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Segundo turno na Bahia tem 120 mil passagens gratuitas emitidas

Aproximadamente 120 mil passagens gratuitas foram emitidas durante a Operação Vai e Vota no transporte rodoviário intermunicipal da Bahia, para o segundo turno das eleições de 2026, realizado neste domingo, 25. O balanço foi divulgado nesta segunda-feira (26) pelo Governo do Estado.O número ficou quase três vezes acima da meta inicial de 42 mil bilhetes. Para atender à demanda, as empresas de transporte disponibilizaram mais de 1,5 mil horários extras e utilizaram mais de 50 ônibus de terceiros.A ação foi realizada pelo Governo da Bahia, por meio da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações (Agerba) e do Procon-BA, vinculado à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH). A operação ocorreu entre terça-feira, 20, e segunda-feira, 26, com fiscalização nos terminais rodoviários, especialmente na Nova Rodoviária de Salvador.Procon-BA registra reclamações e fiscalizaçõesDurante a operação, o Procon-BA informou ter solucionado 117 casos com a intermediação da fiscalização. Outras seis ocorrências não foram resolvidas e apresentaram indícios de infrações. A Viação Jequié Cidade Sol foi notificada e aguarda o prazo para apresentar defesa.As fiscalizações ocorreram nos terminais rodoviários de Salvador, Feira de Santana, Juazeiro, Barreiras e Vitória da Conquista. As equipes também realizaram ações educativas nas rodoviárias e no metrô da capital baiana, com 2.806 abordagens nos terminais rodoviários e outras 916 nas estações metroviárias.A Central de Atendimento 151 recebeu 48 solicitações de orientação e registrou 86 reclamações encaminhadas à Agerba ou à agência em conjunto com a Diretoria de Fiscalização do Procon-BA. Três casos foram solucionados no local. Ferry-boat e VLT operaram durante a votaçãoAs operações do ferry-boat e da travessia por lanchas entre Salvador e Mar Grande ocorreram normalmente. Houve pequenas filas para embarque de pedestres pela manhã, com espera inferior a uma hora. Nos demais períodos, não foram registradas filas.Já o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Salvador e da Região Metropolitana transportou 7.692 passageiros durante a operação especial do segundo turno.O horário foi ampliado em razão da prorrogação do período de votação, oferecendo uma alternativa de deslocamento aos eleitores.

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Dólar turismo em alta? Veja dicas de como planejar sua viagem de férias


Com a alta do dólar um dia depois da reeleição do presidente Lula para mais um mandato de quatro anos, quem está planejando viajar para o exterior nas próximas férias pode precisar rever o orçamento. A valorização da moeda americana encarece despesas como alimentação, passeios e compras, principalmente para quem ainda não comprou a moeda ou não pagou todos os gastos da viagem. Banco central: dólar fecha a R$ 5,40, Bolsa despenca 13,8%; BC e Tesouro atuam no mercado Saiba mais: após disparada do dólar, ministro da Fazenda conversa com Lula e coordena com BC intervenção do Tesouro: ‘Precisamos ter alguma racionalidade’ O dólar turismo acompanhou todo esse movimento nesta segunda-feira. Na casa de câmbio SP Mundi, em São Paulo, a moeda foi negociada a R$ 5,89, uma alta de 7,09% em relação ao fechamento de sexta-feira (R$ 5,50). O euro foi cotado a R$ 6,60, um aumento de 10,18% em relação ao fechamento anterior, quando ficou em R$ 5,99. Na Casa Aliança, no Rio de Janeiro, o dólar turismo valia R$ 5,79, registrando um aumento de 8,63% em relação a sexta-feira (R$ 5,33). Já o euro turismo subiu 8,67% em relação a sexta-feira (R$ 6,00), negociado a R$ 6,52 nesta segunda-feira. Na RJ Câmbio, o dólar turismo fechou a R$ 5,30 na sexta-feira e subiu para R$ 5,77 hoje, um aumento de 8,87%. O euro, que era cotado a R$ 6,05 na sexta-feira, foi a R$ 6,53 nesta segunda-feira, alta de 7,93%. Segundo o operador da RJ Câmbio Juliano Rodrigues, a dica é aguardar a estabilização para organizar as despesas com mais tranquilidade e aproveitar as férias sem comprometer tanto o orçamento. – O ideal é aguardar até se estabilizar; tudo indica que vai se manter em alta. Com a vitória do novo presidente, o dólar teve um aumento de cerca de 9% em relação ao valor de sexta-feira, quando estava em R$ 5,30, chegando a R$ 5,77 hoje. Faz uma diferença enorme. O momento é de aguardar, não acredito que vá cair. É melhor esperar virar o ano e observar a movimentação do governo para o ano que vem – avalia. Juliano aconselha a quem planeja viajar para o exterior, dividir a compra de dólares em diferentes momentos como estratégia conhecida como "Compra Média". Segundo ele, em vez de adquirir todo o valor de uma só vez, o viajante compra uma parte agora e deixa o restante para mais perto da viagem. Se a cotação cair, terá a oportunidade de adquirir a moeda por um preço menor, reduzindo o custo médio da operação. Apesar da estratégia, ela não garante economia, pois se o dólar subir à medida que a viagem se aproxima, a nova compra poderá sair mais cara. No entanto, ajuda a evitar que todo o dinheiro seja adquirido em um único momento desfavorável. – Se você tem R$ 2.000 para comprar dólares para uma viagem, uma estratégia é dividir a compra em partes, em vez de adquirir tudo de uma vez. Por exemplo, você pode comprar R$ 1.000 agora e deixar os outros R$ 1.000 para mais perto da viagem. A ideia é não depender de uma única cotação e tentar conseguir um preço médio mais vantajoso. Para quem vai viajar, o objetivo é comprar os dólares pelo menor custo possível – explica.
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Anvisa proíbe venda de picolé com melatonina e suplemento de proteína

Logo Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu, nesta segunda (26), recolher e proibir a comercialização de dois produtos alimentícios, um picolé e um suplemento, por conterem ingredientes que não passaram por avaliação de segurança. 

O Picolé Bentô Gelatos Magnésio + Inositol Relief 3.0., fabricado pela empresa ABB Gelateria Ltda, está proibido porque ingredientes do produto, a melatonina e o inositol, foram autorizados apenas para uso em suplementos alimentares e em composto líquido pronto para consumo (inositol). 

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A Anvisa determinou ainda o recolhimento do produto Body Strong Proetein, sabor cacau, da marca Equaliv. fabricado pela Althaia S.A Indústria Farmacêutica. 

O suplemento alimentar contém peptistrong, que é uma proteína de fava hidrolisada, ingrediente que não passou, segundo a Anvisa, por avaliação de segurança para uso em alimentos. 

Na decisão, a Anvisa explica que houve publicidade irregular com a veiculação de alegações terapêuticas de "prevenção de sarcopenia" e "suporte nutricional para preservação da massa magra em pessoas que usam canetas emagrecedora (GLP-1)". 

Como não houve ausência de regularização sanitária, a Anvisa suspendeu também a fabricação, a venda, a distribuição, a propaganda e o uso do produto.

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VLT de Salvador transporta mais de 7 mil passageiros nas eleições

Participando de uma operação especial para as eleições, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Salvador transportou mais de sete mil passageiros durante o segundo turno do pleito de 2026, neste domingo, 25.O serviço funcionou de maneira gratuita, das 7h20 às 19h40, no trecho entre São Joaquim e Ara Ketu. Ao todo, 7.692 passageiros foram transportados.Operação para as eleiçõesTradicionalmente, o modal funciona das 9h às 12h, mas teve o horário de funcionamento ampliado em razão da prorrogação do horário de votação. Entre as paradas, foram percorridos 10,7 quilômetros de extensão, passando por 11 paradas e pela Estação Calçada.Segundo a Companhia de Transportes da Bahia (CTB), a ação foi pensada para garantir mais tempo de atendimento ao público e ampliar as opções de deslocamento para os locais de votação.

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Moraes determina entrega de passaportes de Flávio Bolsonaro e proíbe senador de deixar o país

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (26) que foi intimado pela Polícia Federal a entregar seus passaportes comum e diplomático e que está impedido de deixar o Brasil. A declaração foi feita em vídeo publicado nas redes sociais, um dia depois de ele perder o segundo turno da eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo Flávio, a intimação ocorreu pela manhã, quando ele deixava a residência do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília. O senador atribuiu a medida a uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e disse que recebeu prazo de 24 horas para entregar os documentos.

O parlamentar relacionou a determinação a declarações feitas por seu irmão, Eduardo Bolsonaro, que teria sugerido que ele deixasse o país em caso de derrota eleitoral. Flávio negou ter manifestado intenção de sair do Brasil e questionou a atuação das autoridades.

“Eu nunca falei isso, isso é motivo para tirar meu passaporte?”, afirmou no vídeo. O senador também perguntou se a medida teria sido adotada caso tivesse vencido a disputa presidencial.

Apesar das críticas, Flávio declarou que entregará os documentos e que pretende se defender da decisão. Até a divulgação das primeiras informações, a Polícia Federal e o Supremo não haviam se manifestado publicamente sobre o caso, segundo relatos da imprensa.

Senador contesta resultado eleitoral

Além de questionar a medida envolvendo os passaportes, Flávio anunciou que pretende pedir a cassação da chapa de Lula. Ele acusa o presidente reeleito de abuso de poder político e econômico e voltou a criticar a decisão que permitiu a extensão do horário de votação em parte das seções eleitorais no domingo (25).

A ampliação do horário foi determinada pelo ministro Cristiano Zanin após relatos de dificuldades de deslocamento de eleitores, especialmente em Salvador e São Paulo, devido à oferta insuficiente de transporte público. A campanha de Flávio também havia solicitado a prorrogação da votação em municípios de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, alegando condições climáticas adversas.

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), citados pela imprensa, indicam que 34.330 votos foram registrados depois das 17h, o equivalente a aproximadamente 0,03% do total contabilizado.

O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que a extensão do horário não prejudicou a totalização dos votos. O tribunal confirmou a vitória de Lula, que recebeu 64.256.232 votos, correspondentes a 51,79% dos votos válidos. Flávio terminou a disputa com 59.826.041 votos, ou 48,21%.

Investigações no Supremo

Flávio também é alvo de investigações no STF. Entre os casos mencionados em reportagens estão apurações relacionadas ao financiamento do filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro, e suspeitas envolvendo o advogado Willer Tomaz, amigo do senador.

O material relacionado ao longa-metragem envolve recursos atribuídos ao empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master. Já o caso que envolve Tomaz inclui suspeitas de irregularidades financeiras e investigações sobre fraudes relacionadas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

As apurações tratam de suspeitas que ainda precisam ser examinadas pelas autoridades competentes. A existência de investigação não representa, por si só, comprovação de crime.

Enquanto contesta as decisões judiciais e anuncia medidas contra o resultado eleitoral, Flávio afirma que cumprirá a determinação de entregar os passaportes. O desdobramento do caso depende de informações oficiais sobre a decisão atribuída ao ministro Alexandre de Moraes.

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Associação de Braga recebe prémio internacional da Ucrânia

A Embaixada da Ucrânia em Portugal entregou, na quarta-feira, a Abraão Veloso, presidente do UPE-Centro Social e Cultural Luso-Ucraniano, de Braga, o prémio internacional “Amber Heart” (Coração de Âmbar) do Ministério de Relações Exteriores da Ucrânia.

“Foi com muita surpresa e orgulho que, no dia 21 de outubro, recebi a distinção em Lisboa, das mãos de Maryna Mykhailenko, Embaixadora Extraordinária e Plenipotenciária da Ucrânia no país, sendo o primeiro português a recebê-la. Muito obrigado!”, disse a O MINHO.

O dirigente associativo partilha a distinção com a mulher Regina, com os filhos Luísa e Pedro, com o genro Vítor e com a neta Joana que, “no dia a dia, apoiam e estimulam o trabalho desenvolvido em favor do povo ucraniano”.

E acrescentou: “Quero também partilhá-lo com os inúmeros doadores, voluntários e instituições que têm sido absolutamente impecáveis e disponíveis para dinamizar e/ou colaborar nas inúmeras ações de apoio ao povo heroico da Ucrânia”.

Esta partilha – salientou – é naturalmente extensiva a todos os membros dos corpos gerentes da associação, atuais ou passados que, com o seu empenho e dedicação, têm contribuído para este caminho de sucesso.

Além da honra que sente, Abraão Veloso vê a iniciativa ucraniana como sendo “um estímulo no apoio ao povo ucraniano e aos seus militares, traduzido no envio de ambulâncias, de um camião e de equipamento médico, bem como de medicamentos, roupa interior térmica, meias, cobertores, colchões hospitalares, e velas de aquecimento, neste caso fabricadas por voluntários da associação”

Dedicação à Ucrânia

No ato, a embaixada entregou ao presidente da UPE um documento, no qual se lê que o “Coração de Âmbar” é atribuído em reconhecimento da “dedicação excecional ao voluntariado, do altruísmo e do espírito inabalável de amor ao próximo e à pátria”.

E, prosseguindo afirma: “Esta distinção homenageia aqueles que se ergueram em defesa do bem e da justiça, não com armas, mas com o coração aberto, apoiando os militares, as pessoas deslocadas, os feridos, as crianças e todos aqueles que necessitam de ajuda em tempo de guerra”.

Associação de Braga recebe prémio internacional da Ucrânia
Foto: DR

O documento sublinha, ainda, que “simboliza o calor da alma ucraniana, a pureza das intenções e a força da nossa terra, de onde provém o âmbar – uma pedra preciosa que guarda em si a luz do sol e o espírito da nação”.

A concluir lembra que “a verdadeira força reside no coração daqueles que não ficam indiferentes, mas que, com as suas próprias mãos, contribuem para a mudança”.

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The feds made $627 million selling Anthropic stock from SBF's friends — but could have made billions

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Sam Bankman-Fried and two of his co-conspirators held investments in Anthropic, the AI company that has since soared in value.

Bloomberg/Getty Images

  • The feds seized Anthropic shares last year from Sam Bankman-Fried's associates.
  • Several months later, the government sold them for $627 million.
  • If Anthropic IPO'd in November at $1.5 trillion, those shares would be worth nearly $4 billion.

Last year, the federal government made a windfall of $627 million when it sold Anthropic shares it had seized from associates of crypto fraudster Sam Bankman-Fried.

If it had held on to that stake, its windfall could have been a lot bigger.

The federal government last year sold shares of Anthropic that had belonged to Caroline Ellison and Nishad Singh, two co-conspirators in the FTX fraud case. The proceeds went to compensate victims of the fraud, a Justice Department spokesperson told Business Insider.

Anthropic's S-1 filing on Monday revealed how much the federal government made from the sale of those shares. The prospectus doesn't name Ellison and Singh specifically. It says the government in October 2025 sold 4,453,900 Series B shares of Anthropic that "had been forfeited by former holders in legal proceedings to which we were not a party."

The figure matches up exactly with the combined $50 million in shares that Singh and Ellison purchased for $11.2261 each in Anthropic's 2022 fundraising round, and later forfeited to the government.

The shares represent about a quarter of a percent of Anthropic today. But given the company's explosive growth, they are still worth a fortune.

Anthropic hasn't yet announced the stock price for its expected November initial public offering. At a $1.5 trillion valuation, the shares would be worth a total of about $3.94 billion. That would be six times as much as the government sold the shares for a year ago.

"One of the Justice Department's top priorities is returning forfeited funds to victims through the asset forfeiture program whenever the law allows," the DOJ spokesperson said.

The feds' stake in Anthropic

How the federal government came to own a chunk of Anthropic in the first place is a story involving a notorious fraudster and a complicated criminal forfeiture process.

Bankman-Fried participated in Anthropic's 2022 Series B fundraising round with Singh and Ellison. Singh purchased $40 million of the Series B shares, and Ellison acquired $10 million.

Singh and Ellison later pleaded guilty to crimes related to their work with Bankman-Fried and testified against him at his Manhattan federal criminal trial. The jury found Bankman-Fried guilty, and a judge sentenced him to 25 years in prison. The federal government took ownership of Singh's and Ellison's Anthropic shares by April 2025.

The US Marshals Service sold Singh's and Ellison's shares, rather than hold on to the red-hot Anthropic stock, Business Insider previously reported. The US Marshals Service Complex Assets Unit is typically tasked with dispensing shares of private companies acquired through criminal forfeiture.

Now we know that Anthropic purchased the stock from the feds in October 2025 at the price of $140.9676 per share, which is the same price Anthropic set for its Series F-1 stock in a fundraising round a month earlier.

Anthropic resold the shares to nine investors at the same $627 million total price it paid to purchase them from the federal government, so it didn't make a profit from the sale, according to the S-1 filing. It's not clear which nine investors purchased the shares originally owned by Singh and Ellison. Representatives for the US Marshals Service didn't immediately respond to a request for comment.

The Anthropic shares owned by Ellison and Singh took a different path than the $500 million in Series B shares owned by Bankman-Fried himself. His shares ended up as part of FTX's bankruptcy estate, which sold them in 2024 to a few dozen buyers for a total of $1.3 billion.

The federal government sent the proceeds from the sale of Ellison's and Singh's shares to the FTX bankruptcy estate, the Justice Department spokesperson said. Bankruptcy court filings show that the Justice Department transferred $638 million to the bankruptcy estate in late 2025.

The money has gone to repaying creditors, including FTX customers and investors who were scammed by the former crypto wunderkind.

Update: October 26, 2026 — This story has been updated to include a comment from the Justice Department.

Correction: October 27, 2026 — The federal government transferred the proceeds of the sale of Caroline Ellison's and Nishad Singh's Anthropic shares to the FTX bankruptcy estate, according to a DOJ spokesperson. An earlier version of this story misstated whether the funds had been transferred.

Read the original article on Business Insider

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Moraes manda Flávio entregar passaporte e o proíbe de deixar o país

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu nesta segunda-feira (26) o senador Flávio Bolsonaro (PL) de deixar o país. O parlamentar será obrigado a entregar os seus passaportes à Polícia Federal (PF). 

A decisão está em segredo de justiça e foi tornada pública pelo senador em suas redes sociais. A ordem judicial faz parte do processo em que Flávio e o advogado Willer Tomaz são investigados no STF. 

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"Hoje de manhã, eu fui visitar meu pai. Quando eu estava saindo, a Polícia Federal do Lula estava na porta da casa dele e, no meio da rua, eu fui intimado a entregar meus passaportes e também estou proibido de deixar o país", relatou. 

Na semana passada, Moraes determinou o bloqueio de até R$ 6 bilhões de Willer, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro relacionado a negócios envolvendo bets.

Conforme a apuração preliminar da Polícia Federal, Flávio seria beneficiário de recursos da Alcazar Holdings, uma empresa sediada na Ilha da Madeira, em Portugal, e que também é investigada pela PF. 

Irmão nos Estados Unidos

Segundo Flávio, a decisão de Moraes está baseada em uma fala de seu irmão, Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos, apesar de constar contra ele um mandado de prisão em aberto no Brasil. Na declaração, dada na semana passada, Eduardo, que teve o mandato de deputado federal cassado, defendeu que Flávio deveria deixar o Brasil se perdesse a eleição.

O senador questionou a decisão do ministro Alexandre de Moraes de impedi-lo de viajar. 

"Isso é motivo para tirar meu passaporte? Isso é justiça? Essa decisão foi tomada no domingo à noite, logo depois do resultado da eleição. Se eu tivesse ganhado as eleições, iria acontecer a mesma coisa?", indagou.

Eduardo Bolsonaro foi condenado a quatro anos de prisão por articular sanções contra autoridades brasileiras e o tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações do país, em uma tentativa de evitar a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, no processo da trama golpista.

Derrota nas eleições

Flávio Bolsonaro disputou o segundo turno das eleições presidenciais com Luiz Inácio Lula da Silva, que foi reeleito no último domingo (25) com uma vantagem de mais de 4 milhões de votos. 

No entanto, o candidato do PL não reconheceu a vitória do adversário e disse, em seu discurso após a apuração, que pedirá a anulação do pleito. O senador contestou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin que determinou a ampliação do horário de votação em duas horas.

Zanin atendeu a um pedido da campanha do PT, que denunciou falta de transportes em diversas cidades do Brasil, o que descumpre decisão da Justiça Eleitoral de oferta de transporte gratuito no dia das eleições. 

Apesar disso, tanto a campanha de Lula quanto a do próprio Flávio haviam feito o pedido de extensão do horário de votação ao Tribunal Superior Eleitoral, que não tomou uma decisão antes do fechamento das urnas. No caso da campanha de Flávio, a justificativa apresentada eram fortes chuvas nas regiões Sul e Sudeste, que dificultaram o deslocamento do eleitor.

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Engajamento e seguidores influenciam o sucesso dos creators


O comportamento do consumidor brasileiro nas redes sociais tem sido cada vez mais influenciado por sinais de credibilidade digital, como número de seguidores, engajamento e avaliações públicas, antes mesmo da análise direta de um produto ou serviço. Segundo a pesquisa CX Trends 2026, conduzida pela Octadesk em parceria com o Opinion Box, 94% dos brasileiros acessam redes sociais todos os dias. O Instagram lidera a preferência entre as plataformas, citado por 87% dos entrevistados. O papel da prova social no comportamento digital Esse comportamento tem base em um conceito estudado pela psicologia social há décadas: a prova social, descrita pelo pesquisador norte-americano Robert Cialdini na obra "Influência: a Psicologia da Persuasão". Segundo a teoria, indivíduos tendem a considerar uma escolha mais confiável quando percebem que outras pessoas já validaram aquela mesma escolha anteriormente. Nas redes sociais, esse mecanismo se manifesta de forma direta: perfis com mais seguidores e engajamento tendem a ser percebidos como mais relevantes, independentemente da qualidade do conteúdo publicado. Como o algoritmo reforça esse padrão O funcionamento dos próprios algoritmos de distribuição de conteúdo contribui para aprofundar esse efeito. Segundo explicações públicas de Adam Mosseri, chefe do Instagram na Meta, cada nova publicação é testada inicialmente com uma pequena parcela dos seguidores de uma conta. Caso esse grupo reaja positivamente, o sistema amplia a entrega para um público maior. Esse mecanismo faz com que perfis com base de seguidores menor ou baixo engajamento tenham, por consequência, menor alcance orgânico. Pequenos negócios e a credibilidade digital Levantamentos do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) sobre a presença digital de micro e pequenas empresas apontam que 94% das empresas brasileiras presentes em alguma rede social já mantêm perfil no Instagram, ante 25% registrados em 2018. Para especialistas do setor, a credibilidade do perfil nas redes tem se tornado um fator cada vez mais determinante na decisão de compra, especialmente em negócios locais, onde a primeira impressão digital frequentemente antecede o contato direto com o produto ou serviço. O desafio da autenticidade nos números públicos O crescimento da importância atribuída a métricas de redes sociais também trouxe à tona um problema associado a esse tipo de indicador: a presença de seguidores e interações fraudulentas em parte significativa dos perfis analisados no país. Levantamento da HypeAuditor, divulgado pelo Meio & Mensagem, identificou que 56,24% dos influenciadores digitais brasileiros são impactados por algum tipo de fraude em seus números, índice superior à média identificada nos Estados Unidos, de 33,89%. O cenário reforça, entre especialistas, a necessidade de analisar engajamento de forma combinada ao volume de seguidores, e não isoladamente. Engajamento ganha peso sobre volume de seguidores Um levantamento conduzido pela FollowTurbo, empresa que atua no setor de métricas e desempenho de perfis no Instagram, identificou que perfis com maior volume de interações apresentam desempenho mais consistente na distribuição de conteúdo pelo algoritmo, em comparação a perfis com volume de seguidores elevado, mas baixo índice de interação. A análise reforça a tese de que o número de seguidores isolado tem perdido peso como métrica de relevância, cedendo espaço a indicadores de engajamento real. Profissionalização do marketing de influência Esse crescimento não tem sido acompanhado pela mesma evolução na mensuração de resultados. Pesquisa "ROI & Influência 2025" aponta que 53% das empresas do setor enfrentam dificuldade para quantificar resultados de campanhas com influenciadores, e 48% relatam dificuldade para comprovar a efetividade do criador contratado. Ainda assim, 57% das empresas planejam aumentar o investimento no setor, o que amplia a pressão por ferramentas capazes de organizar essa operação em escala. Nesse contexto, ganham espaço plataformas de tecnologia voltadas à gestão desse tipo de operação, como a Flikta, startup brasileira que possui o ecossistema completo para marcas administrarem seus creators e afiliados, fazerem tracking de publicações no Instagram e TikTok (reels, stories etc), efetuar pagamentos, ver dados de ROI, vendas e cupons de forma eficiente, substituindo o controle manual por planilhas que ainda predomina em boa parte do mercado. Perspectivas para o setor "A tendência não é que as métricas de engajamento, sozinhas, ganhem ainda mais peso, mas sim que a capacidade do criador de produzir conteúdo original, com naturalidade suficiente para furar bolhas e sustentar um trabalho de longo prazo, passe a valer mais do que o número de seguidores em si", avalia Flávio Babos, especialista em marketing de influência e redes sociais. A avaliação encontra respaldo em dados do setor: a pesquisa #Publi, do IAB Brasil, identificou que 70% dos entrevistados levam a autenticidade em consideração ao acompanhar um criador de conteúdo, e formatos como reviews completos, unboxings e depoimentos de uso real, que exigem mais naturalidade, foram citados por 37% como os mais confiáveis, à frente de formatos tradicionais de publicidade. Para pesquisadores da área, a tendência deve se intensificar nos próximos anos, sugerindo uma transição gradual de um modelo de avaliação baseado em volume de seguidores para um modelo baseado em autenticidade e capacidade de conexão genuína com a audiência.
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I’ve represented dozens of immigration cases in my career. This is the one that broke me.

Liliana’s blood pressure is dangerously high, a complication of her poorly managed diabetes. Her doctors are urgently concerned for her health, pointing to signs of liver failure and potential symptoms of recurring cancer.

Yet she is unable to get the care she needs. That is because Liliana, who I am referring to by her middle name to protect her confidentiality, has spent more than a year in an immigration detention center in Louisiana, more than 1,000 miles from her children in Maryland and from a community where she has built her life for almost a decade.

Liliana has missed the birth of her first grandchild. Now her daughter is pregnant again.

During that time, Liliana has missed the birth of her first grandchild. Now her daughter is pregnant again. And as yet another family milestone approaches without her, two independent physicians have warned immigration authorities that Liliana’s health is rapidly deteriorating.

I have been representing Liliana for the past year as she remains in detention. She has no criminal record. She has strong ties to her community, finds joy doing painting and remodeling work and spends her free time making arts and crafts.

A model home.
In her free time, Liliana builds model homes, including the one seen here.Courtesy Liliana’s family

As an immigration attorney, I have represented dozens of immigrants seeking humanitarian relief. After a while in this line of work, you believe you have mapped the full geography of our broken system. But working on Liliana’s case dismantled that certainty, showing me the depths of injustice our immigrant neighbors face.

Under the Trump administration, I have witnessed firsthand the devastating outcomes of shortsighted executive memos and the steady militarization of our immigration system. With recent reports that Immigration and Customs Enforcement has ordered its agents to increase the number of daily nationwide arrests by 1,000, we are likely to only see more detentions like this — detentions that protect no one, but inflict incredible harm on people and communities across the country.

Liliana should never have been detained in the first place. When her daughter survived human trafficking as a minor, Liliana supported her cooperation with U.S. federal law enforcement, leading to her daughter becoming a T-visa applicant. Through this specialized status established by Congress to protect trafficking survivors, Liliana is eligible for protection through a pending derivative T-visa application. In coming forward to help the U.S. federal government, their family entered into the government’s intended framework: assist law enforcement and receive protection from detention and removal while their case is pending.

Instead, a year ago Liliana was detained during a routine ICE check-in, after explaining she could not wear an ankle monitor for medical reasons related to her diabetes. Rather than accommodating her, the ICE officers laughed, she told us. Then they sent her across the country to Richwood Correctional Center, a detention facility in Monroe, Louisiana. Longtime immigration attorneys understand that transfers to the Fifth Circuit in Louisiana are not due to a lack of capacity in local facilities. More often than not, it is an intentional tactic to move a client across state lines, limit their access to counsel and keep them in due-process limbo.

According to the ACLU of Louisiana, the state’s detention centers have become a “black hole” for systematic human rights abuses, medical neglect and inhumane living conditions. Under the second Trump administration, detentions have skyrocketed, with nearly 13 % of all detained immigrants nationwide held in Louisiana-based facilities. And now the administration is seeking to potentially increase that number.

Richwood Correctional Center officials have largely ignored the urgent warnings from the two doctors who have evaluated Liliana’s condition and warned of her dangerously high blood pressure and early liver failure.At the same time, my organization, Ayuda, has partnered with Louisiana pro bono counsel Flavia Moody, who is admitted to the Fifth Circuit and is preparing an amended petition and a temporary restraining order in an existing habeas corpus case to challenge the lawfulness of her detention. The habeas process is actively moving forward, but the process is moving at a painfully slow pace, notoriously common within the state’s Fifth Circuit.

Under ICE’s own Performance-Based National Detention Standards, individuals with severe, deteriorating medical conditions, pending humanitarian relief claims and clean records are prime candidates for release on humanitarian parole or supervision. Any single one of these reasons are grounds for her release. Liliana has all three. And yet she remains miles away from her family, in limbo and under unimaginable conditions.

Through my weekly conversations with Liliana, I have witnessed her rapid deterioration. We have limited time together, which makes it even harder to get information, assess how she’s doing and see what can be done to help. Her health is spiraling on multiple fronts, aggravated by the systematic neglect at the Richwood Correctional Center. Her unmanaged diabetes is causing hypertension so severe, Dr. Sugarman warns it could trigger a stroke. Most recently, I learned her hand is discolored due to an untreated surgical wound from a recent procedure performed in detention.

I am also concerned since she has a history of cancer and has been showing symptoms pointing to a possible recurrence. At every turn, it seems like there is no reprieve for her health. Liliana tells me no one at the facility takes her or her needs seriously, and that she’s facing harassment from staff and another detainee. Along with Liliana’s family, I’m alarmed by her condition and deeply worried for her.

Liliana’s ordeal is not an accident of bad luck or an isolated bureaucratic failure. It’s the deliberate architecture of our deportation policy, working as it is currently designed to.

As a lawyer, a daughter dedicated to keeping families whole and an American citizen, I am appalled to witness our government inflict such suffering — not in the service of the law, and certainly not in defense of public safety, but out of a hollow impulse to wound the already wounded. Liliana’s ordeal is not an accident of bad luck or an isolated bureaucratic failure. It’s the deliberate architecture of our deportation policy, working as it is currently designed to, treating congressionally enacted protections as inconveniences to sidestep rather than binding law.

Since July 23, 2025, Liliana has been unlawfully detained, separated from her family and fighting for her life. We have exhausted every legal and humanitarian path. Her prolonged detention violates binding precedent (ICWC v. Noem), squanders taxpayer funds and actively jeopardizes her health and safety.

It is Liliana herself who best captures the sheer cruelty of the system holding her hostage. From inside the Louisiana facility, she told me, “There is a lot of injustice here, how they treat us, the food they give us is for animals and they don’t give us the medication we need to live. I hope there is justice for all the mothers who are here, who have kids back at home, who are sick, who have autism, who cry for their kids. The only thing I can say is that I hope there is justice for everything that is happening to us.”

Justice begins with ICE releasing Liliana today.

The post I’ve represented dozens of immigration cases in my career. This is the one that broke me. appeared first on MS NOW.

In her free time, Liliana builds model homes, including the one seen here.

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A democracia tem que ser defendida na unha

O resultado do segundo turno neste domingo, uma virada inédita do presidente Luíz Inácio Lula da Silva, demonstra que a política, como a conhecíamos, acabou de vez.

O resultado foi fruto de uma mobilização cidadã como nunca se viu desde que as redes sociais se tornaram onipresentes na vida dos brasileiros. A campanha digital, mobilizada especialmente por meio de um canal no WhatsApp que concentrou 5% da população — 1 em cada 10 eleitores de Lula — demonstrou que, na era digital, a política se faz com mobilização e participação. Este engajamento conseguiu dominar a conversa digital, saiu das redes e foi para as conversas no bar, em filas de supermercado. Conseguiu superar o boicote descarado da Meta, Big Tech que tem maior controle sobre a esfera de debate público no Brasil — são 110 milhões de usuários no Facebook, 130 milhões no Instagram e 160 milhões no WhatsApp. Foi também a mobilização da sociedade civil que levou essa empresa a ser questionada pela ONU, intimada pelo TSE e investigada pelo Ministério Público Federal.

Os jornalistas investigativos — em especial os de veículos independentes — trabalharam obstinadamente, incansavelmente. Do caso Dark Horse às ligações de Flávio com o Careca do INSS, foi graças ao trabalho de nossos colegas que o público foi informado sobre o passado do candidato do PL, fatos de interesse público fundamentais para o cidadão decidir seu voto.

Aqui na Agência Pública, revelamos as suspeitas de corrupção e omissão nos hospitais federais do Rio que eram o “feudo” de Flávio Bolsonaro durante o governo do seu pai; detalhamos laços do amigo de Flávio, Willer Tomaz, com o Careca do INSS; levantamos o estilo de vida de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo nos EUA, descobrimos uma empresa que Eduardo abriu com o passaporte Italiano no Bahrein, apuramos as medidas da Meta para prejudicar postagens da campanha de Lula. Mostramos como o assunto que mais afeta os brasileiros — a segurança pública — impacta nossas vidas. Revelamos mensagens inéditas que evidenciam como Daniel Vorcaro, do Banco Master, mantém uma relação umbilical com figuras da direita brasileira, e também da imprensa. Foi nosso jornalismo que revelou ao Brasil a história da professora Vânia de Souza Borges, que perdeu seu filho, Rafael Borges, para o vício em Bets, no especial Jogo Perigoso: o Brasil das Bets. No meio da campanha eleitoral, Vânia foi pessoalmente pedir ao presidente Lula a proibição das Bets – e foi atendida.

Nosso trabalho resultou em ataques, intimidação e assédio digitais. Também enfrentamos o boicote da Meta — tanto pela redução do alcance do Instagram quanto pela censura descarada de pelo menos um post que denunciamos na véspera do segundo turno. Mesmo assim, as revelações que apuramos voaram: foram amplamente republicadas, embasaram episódios da série documental do Youtube Revelando, viraram postagens de influenciadores e memes.

André Janones transformou uma de nossas matérias em uma “missão” do Canal Exército do Lula, comandando a tropa a pesquisar a frase “FLÁVIO BOLSONARO ESQUEMA PANDEMIA”. O primeiro resultado a aparecer foi a investigação da Agência Pública. No último domingo, antes da votação, no debate da TV Bandeirantes, o caso virou um questionamento ao candidato do PL em rede nacional. ⁠

Neste momento, a recusa de Flávio Bolsonaro em aceitar a derrota e as denúncias de “golpe” por parte de nomes importantes da extrema direita vão fortalecer a narrativa de perseguição, de fraudes nas urnas e de uma suposta “ditadura”. Figuras como Nikolas Ferreira, Pablo Marçal e Eduardo Bolsonaro já começaram a dizer que a ampliação do período de votação constitui “roubo”. Os contra-ataques à eleição popular serão fortalecidos, ainda, pelo controle do Senado e da Câmara Federal, onde o partido PL obteve a maior bancada desde 1990. É uma bancada empenhada em desconstruir avanços como a proibição das bets, o fim da escala 6 x 1, a proteção do meio ambiente e dos direitos dos indígenas e a regulação das Big Techs.

O contexto pós-eleitoral se complica ainda mais porque o repuxo bolsonarista insere-se em um movimento global de forças antidemocráticas que querem matar justamente o tipo de mobilização cidadã que se viu no Brasil. Os EUA e seus aliados mais próximos no continente — como a Argentina de Milei — não reconheceram, até o momento, a eleição de Lula.

Neste contexto, nosso jornalismo será ainda mais necessário. Nosso compromisso é seguir investindo no jornalismo investigativo, ampliar nossa presença no Youtube para participar cada vez mais do debate que ocorre em vídeos nas telas de todos os brasileiros, além de fortalecer as redes de colaboração internacionais que distribuem nossos conteúdos e ampliam a vigilância sobre a democracia brasileira. Sabemos que o jornalismo cada vez mais faz parte de uma disputa que não se esgota na votação. Defender a democracia é, neste novo contexto, uma tarefa cotidiana que continuará a impulsionar nosso trabalho ao lado da sociedade civil e de movimentos organizados.

Há muito trabalho a ser feito. Vamos a ele.

A direção

Jornalismo investigativo é antídoto contra a desinformação. Ajude a garantir informação acessível e gratuita para mais pessoas. Faça um Pix para contato@apublica.org ou doe em apoie.apublica.org.

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Here's the buyout package Skydance is offering employees who don't want to work in person 5 days a week

David Ellison
Skydance has called more employees back to the office under CEO David Ellison.

NYSE

  • Skydance, formed by the merger of WBD and Paramount, told employees to return to the office five days a week or take a buyout.
  • Many Paramount employees had been working fully in person, while WBD staffers were generally at three days a week.
  • Read the memo from Skydance's HR team detailing the standard buyout offer.

David Ellison's Skydance just shared its buyout offer for employees who don't want to return to an office five days a week.

Staffers across the company, which was formed by the merger of Paramount and Warner Bros. Discovery, were told on Monday that they'd soon have to work fully in person. The company didn't say if there were any exceptions to its new RTO mandate.

Eligible employees who aren't willing to work in person can opt to take a standard buyout package of two weeks of severance for every year they've been at Paramount or WBD, two people familiar with the offer told Business Insider.

Most eligible employees will receive that offer, a person familiar with Skydance's proposal said, though there could be exceptions on the timing or the amount received.

Staffers who've been offered severance must decide whether they're leaving the company by 11 p.m. ET on November 8, an HR email viewed by Business Insider said.

Paramount staffers assigned to an office had been required to work from an office five days a week since earlier this year, while WBD workers had been working in an office at least three days a week.

"We recognize that as we bring our teams together, not everyone will see their future here," Skydance's HR team said in an email to staffers.

Skydance's HR email said this buyout "is a one-time offer" and told employees that there are "no additional" offers planned.

Read the full email Skydance's HR team sent below:

As David and Ynon shared earlier today, we recognize that as we bring our teams together, not everyone will see their future here. For some, it may be the in-office policy or the pace of change. For others, it may instead reflect personal or professional goals. To give employees the option to decide what is best for them, we are offering a one-time Voluntary Buyout (VBO) Program to eligible employees.
A VBO gives an eligible employee the opportunity to volunteer to leave the organization in return for a separation package. You are receiving this email because you meet the eligibility criteria and may choose whether to participate in this program. We recognize this is an important personal decision. Please carefully consider the opportunity and notify us of your decision to accept or decline no later than 8:00 p.m. PT on November 8, 2026.
Before you decide, please keep the following in mind:
  • Participation is entirely voluntary.
  • This is a one-time offer; no additional BO programs are planned.
  • If you do not respond by the deadline, you will be considered to have declined the offer.
  • Once submitted, your decision may only be changed during your opt-in window.
  • You may wish to consult a personal financial, tax, or legal adviser before making your decision.
Please click here to indicate your decision and to review additional information, including an estimate of your severance and benefits.
We value your contributions and we want you to feel supported and informed as you consider your decision. For FAQs related to the VBO and our return-to-office policy, please visit the Skydance Integration Hub. For additional questions about the program or your individual offer, please visit My Paramount.
Read the original article on Business Insider

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Delcy Rodríguez acusa líder opositora María Corina Machado de fazer um 'show' com retorno à Venezuela


A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, acusou nesta segunda-feira a líder opositora e vencedora do Prêmio Nobel da Paz María Corina Machado de fazer um “show” com seu retorno ao país, que incluiu um deslocamento por estrada acompanhado por milhares de apoiadores, após dez meses no exílio. A declaração ocorre em meio às negociações sobre a transição democrática venezuelana, conduzidas por representantes da oposição e pelo governo interino com o apoio dos Estados Unidos. Contexto: María Corina Machado retorna à Venezuela após quase dez meses no exílio e pressiona por novas eleições Quer ler mais notícias de Mundo? Acompanhe o canal no WhatsApp Quer morar fora? Veja guia interativo do GLOBO que reúne informações sobre 36 países — Ela poderia evitar o show. Os aeroportos estão aí — afirmou Delcy, em declarações transmitidas pela televisão estatal. A líder da oposição venezuelana e laureada com o Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, acena com uma bandeira da Venezuela ao cumprimentar apoiadores após sua chegada a Caracas, em 25 de outubro de 2026 FEDERICO PARRA / AFP María Corina apareceu de surpresa no domingo em Barquisimeto, no oeste da Venezuela, e iniciou uma viagem de 400 quilômetros até Caracas, que levou várias horas. O deslocamento mobilizou milhares de apoiadores em diferentes estados, provocou congestionamentos nas estradas e foi marcado por manifestações de comemoração. — Um novo capítulo se abre para o país — afirmou Glendis Pirela, de 44 anos, que se juntou à multidão com o neto nos braços. Para Julia Puerta, professora de 42 anos, “as portas se abrem para uma nova Venezuela”. Initial plugin text Transição democrática A capacidade de mobilização demonstrada por María Corina, a figura mais influente da oposição venezuelana, ao voltar para o país aumenta a pressão sobre o processo de transição e reacende o debate sobre seu papel nas negociações. A chefe de comunicação do partido de María Corina, Claudia Macero, reafirmou nesta segunda-feira que a líder opositora está disposta a se reunir com Delcy. — María Corina manifestou sua disposição de se sentar à mesa não apenas com Delcy, mas com quem quer que seja necessário, diante do país e com total transparência, com uma agenda para que essas coisas aconteçam — ressaltou. Veja também: Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez se reúne com representante da oposição Entenda: Oposição venezuelana ratifica María Corina Machado como líder política Embora sua agenda ainda não seja conhecida, Macero assegurou que “nas próximas horas ela deverá se dirigir ao país”. Eleições livres María Corina não foi incluída na mesa de diálogo, mas afirmou que não criaria obstáculos ao processo. Com seu retorno, as expectativas se concentram em sua participação nas negociações iniciadas em agosto. — Há um processo de discussão em uma mesa de diálogo, há um processo de tutela (...), mas as pessoas sentem que falta uma cadeira nessa mesa, e essa cadeira é a delas — destacou Macero durante entrevista à emissora local Unión Radio nesta segunda. — Acho que o papel de María Corina é ouvir as propostas das pessoas e incorporá-las à discussão. Relembre: María Corina Machado tenta voltar à Venezuela três vezes em 24 horas enquanto Delcy Rodríguez está na ONU O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou no domingo que o retorno da líder opositora foi um “resultado direto” do processo de “reconciliação”. Nesta segunda-feira, Rubio contou que o governo americano havia dito às autoridades interinas da Venezuela, semanas atrás, que María Corina deveria poder retornar ao país sem problemas — Conversamos com as autoridades interinas há semanas e semanas — disse ele a jornalistas, acrescentando que Washington explicou que a líder “deveria ter permissão para retornar sem contratempos” ao país. Delcy Rodríguez governa a Venezuela interinamente desde a captura de Nicolás Maduro, em uma operação militar americana realizada em janeiro. Leia mais: Venezuela liberta 39 presos políticos da era Maduro após negociações apoiadas pelos EUA Washington exerce forte pressão sobre seu governo e promove na Venezuela um plano de três fases que prevê a realização de eleições livres, ainda sem data definida. A mesa de diálogo pretende coordenar esse processo por meio de acordos que melhorem as condições para uma transição democrática. A União Europeia afirmou nesta segunda-feira que o retorno de María Corina representa uma “oportunidade” para avançar no diálogo “com vistas à realização de eleições livres e justas”. 'Data da libertação': Em entrevista exclusiva, María Corina Machado prepara tentativa de voltar à Venezuela e cobra eleições A opositora, no entanto, está impedida de disputar eleições. Na última rodada de negociações, foi acordada a revisão das leis que restringem a participação política na Venezuela, sem que ela fosse mencionada diretamente. O partido de María Corina, Vente Venezuela, exige a realização de eleições presidenciais em 2027. A legenda denunciou fraude no pleito de 2024 e sustenta que seu candidato, Edmundo González Urrutia, venceu Maduro. — Acredito que, quando a data for anunciada aqui, os venezuelanos terão a certeza de que a mudança está chegando — disse Macero. (Com AFP)
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Após derrota, Flávio diz que pedirá cassação da chapa de Lula ao TSE e acusa petista de abuso de poder político e econômico


O senador Flávio Bolsonaro (PL) anunciou nesta segunda-feira que pedirá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a cassação da chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito no segundo turno da eleição presidencial. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Flávio acusou o petista de abuso de poder político e econômico, voltou a questionar a prorrogação da votação de domingo e criticou a determinação de entregar seus passaportes à Polícia Federal. Na mesma gravação, ele afirmou que foi intimado pela Polícia Federal a entregar seus passaportes. Antes do pronunciamento, Flávio discutiu os próximos passos políticos com aliados, entre eles o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador de sua campanha, e o senador eleito Guilherme Derrite (PP-SP) em reunião no início desta tarde em Brasília. Segundo relatos de interlocutores do senador, ficou acertado na reunião que Flávio permaneceria no Brasil e assumiria pessoalmente a tarefa de organizar a oposição ao quarto mandato de Lula. A avaliação do grupo é que a votação expressiva recebida pelo senador lhe dá condições de manter a direita unida, especialmente no Congresso. Na sexta-feira, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro defendeu que o irmão deixasse o país caso perdesse a eleição, o que acabou acontecendo. A possibilidade foi rejeitada pelo núcleo próximo do senador, que considera não fazer sentido abandonar o Brasil depois da votação obtida nas urnas. A orientação é que ele preserve o capital político acumulado durante a campanha e mantenha a articulação com governadores, parlamentares e dirigentes partidários que apoiaram sua candidatura. No vídeo, Flávio agradeceu aos eleitores e afirmou que pretende recorrer à Justiça Eleitoral por considerar que a disputa foi desequilibrada por medidas adotadas pelo governo federal. O senador acusou Lula de utilizar recursos públicos para favorecer a própria reeleição, sem apresentar provas das irregularidades alegadas. De acordo com aliados, Flávio desistiu de apresentar uma ação pedindo a anulação da eleição, como havia defendido logo após ser derrotado. — Então eu vou pedir, sim, a cassação da chapa do Lula por todos os abusos que ele cometeu. A lei tem que valer para todo mundo. A competição tem que ser justa e igual, o que não aconteceu. O Lula injetou quase meio trilhão de reais de dinheiro público para fazer a maior compra de votos da história das eleições no Brasil — disse. O senador também voltou a questionar a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de prorrogar o horário de votação até as 19h. Flávio afirmou que a medida alterou as regras durante o pleito e disse que seu impacto precisa ser esclarecido. — O que aconteceu nesse domingo da eleição não foi normal, todo mundo viu. Foi a primeira vez na história do Brasil que um ministro do STF, no caso, ex-advogado do Lula, provocado pelo próprio PT, atropelou o TSE e tomou uma decisão que prorrogou as eleições até as 7 horas da noite — declarou. A campanha de Flávio também havia solicitado a ampliação do horário de votação em municípios de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, em razão de dificuldades de deslocamento provocadas pelo mau tempo. O pedido apresentado pela equipe do senador, porém, tinha abrangência diferente da decisão tomada por Zanin. Restrição para deixar o país Flávio também criticou a determinação do STF de que entregasse seus passaportes e não deixasse o Brasil. O senador afirmou ter sido intimado pela Polícia Federal nesta segunda-feira, quando saía de uma visita ao pai, Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar. Segundo Flávio, a decisão foi fundamentada em uma declaração de seu irmão Eduardo Bolsonaro, feita em 23 de outubro, defendendo que ele deixasse o país caso perdesse a eleição. O senador negou ter considerado essa possibilidade, em linha com o entendimento discutido com seus aliados. — Eu nunca pensei em sair do país. Eu vou entregar os meus passaportes e vou me defender dessa aberração, que é uma clara tentativa de me intimidar. Mas ninguém vai me calar — declarou. Flávio questionou o momento da decisão, que, segundo ele, foi tomada na noite de domingo, depois da divulgação do resultado eleitoral. O senador classificou a medida como uma tentativa de intimidação política. — Pensa comigo: se eu tivesse ganhado as eleições, ia acontecer a mesma coisa? Flávio Bolsonaro eleito, essa PF ia estar do mesmo jeito me intimando no meio da rua? — questionou. A decisão de permanecer no Brasil e assumir a articulação da direita também foi incorporada ao pronunciamento. Flávio afirmou que pretende reunir deputados, senadores e outros políticos eleitos para definir uma estratégia de enfrentamento ao novo governo Lula. — Para resistir ao caos, eu vou organizar a oposição. A gente fez a maioria no Senado e na Câmara. Foi uma vitória que vocês deram para o Brasil — disse.
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Montenegro reaparece ao fim de 10 dias de silêncio: onde andou o primeiro-ministro e o que fez o Presidente?

Primeiro-ministro e Presidente voltam a ter agenda pública esta terça-feira: Montenegro no debate do Orçamento do Estado, Seguro em visitas a instituições europeias em Lisboa. O silêncio do Presidente sobre manifestações tem causado incómodo entre socialistas e outros apoiantes

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Association of Jurists Demands Release of Luisa González in Ecuador

The American Association of Jurists (AAJ) has demanded the immediate release of former Ecuadorian presidential candidate Luisa González, who remains in pretrial detention as part of the Labyrinth case—an investigation into alleged money laundering linked to the financing of the 2023 presidential campaign of the Citizen Revolution (RC) movement.

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Ecuador Opposition Figure Luisa González Challenges Arrest

In a statement released on October 26, the organization described the opposition leader’s detention as arbitrary and questioned the precautionary measure, which was imposed just over a month before Ecuador’s local elections, scheduled for November 29.

The AAJ maintained that pretrial detention must be justified by specific procedural risks, such as the risk of flight or the potential to obstruct an investigation. According to the association, González had remained available to the judicial authorities since a raid conducted in January 2026; she had kept them informed of her international travel, returned to the country, and was subsequently arrested at her home.

“In the absence of a procedural risk, this measure functions as a preemptive sentence,” the organization stated, citing both the Ecuadorian Constitution and Inter-American jurisprudence to argue that the deprivation of liberty prior to a conviction should be an exceptional measure.

The AAJ also denounced the use of ongoing investigations—in which no verdict has been reached—as tools for electoral exclusion, noting that González’s detention occurs within a broader context of decisions that, in the organization’s view, restrict democratic competition.

⭕️ #ATENCIÓN | La Asociación Americana de Juristas condenó la detención de @LuisaGonzalezEc y exigió su libertad inmediata. La organización denunció el uso de la prisión preventiva y de investigaciones sin sentencia como mecanismos de exclusión electoral y alertó sobre la… pic.twitter.com/KaV7c1Tb36

— Radio Pichincha (@radio_pichincha) October 25, 2026

The text reads, “The American Association of Jurists condemned the detention of @LuisaGonzalezEc and demanded her immediate release. The organization denounced the use of pretrial detention and investigations without a sentence as mechanisms of electoral exclusion and warned about the proscription of the opposition in Ecuador. The AAJ will bring the case before the IACHR and UN organizations.”

In its statement, the association linked González’s case to a series of actions taken against opposition organizations and figures. These include the temporary suspension of the Citizen Revolution, the deregistration of other political parties, the suspension of the AMIGO movement, and the rejection of González’s candidacy.

The organization also pointed to the raid on the Quito municipal government offices and the decision to move up the date of the elections. According to the AAJ, these actions constitute a pattern of suppressing the political opposition in Ecuador. The organization argued that the American Convention on Human Rights limits the restriction of political rights and prohibits the suspension—even during states of emergency—of the judicial guarantees essential for their protection.

Furthermore, the legal organization announced that it will bring the case before the Inter-American Commission on Human Rights (IACHR), the United Nations Special Rapporteur on the independence of judges and lawyers, and the Working Group on Arbitrary Detention.

Additionally, it called on electoral observation missions to assess the conditions for fair competition in the elections scheduled for November 29. The statement was signed by Claudia V. Rocca, president of the AAJ Continental, and Vanessa Ramos, the organization’s secretary-general.

#Ecuador | Former President Rafael Correa denounced the arrest of Luisa Gonzalez, a former presidential candidate and a leading figure in the Citizen Revolution movement.https://t.co/X40VSCtbKF

— teleSUR English (@telesurenglish) October 23, 2026

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Ações de bancos brasileiros desabam e reduzem em US$ 10 bi fortuna de banqueiros em ranking de bilionários


Os banqueiros mais ricos do Brasil perderam cerca de US$ 10 bilhões nesta segunda-feira, depois que uma vitória surpreendente de Lula provocou forte queda nos mercados locais e levou a bolsa a suspender as negociações temporariamente. Após vitória: Lula terá de convencer o mercado e vai mirar centro da meta fiscal para conter gastos Para cobrir bondades: Governo Lula terá que enviar ao Congresso ajuste de ao menos R$ 20 bi no Orçamento de 2027 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de 80 anos, conquistou o quarto mandato ao derrotar Flávio Bolsonaro por 4,4 milhões de votos, embora Flávio tenha chegado ao segundo turno como favorito. O resultado derrubou os mercados diante da expectativa de que Lula adote uma política fiscal mais frouxa, o que reduziria o espaço para cortes de juros. No total, os 10 brasileiros entre as 500 pessoas mais ricas do mundo acumulavam perdas de US$ 15 bilhões até o meio-dia em Nova York, segundo o Índice de Bilionários da Bloomberg, a maior queda em um único dia desde a criação da lista, em 2012. Após disparada do dólar: ministro da Fazenda conversa com Lula e coordena com BC intervenção do Tesouro André Esteves, de 58 anos, fundador do Banco BTG Pactual, que se encontrou com Flávio durante a campanha, perdeu US$ 4,4 bilhões, ou cerca de 30% da fortuna, agora estimada em US$ 11,3 bilhões, segundo o índice de riqueza. David Vélez, controlador da Nu Holdings, viu a fortuna cair cerca de US$ 2,6 bilhões. Vélez, de 45 anos, é colombiano, mas o Nubank é um banco brasileiro que concentra a maioria das operações no país. Pedro e Fernando Moreira Salles, controladores do Itaú Unibanco Holding, maior banco da América Latina, perderam juntos cerca de US$ 2 bilhões. Com alta do dólar: perspectiva é de salto em exportações do agro brasileiro, pressionando preços de commodities No total, os quatro executivos do setor bancário têm patrimônio líquido combinado de US$ 45 bilhões, segundo o índice de riqueza da Bloomberg, com cerca de 18% das fortunas evaporando em um único dia. O resultado eleitoral também derrubou o real em cerca de 9% nesta segunda-feira, o que encarecerá as importações e poderá alimentar a inflação. A família Moreira Salles é o clã mais rico do Brasil e reúne quatro irmãos, embora apenas Pedro, de 67 anos, e Fernando, de 80, sejam acionistas do Itaú. Os outros dois irmãos, João e Walter, venderam as participações em 2022 e são apoiadores de destaque de Lula. Regulamentação da PEC 6x1 e detalhe da Reforma Tributária: veja os projetos que Lula deve enviar ao Congresso após ser reeleito Durante a campanha, João escreveu um artigo na revista Piauí, que fundou, no qual criticou executivos brasileiros que haviam se reunido com Flávio em um jantar, entre eles Esteves. Walter é cineasta vencedor do Oscar e também já criticou Flávio. João e Walter, cujos investimentos se concentram em uma mineradora de capital fechado e na Alpargatas, fabricante das sandálias Havaianas, acumulavam perdas de US$ 1,2 bilhão até o meio-dia.
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🔴IL VECCHIO MUORE | LEVANTE LIVE

🚨Lula vince il ballottaggio, gli studenti serbi mandano a casa Vučić, le piazze d’Europa scendono in strada contro la guerra: in un solo fine settimana il mondo ha prodotto tre esempi, e nessuno viene da Washington o da Bruxelles. 🔵 A Levante, lunedì 26 ottobre 2026, Margherita Furlan dialoga con Alessandro Volpi, storico dell’economia, e Angelo D’Orsi, storico del pensiero politico e biografo di Gramsci, sui BRICS come esempio e non come blocco, sull’interregno in cui il vecchio muore e il nuovo non può ancora nascere, e su un’Europa che non sa più dare l’esempio a nessuno. Affrontiamo insieme: 🇧🇷 Brasile: Lula al 51,8%, oltre 64 milioni di voti, contro il candidato ricevuto nello Studio Ovale. L’ultimo grande Paese dell’America Latina a non essere di proprietà 🌎 Il continente trumpiano: da Buenos Aires a Bogotá, da Santiago a La Paz, e il Venezuela sotto tutela dopo la cattura di Maduro 🇷🇸 Serbia: la Lista studentesca al 52%, affluenza al 70%, Vučić che ammette la sconfitta. Un popolo che cambia governo senza cambiare padrone 🇪🇺 Von der Leyen rivendica Lula e Belgrado in un’ora, ma né Lula né gli studenti serbi votano le sanzioni a Mosca 🪧 Roma, Milano, Torino: «Fuori l’Italia dalla guerra», 4.292 identificati in un giorno, 110 minorenni in questura, idranti a Santa Susanna 🌍 I BRICS come «carrello del giudizio»: non un’alleanza, non una moneta, ma la dimostrazione che un altro ordine è possibile 📖 Gramsci e l’interregno: «il vecchio muore e il nuovo non può nascere», e i fenomeni morbosi che abbiamo davanti ⛽ Il Golfo che negozia la propria sicurezza senza Washington, il Pil saudita in caduta, Hormuz sotto veto iraniano 💶 Spesa sociale contro spesa militare: il Brasile vince con gli sgravi alle famiglie, l’Italia governa con due decreti e il riarmo al 3,5% ❓ La domanda dura: la piazza ha ragione anche quando fa cadere Vučić, amico di Mosca e Pechino? E la sinistra europea, che festeggia Lula, perché non ne produce uno? 📚 LIBRI DEGLI OSPITI Alessandro Volpi, La finanza è colpevole, Einaudi, 2026 Alessandro Volpi, La guerra della finanza, Laterza, 2025 Alessandro Volpi, I padroni del mondo, Laterza, 2024 Angelo D’Orsi, Gramsci. La biografia, Feltrinelli, 2024 Angelo D’Orsi, Gramsci. Una nuova biografia, Feltrinelli, 2017 📡 CASA DEL SOLE TV | Informazione libera e indipendente Casa del Sole TV non ha editori privati né finanziamenti pubblici: siamo sostenuti da voi, il nostro pubblico. 35.000 euro entro il 29/11/26 DONA ORA 💳 Dona tramite bonifico bancario: IBAN IT63P0326822300052392596590, intestato a LA CASA DEL SOLE EDIZIONI, causale Erogazione liberale Casa del Sole TV 🅿 Dona tramite PayPal: paypal.me/casadelsoletv ⏰ Sostegno ricorrente: casadelsole.tv/sostienici Anche un piccolo contributo fa la differenza. Grazie di cuore! ❤ 📖 I LIBRI DI MARGHERITA FURLAN BRICS Scacco Matto (disponibile in italiano, inglese, russo) 🌐 SEGUI CASA DEL SOLE TV YouTube: @CasadelSoleTVChannel ✌ Sito: casadelsole.tv #Levante #CasadelSoleTV #MargheritaFurlan #Geopolitica #Multipolarismo #Lula #Brasile #Serbia #BRICS #Gramsci #AlessandroVolpi #AngeloDOrsi

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Garrett Oliver, mestre-cervejeiro da Brooklyn Brewery, promove eventos sobre cervejas artesanais no Rio


Garrett Oliver, mestre-cervejeiro da Brooklyn Brewery, de Nova York, vem ao Rio para promover uma série de eventos sobre cervejas artesanais que acontecem ao longo da semana no Brewteco, em Botafogo, no Delirium Café, em Ipanema, e no Booze Bar Lapa. Nos três encontros, de quarta a sexta-feira, Oliver apresentará novas cervejas e vai abordar o tema de criatividade cervejeira, ingredientes regionais e importância da cerveja com gastronomia, assunto que explora amplamente em seu livro "A Mesa do Mestre-Cervejeiro" (disponível em português pela Editora Senac). Referência internacional em cervejas, Oliver é famoso por sua atuação na valorização da cerveja como parte fundamental da gastronomia e da cultura. Ele foi o primeiro cervejeiro a receber o James Beard Award, uma das maiores honrarias da gastronomia mundial, frequentemente chamado de o "Oscar da Culinária" dos Estados Unidos. — Garrett Oliver adora o Brasil, nosso povo, nossa cultura, nossa culinária e nossos ingredientes. É sempre um prazer ter um defensor do importante papel da cerveja artesanal junto à boa gastronomia nos brindando com seu conhecimento — afirma Iron Mendes, fundador e CEO da Cervejaria Maniacs, sócia da Brooklyn Brewery no Brasil. Fundada em 1988, no bairro homônimo em Nova York, a Brooklyn é atualmente a oitava maior cervejaria independente dos EUA e está presente no Brasil desde 2010. Em 2018 iniciou a produção local através da parceria com a Cervejaria Maniacs de Curitiba, responsável pela produção e distribuição da Brooklyn em todo Brasil. Serviço: Brewteco Botafogo: Dia 28 de outubro, às 19h Degustação guiada 7 cervejas Brooklyn: Bel Air, Blast!, East IPA, Amber Lager, Post Road Pumpkin Ale, Black Chocolate Stout e Tropicália (lançamento collab com Brewteco e Three Monkeys) Ingressos aqui Delirium Café Ipanema 29 de outubro, às 19h Bate-papo descontraído sobre a história da Brooklyn e suas cervejas. Chopps Blast!, East IPA, Post Road Pumpkin Ale e Black Chocolate Stout. Ingressos livres na casa e consumo individual Booze Bar Lapa Dia 30 de outubro, às 19h Invasão de chopps Brooklyn e lançamento drink autoral Brooklyn & Booze. Chopps Bel Air, Amber Lager, East IPA e Blast! Ingressos livres na casa e consumo individual
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