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Proponen en Angola incremento salarial del 10 % en la función pública

Luanda, 26 oct (Prensa Latina) El Gobierno de Angola propuso hoy un incremento salarial en la función pública del 10 por ciento para 2027, pero algunos dirigentes sindicales señalan está por debajo de lo acordado en 2024.

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Município de Mértola leva campanha de vacinação contra a Gripe e Covid-19 a todas as freguesias

Unidade Móvel Médico-Social percorre o concelho com equipas de enfermagem, aproximando a vacinação das populações e facilitando o acesso dos utentes mais idosos e vulneráveis.

O Município de Mértola, através da Unidade Móvel Médico-Social (UMMS), em articulação com a Unidade de Cuidados na Comunidade do Vale do Guadiana, promove, entre 28 de outubro e 30 de novembro, uma Campanha de Vacinação contra a Gripe e a Covid-19 que irá abranger todas as freguesias do concelho.

A iniciativa assume um caráter pioneiro e diferenciador na região, ao apostar num modelo descentralizado de vacinação. Enquanto, regra geral, a vacinação é realizada nos Centros de Saúde e nas farmácias aderentes, em Mértola são os profissionais de saúde que vão ao encontro das populações, através da UMMS, levando equipas de enfermagem às diferentes freguesias do concelho.

Esta resposta de proximidade procura ultrapassar algumas das dificuldades que caracterizam um território de grande dimensão e dispersão geográfica, onde reside uma população significativamente envelhecida e onde as deslocações para acesso a cuidados de saúde podem representar um obstáculo, sobretudo para os cidadãos mais vulneráveis.

Ao levar a vacinação diretamente às comunidades, o Município de Mértola e a Unidade de Cuidados na Comunidade do Vale do Guadiana procuram facilitar o acesso a este importante instrumento de prevenção, promovendo simultaneamente uma resposta mais próxima, acessível, inclusiva e humanizada.

A vacinação constitui uma das principais formas de prevenção da Gripe e da Covid-19, contribuindo para reduzir o risco de doença grave e de complicações associadas, particularmente entre a população mais envelhecida e vulnerável.

Mais do que uma campanha de vacinação, esta iniciativa materializa uma visão de saúde de proximidade, em que são os serviços que procuram chegar às pessoas e adaptar a resposta às características concretas do território.

Com esta aposta pioneira através da Unidade Móvel Médico-Social, o Município de Mértola reforça o seu compromisso com a prevenção, a proximidade e o cuidado, procurando garantir que a distância não seja uma barreira no acesso à saúde.

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Scuola del Fatto, anno accademico 2026-2027: scopri le promozioni sui corsi e iscriviti!

La Scuola di Cittadinanza “Domenico De Masi” del Fatto Quotidiano ha inaugurato l’anno accademico 2026/2027 con un nuovo programma di corsi dedicati ad alcuni dei principali temi del dibattito contemporaneo: geopolitica, ambiente, economia politica, società e democrazia.

Il programma è stato presentato sabato 24 ottobre, durante l’Open Day “Intelligenza collettiva IN CORSO”, un incontro trasmesso in diretta streaming che ha offerto l’occasione di conoscere i nuovi percorsi formativi e approfondirne contenuti e obiettivi insieme ai docenti e ai responsabili scientifici della Scuola.

Perchè “Intelligenza collettiva IN CORSO”? Il titolo dell’open day racchiude quelle che sono le principali caratteristiche della Scuola del Fatto che vuole creare, prima di tutto, una community, un luogo dove l’intercambio tra allievi e docenti è costante e di reciproco arricchimento. In secondo luogo la Scuola del Fatto mira a formare cittadini consapevoli e preparati su quelli che sono i principali temi e dilemmi del nostro tempo, perchè solo con la conoscenza si impara davvero a leggere tutto quello che accade ogni giorno intorno a noi, a decifrarlo e a capirne le reali implicazioni nella nostra vita quotidiana.

Tra i protagonisti dell’iniziativa gli interventi dei docenti Pino Arlacchi, Nicola Armaroli, Marco D’Eramo, Vittorio Agnoletto, Gabriele Guzzi, Giulio Di Donato, Emiliano Bosio, Jeffrey Sachs e Massimo Di Felice, insieme alla direttrice della Scuola, Miriam Mirolla.

Per chi non ha potuto seguire l’appuntamento, è possibile rivedere la registrazione integrale dell’Open Day sul canale YouTube del Fatto Quotidiano.

Iscrizioni a prezzi agevolati fino al 31 ottobre

In occasione della presentazione del nuovo anno accademico, la Scuola del Fatto ha attivato per questa settimana una serie di promozioni per favorire l’accesso ai corsi.

Le offerte sono disponibili fino al 31 ottobre compreso, con condizioni differenziate per fasce d’età e per gli abbonati ai prodotti del Fatto Quotidiano.

Per gli under 30, ogni corso singolo dell’anno accademico 2026/2027 è disponibile a 150 euro anziché 500 euro. La promozione è aperta a tutti i giovani con meno di 30 anni, inclusi coloro che sono già abbonati al Fatto Quotidiano, ed è valida esclusivamente durante la settimana promozionale.

Scopri i corsi e l’offerta under 30

Per gli over 30 non abbonati, è prevista una tariffa agevolata di 350 euro per ogni corso singolo, anziché 500 euro. Anche in questo caso, l’offerta è valida fino al 31 ottobre e non richiede la sottoscrizione di un abbonamento.

Consulta l’offerta over 30 e scegli il tuo corso

Per gli abbonati al Fatto Quotidiano, invece, le agevolazioni non sono limitate alla settimana dell’Open Day. Chi possiede un abbonamento attivo a uno dei prodotti del Fatto può acquistare un corso singolo a 250 euro anziché 500 euro, oppure scegliere un pacchetto di tre corsi a 600 euro anziché 1.500 euro. Per accedere alle tariffe riservate è sufficiente iscriversi utilizzando l’indirizzo email associato al proprio abbonamento.

Scopri le agevolazioni riservate agli abbonati

In un mondo che cambia rapidamente diventa sempre più importante avere in mano degli strumenti per leggere i fenomeni che stanno alla base di questo cambiamento.

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Mértola diz “Obrigado” depois de três dias inesquecíveis na Feira da Caça

A XVII Feira da Caça de Mértola chegou ao fim depois de três dias marcados por uma extraordinária adesão de público, pela dinâmica dos seus expositores e por um ambiente de celebração que voltou a confirmar a importância deste evento para Mértola e para toda a região.

“Mais do que fazer um balanço, o Município de Mértola quer, neste momento, dizer uma palavra simples, mas profundamente sentida: obrigado.

Obrigado aos muitos milhares de visitantes que, ao longo dos três dias, escolheram Mértola, percorreram o recinto, participaram nas diferentes iniciativas e ajudaram a criar o ambiente único que se viveu nesta edição.

Obrigado aos expositores, que aceitaram, uma vez mais, fazer parte deste evento e que, com a qualidade, diversidade e autenticidade da sua presença, são uma peça fundamental na identidade e no crescimento da Feira da Caça.

Obrigado a todos os parceiros, associações, clubes, entidades, instituições, patrocinadores e colaboradores que acreditaram no evento e contribuíram, de diferentes formas, para a concretização de mais uma edição”, lê-se em nota de imprensa.

“Uma palavra de especial reconhecimento é também devida a todos os trabalhadores do Município de Mértola e às muitas equipas envolvidas na organização. Nos dias da Feira, mas também durante muitas semanas de preparação, foram muitas as pessoas que trabalharam para que tudo estivesse pronto para receber quem nos visitou. Da montagem à logística, da limpeza à segurança, da programação à comunicação, do apoio técnico ao acolhimento e a tantas outras tarefas, visíveis e menos visíveis, houve um enorme esforço coletivo.

A todos os que estiveram nos bastidores e que tantas vezes não aparecem nas fotografias, mas cujo trabalho é indispensável para que um evento desta dimensão aconteça, fica também o nosso profundo agradecimento”.

O sucesso da Feira da Caça não é apenas da organização. É de todos

“É de quem trabalha, de quem participa, de quem expõe, de quem atua, de quem colabora, de quem apoia e, naturalmente, de quem nos visita e escolhe Mértola para viver estes dias connosco”, afirma o executivo municipal em relação ao evento.

A XVII Feira da Caça termina, assim, com um sentimento de enorme satisfação, mas sobretudo de gratidão. O reconhecimento expresso pelo Presidente da Câmara Municipal de Mértola, Mário Tomé, pelos expositores, pela comunicação social e, acima de tudo, pelos milhares de pessoas que passaram pelo evento é o melhor testemunho do trabalho realizado e do caminho que tem vindo a ser construído.

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Aluna suspensa por insultar professores no Whatsapp pode ser indemnizada

Stickers e comentários depreciativos saíram do Whatsapp e acabaram nas mãos da direção do Colégio de Braga. Pai queixou-se de violação de privacidade e tribunal deu-lhe razão. Uma estudante foi suspensa durante 12 dias por ter feito comentários depreciativos sobre professores e colegas num grupo privado da rede social WhatsApp.  O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) deu razão à aluna, que frequenta o 11.º ano, mas a decisão dividiu os juízes. E o colégio de Braga pode vir a ter de pagar uma indemnização à antiga aluna. O STJ considerou que as mensagens, apesar do seu conteúdo ofensivo, estavam protegidas

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“Non abbiamo aule sufficienti per tutti gli alunni. Gli studenti fanno lezione in moduli prefabbricati”

Hanno vinto premi in tutt’Italia, hanno un corso di pasticceria, un altro serale ma non hanno un edificio adeguato per fare scuola. La denuncia arriva dall’Ipsar “Veronelli” di Casalecchio di Reno, città metropolitana di Bologna: 900 alunni, 170 docenti e una dirigente, Rosalba De Vivo, orgogliosa del suo istituto ma altrettanto determinata nel chiedere soluzioni a Città Metropolitana. A raccontarci la situazione del “Veronelli” è un insegnante che ha risposto alla nostra campagna “Il futuro non si arma, si insegna” (firma qui), con una petizione per chiedere stipendi dei docenti adeguati all’Europa e una maggiore attenzione per la scuola (Chi vuole può raccontarci la sua storia a redazioneweb@ilfattoquotidiano.it).

“La struttura è vecchia e fatiscente“, ha scritto il docente, “ma la cosa più grave è che non abbiamo abbastanza aule per tutti gli alunni, non c’è un’aula magna per i collegi docenti. Da quest’anno useremo dei moduli prefabbricati come aule extra. Venga a vedere: ogni giorno gli alunni devono entrare in un’aula diversa garantendo le lezioni a rotazione”.

Una situazione che non conosce risoluzione da almeno cinque anni. La preside non nega nulla ma aggiunge: “Ho scritto fiumi di parole agli enti coinvolti ma…”. De Vivo non vuole far polemica. Sa di essere una rappresentante dello Stato. Uno status, quest’ultimo, tuttavia, che non le impedisce di spiegarci i fatti: “Per anni questa scuola è stata la succursale dell’alberghiero di San Pietro Terme. Solo nel 2018 ha raggiunto la sua autonomia. Durante il periodo pandemico si è registrato uno stallo nelle iscrizioni ma dal 2021 ad oggi siamo passati da 650 a 900 alunni”.

La preside ci tiene ad evidenziare il lavoro fatto per dare lustro al “Veronelli” che oggi può vantare diversi corsi. “Quest’anno abbiamo 42 classi. Un record storico per il nostro istituto ma continuiamo ad avere problemi con gli spazi. Non abbiamo un’aula magna, ma nemmeno una vera e propria presidenza che possa garantire la privacy. Tutto ciò ci limita perché non possiamo accogliere convegni, seminari che permettano anche ai nostri alunni di fare esperienza”. Città Metropolitana nella primavera scorsa ha proposto come soluzione l’installazione di moduli in bioedilizia dove, per due anni, troveranno spazio sette classi. “Purtroppo siamo a fine ottobre ma non li possiamo ancora usare perché mancano ancora alcuni allacci alle utenze. Io – dice De Vivo – scrivo, scrivo ma più di così. Il vero problema è che non sappiamo nulla del futuro della nostra scuola, non conosciamo la programmazione delle istituzioni. Servirebbe un piano che ci permetta di capire le soluzioni al di là dei moduli provvisori. Questo istituto non può andare avanti a vivere in questo modo. Noi facciamo il possibile ma ci serve una mano da parte delle istituzioni”. Un appello che arriva non solo dalla preside ma dal personale scolastico che alla pari dei ragazzi è costretto a vivere in una sorta di precariato.

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Ugandans Who Travel DRC Will Spent 21 Quarantine Days at Come Back Due Ebola

All Ugandan citizens returning to their country with a history of travel to the neighboring Democratic Republic of Congo (DRC) will have to undergo 21 days of quarantine, the Ugandan government announced this Sunday, after the detection of cases in several countries linked to the Ebola epidemic in the DRC.

Kenya Reports Its Second Ebola Dead in the Country: Ugandans Who Travel DRC Will Spent 21 Quarantine Days at Come Back Due Ebola

“If you are a Ugandan citizen returning to Uganda and have a history of having been in the DRC, we will subject you to a 21-day quarantine (the incubation period of the Ebola virus), at your expense,” said Ugandan Health Minister Chris Baryomunsi at a press conference.

Likewise, he noted, “movement across the Uganda-DRC border is restricted to essential travelers, including humanitarian workers and commercial truck drivers.”

The minister disclosed this decision after his ministry announced on Friday that the country will not allow people who have traveled to the DRC to transit through its territory, warning that “relevant provisions of the Public Health Act will be invoked in case of non-compliance” and that “people who enter the country through unauthorized routes will be referred to the competent authorities.”

🎙️#UNDERWAY

BRIEFING BY THE HON. MINISTER OF HEALTH @CHRISBARYOMUNS1 ON THE  PROGRESS IN NATIONAL EBOLA PREPAREDNESS AND RESPONSE EFFORTS. #MOHatWork https://t.co/1fBKmdZKQb

— Ministry of Health- Uganda (@MinofHealthUG) October 25, 2026

Uganda has announced these measures after Nigeria confirmed last Tuesday an imported case of the disease corresponding to a Swiss citizen of Ugandan origin who returned to Nigeria after a vacation in Uganda.

Kenya, for its part, has detected nine Ebola infections so far, after confirming its first imported case on October 5, that of a Kenyan man who returned to his country via Uganda, after having lived the last seven years in the DRC.

That man and another patient have died so far, while the other seven patients are still receiving medical attention.

The DRC declared its seventeenth Ebola outbreak on May 15 – the second deadliest in history globally – affecting eight Congolese provinces and, according to the latest official balance, with data collected until October 23, has caused 9,876 confirmed cases and 4,803 deaths so far.

It also spread to Uganda, where the World Health Organization (WHO) declared the end of the outbreak on August 26, after counting 20 confirmed cases, including 15 imported from the DRC, among which there were two deaths.

Along with Uganda, Kenya, and Nigeria, cases linked to this epidemic have been detected in the Netherlands (one) and France (one).

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ACLU, Common Cause file motion against DOJ over Alaska election certification block

Nonprofit watchdog group Common Cause, represented by attorneys from American Civil Liberties Union (ACLU), has filed a motion to intervene in the Department of Justice’s (DOJ) lawsuit over Alaska’s Senate election. The DOJ filed a lawsuit Thursday claiming the presence of a candidate with the same name as incumbent Sen. Dan Sullivan (R) could give…

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Blanche: DOJ lawsuit not trying to ‘stop the certification of Alaska’s election’

Attorney General Todd Blanche said Saturday that the Justice Department is not trying to stop the certification of Alaska’s election, referring to a recently filed lawsuit that claimed to “protect the integrity” of the election. The lawsuit, filed Thursday in the U.S. District Court for the district of Alaska, claims that the inclusion of a candidate with…

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In Alaska, Some Early Voting Sites in Rural Villages Have Not Yet Opened

“There is no legal excuse” for the failure of 18 polling sites to open for early voting, a state lawmaker said.

© Kerry Tasker/Reuters

Senator Dan Sullivan finished second in the primary to Representative Mary Peltola and has trailed her in polls since.
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Padova, genitori in corteo per la scuola: “Vogliamo che gli spazi siano degni. Diventi una priorità della politica”

“Tutti in piazza per l’edilizia scolastica”. Con questo slogan, sabato 24 ottobre, circa cinquecento genitori di Padova sono scesi in piazza per chiedere più investimenti per rendere le scuole sicure, accoglienti, a misura di bambino e soprattutto adeguate al cambiamento climatico. Tra licei e istituti occupati oltre le manifestazioni degli studenti in tutt’Italia, nella città di Sant’Antonio, hanno deciso di farsi sentire anche le mamme e i papà.

A promuovere il corteo sono stati in primis l’associazione Genitori per l’Arcella che hanno collaborato con il gruppo Genitori Scuole Guizza-Salboro, il Comitato Palestro 10 e Lode, Priorità alla Scuola, il comitato Genitori della scuola primaria “Martiri della Vittoria”, Padova Scuola Aperta, “Quale scuola per il futuro?”, la Polisportiva San Precario, oltre che le organizzazioni sindacali Flc e Fp-Cgil, Adl-Cobas, Usb e Cobas Scuola. Un corteo promosso ben prima che scoppiassero le tensioni sociali degli ultimi giorni soprattutto a Milano e Torino. E una campagna simile a quella lanciata da il Fatto quotidiano – “Il futuro non si arma, si insegna” (firma qui) – con una petizione per chiedere stipendi dei docenti adeguati all’Europa e una maggiore attenzione per la scuola. Chi vuole può raccontarci la sua storia a redazioneweb@ilfattoquotidiano.it.

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Una manifestazione pacifica, ma sorvegliata persino da un elicottero della Polizia. “Ci sono scuole con muri che cadono a pezzi, pareti con infiltrazioni, bagni inagibili, finestre rotte, giardini che con la pioggia diventano pozze d’acqua, aule invivibili appena la temperatura sale, guasti permanenti. Il nostro appello – ha spiegato l’associazione Genitori per l’Arcella – è chiaro: vogliamo scuole più belle, accoglienti, funzionali, funzionanti, calde in inverno e fresche d’estate. Vogliamo che ci sia attenzione e cura affinché gli spazi scolastici siano degni di tutti coloro che li vivono e all’altezza dell’enorme compito che la scuola ha. La scuola deve diventare una priorità nell’agenda politica di questa città”.

In piazza anche l’amministrazione: “In questi anni abbiamo fatto molto, non c’è dubbio che si possa fare di più – ha sottolineato l’assessora comunale Margherita Colonnello a “Padova Oggi” -. Come Comune, andiamo a confermare il nostro impegno e a incrementarlo. Chiediamo comunque sempre al Governo e alla Regione di fare anche loro la propria parte”.

Mamme e papà che hanno sfilato fino a piazza delle Erbe chiedono un piano straordinario di interventi e uno ordinario di manutenzione superando l’approccio emergenziale. “È stata una manifestazione molto partecipata e vivace. Le famiglie e molti bambini sono scesi in piazza – spiega Caterina Benato di Genitori della Guizza a “Il Fatto Quotidiano.it”- chiedendo di prendersi cura di uno dei beni più preziosi che abbiamo, le scuole. Noi chiediamo un Piano di manutenzione degli interventi ordinari e straordinari, per scuole più datate e di recente costruzione, perché non deperiscano e diventino un problema di sicurezza per chi è dentro. Più soldi alla scuola vuole dire investire nel nostro futuro”. Anche il sindaco della città, Sergio Giordani, ha voluto dir la sua a “Padova Oggi”: “I genitori e le famiglie che aiutano, come hanno fatto oggi, a mettere un faro sul tema degli asili e delle scuole vanno ringraziati. Ci impegniamo a un piano straordinario a 360 gradi sul tema della scuola. Una scuola accogliente, inclusiva, per tutti è la chiave di volta per un futuro più sereno e bello per la comunità. Continueremo il dialogo”.

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Agressão de recluso deixa guarda com lesão craniana em Grândola

Um guarda da prisão de Pinheiro da Cruz, no concelho de Grândola, sofreu uma lesão craniana, por ter sido agredido com murros violentos por um recluso considerado perigoso (que está na secção de segurança do estabelecimento prisional, a cumprir uma medida disciplinar de reclusão), segundo noticia avançada pelo website do Correio da Manhã (CM), que acrescenta, o ataque violento ter ocorrido quando o preso estava a ser retirado do pátio de recreio, tendo o guarda sido submetido a um período indeterminado de internamento hospitalar.

Segundo o CM, a violência desencadeou-se na tarde de sexta-feira, quando o guarda agredido, por falta de efetivos, estava a vigiar sozinho o preso no período de recreio. Depois de receber ordens nesse sentido, o agressor mostrou-se renitente em regressar à cela. Colocou-se mesmo de cócoras, e a agressão ocorreu quando o guarda o tentou fazer levantar-se. Depois de agarrar a vítima por trás, com um golpe de ‘mata-leão’, desferiu-lhe uma sucessão de murros na cabeça. Só com o apoio de mais guardas foi possível manietar o agressor, e colocá-lo, de novo, na secção de segurança da cadeia.

O guarda, por seu turno, foi assistido por bombeiros ainda no estabelecimento prisional. Depois de passar por um hospital na zona, foi decidido que teria de ser transferido para o Hospital de São José, em Lisboa, devido à lesão craniana sofrida.

Contactado pelo CM, Frederico Morais, presidente do Sindicato Nacional da Guarda Prisional, confirmou a ocorrência. “A gravidade da situação é diferente. O nosso colega foi atacado numa secção de segurança. Os serviços prisionais geraram um caos tão grande a nível de segurança, colocando guardas a trabalharem sozinhos. Para haver todos os objetivos de atividades que os senhores diretores dos estabelecimentos prisionais querem, limitamos as condições de segurança no interior dos mesmos“, considerou o responsável sindical. 

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Kenya Reports Its Second Ebola Dead in the Country

The Government of Kenya announced a second Ebola death, after the detection of at least nine infections in the country so far, including the index case, a Kenyan citizen who also died and who had traveled from the Democratic Republic of Congo (DRC), a country that declared an outbreak last May.

Africa CDC Urges Global Help as Ebola Spreads: Kenya Reports Its Second Ebola Dead in the Country

As detailed in a statement late Friday by the Kenyan Ministry of Health, the deceased patient was a 65-year-old woman who was the third confirmed case in Kenyan territory.

“She was a direct contact and close family member of the first (deceased) case and was in quarantine when she developed symptoms on October 13, 2026,” the Ministry explained.

After being admitted to a hospital infectious disease unit and receiving care from specialized medical teams, the woman succumbed to the disease on Friday afternoon.

The Ministry of Health mourns the death of a 65-year-old woman who was receiving care for Bundibugyo Ebola and extends heartfelt condolences to her family, friends and community. Seven patients continue to receive care. All nine cases remain within one cluster, with no evidence… pic.twitter.com/HSWQcC0mck

— Ministry of Health (@MOH_Kenya) October 23, 2026

The Ministry assured that it would facilitate a “safe and dignified burial” for the patient, in accordance with public health protocols.

“This loss raises the number of deaths to two among the nine confirmed cases. The seven remaining patients continue to receive care in the two isolation facilities,” the Executive specified, reiterating that “all cases are part of the same group of known contacts and there is no evidence of community transmission.”

“Her death is a painful reminder that Ebola is a serious disease that can be fatal and that the condition of patients can change suddenly,” the Ministry concluded.

Kenya confirmed its first imported Ebola case on October 5, corresponding to a forty-year-old man who had lived the last seven years in the DRC.

Patient zero received treatment in several Congolese hospitals before traveling by road to Kampala (Uganda’s capital) and, subsequently, flying to Nairobi, where he landed on October 3 and died two days later.

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Intelligenza collettiva in corso. L’open day della Scuola di cittadinanza del Fatto

La Scuola del Fatto di Cittadinanza “Domenico De Masi” si prepara a inaugurare il nuovo anno accademico 2026/2027, con tanti nuovi corsi, grandi temi da approfondire e docenti d’eccezione. Sabato 24 ottobre, dalle 12 alle 14, è in programma l’Open Day “Intelligenza collettiva IN CORSO”, in diretta streaming su www.scuoladelfatto.it e sul canale YouTube de Il Fatto Quotidiano.

Sarà l’occasione per conoscere i nuovi percorsi formativi e ascoltare direttamente i docenti e i responsabili scientifici che ci accompagneranno durante l’anno accademico. Tra i protagonisti dell’incontro: Pino Arlacchi, Nicola Armaroli, Marco D’Eramo, Vittorio Agnoletto, Gabriele Guzzi, Giulio Di Donato, Emiliano Bosio, Jeffrey Sachs e Massimo Di Felice e la Direttrice della scuola Miriam Mirolla.

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What to Know About Alaska’s Senate Race

President Trump told the Justice Department to intervene in the race, where polling shows Republicans at risk of losing a seat.

© Kerry Tasker/Reuters

Dan Sullivan, the incumbent Republican senator in Alaska.
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Assemblee, picchetti e barricate: da Milano a Palermo, la mappa delle occupazioni nelle scuole di tutta Italia

Da Palermo a Milano passando per Napoli, Roma, Firenze, Bologna e Genova, decine di scuole sono occupate. Gli studenti protestano contro il carovita, la destra di governo, le scuole fatiscenti, il decreto Scuola e tanto altro. E a Roma c’è persino chi scende in piazza contro chi manifesta a difesa delle lezioni. Gli studenti si preparano al prossimo sciopero proclamato da Usb, l’Unione sindacale di base, per il 30 ottobre e allo sciopero internazionale del 20 novembre. Ad alimentare la rabbia anche le parole del ministro dell’Istruzione Giuseppe Valditara: “Gran parte delle proteste che si svolgono in questi giorni nelle scuole non ha un fondamento razionale. Partiamo da dati veri e non inganniamo gli studenti”.

La mappa delle occupazioni ha bandierine su ogni regione. A Palermo i ragazzi del liceo “Meli“, del “Rutelli“, del “Catalano“, del “Cannizzaro” e del “Duca degli Abruzzi” hanno manifestato davanti alla scuola con un sit-in, mentre al “Regina Margherita” è stata organizzata un’assemblea permanente. Al “Cascino” è stato bloccato un ingresso con cassonetti rovesciati, petardi e lanci di uova. Così all’”Umberto I” e al “Vittorio Emanuele II“, dove da giorni non si fanno più lezioni ma assemblee e momenti di confronto, cercando di coinvolgere anche i docenti.

A Napoli sono occupate 25 scuole. All’Istituto Orientale è stato organizzato anche un collegamento con gli autotrasportatori parlando di caro affitti, di guerra in Palestina, riarmo e Cpr. Anche al “Mazzini” al Vomero, al “Vico”, al “Canova”, al “Fonseca” e all’istituto “Elena di Savoia” le lezioni sono sospese. Al “Mazzini” si sono registrate anche devastazioni, armadietti svuotati, libri stracciati e palloni scaraventati contro i soffitti. Una vicenda sulla quale stanno facendo luce gli investigatori, dal momento che i danni ammontano a trentamila euro. La protesta è arrivata anche fuori dal centro e in provincia: a Fuorigrotta sono occupato il professionale “Rossini”, lo scientifico “Labriola” e l’artistico “Boccioni”; a Torre del Greco il “De Bottis”e il “Nobel”; il “Flacco” a Portici; il “Pitagora” e il “Majorana” a Pozzuoli e il “Segre” a Marano.

Nel Lazio l’onda della mobilitazione è arrivata in decine di scuole oltre a quelle della Capitale. A Firenze è scattato l’allarme per la presenza in città, lunedì, del ministro Valditara. Allo stato attuale, nel capoluogo toscano sono occupati il “Gramsci”, il “Michelangelo”, il “Galileo”, l’”Alberti Dante”, il “Castelnuovo”, il “Peano”, il “Rodolico”, il “Pascoli”, il “Duca d’Aosta” e il “Macchiavelli”, dove la preside ha presentato denuncia. Occupazioni anche all’“Enriques” di Castel Fiorentino e al “Pacinotti” di Pisa. A Novoli, al “Sassetti”, il dirigente ha dovuto fare i conti con corridoi allagati, lavagne rotte e barricate. A Bologna il collettivo del “Minghetti” ha bloccato l’entrata. Proteste anche a Genova al professionale “Odero” di Borzoli, al liceo “Klee Barabino”, al “Filippo Buonaroti”, al “Gastaldi”, al “Majorana” e all’”Einaudi”.

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Why Legal Experts See the Justice Dept.’s Alaska Election Challenge as Dubious

No obvious legal authority supports a pre-emptive effort to block the certification of Alaska’s Senate election if the Republican incumbent narrowly loses.

© Kerry Tasker for The New York Times

Senator Dan Sullivan with Mary Peltola, his Democratic challenger, during a debate in Kodiak, Alaska, last month.
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Trump Officials Seek Block on Alaska Senate Race Results if the Republican Dan Sullivan Loses

The department, in a highly unusual lawsuit, argued that confusion over candidates with similar names could taint the election result.

© Doug Mills/The New York Times

Senator Dan Sullivan, the Alaska Republican incumbent, at a rally this month. The ballot in the Senate race also features Daniel J. Sullivan Jr.
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Millennium, “Operazione Report”: il nuovo numero del mensile analizza il caso Ranucci-Lavitola

OPERAZIONE REPORT: Tutte le carte, gli interrogativi e i sospetti sul caso Ranucci-Lavitola

Il direttore anticipa i temi del nuovo numero di MillenniuM, disponibile in libreria e negli store online.

Una trasmissione d’inchiesta invisa al potere. Una bomba cosiddetta “amica”. Un faccendiere specializzato in torbidi servizi alla politica. Partiti che invadono la tv pubblica. Sono gli ingredienti di quella che abbiamo chiamato “Operazione Report”, di cui conosciamo in parte lo svolgimento e in tutto l’esito: quello di allontanare il giornalista Sigfrido Ranucci dalla conduzione della più importante trasmissione di giornalismo investigativo della Rai, dopo nove anni di conduzione (salvo il successo dei ricorsi dell’interessato al Tribunale del lavoro di Roma). Nove anni in cui molte puntate di Report hanno scatenato gli attacchi della politica, in particolare dal centrodestra e dalla frangia renziana. Che si sono via via trasformati in una vera e propria campagna, amplificata dalla stampa di destra. Parte da qui “Operazione Report”, titolo di copertina del numero di ottobre di MillenniuM, il mensile diretto da Peter Gomez. Il racconto prende il via dall’altro protagonista, il faccendiere Valter Lavitola, con il ritratto approfondito e documentato a firma di Marco Lillo. Sul personaggio i media tendono a far prevalere aspetti quasi folcloristici, ma la sua biografia racconta ben altro: relazioni coi potenti, processi e condanne, intrighi politici ai massimi livelli, che hanno cambiato la storia di questo Paese, dalla caduta del governo Prodi nel 2008 alle manovre contro politici sgraditi. Una parabola in cui affiorano contatti stretti con i servizi segreti, un leitmotiv della sua fulminante ascesa, come scrive il direttore Peter Gomez. Sulla “Operazione Report” Millennium parte dai fatti, vale a dire l’inchiesta giudiziaria sulla bomba esplosa davanti a casa di Ranucci, a Torvaianica, il 16 ottobre 2025: l’individuazione dell’arruffata manovalanza campana, l’improvvisa entrata in scena di Lavitola, la “amicizia fraterna” rivendicata a sorpresa dal conduttore, la sequenza di “affettuosi” moventi snocciolati dal faccendiere. Ma oltre le carte c’è di più: gli affari, africani e non solo, che portano a Marco Dell’Utri, figlio del senatore che è stato la mente organizzativa di Forza Italia e ha scontato una condanna a 7 anni per concorso esterno in associazione mafiosa. L’Operazione Report ci fa riflettere sul rapporto tra informazione e potere, ma anche sui fili trasversali del potere. Che possono passare anche per un piatto di vongole. Sgusciate o meno.

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