Que aprendemos? Que o poder gosta muito de falar em “homem novo”, “sociedade nova”, “mundo novo”. O homem velho, de carne, sangue, medo, família e liberdade, é que costuma pagar a conta.
Que queremos deixar? Sim. Mas antes: que fizemos do que recebemos? Da língua? Da escola? Da liberdade? Das instituições? Dos livros? Da memória dos nossos pais?