El partido entre el Barça y el Bayern en Munich no saldrá en los manuales de baloncesto. Los blaugrana salieron victoriosos (84-88) de un duelo que no pasará a la historia por la calidad y el espectáculo brindado por los dos quintetos. Los aficionados barcelonistas se quedarán con el quinto triunfo en la Euroliga y tratarán de borrar pronto de su memoria el mal juego de los de Sekulic, que muestra nuevamente el inmenso trabajo aún por hacer. Aunque con capacidad para sufrir al final, los blaugrana siguen sin ser un equipo reconocible y con una personalidad colectiva que permita mirar al futuro con optimismo. Ganar o perder en tierras alemanas fue como tirar una moneda al aire en los últimos minutos que salió cara gracias al acierto, sobre todo desde la línea de personal, de Kevin Punter, máximo anotador con 23 puntos.
Llega el otoño y, un año más, me embriaga esa necesidad de reconectar con la naturaleza. Salir a recolectar setas es una actividad que me recuerda a cuando era niño y me escapaba al bosque con mis abuelos, antes de llegar a casa horas después con la cesta llena. Estimado lector, no sé si lo has hecho alguna vez... Pero sin duda es una experiencia total al aire libre, sobre todo si vas acompañado de seres queridos. Conectas con la naturaleza, te llevas a casa alimentos saludables para cocinar de recetas deliciosas y, de paso, pasas un rato divertido. ¿Acaso no nos merecemos huir de las pantallas de vez en cuando? Eso sí, si vas al bosque debes ir preparado. Aquí te explicamos cómo...
“El PP y Vox pretenden que cambie el clima de la campaña electoral, después de tres años esparciendo odio. Quieren llevar ahí la campaña, pero no se lo vamos a permitir. Y, sobre todo, no se lo va a permitir la ciudadanía”, advierten en la Moncloa, después de que Alberto Núñez Feijóo y Santiago Abascal hayan responsabilizado a Pedro Sánchez de instigar los episodios de violencia y saqueos que se han producido en Barcelona y en Bilbao ya en plena precampaña electoral del 29-N.
A Comissão Europeia propôs hoje reforçar a agência europeia de controlo das fronteiras externas (Frontex), aumentando gradualmente o seu corpo permanente para 30.000 agentes e dando-lhe poder na coordenação dos retornos de migrantes em situação irregular.
“A Comissão Europeia propõe hoje reforçar a Frontex [Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira], aumentando a sua capacidade de proteger as fronteiras externas e transformando-a no principal ator da UE em matéria de regressos”, refere a instituição em comunicado.
Apesar de salientar que as passagens irregulares das fronteiras da União Europeia (UE) diminuíram para menos de metade nos últimos dois anos e a taxa de regresso aumentou, situando-se agora acima dos 30%, Bruxelas aponta que “as fronteiras externas comuns estão a ser postas à prova por um contexto geopolítico e de segurança em mudança, que exige uma resposta europeia mais forte e eficaz”.
Por essa razão, o executivo comunitário defende o “reforço do corpo permanente, incluindo uma nova reserva europeia para as fronteiras e os regressos, uma força de reação rápida para intervir em situações de crise e um novo centro de monitorização em linha para a deteção precoce de potenciais ameaças às fronteiras”, querendo ainda que a Frontex passe “a dispor de um centro de coordenação dos regressos” para “ajudar a realizar regressos a partir de países terceiros”.
Em concreto, a proposta prevê a criação de uma reserva europeia para as fronteiras e os regressos, composta por 17.000 agentes, que continuarão à disposição dos Estados-membros e poderão ser mobilizados quando necessário, bem como a duplicação gradual do pessoal próprio da Frontex para 6.000 trabalhadores.
A estes efetivos somam-se 7.000 agentes destacados pelos Estados-membros, num reforço que será concretizado progressivamente até 2041.
O executivo comunitário propõe ainda criar uma força de reação rápida, mobilizável, por exemplo, no prazo de 24 horas, perante crises nas fronteiras externas da UE.
A decisão caberá ao diretor executivo da Frontex, após pedido de um Estado-membro, e o destacamento terá uma duração máxima de um mês, mas caso a crise persista poderão ser ativadas operações conjuntas ou intervenções rápidas nas fronteiras.
A proposta pretende transformar a Frontex no “principal braço operacional da UE em matéria de retornos”, através da criação de um centro de coordenação dos regressos, responsável pelo planeamento e coordenação das operações.
Os Estados-membros terão de comunicar anualmente à agência, até 01 de novembro, o planeamento dos retornos e as necessidades de assistência.
A Frontex poderá também organizar operações de regresso de um país terceiro para outro, mediante um acordo específico a nível europeu e respeitando os direitos fundamentais e o princípio da não repulsão, que impede o envio de pessoas para países onde corram risco de perseguição ou outros danos graves.
Atualmente, a agência já presta assistência técnica a países terceiros, nomeadamente através de formação.
A Comissão Europeia propõe, ainda, criar um centro de monitorização e resposta ‘online’ para acompanhar conteúdos públicos nas redes sociais, detetar ameaças às fronteiras externas e assinalar conteúdos ilegais às plataformas digitais.
A proposta surge na sequência da crise migratória registada este verão em Ceuta, no enclave espanhol no norte de África, quando cerca de 70.000 migrantes entraram irregularmente a partir de Marrocos, em 30 de julho, num episódio marcado pela disseminação de desinformação nas redes sociais.
Em paralelo, Bruxelas propõe digitalizar os procedimentos de regresso, readmissão e reintegração, simplificando os processos administrativos e melhorando a partilha de informações entre os Estados-membros, cabendo à Frontex liderar o desenvolvimento da arquitetura digital.
As duas propostas terão agora de ser negociadas e aprovadas pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da UE.
Washington, 27 oct (Prensa Latina) El quinteto de Los Ángeles Lakers enfrentará hoy a Portland Trail Blazers en duelo de invictos de la conferencia oeste del baloncesto profesional estadounidense (NBA).
Londres, 27 oct (Prensa Latina) El futbolista inglés del Bayern de Múnich, Harry Kane, consiguió el Balón de Oro de la temporada 2026 en una controvertida gala, según destacan hoy varios medios.
“A dignidade não consiste em possuir honras, mas em merecê-las.” Aristóteles
O tecido associativo em Portugal sempre foi um dos pilares mais autênticos da nossa vida coletiva, tendo nas Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários a sua expressão mais nobre e exigente.
Construídas à custa do trabalho desinteressado, da solidariedade e do sacrifício de gerações, estas corporações são, para a esmagadora maioria das populações, a única garantia real de socorro, proteção e apoio nas horas de maior aflição.
Por ser uma missão que lida diretamente com vidas humanas e com a salvaguarda do património, a gestão destas associações exigiria o mais rigoroso distanciamento de combates partidários. Contudo, assiste-se a uma deriva inaceitável e cada vez mais sufocante: a ingerência direta da política partidária e das agendas dos gabinetes autárquicos no seio das corporações de bombeiros.
O que deveria ser uma instituição exclusivamente guiada pelo rigor técnico, pela transparência financeira, pelo cumprimento estrito dos estatutos e pelo espírito de missão converteu-se, em demasiados concelhos, num terreno de caça política. Asseguram-se posições em órgãos sociais através de redes de influência, manietam-se decisões de gestão e instrumentalizam-se direções para servir de caixa de ressonância ou de escudo protetor a interesses partidários locais.
As consequências desta promiscuidade são graves. Quando a lealdade política substitui o mérito, a competência e a legalidade na gestão de uma associação humanitária, o resultado é o sufoco da própria corporação.
Os apoios logísticos e os subsídios públicos, que deveriam ser atribuídos de forma transparente e equitativa com base em necessidades operacionais, passam, demasiadas vezes, a ser usados como instrumento de pressão, premiando a docilidade institucional e penalizando quem exige autonomia e rigor.
Esta ingerência é uma falta de respeito profunda para com quem veste a farda. Enquanto homens e mulheres dão o seu melhor no terreno, enfrentando a emergência com recursos tantas vezes escassos, nos gabinetes jogam-se xadrezes partidários e lutas de ego que em nada servem o socorro público.
Este ambiente destrói a moral dos operacionais, desmotiva os voluntários, afasta os associados e degrada a credibilidade de instituições que deviam ser intocáveis.
O poder autárquico tem a obrigação moral e institucional de apoiar os bombeiros do seu concelho, mas apoio não é controlo. Uma autarquia madura e responsável exige rigor e cumpre os seus deveres sem exigir em troca a vassalagem política dos órgãos sociais ou da corporação.
É tempo de dizer basta.
As Associações Humanitárias de Bombeiros não são secções partidárias, não são trampolins eleitorais nem joguetes de influência local.
Pertencem às suas populações, aos seus associados e àqueles que nelas servem com bravura.
Libertar os bombeiros da asfixia partidária não é apenas uma questão de higiene cívica e respeito estatutário é um imperativo moral de segurança pública.
Sostener la intensidad emocional durante 54 días de campaña no es fácil. Hasta la noche del 29-N se sucederán grandes altibajos de atención. Una vez difuminado el efecto sorpresa al disolver el legislativo, que suele premiar al presidente con un rebote de su popularidad, entraron a escena el baile de sondeos y candidaturas por cada territorio, que terminaba ayer, hora de presentación de todos los candidatos al Congreso y al Senado.
Bing Wallpaper, la aplicación gratuita de Microsoft para cambiar el fondo del escritorio, tiene una colección de fondos de pantalla de Halloween con 14 imágenes: calabazas, murciélagos al atardecer, un bosque con un sombrero de bruja… Funciona en Windows 10 y Windows 11, y una vez instalada la aplicación, el tema se aplica desde la web de Bing.
Los primeros sondeos a pie de urna de las elecciones en Israel, al cierre de la votación este martes, mostraron al bloque opositor con una ligera ventaja sobre el bando del primer ministro Benjamin Netanyahu; no obstante, el bloque opositor no alcanzó la mayoría absoluta en la Knéset, que cuenta con 120 escaños.
Las principales encuestadoras del país —los canales 11, 12 y 13— proyectaron que el bloque opositor obtendría entre 52 y 53 escaños, frente a los 50 del bloque de Netanyahu. Aun así, su partido, el Likud, se perfila como la formación individual más grande en el Parlamento, con 24 o 25 escaños.
Los partidos árabes israelíes también lograron avances, impulsados por una alta participación de su base electoral. Según los sondeos, las dos agrupaciones de mayoría árabe —Raam y la Lista Conjunta— sumarían entre 17 y 18 escaños.
En los comicios anteriores, el Likud obtuvo 32 escaños, lo que le permitió articular una coalición con partidos menores de extrema derecha, después de que los aliados tradicionales de Netanyahu se distanciaran debido a los casos de corrupción que enfrentaba el primer ministro.
En esta ocasión, dichos partidos de derecha —que forman parte del espectro político convencional— se comprometieron, en su mayoría, a colaborar con el partido Yashar, liderado por el principal rival, Gadi Eisenkot, con el fin de conformar una coalición opositora capaz de desplazar a Netanyahu del poder.
Si nadie logra una mayoría, Israel volvería a las urnas con Netanyahu como primer ministro en funciones. Entre abril de 2019 y noviembre de 2022 el país celebró cinco elecciones.
A continuación el minuto a minuto con las noticias más importantes sobre las elecciones en Israel:
El bloque pro-Netanyahu mantiene una amplia ventaja con poco más de una cuarta parte de los votos escrutados
El bloque favorable a Benjamín Netanyahu obtenía 63 escaños con el 25,2% de las urnas escrutadas, según los resultados parciales difundidos a las 4:05 por la Comisión Electoral Central de Israel.
El bloque contrario a Netanyahu sumaba 49 bancas, mientras que la Lista Conjunta, una coalición no alineada integrada por facciones predominantemente árabes, reunía los ocho escaños restantes.
La proyección todavía podía variar a medida que avance el recuento. Los votos emitidos en sobres dobles, entre ellos los de los soldados, se contabilizan en una etapa posterior.
Cuatro partidos figuraban por debajo del umbral electoral del 3,25%. Ra’am obtenía el 3,2%; Reservistas, el 2,9%; Pueblo de Israel, el 1,8%; y el Partido Público Jaredí, el 0,2%.
Netanyahu aseguró que Israel tiene una “oportunidad histórica e irrepetible” para derrotar a Irán “de una vez por todas”
El primer ministro israelí, Benjamin Netanyahu, cuestionó en Jerusalén a los partidos dispuestos a cooperar con formaciones árabes y afirmó que Israel y EEUU tienen “una oportunidad histórica, única” para eliminar la amenaza iraní.
Durante un discurso en la sede electoral del Likud, Netanyahu calificó de “vergüenza” que haya fuerzas políticas abiertas a ese tipo de alianzas. También preguntó cómo algunos partidos pueden hablar sobre “el pacto de los que sirven” junto a agrupaciones que, según sostuvo, atacan a soldados de las Fuerzas de Defensa de Israel (FDI).
El jefe de Gobierno también arremetió contra las “investigaciones políticas de carácter penal” en su contra.
Netanyahu vinculó el escenario político con la relación de Israel con Estados Unidos y el presidente Donald Trump. “Israel se enfrenta a una oportunidad histórica y única, junto con nuestro amigo el presidente Trump”, subrayó y sumó “eliminar la amenaza iraní de una vez por todas.”
El mandatario señaló que su país superó a sus enemigos en el pasado y sostuvo que mantendrá esa capacidad en el futuro. “Hemos logrado superar a nuestros enemigos, y podremos hacerlo en el futuro”, afirmó antes de sumarse a la canción que sonaba por los altavoces.
“Irán está más débil que nunca, Israel está más fuerte que nunca”, afirma.
Netanyahu: “Debemos establecer un gobierno nacional de derecha fuerte”
El primer ministro israelí Benjamin Netanyahu defendió la formación de “un gobierno nacional de derecha fuerte” y sostuvo que Israel y Estados Unidos todavía pueden contrarrestar a Irán, durante un discurso ante simpatizantes tras el cierre de las urnas.
El líder del Likud inició su intervención con un repaso de los éxitos militares israelíes. En ese marco, planteó que la cooperación entre Israel y Estados Unidos mantiene capacidad para enfrentar a Irán. Netanyahu señaló que su partido “sigue esperando los resultados reales” del recuento de votos.
También afirmó que el Likud es “el partido más grande de Israel” y expresó: “Debemos establecer un gobierno nacional de derecha fuerte”. En ese sentido, descartó una cooperación con los partidos árabes e hizo un llamamiento a la mayoría judía sionista de Israel para que se uniera.
Eisenkot dice que “hará “todo lo posible” para formar un gobierno sin Netanyahu
El líder opositor israelí Gadi Eisenkot aseguró que hará “todo lo posible para formar un gobierno sionista” que represente “a todos los ciudadanos de Israel por igual”, tras unas elecciones en las que, afirmó, los votantes se expresaron “en contra de la continuación de (Benjamin) Netanyahu como primer ministro”.
Eisenkot habló ante candidatos y simpatizantes de su partido tres horas y media después del cierre de los colegios electorales. Allí sostuvo que, tras una jornada con la mayor participación desde 1999, “sería un error ir a elecciones de nuevo”.
El dirigente planteó la necesidad de formar un Ejecutivo que reúna apoyos suficientes en el Parlamento israelí, en medio de un escenario que todavía no permite definir la composición del próximo gobierno.
El escrutinio avanzaba con lentitud. Solo se conocían los resultados de 128 de más de 12.000 colegios electorales, una cifra insuficiente para establecer una proyección definitiva. Los sondeos a boca de urna ubicaron al partido del primer ministro Benjamín Netanyahu como el más votado. Sin embargo, esas estimaciones no le adjudicaron a su bloque los escaños necesarios para alcanzar una mayoría y formar gobierno.
Los resultados oficiales han comenzado a llegar de forma gradual a través de la Comisión Electoral Central de Israel, con un 2,5% de los votos escrutados.
Nuevos sondeos apuntan a un empate entre las coaliciones de Netanyahu y Eisenkot
Las cadenas israelíes Kan 11 y Channel 13 han actualizado sus sondeos a pie de urna, los cuales proyectan que ambos bloques rivales obtendrían 51 escaños cada uno.
Por su parte, el Channel 12 también ha revisado su sondeo: sitúa al bloque liderado por Eisenkot ligeramente por detrás, con 50 escaños, frente a los 52 del bloque de Netanyahu. Anteriormente, este mismo medio mostraba al bloque opositor a Netanyahu por delante del actual primer ministro.
El recuento oficial de votos ha comenzado
Hasta el momento, se han contabilizado 2.670 votos, según la Comisión Electoral Central de Israel. Esto representa casi el 0,1 % del total de los votos.
Desde el cierre de los colegios electorales a las 22:00, hora local (20:00 GMT), la información se ha basado en sondeos a pie de urna; no se trata de un recuento oficial, sino de encuestas realizadas a los votantes a su salida de los centros de votación por parte de medios de comunicación.
Si bien el recuento oficial obtenido hasta ahora no constituye una muestra representativa, pone de manifiesto que el organismo electoral ha comenzado a informar tal como estaba previsto.
Caracas, 26 oct (Prensa Latina) La presidenta encargada de Venezuela, Delcy Rodríguez, declaró hoy que el proceso de diálogo que se adelanta en el país es algo muy serio.
Ante la amenaza para el derecho de las mujeres a la libre interrupción del embarazo que, a juicio de Pedro Sánchez, supondría que el Partido Popular y la ultraderecha llegaran al Gobierno tras las elecciones generales del próximo 29 de noviembre, el presidente del Gobierno había reafirmado su propósito de blindar el aborto en la Constitución. Pero este lunes, en el mitin que ha protagonizado en Gijón, el líder del PSOE ha lanzado un nuevo compromiso de reforma constitucional: incluir también en la Carta Magna la revalorización de las pensiones conforme a la inflación, como ya determina la ley, para evitar los “recortes” de las prestaciones que, según denuncia, incorporan los programas electorales ocultos del PP y Vox.
El papa León XIV confirmó que mantendrá su viaje a Uruguay, Argentina y Perú, previsto del 6 al 17 de noviembre, después de que su reciente operación por cáncer de pulmón pusiera en duda la posibilidad de que realizara la gira.
El pontífice anunció la decisión con un mensaje publicado en su cuenta de X. “Me llena de alegría regresar al continente en el que he vivido tantos momentos de mi vida”, escribió al referirse a su próxima visita a Sudamérica.
“Que este viaje sea una ocasión para abrir nuestros corazones los unos a los otros, fortalecer nuestra comunión como hermanos y hermanas, y renovar nuestro compromiso de anunciar el Evangelio con alegría”, añadió el Papa.
Simultaneamente, la Santa Sede ratificó que el viaje se realizará como estaba programado, tras evaluar su evolución clínica luego de la cirugía por un adenocarcinoma pulmonar.
El Papa fue operado y los médicos le extirparon el lóbulo inferior del pulmón derecho. Tras recibir el alta, el Vaticano informó que no requería un tratamiento de seguimiento.
Según el comunicado, los estudios diagnósticos, los análisis de laboratorio y la situación clínica actual del pontífice establecen que “no existen contraindicaciones” para que emprenda su viaje apostólico a América Latina.
El pontífice retomó sus apariciones públicas con el rezo del Ángelus en la plaza de San Pedro. (Foto: Vatican News)
La Santa Sede indicó además que León XIV espera la visita “con gran alegría y entusiasmo” y señaló que la gira buscará fortalecer los vínculos con las iglesias locales, alentar a los fieles y llevar un mensaje de fe, esperanza y paz a los pueblos de Uruguay, Argentina y Perú.
La gira había quedado bajo expectativa tras la intervención
La confirmación despeja las dudas que surgieron por el estado de salud del pontífice después de la operación. El fin de semana, León XIV retomó una de sus actividades públicas al rezar el Ángelus desde la plaza de San Pedro, en el Vaticano, ante los fieles congregados.
La visita, que se extenderá durante 12 días, marcará el regreso del Papa a un continente con el que mantiene un vínculo personal. En su publicación, pidió que el viaje permita renovar el compromiso de anunciar el Evangelio “con alegría”.
La peregrinación de León XIV comenzará en Uruguay, donde estará del 6 al 8 de noviembre. Su agenda incluye actos oficiales en Montevideo, un encuentro con el presidente Yamandú Orsi, vísperas en la Catedral Metropolitana y una vigilia con jóvenes en el Estadio Centenario. También celebrará una misa en el Parque París Londres de Paysandú y otra en el Santuario Nacional de la Virgen de los Treinta y Tres, en Florida.
El pontífice llegará a Argentina el 8 de noviembre y permanecerá hasta el día 11. El programa prevé una reunión con el presidente Javier Milei, una visita al Pequeño Cottolengo Don Orione de Claypole, una misa en el Monumento de los Españoles y un encuentro con trabajadores en la Universidad Católica Argentina. Además, viajará a Córdoba para celebrar una misa en la Escuela de Aviación Militar y se trasladará a Luján antes de partir hacia Perú.
La etapa final se desarrollará en Perú, país con el que León XIV mantiene una relación pastoral previa. Visitará Lima, Chiclayo, Cuzco y Pucallpa entre el 11 y el 17 de noviembre. La programación contempla su regreso a Chiclayo, donde fue obispo, y un encuentro con misioneros y representantes de los pueblos amazónicos en Pucallpa. El detalle de actividades y horarios figura en el programa oficial del viaje apostólico a Uruguay, Argentina y Perú.
The prime minister is a candidate again. And it shows. He speaks fluidly, dodges jabs, and stands his ground with a smile. Pedro Sánchez, who seemed somewhat weakened after his brother’s conviction and the Ceuta migrant crisis, appears to have been energized by the general election of November 29, which will be his sixth. “These elections can be summed up in a very simple idea: either the past moves forward, or Spain moves forward,” he says.
La victoria de la Lista de Estudiantes en las legislativas anticipadas de Serbia puso fin al dominio político de Aleksandar Vučić y abrió una etapa de incertidumbre para la relación de Belgrado con Moscú. La candidatura surgida de las protestas universitarias obtuvo una mayoría absoluta, según los resultados preliminares, después de casi dos años de movilizaciones contra la corrupción y el deterioro institucional.
La Comisión Electoral serbia informó, con el 96 % de las mesas escrutadas, que la lista reunió el 52,6 % de los votos, frente al 39,2 % de la coalición encabezada por el Partido Progresista Serbio (SNS) de Vučić. Las proyecciones de Ipsos y Cesid le asignan 140 de los 250 escaños del Parlamento, mientras que el SNS tendría 103.
Vučić admitió la derrota el domingo, con lo que quedó atrás un ciclo de más de doce años en el que concentró el poder como primer ministro y presidente. La participación alcanzó el 68,8 %, cerca de diez puntos por encima de los comicios parlamentarios de 2023 y entre las más elevadas de la historia reciente del país.
La muerte que impulsó las protestas
El movimiento se originó tras el derrumbe de la marquesina de la estación ferroviaria de Novi Sad, en noviembre de 2024, que causó 16 muertes. La tragedia, ocurrida después de la rehabilitación del edificio mediante contratos cuestionados, derivó en reclamos por transparencia en las obras públicas y responsabilidades políticas.
Las protestas comenzaron en las universidades y se extendieron a otras ciudades. Hubo bloqueos de facultades, marchas y concentraciones que reclamaban la publicación de contratos, investigaciones independientes y elecciones anticipadas. Con el paso de los meses, la exigencia de explicaciones por el accidente se transformó en una demanda más amplia de Estado de derecho.
La plataforma electoral mantuvo su raíz estudiantil, aunque su lista de 250 candidatos incorporó a académicos, médicos, ingenieros, juristas, agricultores, artistas y profesionales sin afiliación partidaria. El cardiólogo y profesor universitario Ilija Srdanović encabezó la candidatura.
La agenda apunta a corrupción, medios y control político del Estado
El llamado Plan Estudiantil propone una unidad policial especializada bajo supervisión de una fiscalía independiente, auditorías de grandes proyectos de infraestructura y mecanismos para recuperar bienes públicos obtenidos mediante corrupción.
También plantea cambios en el Regulador de Medios Electrónicos (REM) y en la radiotelevisión pública RTS, instituciones señaladas por críticos del gobierno anterior por su cercanía con el poder. Entre sus promesas figuran concursos basados en mérito técnico para las empresas estatales, una reforma laboral, vivienda asequible para jóvenes, libros escolares gratuitos y refuerzo de la atención sanitaria primaria.
Uno de los puntos más sensibles será la política exterior. La agrupación plantea revisar contratos estatales y proyectos energéticos con compañías de Rusia, con el argumento de que deben responder a criterios de interés público y transparencia. Esa posición no implica, por ahora, una ruptura anunciada con Moscú, pero sí anticipa una revisión de una relación que durante el ciclo de Vučić se sostuvo en vínculos políticos y económicos.
Moscú pide mantener la cooperación con Belgrado
El portavoz del Kremlin, Dmitri Peskov, expresó este lunes su expectativa de que la nueva fuerza política preserve vínculos constructivos con Rusia. “La cooperación con Rusia responde al interés de Serbia, ya que eso es rentable, sobre todo para ella”, afirmó, según recogió Rusia espera que Lista de Estudiantes entienda que cooperar “es rentable” para Serbia.
Peskov también valoró el aporte de Vučić a los lazos bilaterales y manifestó que Moscú espera que siga influyendo en favor de esa relación desde la oposición. El mensaje refleja la atención con la que el Kremlin sigue el relevo político serbio, aunque no supone una declaración directa de Vladímir Putin.
La transición estará marcada por la aspiración de Serbia de acercarse a la Unión Europea, sus vínculos históricos con Rusia y el desafío de la Lista de Estudiantes de transformar un movimiento de protesta en una mayoría parlamentaria con capacidad de gobierno. El primer examen llegará con la formación del nuevo Ejecutivo y la definición de sus prioridades institucionales y de política exterior.
Siempre digo que hay dos formas de llegar a Halloween: con el disfraz decidido desde septiembre o abriendo el armario unas horas antes de la fiesta, a ver si aparece algo más inquietante que la ropa pendiente de planchar. Si este año te ves en el segundo grupo, respira: no hace falta vestirse de pies a cabeza ni pasar la tarde siguiendo un tutorial de maquillaje. A veces, la diferencia entre salir como cualquier otro sábado y provocar un pequeño sobresalto está en lo que te pones en la cara.
¿A quién no le gustan los nuevos comienzos? Sí, ya sé que fastidia que se acaben las vacaciones y tengas que volver a estudiar, trabajar o lo que sea que hagas con tu vida y te suponga un cierto desgaste físico y emocional. Pero ya que hay que hacerlo, mejor que sea con una sonrisa. Una forma de mejorar tu estado de ánimo es verte bien, con outfits que te transmitan seguridad. Y Dockers es especialista en elevar cualquier look.