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Quem não deve, não teve e o noivado que se rompeu. Veja o rating da semana

Carlos Mota dos Santos, CEO da Mota-Engil | A+

A principal promotora do Corredor do Lobito (AFC), selecionou dois consórcios integrados pelo grupo português para a construção da nova linha ferroviária, com 830 quilómetros de extensão. O projeto Zâmbia-Lobito envolve 4 mil milhões de euros. Abre novas oportunidades de industrialização e comércio regional, com a Mota-Engil a continuar a dar cartas em África.

Miguel Maya, presidente do BCP | A-

Miguel Maya assume que o crédito para os construtores civis não se está a centrar apenas no segmento de luxo. A habitação a custos controlados também entra na carteira do banco. Está a apoiar cooperativas e a estudar o financiamento às autarquias em parceria com os privados para arrendar casas a preços acessíveis. A crise na habitação não passa ao lado do banco ao reorientar o crédito com novos atores no mercado.

Paula Amorim, Chairman da Galp | B-

O noivado entre a Galp e os espanhóis da Moeve foi rompido. Incompatibilidade nos critérios estratégicos e financeiros ditou queda do projeto de gigante ibérico. A refinaria de Sines, a única no país, permanece, nas mãos petrolífera nacional. Mas a Galp insiste em parcerias e consolidação. Faltará agora o alinhamento necessário num futuro casamento.

Flávio Bolsonaro, ex-candidato presidencial no Brasil | D

Fugiu para os EUA para não cumprir com uma ordem judicial para entregar o seu passaporte. Chegou a garantir que não fugiria do país e que iria ficar para lutar contra a decisão do Supremo Tribunal no âmbito de uma investigação por suspeitas de corrupção e branqueamento. Quem não deve, não teme. A fuga, após derrota eleitoral, não respeita a democracia e eleva a temperatura política entre Brasília e Washington.

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