Coligação e oposição unem-se no parlamento marroquino para exigir soberania sobre as cidades espanholas. Visita de Filipe VI a Ceuta, a 13 de outubro, inflamou o debate.
Relatório do CNI entregue à justiça espanhola conclui que Marrocos conhecia "com detalhe" os planos para a entrada de 70.000 pessoas em Ceuta a 30 e 31 de julho.
Fragata e navios-patrulha marroquinos violaram águas espanholas repetidamente, com risco de colisão. Madrid diz que diálogo entre marinhas evitou novos incidentes.