Patrick Stewart, el inolvidable capitán Jean-Luc Picard de Star Trek y profesor Charles Xavier de la saga X-Men, ha fallecido este miércoles a los 86 años en su casa en Los Ángeles. La noticia ha sido confirmada por su representante este jueves, quien ha señalado que el actor británico atravesó un breve y conmovedor proceso con la enfermedad de Alzheimer y de demencia con cuerpos de Lewy”.
Nacido en Inglaterra en 1940, el actor se formó en la Bristol Old Vic Theatre School e se incorporó a la prestigiosa Royal Shakespeare Company, donde interpretó numerosas obras del dramaturgo inglés. Su recorrido fue tal que en 2010, la reina Isabel II le otorgó el título de caballero por sus contribuciones a este arte. “Para mí, los caballeros del teatro representaban no solo la cúspide de la profesión, sino también el prestigio en que se tenía a dicha profesión”, dijo tras enterarse del galardón.
Sin embargo, el reconocimiento internacional no le llegó hasta finales de los años ochenta, cuando, con 47 años, se convirtió en el capitán Jean-Luc Picard de Star Trek: La nueva generación (1987-1994), así como en varias películas de la franquicia. En los 2000. dio vida al profesor Charles Xavier en la saga X-Men, que lo consagró como uno de los rostros más reconocibles del cine de superhéroes. Participó en una decena de cintas, la última Logan (2017), donde coincidió con la actriz hispanobritánicaDafne Keen. Vinculándose al Universo Cinematrográfico de Marvel, Steart recuperó al personaje en Doctor Strange en el multiverso de la locura (2022), papel que volverá a retomar este 18 de diciembre, con el estreno de Vengadores: Doomsday.
Una película sobre la Guerra Civil emitida ocho meses después de la muerte de Franco
Pero mucho antes de convertirse en uno de los grandes iconos de la ciencia ficción, Patrick Stewart interpretó a una figura clave de la historia de España: Francisco Largo Caballero, dirigente socialista y presidente del Gobierno de la Segunda República durante la Guerra Civil. Fue en 1976 cuando el británico participó en The Madness: Scenes from the Spanish Civil War, una producción de la BBC que reconstruía algunos de los episodios del conflicto español y que se emitió cuando apenas habían transcurrido ocho meses desde la muerte de Franco.
Dirigida por James Cellan Jones y escrita por John Elliot, la película, de 85 minutos de duración, se emitió el 21 de julio de 1976 en BBC Two, coincidiendo con el 40º aniversario del estallido de la Guerra Civil. A través de una reconstrucción dramatizada del conflicto, la producción reunía a algunas de sus principales figuras políticas y militares. Junto a Stewart, Zena Walker interpretó a la dirigente del Partido ComunistaDolores Ibárruri ‘La Pasionaria’; Bill Fraser encarnó al socialista Indalecio Prieto; y Clifford Rose dio vida al general Emilio Mola, uno de los principales responsables del golpe militar que tuvo lugar el 17 de julio de 1936.
Two years ago, Mike Rogers stood before the Republican National Convention and warned that it was “impossible to build an EV without getting into bed with the Communist Party of China”.
The former US House Intelligence Committee chairman made opposition to Chinese investment a prominent theme of his 2024 Senate bid in Michigan, which he narrowly lost to Democrat Elissa Slotkin.
Now, as Rogers runs again, US President Donald Trump’s softer approach towards Beijing has given candidates more room...
Um novo estudo apontou que apenas 1 em cada 5 pacientes com câncer de pulmão da América Latina fizeram o teste genômico abrangente — procedimento que analisa o material genético para identificar alterações de uma só vez —, antes do tratamento.
Segundo a pesquisa internacional, apresentada este ano no Congresso Europeu de Oncologia Médica, em Madri, na Espanha, identificou que apenas 20,5% dos pacientes com câncer de pulmão avançado avaliados realizaram o sequenciamento de nova geração (NGS, sigla em inglês).
Batizado de “ReaLuNGS”, o estudo analisou dados de 1.125 pacientes em sete países latino-americanos, incluindo o Brasil, e investigou como os testes moleculares são utilizados na prática clínica e de que maneira podem contribuir para a escolha do tratamento. Os resultados mostraram que a realização de uma análise genômica mais abrangente pode ampliar a identificação de alterações tumorais relevantes e ajudar a direcionar terapias personalizadas.
O sequenciamento de nova geração é uma tecnologia que permite investigar simultaneamente dezenas ou centenas de genes relacionados ao câncer. Diferentemente de testes convencionais que analisam alterações específicas, essa abordagem oferece uma visão mais ampla das características moleculares do tumor. Com essas informações, a equipe médica pode identificar alterações para as quais existem medicamentos direcionados, além de avaliar outras possibilidades terapêuticas.
Na pesquisa, 85,3% dos pacientes submetidos ao teste tiveram uma avaliação molecular considerada suficiente, conforme critérios da pesquisa. Entre aqueles avaliados por testes convencionais, esse índice foi de 38,4%. Além disso, o estudo identificou alterações genômicas potencialmente acionáveis em alguns genes em 40,3% dos pacientes, em comparação com 29,6% daqueles avaliados por testes convencionais.
Essa diferença de aproximadamente 11 pontos percentuais reforça a importância de uma investigação molecular mais abrangente para identificar alterações que podem orientar a escolha de terapias-alvo. A análise também mostrou que o sequenciamento abrangente permitiu identificar mais alterações genômicas para as quais já existem tratamentos específicos disponíveis, sem atrasar o início da terapia.
Por que conhecer o perfil genômico do tumor faz diferença?
O câncer de pulmãonão é uma doença única. Mesmo quando os tumores se desenvolvem no mesmo órgão e apresentam características semelhantes nos exames de imagem, eles podem ter alterações genômicas diferentes, que influenciam seu comportamento e sua resposta aos medicamentos.
Algumas dessas alterações funcionam como motores do crescimento tumoral. Quando identificadas, podem permitir o uso de terapias-alvo, desenvolvidas para interferir em mecanismos específicos das células cancerígenas. Em determinados cenários, esses medicamentos oferecem uma alternativa à quimioterapia convencional ou permitem sequenciar diferentes estratégias de tratamento.
A investigação molecular abrangente, portanto, ajuda a reduzir o risco de que alterações relevantes não sejam identificadas porque os testes realizados foram direcionados a um número limitado de genes. Isso não significa que todos os pacientes terão uma alteração tratável ou que o teste determine sozinho a melhor terapia, mas amplia o conjunto de informações disponíveis para a equipe médica.
Para Rodrigo Dienstmann, diretor médico da OC Medicina de Precisão da Oncoclínicas, os resultados colocam em evidência uma questão central para a oncologia contemporânea: a necessidade de aproximar odesenvolvimento tecnológicoda realidade do atendimento.
O desafio vai além de oferecer o exame
A ampliação do acesso ao sequenciamento de nova geração envolve desafios que vão além da disponibilidade da tecnologia. A qualidade e a quantidade do material coletado na biópsia, a conservação das amostras, a infraestrutura dos laboratórios, a cobertura pelos sistemas de saúde e o tempo necessário para a liberação dos resultados podem influenciar a realização e a utilidade dos testes.
Os resultados do ReaLuNGS reforçam a importância de superar essas barreiras na América Latina. Ampliar o acesso pode ajudar a garantir que mais pessoas tenham suas características tumorais investigadas desde o início do cuidado, favorecendo decisões terapêuticas mais bem informadas.
O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (29) que pretende fazer um pronunciamento à nação na próxima semana. Em áudio compartilhado no canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, o petista disse que aguarda a recuperação da voz e pediu que os apoiadores mantenham a mobilização após as eleições do último domingo (25).
“Na próxima semana, eu pretendo fazer um pronunciamento à nação. Mas também, na próxima semana, eu quero que o meu exército volte a uma atividade plena, porque vocês sabem que eu devo essa eleição ao povo brasileiro”, disse.
Lula também anunciou que pretende participar de uma transmissão ao vivo com o deputado federal André Janones (Rede-MG), responsável pelo canal, que reúne mais de 10 milhões de seguidores.
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“Na semana que vem, eu quero repetir: estarei fazendo um pronunciamento à nação assim que a minha voz sair”, afirmou.
Charli XCX (Charlotte Emma Aitchison; Cambridge, 1992) ha dejado claro que lo que más le apasiona en el mundo es la música, el cine y la moda. Muestra de ello es, literalmente, el título de su último álbum: Music, Fashion, Film, publicado en julio. La portada habla por sí sola: una foto en blanco y negro con John Cale, miembro del grupo de rock The Velvet Underground, fundado a mediados de los 60; el diseñador de moda Marc Jacobs y, por último, el cineasta Martin Scorsese.
Y aunque la música ha sido su principal ocupación durante más de una década —su álbum debut llegó en 2013—, ha comenzado a hacerse un hueco en la industria del cine. Este 2026 ya lleva varios estrenos: en el Festival de Cine de Berlín The Moment, un mockumentary donde se mofa de sí misma y su brat summer; compuso su primera banda sonora al completo, la de la particular versión de Cumbres borrascosas, de Emerald Fennell.El 4 de diciembre llegará a España I want your sex, del estadounidense Gregg Araki, y cuya cinta lideran Olivia Wilde y Cooper Hoffman. Sin embargo, su debut en la interpretación llegó el año pasado: Erupcja, protagonizada por la cantante y dirigida por el cineasta estadounidense Pete Ohs, está disponible en Filmin desde el pasado 23 de octubre.
La película sigue a Bethany (Charli XCX), una joven que viaja a Varsovia junto a su pareja, Rob (Will Madden), con quien tiene previsto casarse. Pero sus vacaciones dan un giro cuando una erupción volcánica les impide continuar con sus planes y los deja atrapados en la capital polaca. Tras esto, Bethany decide reencontrarse con Nel (Lena Góra), una amiga de la infancia, con la que comenzará a replantearse toda su relación. Porque erupcja no solo es la palabra polaca para “erupción”, sino también la palabra que describe una “expresión o liberación repentina e intensa de emoción, temperamento o violencia”.
“Domina la acción con una astucia clásica”
La cinta se rodó en Varsovia durante el verano de 2024, en pleno fenómeno mundial de brat. “La manera en la que [Pete Ohs] hablaba de hacer sus películas me recordaba a la de crear un álbum”, explicó la cantante en una entrevista concedida a Variety en octubre de 2024. “Nuestros procesos creativos parecían estar conectados de alguna manera y me pareció adecuado y emocionante explorar algún tipo de colaboración”.
La artista también reconoció que aquella experiencia había sido completamente diferente a cualquier otro proyecto en el que había participado. “Reunirnos, escribir todos los días y rodar inmediatamente lo que habíamos escrito fue una experiencia muy inmersiva. En cierto modo, era casi como hacer teatro”, aseguró durante un coloquio celebrado en Londres el pasado mes de junio. “Fue muy espontáneo e inspirador. Espero que esta película anime a otras personas a coger una cámara y trabajar con sus amigos”, añadió.
Estrenada en el Festival Internacional de Cine de Toronto (TIFF) el año pasado, Erupcja le encantó a la crítica. La película cuenta con un 82% de valoraciones positivas en Rotten Tomatoes, cuyo portal destaca la interpretación de Charli XCX y describe como un drama “genuino y contemplativo”. The Hollywood Reporter alabó la cinta asegurando que “Pete Ohs yuxtapone la naturaleza tranquila de la narración con una narración directa que le da a la película una cualidad novelística”, mientras que The New Yorker elogió a la cantante: “Domina la acción con una astucia clásica, y su interpretación, enérgica pero serena, demuestra una gran comprensión de que la actuación en el cine favorece el mínimo esfuerzo”.
El pueblo de Urda amanecía este jueves con las huellas de la tragedia todavía sobre las vías. Un día después del terrible accidente ferroviario, esta localidad a 70 kilómetros de Toledo sigue consternada tras el brutal choque de dos trenes de alta velocidad que se ha cobrado ya 69 víctimas mortales. Tras el caos del miércoles y una noche especialmente silenciosa, la localidad continúa atrapada en las horas que siguieron al impacto. Mientras en la zona cero se buscan e identifican víctimas, los vecinos ofrecen su colaboración al tiempo que se preguntan cómo este pueblo manchego, el suyo, ha quedado marcado de golpe por una de las mayores tragedias ferroviarias de los últimos años.
Los distintos equipos de emergencia han pasado la noche intentando localizar a más víctimas entre el amasijo de hierros que queda del impacto de los vagones. Grúas, drones y guías caninos han barrido la zona sin descanso, mientras los servicios de atención psicológica atienden a los familiares de los desaparecidos que siguen con la angustia de no tener noticias de sus seres queridos un día después.
"Por la noche, las labores se han centrado en localizar a personas desaparecidas, y hoy nos hemos focalizado más en la búsqueda de restos biológicos con los perros especializados", cuenta a 20minutos Llanos Olivares, portavoz de la Guardia Civil, desde el puesto de mando que se ha desplegado a tan solo unos metros del lugar en el que ocurrió el accidente, que permanece abarrotado de medios, también internacionales, y al que han acudido varias autoridades a lo largo del día. Lo más complicado ahora, dice, es identificar a las personas que murieron en el accidente. Ponerles nombres y apellidos. "Por eso estamos haciendo un llamamiento a que los familiares que tengan a una persona desaparecida acudan a los cuatro puestos habilitados en Toledo, Córdoba, Madrid y Sevilla para que se les extraiga una muestra de ADN y se agilice la identificación", añade.
"El peso del uniforme"
La conmoción también es generalizada entre los distintos profesionales que trabajan en el terreno. Ellos tampoco son inmunes al terror que han presenciado entre lo poco que queda ya de los trenes colisionados y a la impotencia de no poder hacer más. En una de las carpas de Protección Civil, hace guardia Teresa Marín,psicóloga y formadora de cuerpos y fuerzas de seguridad y equipos de emergencia, que va atendiendo uno a uno a los trabajadores que terminan su turno agotados, algunos en shock por lo presenciado.
Marín habla del "peso del uniforme" que padecen los trabajadores que intervienen de un modo u otro en el lugar. Son todas personas formadas para actuar ante emergencias y catástrofes sin mostrar vulnerabilidad, y eso les pasa factura. "No podemos olvidar que son personas que, cuando se quitan el uniforme, han sentido, han vivido y les ha generado dolor. El peso del uniforme hace que no se atienda ese dolor porque el cerebro nos protege, pero cuando se lo quitan hay que ventilar emociones, que hagan un reset mental y emocional, porque ningún ser humano está preparado para una tragedia de tal magnitud", subraya.
Hay, para ello, un equipo volcado en intentar brindarles las herramientas que "contrarresten" las imágenes terribles que a muchos se les quedarán en la retina durante un tiempo. "Ellos están haciendo absolutamente todo lo que pueden; han trabajado toda la noche sin descanso. Pero hay que intentar que no se lleven a casa ese impacto, ese dolor e incluso esa rabia e impotencia por no haber podido hacer más. Porque, añade, por mucho que se les prepare para situaciones extremas, "lo que han visto es dantesco y muy duro". Debemos cuidar muchísimo la salud mental de nuestros intervinientes y que ellos hagan su trabajo lo mejor que puedan”, apunta.
Un pueblo volcado en la ayuda
Tras el caos de este miércoles, el operativo entra ya en una nueva fase: queda por delante recuperar e identificar a las víctimas, retirar los trenes accidentados y despejar la infraestructura, mientras se abre paso la investigación que deberá determinar cómo ha podido repetirse un siniestro así en la misma línea ferroviaria en la que hace menos de un año se produjo el accidente de Adamuz que se cobró medio centenar de víctimas.
En el pueblo también hay cierta agitación, inusual en esta localidad de poco más de 2.000 habitantes que es conocida por los peregrinajes que hacen los fieles a la Basílica del Santísimo Cristo de la Vera Cruz. Urda, un pueblo tranquilo, se ha situado de golpe en el mapa por esta tragedia que originó una oleada de solidaridad de los vecinos que se volcaron desde el primer momento a ayudar en lo que pudieran. Agentes, ministros, representantes políticos y mucha prensa se han acercado a lo largo de este miércoles, en un ir y venir de coches, camiones y furgonetas.
Pero antes del caos, hubo un silencio ensordecedor que describen todos los vecinos del pueblo y que precedió a toda la logística que se organizó después en la zona afectada y en los dos pabellones de la localidad que se habilitaron para atender a los heridos menos graves y a los familiares de los desaparecidos, que iban llegando conforme pasaban las horas. Los restaurantes y las tiendas de Urda ofrecieron lo que tenían: agua, comida, productos de higiene… y los vecinos que llegaron al lugar del accidente en los primeros minutos ayudaron a trasladar a algunos de los heridos a los hospitales y centros de salud de la región.
Victoria Rodríguez, que llegó al pueblo tras casarse con su marido hace 44 años, cuenta con los ojos empañados que se enteró del accidente por el trajín de helicópteros que sobrevolaban la zona, primero, y después porque se lo explicó la trabajadora de una tienda cercana a su casa. "Yo no tenía ganas más que de llorar y llorar. Y me fui dos o tres veces a ver si podía ayudar, pero la gente joven es la que estaba más ahí", cuenta.
"No es una situación habitual para nosotros. Y yo creo que tardaremos en recuperarnos. Poco a poco iremos reseteando y dejando que pase el tiempo", cuenta Yolanda, una urdetana de 63 años, desde la plaza del pueblo, que todavía tardará unos días en recuperar la normalidad y su calma habitual .
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agradeceu nesta quinta-feira (29) ao ex-presidente argentino Mauricio Macri após ser parabenizado pela vitória nas eleições do último domingo (25).
Macri felicitou Lula na segunda-feira (26) e desejou que o novo mandato traga “prosperidade e crescimento” para o país e a região. O atual presidente da Argentina, Javier Milei, ainda não reconheceu o resultado das eleições brasileiras.
Em resposta nesta quinta, Lula afirmou compartilhar com Macri o desejo de que “a região que trabalhe unida pelo desenvolvimento e pela prosperidade de nossos povos” e disse ter saudades dos tempos em que diferenças entre os países eram discutidas de “maneira civilizada e republicana“.
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Veja a mensagem do presidente Lula, nas redes sociais:
Agradeço ao ex-presidente @mauriciomacri pelos cumprimentos e pelos bons votos. Compartilho plenamente o desejo de uma região que trabalhe unida pelo desenvolvimento e pela prosperidade de nossos povos. E lembro com saudades dos tempos em que diferenças circunstanciais entre nossos países se discutiam e se solucionavam de maneira civilizada e republicana.
“Em 2023, quando Milei foi eleito presidente, não houve nenhum gesto do presidente Lula para cumprimentá-lo pessoalmente, nem nada. Pelo menos por enquanto, não vamos publicar nenhum comunicado”, afirmou o porta voz.
Diante da insistência da imprensa argentina acerca da necessidade de um comunicado institucional reconhecendo o resultado do pleito brasileiro, o porta-voz insistiu que “não haverá”.
Ravier se refere à postagem de Lula na rede social X após a vitória de Milei nas eleições presidenciais argentinas, há três anos. Na ocasião, o líder brasileiro não parabenizou diretamente Milei, que o havia insultado durante a campanha eleitoral.
“Meus parabéns às instituições argentinas pela condição do processo eleitoral e ao povo argentino que participou da jornada eleitoral de forma ordeira e pacífica. Desejo boa sorte e êxito ao novo governo. A Argentina é um grande país e merece todo o nosso respeito. O Brasil sempre estará à disposição para trabalhar junto com nossos irmãos argentinos”, escreveu o petista.
Na recente campanha eleitoral brasileira, Milei apoiou abertamente a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), fazendo ataques a Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). As falas levaram o Itamaraty a rebaixar o nível da relação diplomática entre os países e não enviar o embaixador brasileiro, Júlio Bitelli, novamente a Buenos Aires.
Na terça-feira (27), Flávio e a família embarcaram em um voo particular no aeroporto da cidade argentina com destino a Miami, nos Estados Unidos. Eles chegaram no destino final na manhã seguinte, depois de uma escala no Equador.
Caputo não possui cargo formal no governo, mas mantém comunicação direta com representantes da Casa Branca ligados ao presidente americano Donald Trump. Ele também representa o grupo digital Las Fuerzas del Cielo.
Segundo fontes da Casa Rosada ouvidas pelo Clarín, o assessor monitorou a operação desde o início, “quando empresas ligadas à Embaixada dos Estados Unidos contrataram um voo com a companhia argentina Baires Fly”.
Caputo saiu de Buenos Aires em direção a Puerto Iguazú em um voo comercial, acompanhado da equipe. “Do terminal, acompanhou cada etapa da operação para garantir o transporte da família Bolsonaro, com uma preocupação central: impedir que fotos ou vídeos do que acontecia no local fossem divulgados”, segundo o jornal argentino.
La Junta Electoral Central (JEC) ha abierto este jueves un nuevo expediente sancionador al presidente del Gobierno y candidato del PSOE a la reelección, Pedro Sánchez, por el vídeo publicado en redes sociales el pasado 24 de octubre junto al Guernica, de Pablo Picasso, en el interior del Museo Reina Sofía. En el citado video, Sánchez defendió el ‘No a la guerra’ ante el cuadro que el autor pintó para reflejar el horror del bombardeo ocurrido en la localidad vasca durante la Guerra Civil española por parte de la Legión Cóndor alemana y la Aviación Legionaria italiana.
Denunciado por el Partido Popular, el partido alega que Sánchez realiza ante el cuadro “un balance de la actuación de su Gobierno en materia de política internacional, contraponiendo sus decisiones a las adoptadas por otros”. Por este motivo, la Junta considera que Sánchez podría haber vulnerado los artículos 50.2 y 53 de la Ley Orgánica del Régimen Electoral General (LOREG), relativos a la “neutralidad institucional” y a las limitaciones sobre la utilización gratuita de medios públicos con fines electorales. Por ello, además de abrirle un expediente sancionador, le ha requerido que retire el vídeo de los perfiles en redes sociales. Este ya no se encuentra disponible.
En su escrito, la defensa de Sánchez sostiene que el vídeo constituye “una reflexión sobre la posición de España en materia de política internacional, la defensa del multilateralismo, la solución pacífica de los conflictos y el respeto de los derechos humanos”. Asimismo, asegura que no contiene mensajes electorales, peticiones de voto ni descalificaciones a otras formaciones políticas.
De la misma manera, alegan que la utilización del Museo Reina Sofía no es competencia de la Junta Electoral Central y que su acceso y funcionamiento “se produjo conforme a sus normas de funcionamiento, sin ocasionar gastos extraordinarios ni restringir el acceso de los ciudadanos”.
Sin embargo, la JEC considera que el presidente del Gobierno aprovechó las facilidades y los medios públicos puestos a su disposición por razón de su cargo para grabar un vídeo que contiene referencias favorables a la gestión de su Ejecutivo. Así lo sostiene el organismo después de examinar un informe remitido por el director del Museo Reina Sofía el pasado 27 de octubre, en el que se aclara que la Presidencia del Gobierno no solicitó permiso para realizar una grabación, sino una visita institucional a la colección y, en particular, a la sala donde se expone el Guernica.
“La visita recibió el tratamiento reservado a las visitas protocolarias institucionales, que pueden realizarse fuera del horario de apertura al público por jefes de Estado y de Gobierno, autoridades y otras personalidades públicas. Por este motivo, no se tramitó una autorización de utilización de espacios, ni se practicó liquidación de tasa alguna, al considerar el Museo que no se había producido una cesión de espacios sujeta a dicha normativa”, escriben. Aunque el museo señala que no fue necesario contratar servicios extraordinarios ni restringir el acceso al público, la Junta considera que estas circunstancias no excluyen una posible infracción electoral.
Las declaraciones de Sánchez ante el ‘Guernica’
En cuanto al contenido del vídeo, la JEC sostiene que Sánchez sí realizó un balance favorable de las decisiones adoptadas por su Gobierno. “Cuando unos apostaban por las bombas, nosotros dijimos no a la guerra”, afirmó el presidente, que también reivindicó su negativa a elevar el gasto militar al 5% del PIB y la denuncia del “genocidio del pueblo palestino en Gaza”. El organismo electoral considera que estas manifestaciones “exceden de la exposición de principios generales de política internacional”, al incorporar valoraciones favorables de determinadas actuaciones gubernamentales y contraponerlas a las posiciones de otros actores políticos.
La Junta subraya que la ausencia de una petición expresa de voto o de referencias a otros partidos no impide apreciar una posible vulneración de la legislación electoral. Tampoco considera relevante que el vídeo se difundiera exclusivamente a través de las cuentas personales de Sánchez y no mediante los canales institucionales de la Presidencia del Gobierno.
Por todo ello, la JEC ha estimado la denuncia del Partido Popular, ha ordenado la retirada del vídeo y ha abierto un expediente sancionador al presidente. Este es el sexto expediente sancionador de Sánchez y el segundo que se le abre en este periodo electoral. El primero se tramitó tras la rueda de prensa que ofreció en la Moncloa el pasado 6 de octubre, después del Consejo de Ministros que aprobó los dos decretos ley sobre vivienda que habían sido derogados la semana anterior por el Congreso.
Israel ya conoce los resultados casi definitivos de sus elecciones, pero no su próximo gobierno. La Comisión Electoral Central ha dado por terminado el recuento. El Likud de Beniamin Netanyahu es la primera fuerza, con 27 escaños, seguido de Yashar, de Gadi Eisenkot, con 21. El bloque del primer ministro suma 53 diputados, la oposición sionista, 48, y los partidos árabes, un récord de 19.
Karra Elejalde (Vitoria, 1960) sabe bien lo que es vivir bajo una dictadura. El actor, ganador de dos premios Goya, es hijo de una mujer republicana y atea, de un padre nacionalista y católico y nieto de un militar fusilado en 1942. Una historia familiar que tuvo gran impacto durante su infancia, especialmente cuando Francisco Franco regía España. Y así lo ha recordado Elejalde con motivo de la promoción de Arriba Tutto, el largometraje debut del humorista José Mota, una tragicomedia en la que se reivindica, como lleva haciendo décadas Mota, la comedia y el humor.
Precisamente, durante una conversación con el medio Entefocos, el protagonista de Ocho apellidos vascos ha reflexionado sobre la falta de libertades durante el franquismo y la creciente idealización de esta época por parte de jóvenes. Uno de cada cinco españoles de entre 18 y 24 años califica el régimen de Franco como “bueno” o “muy bueno”. “Los que tengan 50 años, no conocieron vivir con Franco”, ha comenzado explicando el actor, que tenía 15 años cuando murió el dictador, el 20 de noviembre de 1975.
“Yo sé lo que es besarse en Vitoria, en el parque de la Florida, cuando yo tenía 16 años, y que venga la Policía y diga: ‘¿Qué estás haciendo?’”, ha relatado, para proseguir con la conocida como Ley de Vagos y Maleantes y recordando la falta de libertad de reunión. “Sé lo que era no poder ir más de tres en la calle. No había libertad de reunión”, ha señalado, antes de poner como ejemplo las sociedades gastronómicas privadas del País Vasco. “En Euskadi nos gusta mucho tener un txoko gastronómico, pero no te podías juntar 24 personas. Tenías que entrar de uno en uno, a escondidas, hacer la cena y luego irte de uno en uno a casa”, ha añadido.
“Chavalote, espabila”
Más allá de las restricciones que recuerda de su juventud, Elejalde ha querido poner el foco en la imagen idealizada del franquismo que se está transmitiendo a las generaciones que no vivieron la dictadura. El pasado 12 de octubre, tras el desfile de la Fiesta Nacional en las inmediaciones de la Puerta del Sol, decenas de jóvenes se presentaron con el brazo en alto y cantando el Cara al sol con el objetivo de “reventar” la acampada por la vivienda.
El actor ha cuestionado que los “recuerdos familiares” puedan convertirse en una referencia para valorar los duros años del franquismo y su posteridad. “Al abuelito se le quiere mucho. Y mi abuelo dice: ‘Con Franco vivimos mejor’. Y dices: ‘Ay, bonito’”, ha ironizado. “Eso se está imponiendo, que yo hago caso porque mi abuelito me daba la paga el domingo, me llevaba al circo y mi abuelito, vamos, tiene razón”, ha continuado. chavalote, espabila, porque cualquier tiempo pasado nunca fue mejor. Nunca fue mejor, la verdad que no”, ha finalizado.
El accidente de Urda (Toledo) y el de Adamuz (Córdoba), del pasado enero, suman más de un centenar de víctimas mortales en dos sucesos que dañan la confianza en las infraestructuras de alta velocidad: "Esto no se puede describir. Es una pena, un desastre”
Óscar Puente ve “inexplicable” la orden del centro de control que permitió al AVE circular hasta chocar con el Iryo detenido en Urda
Dos tragedias ferroviarias en menos de un año. El accidente de Adamuz, en Córdoba y el de este miércoles en Urda, Toledo, han dejado el dramático saldo de más de un centenar de víctimas mortales. El pueblo de Urda, el más cercano al choque entre los trenes de Iryo y Renfe, en los que viajaban medio millar de personas, acabó de despertar con la polifonía inequívoca del desastre: un coro de ambulancias como jamás se había oído en esta población de 2.500 habitantes.
Después de una jornada de sirenas, solidaridad y agitación, Urda se sumió en el silencio al caer la noche, en ese minuto en el que se recordó a los fallecidos frente a los Ayuntamientos de toda España. En ese minuto en el que un gesto de luto callado devolvió al país al dolor del pasado 18 de enero en Adamuz.
Apenas nueve meses han pasado entre los dos accidentes. El primero todavía está siendo investigado. El de este miércoles recibió el calificativo de “inverosímil” por parte del ministro de Transportes, Óscar Puente. Las primeras pesquisas apuntan a un error humano “inexplicable”, que permitió circular al tren de Renfe por la vía en la que el Iryo permanecía detenido.
“Si ha habido negligencias se sabrá, y si ha habido fallos en el sistema de seguridad, se responderá con total contundencia”, aseguró este miércoles el presidente del Gobierno en su visita a la localidad, pocas horas después del accidente. Pedro Sánchez reconocía públicamente el daño a la confianza en la seguridad de la red de alta velocidad, una de las joyas del transporte público español.
“Si tenemos que reforzar aún más la seguridad para reconstruir la confianza en el sistema ferroviario y la alta velocidad, se hará, porque lo que no es asumible para un país como España es sufrir dos accidentes ferroviarios en la alta velocidad en un mismo año”, recalcó Sánchez.
Pedro Sánchez, este miércoles en la visita al puesto de mando del lugar del accidente
“Todo indica a que el origen de los accidentes no tiene nada que ver”, aseguró el presidente, intentando marcar diferencias con Adamuz, el accidente que se cobró 46 víctimas mortales. Además de la investigación judicial, también indagará en las causas la recientemente creada Autoridad Independiente e Investigación Técnica de Accidentes de Transportes. Se trata de un organismo que no depende del Ejecutivo, cuyos integrantes han tenido que recibir el visto bueno del Congreso de los Diputados y cuyas pesquisas pueden prorrogarse varios meses, incluso años.
Sánchez anunció desde esa localidad toledana, ya marcada en el mapa por la tragedia, la declaración de tres días de luto. Esto “desgarra unas heridas que todavía permanecen abiertas”, ha expresado la Asociación de Víctimas de Ademuz en un comunicado. “Nuestro pensamiento y nuestro corazón están con quienes han perdido a sus seres queridos, con las personas heridas y con todas las familias que están viviendo momentos de enorme angustia e incertidumbre”, han subrayado.
Una decisión fatal
La decisión se tomó en el centro de control de Adif, en la estación de Atocha. Un operario autorizó la circulación del tren de Renfe, del AVE que circulaba hacia Sevilla, cuando el tren de Iryo estaba parado en la misma vía.
“Sobre las 8.30, el sistema de control de la estación de Urda cae por un error de comunicación en los ordenadores”, explicó el ministro a los medios de comunicación. Se trata de un sistema denominado LZB que se utiliza en esa línea de alta velocidad desde su inauguración en 1992 y que está en proceso de ser sustituido. “No porque no sea bueno, sino porque ya no se fabrica y ha entrado ya en una fase en la que no hay renovación”, ahondó Puente.
Zona del accidente en Urda (Toledo)
Ese fallo en el sistema afectó a un tramo de 63 kilómetros y supuso “la detención de todos los trenes que circulaban por ese tramo. Con los trenes detenidos, entra en mando del sistema el centro de control de Adif” en la estación de Atocha en Madrid, “que controla el tráfico ferroviario en esa zona concreta”, incidió el ministro.
“Hay una comunicación del centro de control con los trenes detenidos y se toma la decisión a las 8.36 [horas] de que el tren que impacta con Iryo reanude la marcha con normalidad”, señaló el responsable de Transportes. “En ese momento, ese tren tenía obligatoriamente que detenerse, no podría reanudar la marcha con normalidad porque el circuito de vía estaba ocupado por Iryo” y existía un semáforo en rojo, para evitar esa circulación. Sin embargo, “se ordena que reanude la marcha a las 8.36, el tren recorre 25 kilómetros con el tren Iryo detenido y acaba impactando, con el resultado que conocen”. Unos kilómetros en los que su velocidad habría alcanzado los 200 kilómetros por hora.
Los audios del centro de control, a los que ha tenido acceso elDiario.es, confirman que desde allí se indicó al maquinista que reanudase su camino con marcha “normal”. En los audios también se escucha cómo la maquinista de Iryo explicó a las 8.48 que no podía revisar el sistema y por eso todavía se encontraba parada. Nada parece indicar que supieran que había otro convoy yendo hacia ella. A las 8.54, el tren de Renfe chocó contra este tren.
Tragedia tras una hora de viaje
El Iryo 6076 es uno de los más madrugadores y salió poco antes de las 8 de la mañana de este miércoles de la madrileña estación de Atocha con dirección a la de Santa Justa, en Sevilla. El alcance del AVE de Renfe se produjo tras apenas una hora de trayecto, sobre las 8.48 según la compañía de origen italiano, cuando la mayoría de pasajeros o dormitaban o permanecían en sus asientos.
“Hemos notado un sonido muy fuerte y después ha sido todo un amasijo de hierros”, contaba a elDiario.es uno de los viajeros, que hacía el trayecto hacia Córdoba y consiguió salir del tren a través de una ventana rota. “Estaba dormido. Cuando abrí los ojos ya me estaba yendo hasta el asiento de delante y me di un golpe en la barbilla. Es como si hubiera vuelto a nacer. Hoy es mi segundo cumpleaños”, narraba otro joven, Diego Martín, a la espera de que su padre llegase desde Sevilla para recogerlo.
Uno de los pabellones de atención tras el accidente en Urda
Ramón Revolo, voluntario de Protección Civil de Villarrubia de los Ojos (Ciudad Real), fue uno de los primeros en acudir en ayuda de las víctimas. “Esto no se puede describir. Es una pena, un desastre”, explicaba sobrecogido, tapándose la cara en numerosas ocasiones: “Lo que hemos visto ha sido muy trágico, muchos muertos y heridos de gravedad”.
María José, vecina de la cercana localidad de Marjaliza y que se acercó al lugar del accidente a socorrer a los afectados, explicaba que una mujer inglesa le había dejado a cargo de su bebé mientras ella iba en busca de su marido, al que no localizaba: “Ha sido horrible”, reconocía visiblemente emocionada.
Horas de incertidumbre
La incertidumbre se palpaba no solo en tierras toledanas, sino también en la ciudad a la que tendrían que haber llegado tanto el Iryo 6076, con casi 150 viajeros, y el AVE 2080, con cerca de 400 pasajeros a bordo. “No sé nada de mi amiga”, contaba Joaquina desde la estación de Santa Justa. Pero a su amiga ya no le llegaban ni mensajes ni llamadas a las diez de la mañana, cuando contaba su experiencia a los medios, afectada.
Juan, que vive a caballo entre Madrid y Sevilla, lamentaba que probablemente este accidente se iba a politizar “y otra vez antes de las elecciones se aprovecharán de la muerte de personas”. “¿Y las personas que han fallecido, que están heridas, qué van a hacer con ellas?”, se preguntaba. Los partidos anunciaron que suspendían toda su agenda apenas se conoció la noticia del accidente. Todos, con una excepción: Vox, que continuó con los actos de precampaña previstos y utilizó la tragedia para atacar al Gobierno, a poco más de un mes de las elecciones generales. Santiago Abascal ha aprovechado un breve mitin en Valladolid para llamar “ministro de la muerte” a Óscar Puente y “banda criminal” al Ejecutivo.
El pabellón de la calle Escuelas de Urda (Toledo) habilitado para atender a las víctimas del accidente de tren.
Mientras, en el pabellón de Urda que ha recibido a buena parte de los heridos en el accidente, los últimos familiares esperaban tener noticias de los suyos. “Está allí, en el hospital de Toledo. Díselo a quien sea, le están haciendo análisis”, grita una mujer a otra. Ellas reciben buenas noticias, pero muchos solo pueden esperar que no se confirme el peor de los escenarios. Aunque no hay una cifra oficial de desaparecidos, se espera que las grúas que trabajan sin descanso para mover los coches siniestrados dejen al descubierto más cadáveres.
Antonio Gómez, otro de los viajeros, relataba cómo un raíl atravesó el coche en el que viajaba con un amigo. “He ido al vagón 7, donde estaba mi compañero, pero no lo he encontrado”, explicaba acompañado de su mujer y su hija, que se desplazaron a recogerlo. Tenían previsto acudir a Toledo a presentar la denuncia correspondiente, como muchas familias que no tienen noticias de sus allegados, y que durante todo el día inundaron las redes sociales pidiendo información sobre ellos.
Una de las personas que permanece desaparecida es la exministra Fátima Báñez, titular de la cartera de Empleo con Mariano Rajoy y presidenta de la Fundación CEOE. Báñez viajaba en el Iryo accidentado y acudía a Sevilla para participar en un acto de la Confederación de Empresarios de Andalucía (CEA). Sin noticias de su paradero, la noticia conmocionó a la gran patronal española, que seguía “a la espera de información contrastada” y trasladaba su apoyo “y cercanía a su familia y allegados”.
Una de las mujeres que mejor expresó la desesperación fue Sylvia Plath (Boston, 1932 - Londres, 1963). La poeta y autora de La campana de cristal y la primera en recibir un Premio Pulitzer a título póstumo se suicidó unas semanas después de publicar una novela semiautobiográfica, que en un principio se publicó bajo el pseudónimo de Victoria Lucas. A través de sus poemas, Path le habló al mundo de su salud mental.
La autora tuvo una vida marcada por la depresión, por la que fue tratada con electroshocks. Hija de profesores universitarios, fue una niña sumamente perfeccionista, influida por la estricta educación que recibió y por la influencia de su padre. Cuando publicó su primer poema con ocho años, en 1941, para la sección infantil del periódico The Boston Herald,tuvo claro que la escritura era su pasión.
En 1950 ingresó en el prestigioso Smith College y tres años después, tras ganar un concurso literario, consiguió una plaza como “editora invitada” en la revista Mademoiselle en Nueva York. Lo que parecía un verano de ensueño terminó acabando fatal. En otoño intentó suicidarse por primera vez, algo que terminó retratando en La campana de cristal. La propia autora la describió como una obra autobiográfica que necesitaba escribir para “liberarse del pasado”. Fue publicada en Reino Unido el 14 de enero de 1963, menos de un mes antes de su muerte.
Más allá de mirarse al espejo
Pero escribir desde la propia vida no significaba limitarse a contarla. “¿Tus poemas tienden ahora a surgir de los libros en lugar de tu propia vida?”, le preguntó el crítico Peter Orr en 1962. La escritora defendió que las experiencias más extremas debían pasar por un proceso de elaboración antes de convertirse en literatura. “Mis poemas surgen inmediatamente de las experiencias sensoriales y emocionales que tengo, pero debo decir que no puedo simpatizar con esos gritos del corazón que no están informados excepto por una aguja o un cuchillo, o lo que sea. Creo que la experiencia personal es muy importante, pero ciertamente no debería ser una especie de caja cerrada y mirarse en un espejo, una experiencia narcisista. Creo que debería ser relevante, y relevante para las cosas más grandes, las cosas más grandes como Hiroshima y Dachau y demás”, añadió.
Plath se casó con el poeta Ted Hughes en 1956, con el que tuvo dos hijos. Su separación, que llegó seis años después, la llevó a una profunda depresión que a su vez coincidió con una etapa de enorme intensidad creativa: durante el otoño y el invierno de 1962 escribió buena parte de los poemas que después formarían Ariel.
Plath murió el 11 de febrero de 1963, con solo 30 años. Tras su muerte, Hughes se convirtió en el albacea de su legado literario y se encargó de editar y publicar buena parte de la obra que había dejado inédita. Ariel apareció en 1965, en una selección y orden distintos a los que Plath había preparado originalmente, mientras que The Collected Poems, editado también por Hughes y publicado en 1981, recibió al año siguiente el Premio Pulitzer de Poesía. Plath se convirtió así en la primera poeta en recibir el galardón a título póstumo.
Campaigners say costly new funds will lead to higher bills, which company denies
A group of creditors to troubled Thames Water are poised to vote on whether to grant an emergency £2.4bn loan to keep the company afloat, as campaigners raise concerns it could add £40 to each household’s bills in interest alone.
A consortium of creditors, called London & Valley Water, will vote on Thursday on whether to increase a funding facility for the debt-laden utility company to £5.4bn to keep it operating to autumn 2027.
O deputado do Bloco de Esquerda pediu ao presidente da Assembleia da República a abertura de um inquérito à captação e divulgação de imagens suas nos corredores do Palácio de São Bento. Na exposição, refere ainda um comentário de um deputado do Chega numa das publicações, que considera constituir uma “apologia da violência” e uma “ameaça direta” à sua integridade física
O deputado do Bloco de Esquerda pediu ao presidente da Assembleia da República a abertura de um inquérito à captação e divulgação de imagens suas nos corredores do Palácio de São Bento. Na exposição, refere ainda um comentário de um deputado do Chega numa das publicações, que considera constituir uma “apologia da violência” e uma “ameaça direta” à sua integridade física
Após 22 anos em órbita, o telescópio espacial Neil Gehrels Swift Observatory, da Nasa, encerrou sua missão e deverá reentrar na atmosfera terrestre nas próximas semanas.
O observatório realizou sua última observação científica em 20 de outubro, quando já estava a aproximadamente 275 quilômetros de altitude e o aumento do arrasto atmosférico dificultava a manutenção de sua orientação.
Até o momento, a Nasa não informou data, horário ou local exatos para a reentrada e não existe previsão indicando que destroços cairão no Brasil. Entretanto, como o Swift percorre uma órbita inclinada aproximadamente 20,6° em relação ao equador, parte do território brasileiro encontra-se dentro da faixa de latitudes sobrevoada pelo telescópio. Isso significa que uma reentrada sobre o Brasil é fisicamente possível, mas não que esteja prevista.
A incerteza ocorre porque pequenas mudanças na densidade da atmosfera, na atividade solar e no comportamento da espaçonave podem alterar o instante e o local da reentrada.
Conforme o Swift perder mais altitude, as previsões deverão se tornar progressivamente mais precisas. Durante a entrada na atmosfera, grande parte de sua estrutura deverá ser destruída pelo intenso aquecimento, embora componentes mais resistentes possam eventualmente alcançar a superfície.
Observatório Swift
Lançado em novembro de 2004 para uma missão inicialmente planejadapara dois anos, o Swift permaneceu em operação por quase 22 anos e observou mais de 2 mil explosões de raios gama, além de supernovas, buracos negros, asteroides e cometas.
O advogado do senador Flávio Bolsonaro (PL), Tracy Reinaldet, afirmou nesta quarta-feira (28), em entrevista à CNN, que havia combinado com o parlamentar a entrega dos passaportes à PF (Polícia Federal), conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Segundo Reinaldet, o acordo foi feito em uma reunião para discutir questões técnicas do processo. Na ocasião, ficou acertado que o advogado passaria na casa do senador na terça-feira (27), prazo final para o cumprimento da medida, para buscar os documentos e entregá-los à PF.
“Em momento algum dessa reunião foi sequer cogitada a possibilidade de o senador Flávio deixar o país. A gente debateu as questões técnicas do processo, mas essa possibilidade de deixar o país não foi ventilada”, afirmou à CNN Brasil.
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O advogado disse ter sido surpreendido pela ida do parlamentar aos Estados Unidos e afirmou que soube da viagem pela imprensa. “Eu estou no mesmo nível de conhecimento dos senhores”, declarou.
Na segunda-feira (26), Flávio havia sido intimado a entregar à PF o passaporte brasileiro e quaisquer documentos relacionados a outras nacionalidades ou viagens internacionais. A decisão de Moraes também o proibia de manter contato com o advogado Willer Tomaz, investigado no mesmo processo por suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Para a defesa, não havia necessidade de descumprir a medida cautelar, pois o Santander, banco que mantém a conta investigada, já teria apresentado informações que contestariam a hipótese da PF.
“A percepção técnica da defesa é que o Santander tinha desconstruído a hipótese investigativa, que não haveria necessidade nenhuma de descumprir medida cautelar”, disse Reinaldet.
Segundo o advogado, o banco afirma nos autos que “o senador não usava essa conta e que não houve nenhuma transferência bancária dessa conta para o Flávio”.
O processo tramita no STF em razão do foro por prerrogativa de função do senador e apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas envolvendo Flávio e Willer Tomaz.
A principal suspeita da Polícia Federal é de que o parlamentar teria participação econômica e societária em empresas com Tomaz, principalmente na Alcazar Holding. Flávio estaria cadastrado como usuário master de uma conta bancária da empresa.
A investigação identificou movimentações suspeitas de R$ 130 milhões entre março e maio de 2025, montante considerado incompatível com as atividades econômicas conhecidas do senador.
A PF também apura possíveis irregularidades envolvendo apostas esportivas e uma casa lotérica no Rio de Janeiro, além de suspeita de fraude em licitação. Willer Tomaz, que atualmente mora nos Estados Unidos, já havia sido alvo de busca e apreensão na Operação Sem Desconto, que investiga irregularidades envolvendo o INSS.
Reinaldet afirmou que ainda não conseguiu conversar com Flávio após a saída do país e que os próximos passos da defesa não foram definidos.
Um estudo identificou uma redução de cerca de 54% nas taxas de internação por AVC (Acidente Vascular Cerebral), padronizadas por idade, em dois distritos de São Paulo atendidos por um projeto de controle da hipertensão, chamado CARDIO.
A iniciativa multissetorial de saúde cardiovascular foi desenvolvida em parceria com governos, organizações locais, sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Cardiologia, com execução da Beneficência Portuguesa de São Paulo e apoio da Umane na capital paulista.
A pesquisa, conduzida pelaFundação Novartis, analisou dados de Itaquera e Penha entre janeiro de 2016 e setembro de 2021, considerando os períodos anteriores e posteriores ao início da implementação do CARDIO, em 2018.
Ao todo, foram analisadas 4.491 hospitalizações por AVC, obtidas a partir de informações do DATASUS. Durante a avaliação dos resultados do projeto, o risco de internação por AVC foi 24,5% menor em Itaquera e Penha, considerados conjuntamente, do que no restante da cidade de São Paulo.
“Os resultados mostram o potencial de iniciativas que fortalecem o rastreamento, manejo e controle da hipertensão na atenção primária. Ao melhorar o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento dos pacientes, buscamos reduzir não apenas a pressão arterial, mas também o risco de complicações graves, como o AVC”, afirmou Dr. Fernando Ribas, cardiologista e coordenador da iniciativa CARDIO.
Entre 2016 e 2021, foram registradas 2.204internações por AVCem Itaquera e 2.287 na Penha. Desse total, cerca de 34% ocorreram entre pacientes com 59 anos ou menos.
Em Itaquera, a taxa de internação por AVC, padronizada por idade, caiu 60%, passando de 129,1 para 51,5 hospitalizações por 100 mil habitantes. Na Penha, a redução foi de 48%, de 111,9 para 58,1 internações.
O estudo também identificou uma diminuição nas taxas de mortalidade hospitalar por AVC, calculadas em relação à população. Em Itaquera, a queda foi de 40% entre 2016 e 2021, enquanto, na Penha, a redução chegou a 45%, de 18,5 para 10,2 mortes por 100 mil habitantes.
Comparação com o restante da cidade
Além de analisar a evolução dos indicadores ao longo dos anos, os pesquisadores compararam os resultados de Itaquera e Penha com os registrados nos demais distritos de São Paulo. Entre o período anterior à intervenção e a etapa de acompanhamento da iniciativa, houve redução de 33% no risco de hospitalização por AVC em Itaquera, contra uma queda de 10% no restante da cidade.
Segundo o estudo, antes da implementação do CARDIO, não havia diferença estatisticamente significativa no risco de hospitalização por AVC entre Itaquera e as demais regiões da capital. A mudança passou a ser observada durante o acompanhamento, quando o risco foi 31% menor em Itaquera e 18% menor na Penha, em comparação com os demais distritos paulistanos.
A hipertensão arterialé um dos principais fatores de risco para o AVC. Conforme indicado no estudo, mesmo reduções relativamente pequenas na pressão arterial podem diminuir entre 20% e 40% o risco de sofrer um AVC, o que reforça a importância do diagnóstico precoce e do tratamento contínuo.
Prevenção da CARDIO
A iniciativa busca fortalecer o cuidado de pessoas com hipertensão por meio da qualificação do atendimento, da ampliação do acesso ao diagnóstico e tratamento e do uso de dados para orientar decisões em saúde pública.
O CARDIO se estrutura em seis frentes de atuação: melhoria da qualidade do cuidado, acesso precoce aos serviços, aprimoramento de políticas públicas, uso de tecnologias digitais e dados, colaboração entre diferentes setores e fortalecimento da gestão local.
Em São Paulo, a implementação começou em julho de 2018, em seis unidades de saúde de Itaquera, mas foi ampliada, ao longo de 2020, para outras 18 unidades, incluindo a Penha. Atualmente, a iniciativa está implementada em 100% das 475 Unidades Básicas de Saúde do município.
Pesquisas anteriores sobre o CARDIO já haviam identificado avanços no controle da pressão arterial entre a população atendida. Na capital paulista, as taxas de controle da hipertensão quase triplicaram nos dois primeiros anos de implementação da iniciativa. A nova pesquisa buscou avaliar se esses avanços também estavam associados à redução de desfechos mais graves, como hospitalizações e mortes por AVC.
Para elaborar a análise, os pesquisadores utilizaram registros do Sistema Único de Saúde (SUS), disponibilizados pelo DATASUS, sobre pacientes com 20 anos ou mais. Também foram considerados possíveis efeitos da pandemia de Covid-19 sobre os indicadores de hospitalização, mas a conclusão dos pesquisadores indica que a crise sanitária não modificou a tendência de redução de risco nas dinâmicas analisadas.
Gadi Eisenkot esperaba ser la fuerza más votada con Yashar. Pero al exjefe del Ejército israelí le ha pasado por la derecha el Likud de Beniamin Netanyahu, que, pese a arrastrar duras críticas por su gestión del 7 de octubre, ha quedado primero en las elecciones al parlamento.
A ex-ministra do Planejamento e Orçamento Simone Tebet (PSB) afirmou nesta quarta-feira (28) em entrevista à CNN que os partidos de centro devem se beneficiar de uma aliança com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“O centrão e os partidos de centro vão ver nessa aliança com o governo uma oportunidade de ganha-ganha”, afirmou Tebet.
Segundo ela, o cenário do novo governo Lula deve ser de “frente-ampla”, como um retrato das mobilizações vistas nas ruas durante o segundo turno das eleições presidenciais.
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“Com certeza um cenário de frente ampla, os recados da rua foram muito claros. O presidente Lula falou que ouviu as ruas, entendeu que vai governar com as ruas e a rua é eclética. As ruas mostraram que têm alma democrática e generosa”, disse Tebet.
A ex-ministra aposta que o quarto mandato será integrado por partidos de centro, que vão para além daqueles que formaram a federação que reelegeu o presidente Lula.
Uma aliança do centrão, segundo ela, possibilitaria um centro democrático “se reerguendo e tentando alijar definitivamente a extrema-direita no Brasil”.
“Ganha o governo que precisa de governabilidade e ganha o centro democrático se reerguendo e tentando alijar definitivamente a extrema-direita no Brasil. Acho que eu sou mais otimista e vejo uma janela de oportunidade”, declarou.