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Sociedade Mais de 300 pessoas voltaram hoje à noite à Praça D. João I no Porto Muitos dos maniferstantes que tinham estado ao final da tarde desta terça-feira na manifestação na Praça da Trindade, reuniram-se na Praça D. João I em assembleia popular.

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Sociedade Manifestantes em frente do Parlamento fazem apelo a greve geral CGTP admitiu esta semana convocar uma nova greve geral contra o aumento do custo de vida e em defesa dos salários, pensões, educação, proteção social e habitação.

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Sociedade Ativistas contra proposta de Orçamento do Estado que favorece "negócio imobiliário" "Este Orçamento de Estado não nos serve, não serve a habitação, é um Orçamento que está cheio de medidas que favorecem os fundos de investimento imobiliário e o negócio imobiliário", afirmou Rita Silva.

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Milhares de manifestantes em protesto pelo direito a uma casa junto ao parlamento

Milhares de apoiantes já enchiam hoje ao final da tarde a rua de São Bento, defronte do parlamento, em Lisboa, obrigando a PSP a interromper o trânsito ainda antes da hora marcada da concentração pelo direito à habitação, às 18h30.

Com cartazes e gritando palavras de ordem, muitos cidadãos responderam à mobilização para hoje, que junta o movimento que organizou a Acampada de Lisboa, no Rossio, e a plataforma Casa Para Viver.

“Mais salário, menos porrada”, “todos precisam de um teto, até as tendas. Rua Luís”, “a juventude precisa de uma casa para viver” ou “somos mansos mas não somos tansos”, podia ler-se nas centenas de cartazes empunhados pelos manifestantes anónimos.

Ao contrário do que se tem verificado nas concentrações realizadas na praça do Rossio, organizadas pela Acampada de Lisboa e que juntam maioritariamente jovens, hoje junto à Assembleia da República havia mais diversidade etária e também menos adereços associados a causas como a Palestina

De início, um coro improvisado cantou músicas de intervenção, mobilizando os presentes que também gritavam palavras de ordem, como “25 de Abril sempre” ou “estamos juntos, estamos fortes”.

A cantora Marisa Liz iniciou uma série de concertos improvisados de artistas solidários com a causa agendado para esta noite, cantando uma versão de Zeca Afonso da música “O pintor morreu”.

“Estamos numa luta justa, sem violência”, começou por dizer a cantora, que, quando alguns polícias desceram a escadaria da Assembleia da República, num acerto do forte dispositivo que rodeia o parlamento, disse: “Juntem-se”.

“O nosso país não está à venda”, acrescentou a cantora, que defendeu a intervenção da população nas ruas e não apenas através das eleições.

“Um país não se governa só com o Governo” e também é possível “influenciar as decisões no decorrer de cada mandato”, disse a artista, arrancando aplausos.

A manifestação ocorre no dia em que começou no parlamento a discussão na generalidade da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).

Durante a madrugada de domingo, a PSP dispersou, à bastonada e com recurso a cães, as manifestações pelo direito à habitação em Lisboa e no Porto, após mais de duas horas de tensão e ordens para que as pessoas saíssem e as tendas fossem retiradas.

Os manifestantes não acataram as ordens, invocando o direito constitucional à manifestação.

Segundo a PSP, registaram-se, no total, 33 feridos e 33 detidos por desobediência. Em comunicado, as organizações das acampadas referiam dezenas de feridos.

A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) abriu um processo na sequência das intervenções policiais que aconteceram na madrugada de domingo em Lisboa e no Porto. Também a provedora de Justiça pediu à PSP, com caráter de urgência, informações sobre a carga policial na madrugada de domingo sobre os manifestantes.

Os partidos de esquerda criticaram a intervenção policial e pediram esclarecimentos ao primeiro-ministro e a intervenção do Presidente da República, António José Seguro.

O chefe de Estado apelou hoje ao diálogo sobre a habitação “e nunca à violência”, afirmando que não gostou das imagens que viu, mas que aguarda o resultado dos inquéritos sobre a atuação policial sobre manifestantes.

Os manifestantes exigem a reversão da nova lei do arrendamento, o fim das demolições e dos despejos sem alternativa habitacional, um travão à aquisição de habitação por fundos imobiliários, o aumento da habitação pública, a recuperação de imóveis devolutos para fins habitacionais e tetos “verdadeiramente acessíveis” à renda.

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Smart Sampa firma parceria com MP para uso contra crime organizado e violência doméstica


A Prefeitura de São Paulo assinou nesta terça-feira dois acordos com o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) para ampliar o uso do sistema de monitoramento Smart Sampa no combate ao crime organizado e à violência doméstica. Uma das parcerias permitirá que promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) utilizem imagens e informações técnicas do sistema em investigações. A outra prevê o uso das câmeras para ajudar a localizar homens que ainda não tenham sido notificados judicialmente sobre medidas protetivas. Os acordos foram assinados pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) e pelo procurador-geral de Justiça em exercício, Ivan Francisco Pereira Agostinho, na sede da prefeitura, no Centro de São Paulo. O primeiro convênio terá validade de 12 meses, com possibilidade de prorrogação. O segundo, voltado à proteção de mulheres, terá vigência de cinco anos e integra o programa Alerta de Proteção Integrada. — O Ministério Público de São Paulo sabe trabalhar de forma integrada. A assinatura desses acordos é um marco. É um privilégio estar aqui — afirmou Agostinho, que classificou o Smart Sampa como um exemplo de bom uso dos recursos públicos. A assinatura ocorreu em meio à investigação sobre o vazamento de credenciais de acesso ao Smart Sampa. Questionado se seria prematuro ampliar o compartilhamento de informações enquanto o caso ainda está sob apuração, Nunes defendeu a importância dos acordos, mas se recusou a responder diretamente à pergunta. — Se a sua pergunta é se a gente está sendo prematuro com relação a essa atividade, você vai me desculpar, mas eu prefiro não responder — afirmou. O prefeito contestou a caracterização do episódio como uma invasão ao sistema e disse que é necessário distinguir uma invasão do uso de credenciais fornecidas por terceiros. — Em nenhum momento aconteceu invasão. Uma coisa é pegar e eu invadir o seu celular. Você passar sua senha para alguém, essa pessoa me passa a senha, eu vou entrar com a senha — declarou. O caso envolve a exposição de logins e senhas que poderiam permitir o acesso a informações pessoais, como CPFs. O Ministério Público também apura o episódio, classificado como grave pelo procurador-geral de Justiça. Nunes afirmou que as investigações devem continuar. Ainda de acordo com o prefeito, a prefeitura monitorava a situação e que um dos casos acompanhados era usado como “isca”, sem explicar o que isso significava. Segundo ele, o funcionário envolvido era um guarda civil metropolitano que ingressou na corporação por concurso em 2023 e não tinha histórico de mau comportamento. O servidor foi afastado, e o caso deverá resultar em sua demissão, de acordo com o prefeito. Nunes também declarou que uma nova exigência de segurança para o acesso à plataforma é o reconhecimento facial de todos os usuários, incluindo os nove promotores do Ministério Público que terão acesso ao sistema por meio do acordo firmado nesta terça-feira. — A partir de hoje, só vai acessar tanto os promotores, que são nove promotores que terão acesso ao Smart Sampa, como os policiais civis, como a Polícia Municipal, como a Polícia Federal, como qualquer um que tem acesso ao Smart Sampa, ele só vai poder entrar no sistema se fizer o reconhecimento facial — afirmou. Um dos acordos assinados hoje prevê o uso das mais de 50 mil câmeras do Smart Sampa para auxiliar na identificação de homens que tenham medidas protetivas determinadas pela Justiça, mas ainda não tenham sido encontrados para receber a notificação formal. Para viabilizar a iniciativa, o Ministério Público fornecerá à prefeitura um banco de dados com informações sobre essas pessoas. Quando um homem cadastrado no sistema for identificado pelas câmeras, a tecnologia poderá emitir um alerta para que uma equipe da Guarda Civil Metropolitana (GCM) faça a abordagem e comunique oficialmente a medida judicial. A proposta é evitar que a responsabilidade pela entrega da notificação recaia sobre a própria vítima. Segundo a promotora de Justiça Vanessa Therezinha, do Núcleo de Gênero do MP-SP, cerca de 40% dos homens nos casos analisados pelo órgão em que havia medidas protetivas ainda não tinham sido informados formalmente sobre as restrições impostas pela Justiça. Vanessa também citou os resultados do programa Guardiã Maria da Penha, parceria entre a prefeitura e o Ministério Público que acompanha mulheres em situação de violência doméstica. Segundo ela, desde 2014, agentes fizeram visitas a 25 mil vítimas e, nesses casos, não houve feminicídio consumado. O outro acordo prevê o intercâmbio de imagens e informações técnicas entre a prefeitura e o Gaeco para apoiar investigações e análises sobre organizações criminosas. O acordo também contempla atividades de prevenção e repressão a delitos dentro da competência do grupo. O promotor Luiz Fernando Bugiga Rebellato destacou que o acesso à estrutura de monitoramento poderá ampliar a capacidade dos investigadores de identificar suspeitos e acompanhar deslocamentos de pessoas que sejam alvo de apurações. — Desde que visitamos o Smart Sampa pela primeira vez, vimos o grande potencial da estrutura que a prefeitura tem implementado, não só na identificação de criminosos. O policiamento preventivo, o monitoramento e os deslocamentos de determinados alvos têm um potencial muito grande para aprimorar as nossas investigações — afirmou. Bugiga também ressaltou a importância da cooperação entre instituições no enfrentamento às facções criminosas. Durante a cerimônia, Nunes afirmou que o sistema conta com cerca de 58 mil câmeras e anunciou a expansão da rede com mais 20 mil equipamentos. Para o professor Jéferson Campos Nobre, do Instituto de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o uso do reconhecimento facial em investigações policiais exige salvaguardas para evitar violações de direitos fundamentais, como perseguições políticas e a grupos minoritários. Ele também alerta para vieses nos algoritmos, que podem levar a erros de identificação e atingir de forma desproporcional determinadas populações. — O reconhecimento facial é sempre uma técnica que precisa ser muito bem avaliada. A metodologia que vai ser utilizada tem que ser muito clara, muito transparente, com um forte controle com auditoria — afirma. Segundo Nobre, um dos riscos é o chamado falso positivo, quando o sistema identifica uma pessoa como se fosse outra. Ele defende que o uso da tecnologia em atividades judiciais e policiais tenha limites claros, tanto para definir o que pode ser feito com os dados quanto para estabelecer o grau de automatização das decisões e a participação humana na avaliação dos resultados. Sobre os acordos, o professor avalia que a parceria pode ampliar a fiscalização e criar condições para auditorias sobre o funcionamento do Smart Sampa. Ele ressalta, porém, que é necessário delimitar o escopo do compartilhamento para evitar usos não previstos das informações obtidas. — A assinatura do acordo é muito importante. Ela traz mais segurança, inclusive para fazer uma boa auditoria, que eu acho que é necessária nesse caso específico, em relação aos procedimentos que eram adotados e verificar as possíveis falhas que o sistema apresentava — afirma. Para Nobre, a definição de limites para o uso dos dados deve ser uma das prioridades da parceria. Ele considera necessário estabelecer claramente quais informações poderão ser acessadas e para quais finalidades, além de prever mecanismos de fiscalização e garantias jurídicas. Para Lígia Anjos, mestre em Inteligência Artificial para Sociedades Sustentáveis pela Universidade de Tallinn, na Estônia, a integração do Smart Sampa com o Ministério Público já estava prevista no edital original do programa. Ela afirma, porém, que a prefeitura precisa esclarecer quais dados serão compartilhados com o grupo e como essas informações serão utilizadas. — O convênio prevê o intercâmbio de informações, mas não diz exatamente quais dados do Smart Sampa serão usados. É uma pergunta que precisa ser feita, porque estamos falando de dados dos cidadãos — afirma a especialista. Segundo Lígia, o uso de imagens das câmeras do programa para auxiliar investigações de crimes já ocorre, por exemplo, quando a polícia solicita registros que possam ajudar a identificar suspeitos após uma ocorrência. A novidade da parceria, na avaliação dela, está na ampliação do uso do reconhecimento facial para localizar pessoas que precisam receber uma medida judicial e não foram encontradas. A especialista também questiona por quanto tempo as informações compartilhadas entre órgãos públicos serão armazenadas e quais serão os critérios para excluí-las após o encerramento de uma investigação. — Hoje, existe um prazo máximo para armazenar as informações. Se elas não forem usadas, são excluídas. Todo rosto que passa pelo sistema fica gravado em uma base de dados por poucos dias e depois é deletado. Isso já tem auditoria, já é feito. Mas, a partir do momento em que esses dados são enviados para outra secretaria, quanto tempo vão ficar armazenados? Em algum momento, vão verificar se serão apagados? Quando a investigação se encerra ou quando esses dados são excluídos? — questiona. A especialista também alerta que a ampliação do número de instituições com acesso às informações não garante, por si só, mecanismos mais rigorosos de fiscalização e responsabilização. Para ela, a divisão dessas atribuições pode dificultar a identificação da origem de eventuais erros do sistema. — A responsabilidade continua distribuída e vai sendo cada vez mais distribuída entre os atores. Então, quando o sistema falha, porque é uma tecnologia e elas apresentam falhas, fica cada vez mais difícil saber de onde essa falha veio — afirma. De acordo com o promotor Carlos Gaya, do Gaeco, a parceria é como se o grupo tivesse ganhado uma série de agentes. Ele explicou que o uso do sistema para investigar o crime organizado pode acontecer em qualquer fase, mas sempre vai exigir que tenha um procedimento investigatório formal ou processo judicial instaurado. — É como se você tivesse ganhado agentes espalhados em campana pela cidade toda, 24 horas por dia, com instrumento de reconhecimento facial e leitura de placas. Isso nos permite verificar deslocamentos, encontros e até mesmo identificar onde estão escondidos alguns foragidos — afirmou
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Principal novidade na Esplanada de Lula, Ministério da Segurança tem nomes cotados; saiba quais


A criação do Ministério da Segurança Pública desponta como a principal novidade da Esplanada no quarto mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Prometida pelo presidente para ampliar a atuação do governo federal no combate ao crime organizado, a nova pasta já tem nomes cotados para o comando, entre eles o do promotor de Justiça Lincoln Gakiya, conhecido por sua atuação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC). Entre aliados de Lula, também são considerados nomes como Rui Costa e Camilo Santana, ambos ex-governadores da Bahia e do Ceará, respectivamente, por terem um discurso mais duro de combate à criminalidade dentro do PT e estarem próximos ao presidente.  Interlocutores do presidente afirmam que nenhum nome foi sondado para a função até o momento, mas que já há perfis sendo considerados internamente. De acordo com aliados, Lula pretende dar peso institucional e protagonismo ao tema no seu quarto mandato, além manter o tom mais duro de combate ao crime, semelhante ao que adotou durante a campanha eleitoral. No segundo turno, Lula chegou a usar o lema: "Para o povo trabalhador, a proteção. Para o bandido, a prisão.”  A criação da pasta é uma promessa de campanha de Lula e depende da aprovação da PEC da Segurança no Senado, projeto que é uma das prioridades do governo para ser apreciada até o final do ano, que estabelece novas funções ao governo federal para gestão da segurança pública. A partir disso, também seria discutido um orçamento específico para a pasta. Assim, a área da segurança pública seria desmembrada do Ministério da Justiça, que se tornaria uma pasta independente. Integrante do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo, Gakiya tem duas décadas de atuação no combate ao crime organizado e vem sendo considerado para o cargo. Defensores do seu nome apontam que sua escolha mostraria que Lula está disposto a dar uma resposta forte ao combate ao crime organizado. Gakiya é considerado o maior especialista em de combate ao PCC no país. Em 2019, enquanto o governo de São Paulo hesitava por medo de uma reprise do terror dos atentados de 2006, Gakiya decidiu agir sozinho para isolar a cúpula da facção no sistema penitenciário federal. Sem apoio formal do governador ou do procurador-geral, protocolou o pedido de transferência de Marcola e outros 21 líderes. Um ato que ele mesmo classifica como seu “decreto irreversível de morte”. Hoje, sua escolta rivaliza com a de governadores e presidentes. O senador eleito Rui Costa e o senador Camilo Santana também são cotados por terem experiência administrativa e pela proximidade com Lula. Não há consenso no nome de Gakiya no entorno de Lula e interlocutores citam a necessidade de que o ministro de uma área tão sensível como essa já tenha sido testado por Lula, com o argumento de que o ministério será cobrado publicamente por resultados e precisará ter uma marca própria de gestão. Aliados afirmam que Lula tem simpatia pela trajetória de Gakiya, mas não tem convívio com ele. Tanto Camilo quanto Rui Costa adotam um tom acima do PT no combate à criminalidade e defendem ações mais duras para enfrentar bandidos. Ambos também tiveram influência na modulação do discurso de Lula ao longo dos últimos tempos, na defesa do endurecimento de penas e recentemente atuaram para que Lula afirmasse publicamente ser favorável à redução da maioridade penal para 16 anos para crimes hediondos, o que ocorreu em entrevista ao Jornal Nacional, no segundo turno da campanha presidencial:  — Em todo e qualquer crime hediondo, eu sou a favor de reduzir a maioridade penal (...) Eu acho que a sociedade brasileira inteira é a favor — disse Lula.
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Com previsão de rombo de R$ 14 bilhões, orçamento do Estado do Rio começa a ser analisado na Alerj


A Comissão de Orçamento da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou nesta terça-feira, por unanimidade, o parecer prévio ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 e ao Projeto de Revisão do Plano Plurianual (PPA) referente ao período de 2024 a 2027. Esse é o primeiro ato da tramitação dos projetos, que deve dominar os debates na Casa nas próximas semanas. A expectativa é que o texto da Lei Orçamentária encaminhado pelo governo do estado — que prevê um déficit de R$ 13,98 bilhões, com despesas de R$ 138,37 bilhões e receita estimada em R$ 124,39 bilhões — sofra modificações importantes a partir de emendas que poderão ser apresentadas pelos deputados entre os dias 5 e 11 do mês que vem. Repercussão: Possível saída de Flávio do país causa mal-estar no PL da Alerj, e ala bolsonarista sinaliza afastamento do senador Petista no jogo: Derrota de Flávio Bolsonaro para Lula mexe com o xadrez político na Assembleia Legislativa do Rio; entenda O processo será conduzido pelo deputado Douglas Ruas (PL), presidente da Alerj, que a partir de janeiro tomará posse como governador do estado e será o responsável por administrar o orçamento final aprovado pela Assembleia. A previsão é de que o debate em torno do texto será iniciado na semana que vem no plenário e a votação final está prevista para acontecer no dia 17 de dezembro. Antes de aprovar o parecer prévio, a Comissão de Orçamento realizou, no fim da manhã de ontem, audiência pública sobre o tema. O secretário estadual de Planejamento e Gestão, Rafael Abreu, apresentou as estimativas de receita e despesa para 2027. Segundo ele, a receita líquida do Tesouro Estadual deverá crescer 17,5% em relação ao orçamento de 2026. As despesas, por sua vez, também devem aumentar R$ 11,8 bilhões na comparação com o valor previsto para este ano. Composição em jogo: Aliados defendem autonomia de Douglas Ruas no Governo do Rio após derrota de Flávio Bolsonaro A comissão analisou ainda o Relatório de Gestão Fiscal referente ao segundo quadrimestre de 2026, apresentado pelo subsecretário estadual de Fazenda, Tomaz Leal. Segundo os dados do Executivo, o estado registrou superávit orçamentário de R$ 376 milhões no período, impulsionado principalmente pelo crescimento das receitas líquidas, com destaque para o ICMS. Entre maio e agosto, o resultado de caixa informado pelo governo foi de R$ 9,2 bilhões, ante R$ 8,82 bilhões no mesmo período de 2025. No acumulado dos dois primeiros quadrimestres, a arrecadação cresceu R$ 5 bilhões, segundo Leal. — A aprovação do parecer prévio é uma etapa importante, mas estamos apenas começando a discussão do orçamento de 2027. O Estado tem um déficit projetado de quase R$ 14 bilhões, o que exige muita responsabilidade. Até dezembro, vamos aprofundar esse debate para construir uma peça orçamentária que dê condições ao próximo governo de executar as políticas públicas e recuperar a capacidade de investimento do Estado — disse o deputado Gustavo Tutuca (PP), presidente da Comissão de Orçamento. Entenda: Por que o interior do Estado do Rio vota diferente da capital? O parecer prévio foi aprovado com os votos dos deputados Gustavo Tutuca (PP), presidente da comissão, André Corrêa (PSD), Celia Jordão (PSD), Daniel Librelon (Rep), Bruno Dauaire (PL), Zeidan (PT) e Jair Bittencourt (PL). Cronograma O calendário de tramitação dos projetos prevê que após a audiência pública com as secretarias estaduais de Fazenda e de Planejamento e a aprovação dos pareceres prévios na Comissão de Orçamento, os documentos sejam publicados na quinta-feira. As primeiras discussões em plenário ocorrerão na semana que vem, em 3 e 4 de novembro. A apresentação de emendas acontece nos dias nos dias 5, 6, 9, 10 e 11 de novembro. Elas depois são encaminahdas para análise da comissão que aparesentará pareceres em 8 de dezembro. A discussão e votação dos projetos em plenário estão previstas para 15 de dezembro, com a redação final marcada para o dia 17. Aprovadas, as propostas serão encaminhadas ao Executivo, que terá 15 dias para sancioná-las ou vetá-las.
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Marinho diz que esperava papel de 'liderança' de Flávio e lamenta possível saída do país: 'Não digo que concordo porque não fui consultado'


Coordenador da candidatura derrotada de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou nesta terça-feira que foi surpreendido pelas notícias sobre a possível saída do aliado do Brasil e que esperava que ele assumisse a liderança da oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Marinho disse que não foi informado sobre qualquer viagem e relatou ter recebido uma mensagem de Flávio pela manhã, na qual o senador afirmou que precisava de um tempo antes de voltar a conversar com seus aliados. — Então até compreendo caso Flávio tenha saído do Brasil. Não digo que concordo porque não fui consultado — afirmou. Marinho contou que esteve com Flávio até as 16h de segunda-feira, quando os dois discutiram os próximos passos após a derrota eleitoral. Segundo ele, a expectativa era que o senador aproveitasse os quase 60 milhões de votos recebidos para assumir uma posição de destaque na articulação da oposição ao governo Lula. — Fiquei surpreso porque ontem conversamos sobre a necessidade de que Flávio assumisse esse papel de liderança da oposição. Temos um governo que fez mal ao país e precisamos ficar vigilantes — disse. O coordenador da campanha afirmou que tentou entrar em contato com Flávio depois de ser procurado pela imprensa nesta terça-feira. Segundo ele, o senador respondeu por mensagem, mas não informou onde estava. — Hoje pela manhã, quando tive o contato da imprensa, tentei contactar Flávio. Eu recebi uma mensagem de texto em que ele dizia que queria dar um tempo hoje e depois conversaríamos de novo — relatou. Marinho ressaltou que, até o momento da declaração, não tinha confirmação de que Flávio havia deixado o país nem informações sobre a possibilidade de receber asilo político do governo de Donald Trump. — Nós todos não temos informações ainda sobre o paradeiro. Apenas algumas notícias que saíram na imprensa que demonstram que pode ter havido um deslocamento do senador Flávio a outro país — afirmou. — Não tenho a notícia de que Trump daria asilo ao Flávio. Apesar de reconhecer que não foi consultado, Marinho procurou justificar uma eventual decisão do senador de deixar o Brasil. Ele criticou as medidas cautelares determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da investigação sobre a relação de Flávio com o advogado Willer Tomaz. O entorno de Flávio Bolsonaro tem alegado que o senador não tinha poderes para movimentar uma conta bancária da Alcazar Holding, empresa da qual o advogado Willer Tomaz é sócio. Essa versão vem sendo sustentada pelo próprio Willer, que divulgou um suposto documento do Santander para reforçar a alegação. Investigadores, no entanto, apontam elementos que indicariam a vinculação do senador à conta. Na avaliação do parlamentar, as suspeitas investigadas não justificariam as restrições impostas ao ex-candidato à Presidência. Marinho também questionou a rapidez com que, segundo ele, a Polícia Federal solicitou as medidas após a confirmação do resultado eleitoral. — Em uma democracia, é muito estranho que um candidato a presidente seja alvo de medidas cautelares — afirmou. — Me parece uma preparação para uma coisa mais persecutória. O senador disse ainda que compreende a possibilidade de Flávio ter decidido deixar o país diante do cenário político e jurídico, embora tenha reiterado que não participou de qualquer discussão sobre a viagem. Questionado se Flávio poderia exercer a liderança da oposição mesmo fora do Brasil, Marinho citou a venezuelana María Corina Machado, uma das principais figuras da oposição ao governo de Nicolás Maduro. — María Corina faz isso há muito tempo — respondeu. Marinho também afirmou que as conversas realizadas nesta terça-feira com dirigentes e parlamentares do PL trataram das articulações para a escolha dos próximos presidentes da Câmara e do Senado, previstas para 2027. O senador é um dos nomes envolvidos nas negociações para o comando da Casa.
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Aviões militares dos EUA são detectados em base no Equador, de onde país lidera ofensiva contra o narcotráfico


Dezenas de voos militares das Forças Armadas dos Estados Unidos foram detectados desde junho na base aérea equatoriana de Taura, perto de Guayaquil, meses após Washington e Quito anunciarem uma nova etapa de cooperação no combate ao narcotráfico. Uma investigação da AFP, baseada em registros de tráfego aéreo, imagens de satélite, documentos militares e depoimentos, identificou cerca de 20 voos de aproximadamente dez aeronaves diferentes da Força Aérea e do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA e obras de ampliação da instalação no Equador, que vem sendo preparada para receber tropas e equipamentos. Combate ao narcotráfico: Mais de 300 soldados americanos chegarão à Colômbia para treinamento antidrogas Quer ler mais notícias de Mundo? Acompanhe o canal no WhatsApp Quer morar fora? Veja guia interativo do GLOBO que reúne informações sobre 36 países A movimentação inclui aviões de transporte militar C-17 Globemaster e C-130 Hercules, aeronaves híbridas V-22 Osprey e helicópteros táticos leves Black Hawk. Imagens de satélite também mostram a remoção de vegetação em vários hectares de duas áreas no nordeste da base, a instalação progressiva de dezenas de tendas e a construção de uma estrutura com dimensões e formato semelhantes aos de um hangar desmontável coberto por lona. Imagem de satélite, fornecida pela Planet Labs PBC e captada em 10 de outubro de 2026 — analisada pela AFP —, mostra algumas dezenas de estruturas cujas formas e dimensões são compatíveis com tendas modulares de rápida montagem, além de uma estrutura maior que se assemelha a um hangar retrátil para manutenção de aeronaves, na base aérea militar equatoriana de Taura, perto de Guayaquil, no Equador 2026 PLANET LABS PBC / AFP A expansão ocorre em meio à ofensiva antidrogas promovida pelo governo do presidente americano, Donald Trump, na América Latina e no Caribe e menos de um ano depois de os equatorianos rejeitarem, em referendo, a possibilidade de instalação de bases militares estrangeiras no país. A presença americana em Taura levantou questionamentos sobre o marco legal para receber soldados dos EUA sem violar a Constituição equatoriana. Voos e obras de ampliação A análise de centenas de horas de voo registradas pelas plataformas de monitoramento do tráfego aéreo AirNav Radar e Flightradar24 identificou deslocamentos de aeronaves militares americanas entre Taura e instalações nos EUA. Entre os destinos e pontos de conexão estão a base do Corpo de Fuzileiros Navais em Cherry Point, na Carolina do Norte, o Aeroporto Internacional de Raleigh-Durham e a base aérea de Dover, no estado de Delaware. Também foram identificadas escalas em Porto Rico e no Panamá. Initial plugin text Dois helicópteros Black Hawk foram detectados na base em meados de julho e no início de setembro. Em agosto, o ministro da Defesa do Equador havia anunciado que os EUA enviariam três aeronaves desse modelo como parte da cooperação bilateral. As imagens de satélite analisadas pela AFP mostram mudanças na instalação pelo menos desde agosto, possivelmente iniciadas em julho. Entre o fim de junho e meados de agosto, a vegetação foi removida de áreas próximas à pista principal e às vias de acesso e circulação, uma alteração que não aparece no mesmo período dos anos anteriores. Imagem de satélite, fornecida pela Planet Labs PBC e captada em 10 de outubro de 2026 — analisada pela AFP —, mostra várias dezenas de estruturas cujas formas e dimensões são compatíveis com tendas modulares de montagem rápida. Também é possível observar uma estrutura maior, semelhante a um hangar retrátil para manutenção de aeronaves (no canto superior esquerdo), bem como uma área onde, nos últimos meses, foram realizados trabalhos de nivelamento do solo (na parte central inferior), tudo isso na base aérea militar equatoriana de Taura, próxima a Guayaquil, no Equador 2026 PLANET LABS PBC / AFP Entre o fim de junho e meados de outubro, também foram instaladas dezenas de estruturas cujas dimensões correspondem às de barracas, frequentemente utilizadas para armazenamento, apoio logístico ou acomodação de tropas. Uma estrutura maior, com cerca de 40 metros de comprimento por 20 metros de largura, também foi erguida e pode servir para a manutenção de aeronaves. Contexto: EUA anunciam escritório antinarcóticos no Paraguai para coordenar operações no Cone Sul A AFP observou ainda a entrada e a saída de caminhões de construção nas proximidades da base, que é vigiada por militares. Localizada a cerca de uma hora de Guayaquil, a instalação tem mais de 70 anos de história e é a única base aérea do Equador destinada exclusivamente ao uso militar. Sua pista tem mais de 3 mil metros de comprimento, extensão superior à do aeroporto da cidade portuária, de onde sai a maior parte das drogas destinadas aos EUA. Presença americana A ampliação de Taura ocorre em um momento de aproximação entre os governos do presidente equatoriano, Daniel Noboa, e de Donald Trump. Em setembro, Noboa afirmou que trabalhava com os EUA, o Brasil e a União Europeia para concentrar em Taura "qualquer tipo de cooperação" internacional. Segundo ele, o objetivo era "melhorar as pistas de pouso para realizar operações conjuntas". — Acho que é muito mais apropriado transferir tudo para Taura, (onde a base não compartilha operações com um aeroporto civil, mas está localizada na região com) a maior taxa de criminalidade e homicídios — defendeu durante uma entrevista televisionada em inglês. Entenda: EUA estão enviando centenas de soldados para a América Latina, dizem autoridades militares americanas A presença de militares estrangeiros, no entanto, suscitou questionamentos dentro das próprias Forças Armadas equatorianas. Em uma carta datada do início de setembro e obtida pela AFP, o então comandante da Força Aérea, Mauricio Salazar, solicitou esclarecimentos sobre o marco legal para receber militares estrangeiros sem infringir a Constituição. O general foi afastado do cargo e designado para outra função de menor patente. A sequência dos acontecimentos não esclarece, por si só, se o afastamento teve relação direta com o questionamento jurídico. Procurado pela AFP, o Pentágono orientou que as perguntas fossem encaminhadas ao Comando Sul dos EUA, que não havia respondido imediatamente. A Força Aérea equatoriana também não havia se pronunciado até a publicação do material. Veja também: Ex-candidata à Presidência do Equador, opositora Luisa González é presa em investigação sobre lavagem de dinheiro O Equador integra o Escudo das Américas, a nova aliança de segurança e combate ao narcotráfico promovida pelo governo Trump e formada por cerca de 20 países da região. Em agosto, foi anunciado o envio de três helicópteros Black Hawk ao país pelos EUA. No mês seguinte, Noboa afirmou que o Equador colocaria em operação dois drones MQ-9 Reaper, utilizados pelos americanos em missões de vigilância e ataque. O presidente dos EUA, Donald Trump (à direita), e o presidente do Equador, Daniel Noboa, posam para uma foto no início da cúpula 'Escudo das Américas', no Trump National Doral, em Miami, Flórida, em 7 de março de 2026 SAUL LOEB / AFP Para o coronel reformado da Força Aérea equatoriana Roberto Marchán, a presença das aeronaves e as mudanças nas instalações indicam uma estrutura com potencial para sustentar operações de longo prazo. Segundo ele, os aviões de transporte identificados permitem deslocar rapidamente tropas e equipamentos pela região andina, enquanto as novas estruturas podem oferecer apoio logístico e manutenção de aeronaves. — Há certo descontentamento entre as tropas, mas os militares guardam isso para si por respeito à instituição e por medo de perder oportunidades de promoção — acrescentou Marchán. Ofensiva: Ataque ordenado pelo presidente da Colômbia contra acampamento guerrilheiro deixa quatro mortos Os Estados Unidos já mantiveram uma base no porto pesqueiro equatoriano de Manta por uma década, até 2009. A instalação era um dos principais pontos de apoio americano no combate às drogas na região e abrigava centenas de militares. O acordo foi encerrado pelo governo equatoriano de esquerda que estava no poder na época, enquanto organizações de direitos humanos denunciavam abusos cometidos por militares americanos. A retomada da cooperação ocorre em um contexto de intensificação da ofensiva de Washington contra cartéis e redes de narcotráfico no Pacífico. Trump ampliou o apoio militar a parceiros da região enquanto se aproximam as eleições legislativas americanas de 3 de novembro, que podem alterar o equilíbrio de forças no Congresso. Moradores dividem opiniões A poucos quilômetros da base de Taura fica o povoado de mesmo nome, com mais de 9,4 mil habitantes e ruas estreitas de terra. Sem acesso à água potável, seus moradores trabalham no campo ou em empresas exportadoras de camarão. — Ninguém vem por aqui. As pessoas acham que é perigoso porque, às vezes, encontram corpos abandonados — relata Fidela Martínez, uma líder comunitária que mora ao lado de uma fazenda de criação de camarões. Initial plugin text No ano passado, os corpos de quatro crianças torturadas, assassinadas e carbonizadas foram encontrados entre os arbustos do povoado. O caso, que envolveu militares, abalou o país. Outros moradores perceberam efeitos mais imediatos decorrentes da ampliação da base. Alma Goya, de 40 anos, tem um estabelecimento de comida. Ela lamenta que o centro médico localizado dentro da base militar não esteja mais aberto ao público. — Disseram-nos que era por causa do estado de exceção — conta. Leia mais: Processados por narcotráfico, Maduro e a esposa também passam a ser acusados de tortura pelos EUA em nova denúncia Outros habitantes veem com bons olhos a chegada de militares estrangeiros. — Vi um avião grande que estava pousando — lembra Tito Henríquez, de 68 anos. O proprietário de um pequeno restaurante considera "maravilhosa" a ideia de que militares estrangeiros cheguem ao país que, segundo dados obtidos pela AFP, registrou a maior taxa de homicídios da América do Sul no ano passado, com 51 mortes por 100 mil habitantes. (Com AFP)
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French Judge Guerin Questions Le Pen’s Eligibility for 2027 Presidential Race

Honorary Chamber President Says Conviction Could Bar Far-Right Leader From Running.

On Tuesday, Didier Guerin, the president of the honorary chamber of the French Supreme Court, expressed doubts about the possibility that far-right leader Marine Le Pen could run in the 2027 presidential elections following her conviction for misappropriation of European Parliament funds.

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Thousands March Against Far-Right Leader Le Pen in France

In an interview published by Le Monde, Guerin, who presided over the Supreme Court’s criminal chamber between 2014 and 2017, said she will not be able to run in the April-May elections if the appeal in cassation of the sentence handed down on appeal against Le Pen succeeds.

According to his thesis, if the Supreme Court annuls the appeal verdict, the ruling issued at first instance on March 31, 2025, will apply, which sentenced the far-right leader to two years of house arrest and five years of ineligibility with preventive application.

Le Pen was convicted of misappropriation of European Parliament funds, after having paid party workers and even domestic employees with European funds intended for parliamentary assistants.

Guerin considers that an appeal to the Supreme Court annuls the appeal judgment and imposes the first-instance sentence, so that de facto Le Pen is ineligible.

Le Pen launched her candidacy after the appeals court reduced the sentence to one year of house arrest and only 15 months of ineligibility, which she has already served.

Guerin affirms that the jurisprudence of the court to which he belongs supports his theory, contrary to what other jurists think, including the chief prosecutor of the Supreme Court, Remy Heitz.

The Supreme Court magistrate notes that the only possibility Le Pen has to run in the 2027 elections is, paradoxically, for the court to reject the appeals of the sentence and confirm her conviction.

If the Supreme Court’s decision is delayed beyond March 26, 2027, the deadline for validating candidacies for the first round on April 28, the far-right candidate will not be able to seek her fourth run for the Elysee, according to Guerin.

Marine #LePen is betting on public anger over rising prices, unrest, and immigration to propel her presidential bid, promising tougher borders and a sweeping return to law and order in France.https://t.co/inACuFz4DA

— Al Mayadeen English (@MayadeenEnglish) October 25, 2026

Le Pen Fights Back

For her part, Le Pen has filed a complaint with the French Superior Council of the Judiciary against Judge Guerin over his statements about her ineligibility, considering that they violate magistrates’ duty of discretion and contain evaluations of a political nature, according to a statement from her six lawyers.

The lawyers of the far-right leader maintain that his interpretation contradicts current law on the provisional execution of sentences and the effects of judicial appeals.

They also note that the attorney general of the Supreme Court has defended a position contrary to that expressed by Guerin.

The statement also questions that an honorary magistrate publicly comments on a judicial decision of his own and considers future political scenarios, including the possibility that her candidacy be prevented or that she be removed if elected.

For this reason, Le Pen has asked the Superior Council of the Judiciary to remind Guerin of his ethical obligations, considering that his statements exceed the legal sphere and could compromise the image of the judicial institution.

teleSUR/ JF

Source: EFE

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Mercedes-Benz inicia pré-venda do novo CLA 200 AMG Line no Brasil por R$ 364.900

A Mercedes-Benz inicia a pré-venda do CLA 200 AMG Line no mercado brasileiro, com preço público sugerido de R$ 364.900. Trata-se do primeiro automóvel da nova geração de compactos da plataforma MMA (Mercedes-Benz Modular Architecture). A novidade inaugura a próxima ofensiva de produtos da marca, com visual marcante, soluções digitais inovadoras e tecnologias focadas em conforto e conveniência.

“A chegada do CLA 200 AMG Line representa a renovação de um dos automóveis mais emblemáticos da Mercedes-Benz e representa o início de um novo capítulo para o portfólio da marca no Brasil”, afirma Fabio F. Silva, Head de Vendas Automóveis da Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil.

O lançamento combina esportividade e inovação tecnológica. Entre os destaques estão a nova identidade visual do automóvel, o pacote AMG Line, rodas exclusivas de 18 polegadas, teto solar panorâmico e recursos que ampliam a conveniência no dia a dia, como o sistema HANDS-FREE ACCESS. No interior, o destaque é a experiência digital proporcionada pela nova geração do sistema MBUX com Superscreen.

O novo CLA conta com as funcionalidades Digitais Extras no Brasil, ampliando a conectividade e a conveniência com recursos como Chave Digital do Veículo, monitoramento e localização do veículo, comando por voz online, entre outros. A pré-instalação para câmera integrada complementa o conjunto e reforça o conceito de um veículo cada vez mais conectado ao estilo de vida dos clientes.

A segurança também é um dos pilares do automóvel que oferece um amplo conjunto de Sistemas de Assistência à Condução. Entre eles, estão o Assistente de Distância DISTRONIC, Assistente de Manutenção de Faixa, Assistente de Frenagem, PARKTRONIC, Assistente de Ponto Cego Plus e tecnologias de apoio a manobras e estacionamento.

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Vídeo: tubarão-branco se aproxima de barco, e mulher encosta em animal, que reage


Encontrar animais pode despertar o desejo de acariciá-los, como a um pet. Isso, no entanto, não é recomendado, em especial quando se trata de um animal selvagem. Tal comportamento pode oferecer riscos, às vezes de uma reação de mordida como forma de defesa ou de alerta para que a pessoa se afaste. Ainda assim, uma mulher a bordo de um barco de pesquisa no mar da Ilha Tybee, na Geórgia, Estados Unidos, decidiu acariciar a cabeça de um tubarão-branco. De 9 a 14 anos: Mulher é presa na Flórida após deixar quatro filhos sozinhos em casa para viajar a Las Vegas Julgamento: Britânico oferecia esposa sedada para sexo com desconhecidos pela internet, diz Promotoria; marido e cinco homens respondem por crimes sexuais Com fama de ser o "terror dos mares" por suas características que o colocam no topo da cadeia alimentar, o imponente predador mostrou uma reação rápida ao ser tocado. O curto vídeo compartilhado nas redes sociais, no domingo (25), da Knot Lucky Fishing, que promovia a viagem, mostra o tubarão-branco batendo no barco, num movimento que o deixava com a cabeça para fora da água. Esse comportamento, de ir de encontro ao que vê pela frente, batendo o nariz, pode ser uma tentativa de identificar se é algo comestível. Mulher acaricia tubarão-branco, e animal reage Reprodução / Facebook / Knot Lucky Fishing No momento em que ele faz esse movimento, a mulher se posiciona na borda do barco, colocando parte do corpo para fora, estende o braço e toca no topo da cabeça do tubarão. Nas imagens é possível ver que ela não usa qualquer tipo de equipamento de proteção, como luvas especiais para esse tipo de manuseio. Em poucos segundos, ela aparente colocar a mão ao lado, se aproximando um pouco da boca do animal. Ele reage com alguns movimentos, indo em direção a ela. A mulher tenta voltar a tocá-lo, enquanto ele mantém parte da cabeça para fora da água. Veja o vídeo: O episódio foi compartilhado no perfil da Knot Lucky Fishing, com um texto que fala sobre sua participação no monitoramento da espécie e sobre a reação da mulher, identificada apenas como Jen. Segundo Jimmy Armel, fundador do grupo, a mulher nunca esteve em perigo real porque a tripulação manteve o tubarão sob controle o tempo todo. "Em um segundo, Jen — uma de nossas veteranas — está colocando a mão em um tubarão-branco selvagem como se fosse o cachorro da família; no segundo seguinte, o tubarão dá um giro rápido e avança em direção a ela. Todo mundo no barco sentiu o impacto disso no peito. Agora, vou dizer a verdade, como sempre farei: Jen nunca esteve em perigo real. A equipe manteve o tubarão sob controle o tempo todo, e ele nunca chegou perto o suficiente para causar qualquer dano. Mas aquela reação serve como um lembrete do que esses animais realmente são: lindos, poderosos e selvagens. Eles merecem todo o respeito que pudermos oferecer", escreveu. A Knot Lucky Fishing, com sede em Savannah, na Geórgia, afirma fazer parte do White Shark Tagging Program ("Programa de Marcação de Tubarões-Brancos", em tradução livre), em parceria com a Starbrite, o Project SeaSafe e a Gray FishTag Research. A organização leva veteranos, militares da ativa e suas famílias para passeios de pesca gratuitos. O programa realiza um trabalho de captura, marcação e soltura de tubarões-brancos no mar da Ilha Tybee. Os dados coletados ajudam a entender hábitos e deslocamentos da espécie. "Este tubarão, no entanto, não foi marcado; não tivemos uma oportunidade segura para isso, e jamais forçaremos a situação. A segurança do tubarão e da nossa equipe vem sempre em primeiro lugar — por isso, deixamos que ele seguisse seu caminho", diz outro trecho do texto, sem citar a ausência de equipamento de proteção da mulher que tocou no tubarão.
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Entidades assinam novo manifesto por autonomia financeira de agências reguladoras

Entidades ligadas ao setor de infraestrutura e à regulação assinaram nesta terça-feira, 27, um novo manifesto em que pedem ao Congresso Nacional a adoção de mecanismos para proteger o orçamento das agências reguladoras contra contingenciamentos e limitações de empenho. O documento defende que as despesas com regulação e fiscalização sejam preservadas na elaboração das peças orçamentárias de 2027.

Sob o lema "Regulação não é gasto, é investimento", as entidades argumentam que a previsibilidade financeira das agências é necessária para garantir segurança jurídica, atrair investimentos privados e sustentar o crescimento econômico. O texto pede que os parlamentares priorizem dotações consideradas suficientes e protegidas para as atividades de regulação e fiscalização.

O manifesto sustenta que restrições orçamentárias podem comprometer a capacidade operacional das agências e prejudicar a fiscalização de setores essenciais ao desenvolvimento do País. Segundo o documento, a redução de recursos destinados a essas atividades pode afetar a eficiência dos serviços, a geração de empregos e a renda.

As entidades citam como exemplos de iniciativas em favor da autonomia financeira das agências a emenda apresentada pelo deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), que ressalvou despesas de regulação e fiscalização no Orçamento de 2026, e o Projeto de Lei Complementar (PLP) 73/2025, que busca proteger esses recursos contra contingenciamentos.

A proposta legislativa altera a Lei de Responsabilidade Fiscal para excluir as despesas das agências reguladoras federais das limitações de empenho e movimentação financeira. O projeto foi aprovado pelo Senado em junho de 2026 e encaminhado à Câmara dos Deputados.

O documento também defende a derrubada do Veto Presidencial nº 51/2025, referente a dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 que previa proteção para despesas de regulação e fiscalização. A medida busca ampliar a previsibilidade dos recursos destinados às atividades das agências.

No manifesto, as entidades pedem apoio dos parlamentares para que o Orçamento de 2027 e as demais peças orçamentárias incluam mecanismos que preservem os recursos dessas instituições. Para os signatários, a autonomia financeira das agências é um instrumento para fortalecer a segurança jurídica, estimular negócios e dar sustentação aos investimentos no País.

Assinam o manifesto a associação, empresas e frentes parlamentares que representam empresas do setor regulado.

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© Roque Sá/Ag. Senado

Congresso Nacional, em Brasília
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Super Mix 2026 celebra 20 anos de negócios e inovação no varejo nordestino

Falta uma semana para a abertura da Super Mix 2026, que chega à sua 20ª edição consolidada como um dos principais encontros de negócios voltada ao setor supermercadista e varejista do Norte e Nordeste. De 4 a 6 de novembro, das 14h às 21h, o Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda, será palco de três dias de lançamentos, oportunidades comerciais, inovação e atualização profissional para empresas e profissionais de toda a cadeia de abastecimento.

Realizada pela Associação Pernambucana de Agentes de Distribuição (ASPA), com organização e promoção da Insight Feiras & Negócios, a feira reúne indústrias, atacadistas, distribuidores, fornecedores, supermercadistas e varejistas em um ambiente voltado à geração de negócios e ao fortalecimento do mercado regional. Em paralelo, acontece a HFN – Hotel & Food Nordeste, ampliando as conexões entre os segmentos de varejo, distribuição, alimentação, hotelaria e hospitalidade. Juntos, os eventos têm expectativa de movimentar mais de 32 mil visitantes qualificados e reunir 1.500 marcas.

Duas décadas de conexão com o mercado

Ao completar 20 anos, a Super Mix reforça seu papel como espaço estratégico para aproximar empresas, apresentar tendências e contribuir para a competitividade do varejo nordestino e do segmento de supermercados e mercados. A edição comemorativa acontece em um momento de transformação do setor, marcado por mudanças nos hábitos de consumo, avanços tecnológicos e pela busca por maior eficiência operacional e rentabilidade.

Agência Épico / divulgação
Super Mix 2026 celebra 20 anos de negócios e inovação no varejo nordestino - Agência Épico / divulgação

Para Inácio Miranda, presidente da Associação Pernambucana de Agentes de Distribuição (ASPA), a Super Mix chega à sua 20ª edição celebrando uma trajetória marcada por resultados, crescimento e avanços para o setor. Ao longo dessas duas décadas, a feira se consolidou como um dos principais pontos de encontro para empresas, profissionais e representantes da cadeia de distribuição e do varejo.

“Este ano a feira chega ainda mais forte ao mercado, consolidando sua capacidade de atrair um público qualificado, gerar negócios e promover conexões. A cada edição, a Super Mix amplia sua relevância, aproxima empresas e profissionais e cria novas oportunidades para o desenvolvimento do setor. É uma iniciativa que fortalece Pernambuco como polo de negócios e amplia seu impacto em toda a região Nordeste”, ressalta.

“Chegar à 20ª edição da Super Mix representa, para a ASPA, a consolidação de uma trajetória de credibilidade, união e contribuição para o desenvolvimento da cadeia de abastecimento, da indústria, do varejo e da distribuição regional. É o reconhecimento da força do associativismo, da capacidade de gerar negócios e oportunidades e de ampliar a representatividade do Nordeste no cenário nacional”, afirma Fernando Faria, vice-presidente da ASPA.

A feira contará com empresas de segmentos como alimentos e bebidas, atacado e distribuição, equipamentos, tecnologia e serviços, além de soluções voltadas à modernização dos pontos de venda e à gestão dos negócios.

Mercado Modelo apresenta soluções para o supermercado do futuro

Um dos destaques da programação será o Mercado Modelo 2026, espaço que apresenta, na prática, estratégias e soluções para os desafios enfrentados pelos supermercados, especialmente os mercados de bairro. A proposta é demonstrar como a organização dos departamentos, a escolha dos produtos e o uso de tecnologias podem contribuir para melhorar a experiência de compra e ampliar a rentabilidade.

Entre as novidades estão soluções para exposição de hortifrúti em espaços reduzidos, ampliação da área de congelados para acompanhar a procura por praticidade, valorização da padaria como categoria estratégica para atrair consumidores, utilização de painéis de LED para comunicação e geração de receita, self-checkout e iluminação especializada para o varejo alimentar.

Agência Épico / divulgação
Super Mix 2026 celebra 20 anos de negócios e inovação no varejo nordestino - Agência Épico / divulgação

A programação também contará com uma demonstração técnica de preparo de pão francês pela equipe da Pan Cristal, na quinta-feira, 5 de novembro, a partir das 16h30, com utilização dos fornos da empresa e apresentação do processo de produção e forneamento na hora.

O Mercado Modelo também terá uma ação de responsabilidade social na sexta-feira, 6 de novembro, com a doação de alimentos e bebidas não alcoólicas a cinco instituições previamente cadastradas: Transforma Brasil, Anjos da Noite, Instituto dos Pobres de Jesus Cristo, Lar Manuel Quintão e Paróquia São Frei Pedro Gonçalves.

Super Mix Talks debate tendências e desafios do varejo

A atualização profissional também estará em evidência no Super Mix Talks, que reunirá especialistas para discutir temas relacionados à gestão, vendas, competitividade, comportamento do consumidor e relações de trabalho.

Entre os assuntos da programação estão humanização das vendas no food service, sucessão empresarial, alternativas de crédito e geração de receita, competitividade no varejo alimentar, cultura organizacional, queda de volume de vendas, riscos psicossociais no ambiente de trabalho e prevenção de passivos trabalhistas.

A proposta é oferecer aos participantes conteúdo aplicável à realidade dos negócios, contribuindo para a tomada de decisões e a preparação das empresas para os desafios do mercado.

A edição de 2026 conta com patrocínio ouro da La Serenissima e patrocínio prata da São Braz. Também apoiam a realização TudoBrisa Climatizadores, NEQ, Ondunorte e Becker.

© Agência Épico / divulgação

Super Mix 2026 celebra 20 anos de negócios e inovação no varejo nordestino
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Jeux olympiques d'hiver 2030 Des JO à l’épreuve des boss

Pour piloter les Jeux d’hiver dans les Alpes, Macron avait annoncé qu'il cherchait un homme de la montagne qui soit un sportif réputé. A l'arrivée, le choix de Geoffroy Roux de Bézieux, ex-dirigeant du Medef qui siège au conseil d'administration de Saint-Gobain,…

© Lara

Des JO à l’épreuve des boss
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Enem 2026: veja como consultar o local de prova

Os candidatos que vão fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 já podem consultar os locais de prova, conforme informações divulgadas pelo Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), nesta terça-feira (27).

A menos de duas semanas da realização das provas, estudantes cobraram, nas redes sociais, um posicionamento do Inep sobre a divulgação dos locais de aplicação do exame. Mesmo após o anúncio, no entanto, muitos candidatos relataram dificuldades para acessar as informações na Página do Participante.

Como consultar os dados

Ao acessarem o  Cartão de Confirmação de Inscrição, os candidatos poderão ver o número de inscrição, a data, o horário e o local de aplicação das provas, além de informar se o participante tem direito a atendimento especializado ou ao tratamento pelo nome social.

As provas do Enem 2026 serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro, nas 27 unidades da Federação. No primeiro dia, os participantes farão a redação e as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, e de ciências humanas e suas tecnologias. No segundo dia, serão aplicadas as provas de ciências da natureza e suas tecnologias e de matemática e suas tecnologias. Cada área do conhecimento contará com 45 questões.

Integração ao Saeb

O Enem 2026 além de continuar sendo uma das principais portas de acesso ao ensino superior e um instrumento de certificação, ele também passa a integrar o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Com isso, o exame também se consolida como referência para a avaliação da qualidade do ensino médio em todo o país.

As notas do Enem podem ser utilizadas para concorrer a vagas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e a bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni). Os participantes também podem utilizar os resultados em processos seletivos relacionados ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), conforme as regras vigentes.

© © Marcello Casal jr/Agência Brasil Versão em áudio

Imagem: tela de login da página do participante, que pode ser acessada via celular ou computador.
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Adel Mechaal: «A los entrenadores españoles les pagan una mierda»

Adel Mechaal (35 años, Puerto Capaz, Marruecos) atiende a ABC desde Turquía, minutos después de llegar a la meta en la prueba de 10 kilómetros disputada en Estambul. Es un atleta inteligente, domina cinco idiomas y parece feliz, ya sin problemas físicos y totalmente centrado en ese salto al maratón que protagonizará el 6 de diciembre en Valencia (también se anunció para la carrera del año pasado , pero se lesionó antes) Toda una travesía para un atleta que hasta hace poco brillaba en los 1.500 metros.¿Cómo afronta el reto del maratón?Es complicado. Me da respeto. Tengo la suerte de que me guía Antonio Serrano, un gran maratoniano. Estoy intentando mantener continuidad, constancia. La fractura del calcáreo me afectó al nervio peroneo. Estoy sumando muchas semanas de 170 kilómetros. Mi gran duda es cómo responderá mi cuerpo al consumo de los geles de maltodextrina, porque suelo tener problemas gástricos.¿Ha hecho sesiones largas?Sí. He hecho ya una de 35 kilómetros, a un ritmo bueno, por debajo de 3:20 el kilómetro.¿Está entrenando en altitud?Sí. He hecho entrenamientos en cinta a 2.600 metros. Y duermo en una cámara de hipoxia a 2.100 metros.¿Siempre tuvo en la cabeza el salto al maratón?Sí, siempre. Y he querido prepararlo muy bien. Estoy muy ilusionado, disfruto mucho con estos entrenamientos.«En el maratón pueden ocurrir cosas inesperadas, pero en mi debut no me sorprendería para nada batir el récord de España» Adel Mechaal Atleta español¿Ve posible el récord de España (2h05:48, Novales) en su debut?Con los entrenamientos que estoy haciendo creo que puedo estar razonablemente en 2h06'. Estoy con confianza y mi objetivo es correr un poco más rápido. Por eso, el récord de España no me sorprendería para nada. Estoy entrenando muy bien. Pero ya se sabe que en el maratón pueden ocurrir cosas inesperadas. ¿Se ve en el maratón de Los Ángeles 2028?Sí. Si todo va bien, sí. Eso es una golosina: serían mis cuartos Juegos Olímpicos. Y creo que ahí pueden estar en el equipo español Kwizera y Ndikumwenayo.La edad empuja a abandonar la pista…Y también las marcas comerciales presionan para que estemos ahí, en las grandes carreras en asfalto.¿Cómo es esa transición desde un kilómetro y medio hasta los 42 kilómetros?Yo ya llevo años corriendo pruebas de 10 kilómetros y creo que tengo ese rango. Porque 3:30 en 1.500 y 2h05' en maratón sería un rango maravilloso. Tengo que ver cómo aguantan mis piernas... ¡y mi estómago!¿Y cómo ve ahora a los españoles de 1.500 metros, que fallaron en los Europeos?Tenemos un talento joven, como Segurola, que es muy bueno. Lo que pasa es que el nivel internacional ha subido mucho y España se ha quedado un poco atrás. Esto va por épocas.¿Qué opina de Ingebrigtsen?Es un atleta admirable, un ejemplo para todos. Siempre está disponible para competir, incluso aunque no esté en su máxima forma. Aquí se gana y se pierde. Y él sabe estar a las duras y las maduras.«Yo sí me esperaba el récord de la milla de Kerr, ha tenido detrás todas las facilidades; el suyo fue un dopaje económico espectacular» Adel Mechaal Atleta españolJosh Kerr. ¿Usted esperaba el récord de la milla?Sí. Ha tenido detrás todas las facilidades, con un nutricionista que le consolaba todo, la cámara de hipoxia. Tuvo muchísimo apoyo económico detrás. Siempre se habla del dopaje con medicamentos, pero el suyo fue… ¡un dopaje económico espectacular! Tuvo toda la tecnología a su alcance, igual invirtieron 100.000 euros en ese intento. Estaba todo calculado al milímetro. Y además es un auténtico 'killer' en la pista. Y un tío muy majo, educado.¿Qué opina del dopaje de los kenianos?Pues que mientras haya dinero, habrá gente que se arriesgue allí. Cuando salta un caso de dopaje yo veo la parte negativa, la trampa, la decepción y una parte positiva, que los controles funcionan. Y yo aplaudo ahí a la AMA y a Sebastian Coe, por cazarlos.¿Qué le diría a Katir en este momento, todavía cumpliendo su sanción?Que reflexione. Que los caminos cortos al final terminan siendo mucho más largos. Cometió errores. No sé cómo le recibirá la gente cuando vuelva.«A Katir le diría que reflexiones; los caminos cortos terminan siendo mucho más grandes» Adel Mechaal Atleta españolUsted vive ahora en Estambul, con su mujer y su hija de un año. ¿Se plantea volver a España?No lo sabemos, quizá dentro de dos años nos lo planteemos. Ahora estamos bien aquí, yo estoy entrenando a unos atletas turcos, no sé. Hemos vivido una época dura, con mi lesión, el aborto de mi mujer, el fallecimiento de mi madre… No sé, nos encanta Madrid, es una ciudad espectacular… lo malo es el precio de la vivienda.¿Qué piensa de la fuga de talentos? ¿Por qué se marchan los atletas españoles a prepararse con entrenadores extranjeros?A ver. Los entrenadores españoles son muy buenos. Pero yo siempre me he quejado de que no están bien valorados, no están bien pagados y el atleta no le puede exigir a su entrenador que se vaya con él a una concentración seis semanas a Sudáfrica, porque le pagan una mierda. No sé exactamente lo que ganan, 1.500, 1.800 euros… no lo sé. Aquí yo gano como entrenador más que Antonio Serrano. Y lo que pasa es que hay entrenadores en el extranjero con salarios más elevados, en torno a 6.000 euros, coherentes con la responsabilidad que tienen. No son mejores que los técnicos españoles pero, por sus condiciones, tienen más disponibilidad. Y acompañan al atleta a todo, a la Diamond, a las concentraciones, a todo. No es un problema de cualificación, ni de conocimientos. Es disponer de tiempo para el atleta y disponer de medios. Attaoui y Marta García, en Suiza lo tienen todo, tienen un ambiente profesional, un fisioterapeuta a su disposición todo el tiempo… Y han tenido grandes resultados.

© IR

Mechaal cruza triunfal la meta de los 10 km de Estambul.
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Apresentação do Livro “Fronteiras Ibéricas em Diálogo” em Vila Real de Santo António

É no próximo dia 30 de Outubro, pelas 18h00, que a Biblioteca Municipal Vicente Campinas, em Vila Real de Santo António, irá receber o lançamento da obra Fronteiras ibéricas em diálogo: discursos plurais sobre história, cooperação e globalização. Com coordenação científica a cargo dos professores Pedro Albuquerque e Patrícia Monteiro, esta obra, publicada pela prestigiada Universidade de Sevilha, apresenta […]

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