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Museu de Etnologia mostra arte e tradições do Dia dos Mortos

Exposição "Dia dos Mortos no México. Arte e Tradição" é organizada em parceria com a Embaixada do México em Portugal e reúne diferentes expressões artísticas e tradições associadas ao Dia dos Mortos.

© AFP/Getty Images

O Dia dos Mortos tem raízes nas culturas pré-hispânicas da Mesoamérica e assenta na crença de que os mortos regressam temporariamente ao mundo dos vivos para se reunirem com os seus familiares
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No quarto de D. Carlota Joaquina: o que (re)descobrimos?

Um projeto de 150 mil euros devolveu ao formato original as câmaras onde a rainha viveu os seus últimos anos, no Palácio Nacional de Queluz. Poderemos conhecer a consorte vilificada de outra forma?

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

A Câmara onde D. Carlota Joaquina dormia. Só mais tarde é que esta divisão viria a ser tratada por quarto de dormir
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Museu de Arte Contemporânea/CCB celebra 3.º aniversário

Desde momentos musicais, passando por palestras, até às exposições artísticas, o museu reunirá diversos artistas. O Museu de Arte Contemporânea foi inaugurado em outubro de 2023.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Museu foi inaugurado no espaço do anterior Museu Coleção Berardo
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Ângela Ferreira regressa ao passado para criar o futuro

Atravessando mais de três décadas, "Here I Stand" percorre o trabalho de Ângela Ferreira. A exposição está até 28 de fevereiro no MAC/CCB, em Lisboa, museu que assinala o 3.º aniversário.

Fotografias que Ângela Ferreira nunca tinha mostrado em público, feitas durante o período em que foi estudante na África do Sul
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Museu retira múmia por "falta de consentimento" do falecido

Onde antes se encontrava a múmia do sacerdote "Nekht", agora pode ler-se: "Retirámos os restos mortais desta exposição em sinal de respeito". Novo Código de Ética Museológica está na base da decisão.

© Robert Perry/EPA

A galeria e museu Kelvingrove localiza-se na cidade de Glasgow, na Escócia
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Ciclo de conferências em Loulé “Museus Hoje. De que museus precisamos?” arranca hoje

Com uma sessão dedicada à participação da comunidade e à transformação dos modelos museológicos contemporâneos, o Museu Municipal de Loulé retoma o ciclo de conferências “Museus Hoje. De que
museus precisamos?
”.

A iniciativa vai arrancar hoje, segunda-feira, dia 19 de outubro, às 18:00 horas, no espaço dos Banhos Islâmicos e Casa Senhorial dos Barreto, com entrada livre.
Sob o título “Do museu de território ao Acervo de Comunidade: reflexões sobre participação, coprodução e mediação patrimonial”, a apresentação estará a cargo do doutor em Estudos do Património, História da Arte, e investigador, João Duarte, que propõe uma reflexão aprofundada sobre a transição de museus focados exclusivamente em coleções para abordagens centradas no território e nas populações locais.

A conferência aborda o conceito de Acervo de Comunidade enquanto ferramenta de mediação patrimonial capaz de cruzar a investigação científica com a memória coletiva, os saberes e as vivências dos cidadãos. Em debate estarão temas prementes da museologia contemporânea, tais como a curadoria participativa, a cocriação de conhecimento e a valorização de patrimónios materiais, imateriais e digitais.

Importa sinalizar que para além de perspetivar novas formas de envolvimento dos cidadãos nos processos de patrimonialização, a sessão irá falar igualmente sobre os desafios metodológicos e científicos desta abordagem: como promover um museu participativo e inclusivo sem comprometer o rigor, a coerência na seleção e a sustentabilidade das práticas museológicas?

O Museu Municipal de Loulé pretende desta forma reforçar o seu compromisso com a reflexão crítica sobre a função social dos museus, convidando investigadores, profissionais do setor cultural, estudantes e o público em geral a participarem num debate essencial sobre o património e a sua relação com a comunidade.

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Os candelabros da baixela Germain que regressam a Portugal

Parte do conjunto de mais de mil peças encomendado por D. José I ao ourives de Luís XV, as peças foram adquiridas recentemente por colecionadores portugueses, por 3,4 milhões de euros.

Os candelabros foram adquiridos em setembro pelo casal de colecionadores Maria e João Cortez de Lobão
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