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Caso Porsche azul: Júri de Fernando Sastre começa nesta quarta-feira (28)

Fernando Sastre Filho, condutor do Porsche azul que causou a morte do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana em 2024, na zona Leste de São Paulo, vai a júri popular na manhã desta quarta-feira (28).

O julgamento ocorre a partir das 10h, no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona Oeste da capital, e tem prazo de encerramento até quinta-feira (29). A sessão será presidida pela juíza Melanie Liesenberg.

O caso que leva o empresário ao júri ocorreu na madrugada do domingo de Páscoa, no dia 31 de março de 2024, na avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé, na zona Leste de São Paulo.

Fernando Sastre Filho dirigia o Porsche que bateu a cerca de 156 km/h na traseira do Sandero do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, de 52 anos. O limite para a via é de 50 km/h. Ele está preso preventivamente há pelo menos dois anos.

O empresário responde por homicídio qualificado por “perigo comum” com dolo eventual e lesão corporal grave. A última se refere ao fato de que o estudante Marcus Vinicius Machado também ficou ferido na ocorrência. O jovem era amigo de Sastre e estava no bando de trás do carro de luxo.

Se Fernando Sastre for condenado, a pena somada pode passar de 30 anos de prisão.

Em contato com a CNN Brasil, a defesa de Sastre afirma que a expectativa “é de um julgamento justo, com a desclassificação para uma conduta culposa, na modalidade da imprudência”.

PM viraram réus no caso

Os policiais militares que liberaram Fernado Sastre tornaram-se réus na Justiça Militar do Estado de São Paulo. Daisy Aparecida Cardoso Romão e Thiago Silva Batista foram denunciados por liberarem Fernando Sastre sem a realização do teste de bafômetro.

Segundo a denúncia, a dupla cometeu crimes de inobservância de lei, regulamento ou instrução, na modalidade de tolerância

“Quanto aos próximos atos processuais, estes serão praticados de acordo com o rito legal aplicável e com o regular andamento da ação penal”, se manifestou o Tribunal, por meio de nota.

De acordo com as últimas movimentações do processo de Sastre, Daisy pediu para não comparecer ao julgamento desta manhã. No entanto, o pedido foi indeferido.

“A requerente atuou diretamente no atendimento inicial da ocorrência e esteve no local dos fatos logo após a colisão, de modo que seu relato é relevante para a formação da convicção dos jurados”, destaca a decisão.

Relembre caso

O empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, de 24 anos, estava em uma festa “Open Bar”, na Zona Leste de São Paulo, antes de causar o acidente, em 31 de março de 2024, que matou o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana.

Na época, a CNN Brasil apurou que Fernando negou durante o depoimento ter ingerido bebidas alcoólicas ou ter usado drogas. Sastre disse que perdeu a consciência após a colisão do carro e quando retomou, estava deitado na rua.

Uma das testemunhas ouvidas pela polícia informou que logo após o acidente parou o veículo para socorrer as vítimas. Ela relatou aos policiais que Fernando aparentava sinais de embriaguez e cambaleava, além de apresentar uma voz “pastosa” sem saber o que estava acontecendo.

A testemunha também contou que os momentos que sucederam o acidente foram marcados por discussões e pela tentativa de tirar os ocupantes do Porsche do local.

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PMs viram réus por liberar motorista de Porsche sem bafômetro após acidente

Os policiais militares que liberaram o motorista do Porsche azul que matou uma pessoa em acidente, em março de 2024, tornaram-se réus na Justiça Militar do Estado de São Paulo.Daisy Aparecida Cardoso Romão e Thiago Silva Batista foram denunciados por liberarem Fernando Sastre sem a realização do teste de bafômetro.

No acidente causado por Sastre, que envolveu outro veículo, morreu Ornaldo da Silva Viana, que trabalhava como motorista de aplicativo.

Segundo a denúncia, a dupla cometeu crimes de inobservância de lei, regulamento ou instrução, na modalidade de tolerância

“Quanto aos próximos atos processuais, estes serão praticados de acordo com o rito legal aplicável e com o regular andamento da ação penal”, se manifestou o Tribunal, por meio de nota.

Relembre caso

O empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, de 24 anos, estava em uma festa “Open Bar”, na Zona Leste de São Paulo, antes de causar o acidente, em 31 de março de 2024, que matou o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana.

Na época, a CNN Brasil apurou que Fernando negou durante o depoimento ter ingerido bebidas alcoólicas ou ter usado drogas. Sastre disse que perdeu a consciência após a colisão do carro e quando retomou, estava deitado na rua.

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    Fernando Sastre é preso em SP • Reprodução/CNN Brasil

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    Câmeras de PMs mostram abordagem ao motorista de Porsche após acidente • Reprodução

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    O empresário Fernando Sastre de Andrade Filho (ao centro) se apresentou à polícia • CNN

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    Porsche destruído em acidente em SP. Motorista de veículo atingido morreu. • Reprodução

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    Porsche destruído em acidente em SP. Motorista de veículo atingido morreu. • Reprodução

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    Porsche destruído em acidente em SP. Motorista de veículo atingido morreu. • Reprodução

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    Porsche destruído em acidente em SP. Motorista de veículo atingido morreu. • Reprodução

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    Porsche destruído em acidente em SP. Motorista de veículo atingido morreu. • Reprodução

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    Motorista de Porsche causa acidente fatal e foge do local, na Zona Leste de SP • Reprodução/ Redes Sociais

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    "Parecia que eu passei só um pouquinho a mais do limite", diz motorista de Porsche sobre acidente a 156 km/h com morte • Reprodução

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    Fernando Sastre durante depoimento • Reprodução

 

Uma das testemunhas ouvidas pela polícia informou que logo após o acidente parou o veículo para socorrer as vítimas. Ela relatou aos policiais que Fernando aparentava sinais de embriaguez e cambaleava, além de apresentar uma voz “pastosa” sem saber o que estava acontecendo.

A testemunha também contou que os momentos que sucederam o acidente foram marcados por discussões e pela tentativa de tirar os ocupantes do Porsche do local.

 

*Sob supervisão de Thiago Félix, com informações de Marcos Guedes

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Porsche registra recuperação no lucro com plano de reestruturação

A fabricante de carros esportivos Porsche divulgou nesta terça-feira uma recuperação no lucro nos primeiros nove meses do ano, um sinal inicial de que o plano de reestruturação do presidente-executivo Michael Leiters — que prevê redução de pessoal e retração na China — está surtindo efeito.

Leiters assumiu o cargo no início do ano na Porsche, parte do grupo Volkswagen. O conselho fiscal da Porsche o nomeou para mudar o rumo da empresa depois que a estratégia de eletrificação não decolou, resultando em 2,7 bilhões de euros (US$ 3 bilhões) em custos de reestruturação.

Leiters apresentou sua estratégia para a montadora aos investidores no início deste mês. Ele planeja oferecer mais personalização e modelos exclusivos com margens de lucro mais altas, o que reduzirá o tamanho do grupo, mas deve aumentar os lucros.

Isso foi reforçado por um aumento de 12% nas vendas do 911, seu carro-chefe de alta margem de lucro, o único modelo no portfólio da Porsche cujas vendas cresceram nos primeiros nove meses do ano.

“Estamos implementando nosso realinhamento estratégico de forma consistente e em ritmo acelerado. Nosso foco está em nosso negócio principal, em uma estrutura de custos competitiva e em um aumento sustentável de nossa lucratividade”, afirmou Leiters.

“Com as medidas já implementadas, estamos criando as condições para posicionar a Porsche como uma empresa mais forte, mais focada e mais lucrativa no longo prazo.”

As ações da empresa subiram 2,3%, com analistas da Jefferies destacando margens no terceiro trimestre melhores do que o esperado, superiores a 10%, em comparação com uma baixa recorde de 1,1% em 2025.

O lucro operacional de 1,74 bilhão de euros nos primeiros nove meses seguiu-se a um resultado fraco no ano anterior, de 40 milhões de euros, quando a montadora foi afetada pelo aumento dos custos, em grande parte relacionados à sua estratégia de eletrificação interrompida, informou a empresa.

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Porsche torna a fare utili, ma vende meno auto. Il segreto è la 911

Porsche torna a guadagnare, anche se vende molte meno automobili. Nei primi nove mesi del 2026, la casa di Stoccarda ha registrato un utile operativo di 1,74 miliardi di euro, contro i 40 milioni dello stesso periodo dell’anno passato. Il margine operativo è risalito dall’1,1% al 6,9%, mentre le consegne sono diminuite del 16%. Numeri che raccontano una ripresa della redditività, favorita anche dal venir meno dei pesanti costi di ristrutturazione che avevano gravato sui conti del 2025.

A sostenere i risultati è soprattutto la Porsche 911, le cui vendite sono cresciute del 12%. È l’unico modello della gamma ad aver chiuso i primi nove mesi in positivo, grazie anche alla domanda delle versioni più costose, come GTS, Turbo e GT. Vetture che garantiscono margini elevati e permettono di compensare almeno in parte il rallentamento degli altri modelli, soprattutto in Cina, dove Porsche continua a perdere terreno.

È proprio attorno a questa capacità di vendere automobili più esclusive che ruota il piano dell’amministratore delegato Michael Leiters, arrivato alla guida del marchio all’inizio dell’anno per correggere una strategia che aveva puntato molto sull’elettrico, senza ottenere i risultati sperati. Il cambio di rotta è costato 2,7 miliardi di euro in oneri di ristrutturazione, ma ora cominciano ad arrivare i primi segnali incoraggianti. Nel terzo trimestre il margine operativo ha superato il 10%, superando le attese degli analisti.

La strada scelta da Leiters prevede una Porsche più piccola, ma capace di guadagnare di più su ogni automobile. Il piano, tuttavia, prevede anche sacrifici: oltre 9.000 posti di lavoro in meno, una riduzione del 40% dei livelli manageriali e un taglio alle spese di sviluppo. Allo stesso tempo, il marchio vuole ampliare le possibilità di personalizzazione, aumentare di circa il 20% i prezzi delle sportive più esclusive e introdurre nuovi modelli posizionati persino sopra la 911.

Restano però due ostacoli importanti: la debolezza del mercato cinese e i dazi americani. Porsche produce tutte le proprie vetture in Europa e, almeno per il momento, non intende trasferire parte della produzione negli Stati Uniti, neppure sfruttando l’eventuale futuro stabilimento Audi in Georgia. Secondo il direttore finanziario Jochen Breckner, una soluzione del genere comporterebbe costi aggiuntivi e una maggiore complessità industriale.

Intanto Porsche ha confermato le previsioni per l’intero 2026, con ricavi attesi tra 35 e 36 miliardi di euro e un margine operativo compreso tra il 5,5% e il 7,5%. La Borsa ha accolto positivamente i risultati, premiando il titolo con un rialzo del 2,3%. La sfida, tuttavia, resta aperta: dimostrare che il recupero dei profitti possa durare anche vendendo meno macchine rispetto al passato.

L'articolo Porsche torna a fare utili, ma vende meno auto. Il segreto è la 911 proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Porsche revela Mission S, o modelo que vai ofuscar o 911

A Porsche mostrou o Mission S, coupé que será posicionado acima do 911. Tem dois lugares, o motor em posição correcta e promete mais potência e raça. Por azar, “nasceu” no mesmo dia que o Roadster.

Mais potente, eficiente e dispendioso: Mission S é o desportivo que vai substituir o 911 no topo da gama da Porsche
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