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Nos EUA, Flávio declara-se “o líder do Brasil” e compara-se a De Gaulle e María Corina Machado

Numa carta divulgada após a chegada aos Estados Unidos, Flávio Bolsonaro promete liderar a oposição a partir do estrangeiro. Acusa as autoridades brasileiras de fraude eleitoral, agradece o apoio de Donald Trump e Javier Milei e compara a sua situação à de figuras históricas que combateram regimes autoritários no exílio. "É uma forma de tentar legitimar uma fuga à justiça", considera o analista José Bourbon-Ribeiro

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Nos EUA, Flávio declara-se “o líder do Brasil” e compara-se a De Gaulle e María Corina Machado

Numa carta divulgada após a chegada aos Estados Unidos, Flávio Bolsonaro promete liderar a oposição a partir do estrangeiro. Acusa as autoridades brasileiras de fraude eleitoral, agradece o apoio de Donald Trump e Javier Milei e compara a sua situação à de figuras históricas que combateram regimes autoritários no exílio. "É uma forma de tentar legitimar uma fuga à justiça", considera o analista José Bourbon-Ribeiro

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"Presidente eleito" ou "líder do Brasil"? Flávio Bolsonaro 'corrige' carta publicada após fuga para os EUA

Numa carta dirigida ao povo brasileiro, Flávio Bolsonaro afirmou-se, primeiro, “Presidente eleito”, para pouco depois substituir a expressão por “líder do Brasil”. No texto, diz-se vítima de uma fraude eleitoral e explica que abandonou o país, rumo aos EUA, perante o que classifica de “instrumentalização política da Justiça”.

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Onde está Flávio Bolsonaro? Não entregou os passaportes e a Polícia Federal rastreia fronteiras para saber se fugiu do Brasil

O candidato derrotado nas presidenciais está incontactável desde segunda-feira. A informação é confirmada por aliados e pela defesa de Flávio Bolsonaro. As autoridades argentinas negam que tenha entrado no país, mas a imprensa local levantou suspeitas de tentativa de viagem num avião privado

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“Os eleitores lulistas literalmente ‘dobraram a Meta’”: como André Janones criou o “Exército do Lula”

Politólogos garantem que papel de André Janones na ‘virada’ de Lula foi muito significativo. Montou uma colossal comunidade no WhatsApp, num momento em que a esquerda estava atordoada com o resultado da primeira volta. Arregimentou quase 11 milhões de pessoas, distribuiu tarefas simples que, executadas em massa, “quebraram” os algoritmos das redes sociais até então dominadas por bolsonaristas. Mas o percurso do ‘político-influenciador’ não é livre de máculas

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Flávio Bolsonaro quer anular a eleição, mas Lula venceu por mais de quatro milhões. Que margem jurídica existe?

Lula da Silva foi o candidato a Presidente do Brasil com a maior votação da História, mas Flávio Bolsonaro quer anular a eleição, com o argumento de que a prorrogação da votação decidida pelo Supremo Tribunal Federal foi aplicada injustamente. A própria campanha do senador também pediu mais tempo para votar em vários municípios. Que bases jurídicas podem sustentar a reivindicação do candidato derrotado?

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Lula consegue ‘virada’ inédita no Brasil: “Quando a sociedade viu quem é Flávio Bolsonaro, Lula ganhou”

Lula da Silva foi eleito Presidente do Brasil pela quarta vez. Protagonizou uma ‘virada’ sem precedentes. De acordo com analistas, a recuperação construiu-se nas ruas, nas redes sociais e numa campanha que procurou retratar o adversário como ameaça aos ganhos sociais

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Flávio Bolsonaro diz ser “impossível reconhecer o resultado” e vai pedir anulação da eleição que deu vitória a Lula

O senador do Partido Liberal, que saiu derrotado nas presidenciais brasileiras, quer anular a eleição, apesar de o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), indicado pelo pai e ex-chefe de Estado Jair Bolsonaro, ter garantido “absoluta segurança” do processo

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“Seja quem for o vencedor, restará uma eterna suspeita”: o estranho caso dos transportes abre margem a contestação das presidenciais

O Supremo Tribunal Federal prolongou por duas horas a votação da segunda volta das presidenciais devido a denúncias de redução dos transportes públicos e acesso limitado às urnas em vários estados. Politólogos estabelecem paralelos com os constrangimentos registados em 2022, durante a governação de Jair Bolsonaro

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A política externa não dá votos, mas ganhe Lula ou Flávio o Brasil será um país diferente no mundo

Os programas das duas candidaturas são parcos em propostas de política externa. Se, no caso de Lula da Silva, os seus três mandatos presidenciais passados podem dar pistas sobre os principais eixos do Brasil na comunidade internacional, em relação a Flávio Bolsonaro há respostas que podem ser procuradas na passagem do pai pelo Palácio do Planalto. Da relação com os EUA e com a China às estratégias para a América do Sul e o Médio Oriente, são duas visões antagónicas

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