impulsionados a jato. As limitações à velocidade da rede de internet via satélite desenvolvida pela SpaceX, de Elon Musk, estão a servir para forçar a Ucrânia a ceder a um acordo de paz (ou de capitulação, na verdade) com a Rússia, como deseja a administração Trump.

Um tech oligarch é, portanto, capaz de influenciar decisivamente o desfecho de uma guerra que está a massacrar um povo e que tem implicações profundas na segurança da Europa. É um sinal dos tempos e representa a tendência para impor o poder pela superioridade tecnológica, através de parcerias entre governos e setor privado. Assim será cada vez mais no futuro, considerando a velocidade de desenvolvimento de tecnologias complexas com fins simultaneamente civis e militares.

É claro que a superioridade económica, tecnológica, energética ou militar sempre ditou as regras no mundo, ao longo da História. A diferença é que o poder hoje é cada vez mais difuso e fragmentado, o que torna difícil o seu controlo, limitação e escrutínio democráticos. Das ruas de Paris aos escritórios de Silicon Valley, das corretoras de Wall Street ao estreito de Ormuz, da linha da frente da Ucrânia às redes de bots, dos campos de morte de Gaza ao luxo de Mar-a-Lago, da opacidade dos offshores à sede da ONU, onde se esconde, afinal, o poder?

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Amazon reduce su beneficio un 2,4% en el tercer trimestre, hasta los 20.685 millones

El gigante del comercio electrónico Amazon sigue la estela de Alphabet y reduce beneficios en el tercer trimestre del año. Las ganancias de la tecnológica cayeron un 2,4% entre julio y septiembre con respecto al mismo periodo del año anterior, hasta los 20.685 millones de dólares (18.577 millones de euros), según ha comunicado este jueves la compañía. El resultado ya ha provocado la reacción del mercado: las acciones de la firma fundada por Jeff Bezos cayeron un 7% en la negociación fuera del horario bursátil tras conocerse las cifras.

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© Chona Kasinger (Bloomberg)

Edificio de Amazon en Seattle (EE UU).
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Wall Street cai após receita da Alphabet reacender temores com IA

As ações nos ​EUA caíram nesta quinta-feira (29) com os investidores reavaliando os gastos maciços das grandes empresas de tecnologia em inteligência artificial, enquanto assimilavam resultados financeiros de grande repercussão e dados ⁠cruciais sobre ​a inflação, um dia após o ​Fed (Federal Reserve) manter as taxas de juros ⁠dos EUA inalteradas.

Todos os ⁠três principais índices acionários dos ​EUA ‌perderam terreno, com o Nasdaq, de ⁠forte presença tecnológica, registrando a maior queda após a divulgação, na noite de quarta-feira, dos ‌resultados trimestrais ⁠decepcionantes ‌da Alphabet .

Em contrapartida, o Russell 2000, de pequenas capitalizações, registrou um sólido avanço.

As ações ⁠do setor de ⁠chips interromperam sua sequência de quatro dias de ganhos, à ‌medida que os investidores procuravam distinguir entre empresas capazes de financiar suas altas ambições em IA e aquelas que queimam caixa ‌e recorrem a empréstimos para alcançar seus objetivos.

De acordo com dados preliminares, o ⁠S&P 500 perdeu 0,31%, fechando em 7.721,02 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 1,36%, ​para 26.188,08 pontos. O Dow Jones Industrial ​Average caiu 0,25%, para 52.345,80 pontos.

 

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Wall Street fecha em alta após Fed manter taxa básica de juros

Os índices de ações dos EUA avançaram na quarta-feira (28) depois que o Fed (Federal Reserve dos EUA) manteve sua principal taxa de juros inalterada, como amplamente esperado, transferindo a probabilidade de um aumento da taxa para sua próxima reunião de política monetária em dezembro.

Em comunicado complementar, o Fed revisou para cima sua avaliação da economia, reconhecendo, porém, que a inflação “permanece elevada”. Na coletiva de imprensa que se seguiu à divulgação, o presidente do Fed, Kevin Warsh, afirmou que o banco central deixou clara sua disposição e prontidão para agir.

Segundo a ferramenta FedWatch da CME, os mercados financeiros estão precificando uma probabilidade de 87,4% de um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros na reunião de dezembro do Fed, acima dos 78,3% registrados na terça-feira.

As previsões de aumento das taxas de juros podem ser influenciadas por dados esperados para quinta-feira, incluindo o relatório de Despesas de Consumo Pessoal do Departamento de Comércio – que inclui o indicador de inflação preferido do banco central – e uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto) terceiro trimestre.

A Microsoft e a Alphabet devem divulgar seus resultados trimestrais após o fechamento dos mercados.

Segundo dados preliminares, o S&P 500 subiu 25,43 pontos, ou 0,33%, fechando em 7.748,03 pontos, enquanto o Nasdaq Composite avançou 83,42 pontos, ou 0,32%, para 26.561,24. O Dow Jones Industrial Average teve alta de 126,21 pontos, ou 0,24%, para 52.503,78.

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The Federal Reserve leaves interest rates unchanged less than a week before the midterms

Wednesday’s Federal Reserve meeting was a bit like a Wes Anderson film: what mattered was not so much the ending as the way the story was told. The outcome came with a spoiler alert. More than 90% of analysts expected no change in interest rates, and they were right. The Fed left rates unchanged at 3.75% to 4%, less than a week before the U.S. midterm elections, which are being shaped by an affordability crisis fueled by persistent inflation.

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© Evelyn Hockstein (REUTERS)

Federal Reserve Chair Kevin Warsh during the latest press conference after the board of governors meeting.
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Wall Street abre no ‘verde’, enquanto espera pela decisão do Fed

Nova Iorque abriu a sessão em terreno positivo, em dia de decisão de Reserva Federal sobre as taxas de juro.

O índice Dow Jones regista um avanço de 0,11% para 52.435,86 pontos, o S&P500 aumenta 0,10% para 7.730,96 pontos e o Nasdaq soma 0,13% 26.519,22 pontos.

A UnitedHealth sobe 0,86%, a Nvidia aumenta 0,23%, a Salesforce ganha 0,51%, a Goldman Sachs soma 0,55% e a 3M avança 0,20%. Em contraciclo, a Sherwin-Williams perde 1,75%, a Walmart desce 0,67%, a Walt Disney derrapa 0,48%, a P&G desliza 0,57% e a Nike recua 0,33%.

O analista de mercados do Millennium Investment Banking, Ramiro Loureiro, afirma que “o setor tecnológico apresenta-se entusiasmado com as contas da SK Hynix, que referiu que os seus chips de memória estavam esgotados até 2029, o que pode animar cotadas como a Micron Technology.  Em sentido inverso estão Enphase e Robinhood.Num dia com muitas contas empresariais para digerir, o mercado aguarda com grande expetativa pelas decisões de política monetária da Fed, que chegam a partir das 18h de Lisboa”.

“O Banco Central norte-americano deve manter as taxas de juro inalteradas na atual reunião, mas os investidores estarão atentos a sinais sobre potenciais subidas ainda em 2026, com o mercado a esperar no máximo um novo aumento até ao final do ano. Isto fará com que as últimas horas na negociação em Nova Iorque possam ser mais movimentadas. Até porque após o fecho de Wall Street, que tem lugar às 20h, chegam as contas de Microsoft e Alphabet, dois importantes barómetros de sustentabilidade do ecossistema de IA”, refere.

No mercado do petróleo o texano WTI sobe 2,09%, fixando o preço do barril nos 102,02 dólares e o Brent aumenta 1,86% para 111,42 dólares. O gás natural ganha 2,66% para 3,084 dólares.

No mercado cambial o euro aprecia 0,11% face ao dólar, fixando-se nos 1,1137 dólares.

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The Populism-to-Paperwork Pipeline

A blue background with a black and white hand reaching for a yellow and red house. A red slash runs diagonally across the image. | Feverpitched/Vivian Seefeld/Flas100/Dreamstime/Fatima Ruiz

Happy Tuesday, and welcome to another edition of Rent Free. This week's newsletter includes stories on: 

  • The Treasury Department's proposed rule for restricting large investor ownership of single-family housing. 
  • The land use angle in the Texas Senate race. 
  • Salt Lake's middle housing reforms.

The Populism-to-Paperwork Pipeline

Last Thursday, the U.S. Treasury issued a proposed rule that restricts large institutional investors from acquiring new single-family rental homes. 

The proposed regulations are intended to implement large investor restrictions passed by Congress as part of its bipartisan housing bill, the 21st Century ROAD to Housing Act, that generally bans entities that already own 350 single-family rentals from buying new ones. 

As I covered last week, the new rule primarily proposes definitions left of the text of ROAD and adds additional details about when large corporate buyers' build-to-rent and renovate-to-rent projects are exempt from the new restrictions.

Wonks and interest groups are digging through the details of the sprawling proposed regulations, but there doesn't seem to be major new policy shifts in the rule. It's mostly a bunch of paperwork requirements.

That's not how the Trump administration has framed the new proposed rule. 

Hear Vice President J.D. Vance tout the new rules as saving the American dream of homeownership from "private equity barons."

The American Dream doesn't belong to Wall Street. It belongs to the American people.

Thanks to President Trump and Scott Bessent, families don't have to worry about getting out-bid on their dream homes by private equity barons. And we're making those same big investors give…

— JD Vance (@JDVance) October 22, 2026

Also chiming in was Sen. Elizabeth Warren (D–Mass.), who had proposed much more sweeping restrictions on institutional investors when the ROAD Act was still working its way through Congress. 

Our bill to stop private equity from buying up homes is now law.

Despite Donald Trump's refusal to sign it, his Administration must now implement it.

We'll be watching closely to ensure it's done right. https://t.co/aQyqYdSViC

— Elizabeth Warren (@SenWarren) October 22, 2026

Despite the implication in Warren's post, Trump's decision to not sign the ROAD Act was not because of his apathy about the investor restrictions in it. On the contrary, the president had urged Congress to enact institutional investor ownership of single-family homes. 

(His decision had more to do with his displeasure at Congress not passing the SAVE Act.) 

As housing policy watchers will know, the backlash to corporate ownership of single-family rental housing has been a bipartisan populist concern for a while now. 

Both right-wing Republicans and left-wing Democrats have argued that Wall Street investors are a primary cause of high housing costs and low housing availability. They are allegedly outbidding individual owner-occupiers for homes, thus condemning ordinary families to a life of perpetual renting.

It was notable that perhaps the only thing that Minnesota Gov. Tim Walz and Vance agreed on in their 2024 vice presidential debate was that "Wall Street" needed to be kept out of owning single-family homes. 

Criticisms of restricting institutional investor ownership of single-family rentals are legion. The arguments generally boil down to the assessment that they are a small but beneficial presence in the single-family market.

The vast majority of new home sales still go to owner-occupiers. Families that can't get, or don't want, a mortgage but do want to live in a single-family home have the option of renting from one of the big guys. And large investors also add to the housing stock through build-to-rent developments and their renovation of dilapidated existing units. 

Those arguments were convincing enough to get a much more sweeping institutional investor ban initially included in ROAD (which would have required investors to proactively sell off their portfolios and effectively kill the build-to-rent sector in the process) pared back into something far more modest. 

The final result is the paperwork requirements the Treasury released last Thursday. 

One can see that as a positive development. The housing market would have been made much worse if Congress had decided to kill build-to-rent housing. 

On the other hand, we're still left with a bunch of bureaucratic busywork requirements that will add compliance costs to the business of single-family rentals but don't make anyone better off. 

Populist backlashes typically target large, seemingly alien institutions that are allegedly crushing ordinary people, big bureaucracies, large capitalists, etc. 

It's a bit ironic then that the new investor restrictions informed by that populist backlash and outlined in the Treasury's proposed rule largely leave the capitalists and bureaucrats in place while requiring them to shuffle a lot of paperwork between themselves. 


The Data Center Angle in the Texas Senate Race

A long-time electoral advantage for the Texas GOP has been the state's status as a growth machine under its rule. 

Over the past three decades, Republicans have won every statewide race in the Lone Star State partially on the argument that they've delivered a remarkable degree of economic growth. 

Yet this year, in a political environment that's exceptionally bad for Republicans, Democrat James Talarico appears poised to best Republican Ken Paxton in the Texas Senate race and finally turn the state blue. 

There are a lot of reasons that could explain why the polls are giving Talarico a slight edge over Paxton. One that I explore in my new profile of Talarico (which was published today) is that a backlash to data center development is souring Texas voters on economic growth generally and the party that claims to have delivered it. 

There's not much about housing in the profile. But there are a couple of interesting housing-adjacent themes explored in it that Rent Free readers might find interesting. 

The first is that loose land use controls are a primary reason that Texas has become a major location for data center development. The second is that even places with very pro-growth political cultures and policy regimes can still experience sudden, sweeping anti-growth backlashes. 

Public support for "abundance" of new housing or new commercial development can't ever be taken for granted. 


Salt Lake City Waters Down Zoning Reforms

Last week, the City Council of Salt Lake City, Utah, proposed paring back a set of zoning reforms that are intended to allow more smaller homes to be built in existing single-family neighborhoods. 

Under the original proposal, property owners would have been allowed to add accessory dwelling units on more parcels. Relaxed lot size, height, and setback requirements would have also allowed builders to add smaller homes and duplexes in single-family neighborhoods. 

These are all pretty standard "middle housing" reforms. They provoked the standard criticism that quiet, tidy single-family neighborhoods would be swamped by out-of-scale development. 

Now the city council is considering pairing the zoning liberalization with an owner-occupancy requirement. Anyone attempting to use the reforms to build new housing would also have to live on-site.

Owner-occupancy requirements often act as a major "poison pill." They effectively exclude professional developers from buying up parcels and adding new housing on them. Instead, homeowners (most of whom are not professional builders) will be the only ones who can make use of the new rules. 

If the council does include an owner-occupancy requirement in its zoning reforms, it can expect a lot fewer units to be built.


Quick Links

  • President Donald Trump has issued a new housing affordability executive order, which largely attempts to make mortgages obtained or secured by federal programs cheaper for borrowers. 
  • Singer Stevie Wonder is attempting to evict a woman who's lived in a home he's owned rent-free for nearly 40 years. 
  • D.C. Councilmember Robert White has proposed a pilot program that would have delinquent tenants go to mediation with their landlords if they owe less than three months of rent. 
  • Americans for Prosperity has a new analysis of a Massachusetts ballot initiative that would allow homes to be built on smaller lots. 

The post The Populism-to-Paperwork Pipeline appeared first on Reason Magazine.

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Wall Street abre misto, em véspera de decisão da Fed

Sete Magníficas Wall Street

Nova Iorque abriu a sessão em terreno misto, na véspera da decisão da Reserva Federal norte-americana sobre as taxas de juro.

O índice Dow Jones é o único a registar ligeiras perdas, com um recuo de 0,07% para 52.323,48 pontos. O S&P500 aumenta 0,14% para 7.686,25 pontos e o Nasdaq ganha 0,30% para 26.247,81 pontos.

A Goldman Sachs sobe 1,56%, a Caterpillar gana 1,62%, a J&J aumenta 0,41%, a Merck&Co aumenta 0,22% e a Verizon avança 0,14%. Em contraciclo, a Sherwin-Williams perde 3,44%, a Boeing desce 1,35%, a Salesforce derrapa 1,17%, a Travelers desliza 0,84% e a Honeywell recua 1,06%.

O analista de mercados do Millennium Investment Banking, Ramiro Loureiro, afirma que “Wall Street deverá arrancar em alta, a avaliar pelo comportamento que se regista no mercado de futuros sobre os principais índices de ações de Nova Iorque a cerca de uma hora do início de sessão, que esta semana tem lugar às 13h30m de Lisboa. Num dia com muitas contas empresariais para digerir, de destacar as reações mais entusiasmadas aos números da Sofi e da Polaris, que contrastam com a resposta negativa da Paypal. Isto em véspera da Fed se pronunciar sobre a sua política monetária”

No mercado do petróleo o texano WTI desce 0,25%, fixando o preço do barril nos 101,51 dólares e o Brent recua 0,05% para 110,70 dólares. O gás natural perde 1,82% para 2,967 dólares.

No mercado cambial o euro deprecia 0,27% face ao dólar, fixando-se nos 11144 dólares.

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Wall Street sobe impulsionada por techs e anúncio de IPO da Anthropic

A bolsa de Nova York fechou em alta nesta segunda-feira (26) à medida que os fabricantes de semicondutores se recuperaram após o pedido de IPO da Anthropic reviver o entusiasmo pelo comércio de IA (Inteligência Artificial).

O Dow Jones subiu 0,29%, aos 52.364,02 pontos. O S&P 500 avançou 0,7%, a 7.676,84 pontos. Já o Nasdaq encerrou em alta de 0,82%, nos 26.169,38 pontos.

O Nasdaq teve destaque positivo, com as ações de chips e outras relacionadas à IA subindo depois que a Anthropic apresentou publicamente seu pedido de IPO.

A empresa que desenvolveu o Claude relatou US$ 16,29 bilhões em receita para os seis meses encerrados em junho, um aumento de 1.304% em relação a US$ 1,16 bilhão durante o mesmo período do ano anterior.

Outras manchetes importantes de IA contribuíram para o sentimento de risco. A Meta informou nesta segunda que está planejando levantar US$ 95 bilhões para apoiar seus investimentos em IA.

O CEO da SpaceX, Elon Musk, disse no fim de semana que a empresa de satélites e lançamentos de foguetes fechou um acordo de dívida de US$ 40 bilhões para chips de IA.

Para analistas do Charles Schwab, os resultados podem fornecer mais evidências sobre se o investimento em IA valeu a pena após sinais positivos no segundo trimestre.

“O comércio de IA está entrando em uma fase mais exigente, com investidores examinando se os retornos futuros justificam os crescentes compromissos de capital”, afirmam.

Os semicondutores se recuperaram, com o fundo iShares Semiconductor marcando alta de mais de 2%. As ações da Nvidia subiram 2,4%, a Micron aumentou 3%, a Broadcom ganhou 2,33% e a Advanced Micro Devices saltou 2,8%.

Já as ações da Moderna caíam 0,6% ampliando a desvalorização registrada na semana passada, após os resultados de um estudo sobre uma vacina contra o câncer ficarem abaixo das expectativas dos investidores.

Veja empregos que ganham e perdem com a inteligência artificial

 

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Tech stock sell-off reopens debate on who will foot the AI bill

On Wall Street, the question is no longer how much artificial intelligence will grow, but who will foot the bill. After years of market domination, tech companies have stopped being a safe bet, and the time has come to pick carefully, identifying which ones are going to fall prey to their own pharaonic investment plans and which ones are not.

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© Dado Ruvic (REUTERS)

AI is reliant on increasingly expensive financing.
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Anthropic, Claude vuole sbancare Wall Street: IPO da 100 miliardi nel mirino

Ricavi a 16,8 miliardi nel trimestre e valutazione da 1.500 miliardi: i conti sotto esame

Anthropic ha fatto ufficialmente richiesta di quotazione in borsa negli Stati Uniti, dove punta a raccogliere 100 miliardi di dollari. Una cifra astronomica, dato che Space X, a giugno, ne ha raccolti “solo” 75, più del doppio di quelli raccolti dall’ipotesi record di Saudi Aramco nel 2019. Il creatore dell’agente Ai Claude, concorrente di ChatGpt, punta dunque a un debutto storico destinato a mettere alla prova l’interesse degli investitori per il settore dell’intelligenza artificiale. Il calendario prevede l’inizio del road show per la presentazione agli investitori il 16 novembre e il debutto in Borsa del titolo il 24.

Anthropic, a giugno, aveva rivelato di aver presentato in via riservata la domanda per il collocamento negli Stati Uniti e, a fine maggio, aveva raccolto 65 miliardi di dollari con un round di finanziamento che aveva valutato la società circa mille miliardi di dollari.

Alcuni investitori potenziali valutano Anthropic a circa 1.500 miliardi di dollari, in calo rispetto ai circa 2mila miliardi ipotizzati precedentemente, dopo che la società aveva divulgato alcuni dettagli finanziari: fatturato in crescita del 45% nel terzo trimestre a 16 miliardi di dollari, in occasione di un evento dedicato agli investitori.

L’Ipo è comunque stata posticipata rispetto ai piani iniziali. Reuters aveva infatti riferito che l’inizio del road show era previsto per metà ottobre.

Anche OpenAI, che gestisce il chatbot ChatGpt, ha rivelato a giugno di aver presentato, in via riservata, una richiesta di collocamento negli Stati Uniti, ma non si quoterà prima nel 2026. L’ad e fondatore Sam Altman si è detto preoccupato circa la sicurezza dell’intelligenza artificiale, che rende “inaccettabile” l’ipotesi che l’Ai possa causare l’estinzione dell’umanità entro la fine del decennio, anche se il rischio è solo del 10%.

La società sta anche cercando di effettuare una raccolta fondi presso investitori istituzionali prima del previsto debutto in Borsa della rivale Anthropic, che potrebbe valutare, secondo Reuters, il produttore di ChatGpt oltre 1.400 miliardi di dollari.

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