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E se as equipas não confiarem em quem lidera a mudança?


Durante muito tempo, a confiança foi encarada como uma consequência natural de uma boa cultura: desejável, mas difícil de gerir. Contudo, num contexto em que reestruturações, novos modelos de trabalho e a integração da IA nas rotinas se sucedem a um ritmo crescente, esta visão deixou de ser suficiente.

Sofia Tavares, Senior Consultant EY, People Consulting

Segundo o Edelman Trust Barometer (2026), a confiança dos colaboradores no seu empregador registou a primeira descida desde 2021, num momento em que a maioria viveu pelo menos uma transformação significativa no trabalho no último ano. A mudança, por si só, não explica esta tendência, já que os colaboradores não se opõem necessariamente a ela. O que faz a diferença é a forma como a experienciam: quando a transformação gera mais incerteza do que clareza, a confiança desgasta-se e, com ela, o compromisso das equipas.

O desafio: confiar na empresa não é confiar na liderança

Os colaboradores distinguem cada vez mais a organização de quem a lidera. É possível acreditar no projeto, na marca e na estratégia e, ainda assim, questionar as decisões de quem gere. Esta distância torna-se visível no quotidiano: nas reuniões gerais em que ninguém coloca questões, nos anúncios que surgem sem contexto ou nas mudanças comunicadas depois de concretizadas.

O desafio assume particular relevância ao nível das chefias diretas, responsáveis por traduzir a estratégia na realidade operacional das equipas. De acordo com a Gallup (2026), cerca de 70% da variação no envolvimento das equipas está associada à atuação da respetiva chefia direta. No entanto, são também estas chefias que absorvem a pressão da gestão de topo e as dúvidas das equipas, muitas vezes sem as ferramentas ou o tempo necessários. Para que a confiança deixe de ser tratada como um tema soft e passe a ser gerida como um ativo de negócio, destacam-se duas dimensões com impacto direto.

1. Medir a confiança com o mesmo rigor da performance

A maioria das organizações avalia o clima uma vez por ano e interpreta os resultados como um indicador genérico, o que dificulta perceber onde e porque é que a confiança está a falhar. As organizações mais avançadas tratam-na como uma métrica de gestão, nomeadamente através de:

  • Diagnósticos segmentados por nível de relação, que permitem identificar se a quebra de confiança ocorre face à organização, à gestão de topo ou à chefia direta, garantindo uma atuação ajustada a cada realidade.
  • Acompanhamento dos momentos críticos, avaliando o impacto antes, durante e após reestruturações, novas políticas ou alterações de modelo.
    Integração de indicadores na agenda da gestão, com metas e responsáveis definidos, ao mesmo nível dos resultados de negócio.

2. Construir confiança na prática, e não apenas no discurso

A confiança não se decreta: constrói-se na coerência entre o que se diz e o que se faz. É neste ponto que as chefias diretas assumem um papel decisivo e onde as organizações tendem a investir menos. Tornar a confiança tangível implica:

  • Comunicar o porquê, e não apenas o quê, antecipando o impacto das decisões nas pessoas antes de serem anunciadas.
  • Capacitar as chefias para liderar em contextos de incerteza, com ferramentas para conversas difíceis, feedback e gestão de expectativas.
  • Assegurar coerência entre valores e práticas, nos critérios de avaliação e progressão, bem como na forma como se decide e se reconhece.

Da confiança assumida à confiança gerida

Num contexto de transformação permanente, a confiança deixa de ser um dado adquirido e passa a ser uma condição para executar a estratégia. As organizações que a medem, gerem e protegem nos momentos de mudança não ganham apenas equipas mais comprometidas, ganham também velocidade, porque as pessoas seguem mais facilmente quem lhes dá razões para confiar. A questão já não é se a confiança importa, mas quanto custa ignorá-la.

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Missão da semana: aprender com a mão na massa!

Já reparaste como a cozinha pode ser um verdadeiro laboratório de aventuras e descobertas cientificamente deliciosas? Comer bem é o superpoder mais incrível que podes ter para crescer forte, saudável e cheio de energia. E hoje, o nosso ingrediente principal é um alimento que está quase sempre presente nas mesas portuguesas: o pão!

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Clínica Catarina Fontes cresce com aposta na saúde oral e em novas valências

VTM

Desde então, as duas unidades têm vindo a crescer, acompanhando uma procura que, segundo Catarina Fontes, se mantém constante. A primeira clínica surgiu depois de alguns anos de experiência profissional na área da medicina dentária.

Apesar de ser natural e residente em Vila Real, Catarina Fontes já trabalhava em Peso da Régua e decidiu avançar com a abertura do espaço no concelho. A ideia de chegar à cidade de origem manteve-se, concretizando-se em 2023. Atualmente, as duas clínicas contam com cerca de 18 profissionais, entre funcionários e prestadores de serviços.

A medicina dentária continua a ser a principal área de intervenção, mas a oferta foi sendo alargada a outras valências, nomeadamente psicologia, fisioterapia e medicina estética. Em Vila Real existem ainda serviços de massagens e uma componente terapêutica.

A aposta noutras áreas surgiu também da perceção de necessidades existentes na população. Em Peso da Régua, Catarina Fontes identificou a existência de uma procura por serviços que obrigavam muitas pessoas a deslocarem-se a Vila Real, enquanto na segunda clínica encontrou igualmente espaço para complementar a oferta existente. “Eu noto muito que as pessoas têm de se deslocar para muito longe para conseguir ter essas consultas”, explica a responsável, referindo-se sobretudo à psicologia e à medicina estética.

Entre as duas clínicas, a equipa já acompanhou cerca de quatro mil pacientes. A unidade de Peso da Régua, por ser a mais antiga, continua a apresentar maior fluxo. O crescimento entretanto alcançado levou ao aumento da equipa e a uma necessidade permanente de recrutamento e formação.

Suplemento Saude Catarina Fontes Peso da Regua PAM

“Há um grande esforço de muita gente para ajudar os filhos ou para fazer um tratamento”
CATARINA FONTES

A responsável reconhece que continua a ser um desafio encontrar profissionais com formação ou experiência na área. Muitos dos elementos que integram a equipa foram formados internamente. A relação com os pacientes é, aliás, uma das componentes que Catarina Fontes considera diferenciadoras do projeto. A aposta passa não apenas pela qualidade dos profissionais de saúde, mas também pelo atendimento desde o primeiro contacto com a clínica.

A responsável assume-se exigente com a formação da equipa, defendendo que toda a experiência do paciente deve seguir os mesmos princípios. “Não vale a pena estar um dentista ou um médico muito bom lá dentro se a rececionista não fizer o mesmo papel quando as pessoas entram”, sublinha. A imagem dos espaços também foi pensada para afastar o ambiente tradicionalmente associado às clínicas dentárias. Os espaços são descritos como modernos e acolhedores, numa tentativa de reduzir o receio que muitas pessoas ainda sentem quando têm de recorrer ao dentista.

Na medicina dentária, uma das áreas com maior procura é a ortodontia através de alinhadores. A clínica afirma ter alcançado, desde os primeiros anos de atividade, níveis elevados de utilização deste tipo de tratamento, sendo atualmente a unidade com maior número de casos de alinhadores no distrito de Vila Real, segundo a responsável.

Ainda assim, os motivos mais frequentes que levam os pacientes às consultas continuam a ser tratamentos de rotina, como avaliações e limpezas, mas também situações de dor ou necessidade de extração dentária.

Apesar das diferenças entre as populações de Peso da Régua e de Vila Real, Catarina Fontes considera que existe uma preocupação crescente com a saúde oral, embora reconheça que os cuidados preventivos ainda não sejam iguais para todos. Destaca, em particular, o esforço de muitas famílias para garantir acompanhamento dentário aos filhos, mesmo quando existem limitações financeiras. “Há um grande esforço de muita gente para ajudar os filhos ou para fazer um tratamento”, afirma.

Com as agendas preenchidas e uma equipa em crescimento, a responsável aponta agora como prioridade consolidar a área de medicina dentária e reforçar a capacidade da unidade de Vila Real, onde considera existir ainda margem significativa para crescimento.

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Clínica Fisimagna serve a população há 34 anos

VTM

A clínica nasceu com o propósito de prestar cuidados de fisioterapia e foi crescendo ao longo dos anos, acompanhando a evolução da área da saúde e as necessidades da população.

Em janeiro de 1995, a filha, Paula Morais, juntou-se ao projeto, dando continuidade a um percurso que viria a consolidar a Fisimagna como uma clínica de referência na área da fisioterapia e reabilitação. Atualmente, a gestão está nasmãos da segunda gera çãoda família, com Paula Morais e as suas filhas, Beatriz e Filipa Morais, a assegurarem a continuidade de um projeto que soma já 34 anos de história.

Apesar da evolução registada ao longo destas décadas, há algo que permanece inalterado, refere Paula Morais, que é “a qualidade e proximidade com os utentes”.

Segundo Paula Morais, a Fisimagna disponibiliza atualmente um conjunto diversificado de serviços na área da fisioterapia, saúde e reabilitação. Entre as valências encontram-se a Fisioterapia, Fisio terapia ao Domicílio, Cinesiterapia Respiratória, Massagem de Drenagem Linfática, Pressoterapia, Mobilidade e Fortalecimento, Massagem de Relaxamento e Acupuntura.

A Fisioterapia e a Reabilitação continuam a ocupar um lugar central na atividade da clínica, com uma abordagem direcionada para as necessidades e objetivos de cada utente.

Segundo a responsável, o processo com eça pela avaliação da situação clínica. Através da consulta de Fisiatria é realizada uma avaliação cuidada, que permite definir o tratamento mais adequado, tendo em conta a condição apresentada, os objetivos de recuperação e a evolução de cada pessoa.

Mais do que aplicar uma solução igual para todos, a Fisimagna procura “adaptar o acompanhamento a cada caso, ajustando a intervenção sempre que necessário e dando especial atenção à evolução e segurança do utente”, revelou Paula Morais.

Ao longo de três décadas, a fisioterapia e a reabilitação sofreram uma evolução, tanto ao nível do conhecimento como das técnicas e abordagens terapêuticas.

A Fisimagna tem acompanhado esse percurso através da atualização de conhecimentos e da formação dos seus profissionais, procurando integrar boas práticas e acompanhar a evolução da área.

Segundo Paula Morais, cuidar não se resume ao tratamento. “Cada pessoa que chega à clínica deve sentir-se acolhida, ouvida e acompanhada”.

Com 34 anos de história, a clínica olha agora para o futuro com o objetivo de “continuar a crescer de forma sustentada, reforçando a qualidade dos serviços sem perder a proximidade que sempre caracterizou o projeto”, refe riu Paula Morais.

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Carby apresenta o novo Volkswagen ID. Polo no Nosso Shopping

VTM

O futuro da mobilidade elétrica está prestes a chegar a Vila Real. De 15 a 18 de outubro, a Carby – Concessionário Volkswagen de Vila Real, promove no Nosso Shopping uma exposição automóvel que terá como principal protagonista o novo Volkswagen ID. Polo, o mais recente utilitário 100% elétrico da marca alemã.

A grande atração será o novo ID. Polo, que transporta a identidade de um dos modelos mais emblemáticos da Volkswagen para uma nova geração de veículos elétricos. Com um design contemporâneo, linhas equilibradas e um habitáculo pensado para o conforto e a funcionalidade, o novo modelo combina dimensões compactas com soluções tecnológicas adaptadas às exigências do quotidiano.

Entre os seus principais argumentos destacam-se uma autonomia anunciada de até 452 quilómetros – dependendo da versão e da bateria – e a possibilidade de carregamento rápido até 105 kW em corrente contínua, permitindo recuperar de 10% a 80% da bateria em cerca de 24 minutos.

Uma experiência dedicada à mobilidade elétrica

Para além do novo ID. Polo, os visitantes poderão conhecer outros modelos da família elétrica Volkswagen, nomeadamente o ID.3 e o ID.7 Tourer, numa exposição que evidencia a diversidade da oferta da marca, desde os automóveis compactos às propostas familiares.

©DR

Ao longo dos quatro dias, a equipa comercial da Carby estará disponível para apresentar os diferentes modelos, esclarecer dúvidas sobre a mobilidade elétrica e dar a conhecer as soluções de carregamento, autonomia e utilização no dia a dia.

Os interessados poderão ainda solicitar o agendamento de test drives, a realizar posteriormente no concessionário Carby Volkswagen, em Vila Real, permitindo experimentar a condução elétrica e conhecer melhor as características dos veículos.

De 15 a 18 de outubro, o Nosso Shopping transforma-se, assim, num ponto de encontro com a mobilidade elétrica, numa iniciativa que promete despertar a curiosidade de quem pretende conhecer o novo Volkswagen ID. Polo e descobrir o futuro da gama elétrica da marca.

Com esta ação, a Carby reforça a sua presença em Vila Real e a aposta na proximidade com os automobilistas transmontanos, levando as novidades da Volkswagen para fora do espaço tradicional do concessionário.

©DR

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