A questão que se coloca, hoje, não é se a mentalidade revolucionária ainda está viva, mas se a sociedade das liberdades está disponível para derrotá-la.
Quando as ruas europeias ardem, anunciam a morte da esquerda democrática que ajudou a construir a Europa do pós-guerra, e que sem honra nem redenção caiu às mãos do apelo a uma nova Idade das Trevas.