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F1: Hamilton mantém Ferrari como mais rápida no GP dos Estados Unidos. Bortoleto 13º

Lewis Hamiltom com o tempo de 1:34,893s, na frente de Max Verstappen (+0,168s) e Charles Leclerc (+0,234s), foi o mais veloz do TL3 e garantiu que a Ferrari continuasse a ser a equipa mais rápida nas atividades deste fim de semana no GP dos Estados Unidos.

Os dois Mercedes, terminaram este terceiro treino livre a fechar o top-five, respetivamente pilotados por George Russel e Kimi Antonelli, que está a um passo de sagrar campeão mundial em 2026.

Gabriel Bortoleto iniciou bem as atividades deste fim de semana no Circuito das Américas, terminou o TL1 em 8º, o TL2 em 11º e agora o TL3 na 13ª posição. O brasileiro, que apresentou alterações no seu carro, superou Nico Hülkenberg em termos gerais e apresentou um ritmo promissor nas simulações de corrida.

Bortoleto encerrou o terceiro treino livre do GP dos Estados Unidos da Fórmula 1 com o 13º tempo da tabela, averbando 1:36,176s permitindo-lhe ficar dentro do top-15 na atividade, o que deixa indícios de poder entrar no Q2 da Classificação, logo mais à noite.

Contudo Bortoleto tem uma penalização a cumprir – 20 posições na grelha de partida – portanto pouco se poderá esperar em termos de classificação final do brasileiro neste GP dos EUA.

Para este último treino antes da classificação em Austin, o tempo estava bastante bom, com a temperatura ambiente em 27ºC e o asfalto a chegar aos 40ºC. A humidade, essa estava em 49%. e não ameçava chover.

Recapitulando, com este resultado, a Ferrari encerrou os três treinos livres na liderança em Austin. Leclerc tinha sido o mais rápido no TL1 e no TL2, e Hamilton assumiu a primeira posição no TL3.

A Fórmula 1 regressa à pista ainda neste sábado, às 22:00 horas, pelo horário de Portugal, para a Classificação – Q1, Q2 e Q3 – a fim de definir a grelha de partida para a largada de amanhã do GP dos Estados Unidos a realizar-se no Circuiro da Américas em Austin (Texas).

Tempos registados no TL3 do GP dos Estados Unidos:

1) Lewis Hamilton (Ferrari), 1’34.893
2) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford), 1’35.061
3) Charles Leclerc (Ferrari), 1’35.127
4) Kimi Antonelli (Mercedes), 1’35.196
5) George Russell (Mercedes), 1’35.381
6) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes), 1’35.531
7) Nico Hülkenberg (Audi), 1’35.591
8) Lando Norris (McLaren/Mercedes), 1’35.706
9) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes), 1’35.904
10) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford), 1’35.930
11) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’35.931
12) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’36.081
13) Gabriel Bortoleto (Audi), 1’36.176
14) Oliver Bearman (Haas/Ferrari), 1’36.235
15) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes), 1’36.251
16) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda), 1’36.455
17) Esteban Ocon (Haas/Ferrari), 1’36.742
18) Lance Stroll (Aston Martin/Honda), 1’37.131
19) Alexander Albon (Williams/Mercedes), 1’37.668
20) Carlos Sainz (Williams/Mercedes), 1’37.711
21) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari), 1’37.884
22) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari), 1’38.765

Colaboração F1Mania

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F1: Leclerc continuou líder no TL2 do GP dos Estados Unidos; Bortoleto fica em 11.º

A Ferrari confirmou hoje no TL2 o bom desempenho no Circuito das Américas e coloca os seus dois pilotos entre os quatro primeiros; Bortoleto supera o companheiro de Audi, mas terá punição de 20 posições na largada.

Charles Leclerc foi o mais rápido do segundo treino livre para o GP dos Estados Unidos da Fórmula 1, realizado nesta sexta-feira (23), no Circuito das Américas, em Austin, no Texas.
O piloto da Ferrari registou 1:35.291s e superou Kimi Antonelli, da Mercedes, por apenas 0,042s. O holandês Max Verstappen, da Red Bull, terminou em terceiro (+o,192s), seguido por Lewis Hamilton e George Russell, a completarem o lote dos cinco mais velozes.

Liam Lawson ficou em sexto, à frente de Lando Norris, Oscar Piastri, Isack Hadjar e Oliver Bearman, que fecharam o top-ten.
Gabriel Bortoleto terminou em 11º, com 1:36.832s, superando Nico Hülkenberg, seu companheiro de Audi, que foi apenas o 18º. O brasileiro, entretanto, terá uma penalização de 20 posições no grid de largada de domingo por exceder o limite anual de componentes da unidade de potência.

A Ferrari confirmou o bom desempenho apresentado desde o início do fim de semana. Leclerc também havia liderado o TL1 e voltou a estabelecer a melhor marca no TL2, enquanto Hamilton colocou o segundo carro da equipa italiana entre os quatro primeiros.
Red Bull e McLaren, por sua vez, apresentaram ritmo promissor nas simulações de corrida, indicando uma disputa equilibrada para o resto do fim de semana.

Na parte final da sessão, as equipas concentraram os trabalhos nas simulações de corrida, sem mudanças relevantes na tabela de tempos.
Verstappen e os pilotos da McLaren apresentaram ritmo promissor, enquanto Bortoleto também demonstrou desempenho superior ao de Hülkenberg nas sequências mais longas.

Tabela de tempos registados no TL2 do GP dos Estados Unidos:

1) Charles Leclerc (Ferrari), 1:35.291
2) Kimi Antonelli (Mercedes), 1:35.333
3) Max Verstappen (Red Bull Racing), 1:35.480
4) Lewis Hamilton (Ferrari), 1:35.906
5) George Russell (Mercedes), 1:36.035
6) Liam Lawson (Racing Bulls), 1:36.331
7) Lando Norris (McLaren), 1:36.373
8) Oscar Piastri (McLaren), 1:36.387
9) Isack Hadjar (Red Bull Racing), 1:36.411
10) Oliver Bearman (Haas F1 Team), 1:36.536
11) Gabriel Bortoleto (Audi), 1:36.832
12) Pierre Gasly (Alpine), 1:36.840
13) Arvid Lindblad (Racing Bulls), 1:36.959
14) Esteban Ocon (Haas F1 Team), 1:37.111
15) Franco Colapinto (Alpine), 1:37.201
16) Fernando Alonso (Aston Martin), 1:37.235
17) Lance Stroll (Aston Martin), 1:37.269
18) Nico Hulkenberg (Audi), 1:37.430
19) Valtteri Bottas (Cadillac), 1:38.422
20) Carlos Sainz (Williams), 1:38.446
21) Sergio Perez (Cadillac), 1:39.036
22) Alexander Albon (Williams), 1:43.426

Colaboração F1Mania

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F1, Kimi Antonelli campione 2026: le combinazioni per vincere il titolo già ad Austin

Il primo match point è ad Austin. Per sfruttarlo, però, Kimi Antonelli deve vincere il Gp degli Stati Uniti e aspettare due risultati precisi: George Russell nono o peggio, Lewis Hamilton quinto o peggio. Solo con questa combinazione, nella serata italiana di domenica 25 ottobre, il pilota della Mercedes potrà diventare campione del mondo con cinque gare d’anticipo. Un titolo che a un italiano manca dal 1953. Antonelli arriva in Texas con 102 punti di vantaggio sul compagno di squadra. Un margine che rende possibile chiudere il Mondiale già negli Usa, ma lascia ancora aperta la corsa degli inseguitori. L’occasione più favorevole sarà quella successiva, tra una settimana in Messico.

La classifica e i punti ancora disponibili

Questa la situazione prima del Gp degli Stati Uniti:

  1. Kimi Antonelli (Mercedes): 340 punti
  2. George Russell (Mercedes): 238 punti, a −102
  3. Lewis Hamilton (Ferrari): 229 punti, a −111
  4. Max Verstappen (Red Bull): 221 punti, a −119
  5. Charles Leclerc (Ferrari): 215 punti, a −125

Compreso quello di Austin, restano sei Gran Premi. Dopo la gara americana, rimarranno quindi 125 punti a disposizione. È questa la soglia da raggiungere per festeggiare in Texas: Antonelli dovrà avere almeno 125 punti di vantaggio sul secondo in classifica. Non ne servono 126, perché l’italiano è già sicuro di prevalere in un eventuale arrivo a pari punti con Russell, che non potrà eguagliare il suo numero di vittorie stagionali nemmeno vincendo tutte le gare rimanenti.

Antonelli, le combinazioni per diventare campione ad Austin

Le condizioni devono verificarsi tutte insieme:

  • Antonelli deve vincere.
  • Russell deve arrivare nono o peggio.
  • Hamilton deve arrivare quinto o peggio

Con la vittoria, Antonelli salirebbe a 365 punti. Russell nono ne avrebbe 240, esattamente 125 in meno: potrebbe ancora raggiungerlo, ma perderebbe il titolo per il minor numero di successi. Hamilton quinto arriverebbe invece a 239, con un ritardo di 126 punti. Nessun altro vincolo per Verstappen e Leclerc: con Antonelli vincitore, potrebbero arrivare al massimo secondi. Anche in quel caso resterebbero rispettivamente a 126 e 132 punti di distanza. La vittoria dell’italiano è indispensabile. Un secondo posto lo porterebbe a 358 punti: persino con Russell fuori dai punti, il vantaggio sarebbe di 120, insufficiente per chiudere il Mondiale.

Perché il Messico sarà la grande occasione

Dopo Austin e il Gp del Messico resteranno quattro gare, quindi un massimo di 100 punti da conquistare. Per vincere il titolo in Messico, quindi, ad Antonelli basterà conservare nel bilancio delle due gare il margine che possiede già oggi sui rivali. Potrà anche permettersi di cedere qualcosa. Rispetto alla classifica attuale, complessivamente tra Stati Uniti e Messico, Antonelli potrà perdere al massimo: 2 punti da Russell, 11 punti da Hamilton, 19 punti da Verstappen, 25 punti da Leclerc.

Ecco perché il Messico offrirà condizioni più favorevoli: il vantaggio attuale è già superiore ai punti che resteranno disponibili dopo quella gara. Antonelli dovrà “solo” difenderlo nei due appuntamenti. Altrimenti, poco male: l’occasione potrebbe arrivare nel Gp del Brasile, in casa del suo mito, Ayrton Senna. Sempre che nel frattempo non cambi il calendario di Formula 1, con la rinuncia per questioni geopolitiche ai Gp in Qatar e Arabia Saudita: in quel caso, ci sarebbe una sola gara di recupero a Imola. E ovviamente per Antonelli il Mondiale sarebbe ancora più vicino.

L'articolo F1, Kimi Antonelli campione 2026: le combinazioni per vincere il titolo già ad Austin proviene da Il Fatto Quotidiano.

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