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Forged news of military conscripts in Kaliningrad had hallmarks of a Western counter-attack in Putin’s info wars

A lethal plume of toxic smoke was blowing towards us from a blaze at a battery manufacturing plant in Kaliningrad.

Troops in the Russian exclave had been ordered to help put the fire out: untrained and under-equipped, they mutinied. Terrified civilians were thronging the borders.

The Kremlin, oblivious to the unfolding humanitarian and environmental catastrophe, blamed the West for sabotage and incitement, and demanded a transit corridor across Lithuania.

However, none of this actually happened.

We (20 retired and serving officials, experts, and others) were in the safety and comfort of the Wargaming Lab at the ISM university in Vilnius, as guests of the Baltic International Security Centre (BISC).

The crisis scenarios were hypothetical; the aim was to explore the dilemmas and trade-offs they created. (You are the Lithuanian government. Do you let the mutineers in? Or leave them to be massacred?)

The games-master provided regular “injects” – new developments – such as ill-written social media posts from US president Donald Trump. He blamed the authorities in “Lithvastonia” for having started the fire in “Kaliningradia”.

An amusing parody, we thought. A few hours later, the real US president published news of his deal with Russian president Vladimir Putin on sanctions-busting diesel imports, then blamed Ukraine for being invaded.

Not so amusing, especially for our Ukrainian participant, a senior military commander there.

As we were leaving (us to safety, him to danger), news broke that Russia is stepping up its assassination attempts in Europe, targeting defence industry bosses (and perhaps Polish politicians). Our scenarios seemed tame in comparison. 

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9/11 e uma Aliança Atlântica em crise

Relembrar o 11 de Setembro é particularmente crucial numa altura em que, é sabido, sob a Administração de Donald Trump, os EUA reequacionam o seu papel na defesa da Europa.

Ana Marcela

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No dia em que as torres foram atacadas, o então presidente dos EUA, George W. Bush, estava numa escola primária na Florida a ler um livro com crianças, quando o chefe de gabinete, Andrew Card, lhe sussurrou ao ouvido: “A América está sob ataque.”

Milhares de pessoas perderam a vida depois do embate dos aviões no World Trade Center em Nova Iorque e, num misto de choque, incredulidade e dor, todos percebemos que o mundo iria irremediavelmente mudar. Nos dias que se seguiram, e pela primeira vez na história, foi invocado o Artigo 5.º da NATO. Pelos Estados Unidos. “Os aliados da América na NATO responderam com solidariedade e ação, apoiando a defesa dos Estados Unidos e juntando-se aos norte-americanos no luto e na homenagem aos que perderam a vida”, pode ler-se no website da U.S. Air Forces in Europe – Air Forces Africa.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

“Para as Forças Aéreas dos EUA na Europa, os ataques assinalaram o início de uma mudança imediata na proteção da força, no estado de prontidão e no foco operacional — uma mudança que viria a moldar a missão do comando durante as décadas seguintes”, lembram numa publicação que assinala os 25 anos dos ataques terroristas.

É precisamente este espírito de união e solidariedade entre aliados que é evocado por Ursula von der Leyen no seu discurso. “O 11 de Setembro foi o acontecimento mais marcante da viragem do século. E veio reavivar a importância das alianças e da segurança coletiva”, refere. “A Europa soube imediatamente de que lado estava. Estivemos ao lado da América. Pela primeira e única vez na sua história, a NATO invocou o Artigo 5.º. Um ataque contra um era um ataque contra todos. Permanecemos unidos na defesa dos princípios que nos unem através do Atlântico: a liberdade e a democracia.”

Relembrar o 11 de Setembro — nunca esquecer quem perdeu a vida nos ataques e nos anos que se seguiram — é particularmente crucial numa altura em que, é sabido, sob a Administração de Donald Trump os EUA reequacionam o seu papel da NATO e a sua ação (ou não) na defesa da Europa.

Velhas alianças evidenciam sinais de elevado desgaste e a Europa já percebeu (ou deveria) que tem de se preparar para garantir a sua soberania de defesa. O objetivo é, até 2030, essa capacidade estar garantida, com a Bruxelas a avançar com investimento — o SAFE no qual Portugal garantiu 5,8 mil milhões é apenas um dos exemplos de mecanismos financeiros implementados — para dar um boost à indústria europeia de defesa. Em abono da verdade, muito tem sido feito, mas o recente relatório do Tribunal de Contas Europeu faz um retrato do muito que ainda falta fazer para agilizar o passo do Velho Continente. Tanto que chegar a 2030 preparado é “um desafio”, alerta o TdC Europeu de forma polida.

Relembrar o 11 de Setembro — nunca esquecer quem perdeu a vida nos ataques e nos anos que se seguiram — é particularmente crucial numa altura em que, é sabido, sob a Administração de Donald Trump os EUA reequacionam o seu papel da NATO e a sua ação (ou não) na defesa da Europa.

Um novo sinal de que as relações entre os dois lados do Atlântico já viveram dias melhores foi a Cimeira do Espaço, que se realizou esta semana em Paris, na qual foi notória a ausência de pesos pesados do setor norte-americano, como a SpaceX de Elon Musk, que cancelaram a sua participação devido a pressão da Casa Branca. Aparentemente, o encontro internacional organizado por Macron não tinha sido alinhado com os EUA e participar era dar sinal de apoio às políticas da UE não conformes com os interesses de Washington.

Não há dúvidas de que a soberania passa igualmente por esta ‘nova-velha’ fronteira. A Europa tem de se unir também aqui, apelou Von der Leyen. “Temos de agir como uma só Europa. A Comissão, a Agência Espacial Europeia e os governos nacionais — temos de conjugar as nossas forças”, apelou. “As nossas indústrias pedem uma procura clara e previsível, que lhes dê a segurança necessária para investir e crescer. Em nenhum outro domínio isso é mais evidente do que nos transportes espaciais”, afirma.

E o mesmo disse Macron. No encontro, que reuniu mais de 100 delegações, foram feitos 51 anúncios, representando um valor total de aproximadamente 20 mil milhões de euros, incluindo cerca de 5 mil milhões de euros em contratos e investimentos. Mas a fatia de leão foram os 15,7 mil milhões de euros para o programa IRIS 2, que já tinha sido anunciado pela Comissão Europeia.

Parece muito, mas há — também aqui — uma clara desproporção entre os blocos. Os números compilados pela Pitchbook sobre o investimento de capital de risco no setor até junho dão disso conta. Globalmente, as empresas do setor já captaram 11,3 mil milhões de dólares de investimento, valor que supera os 10,1 mil milhões de dólares investidos em todo o ano passado. Os EUA absorveram mais de metade (56,1%) deste montante. A Europa? Se olharmos numa perspetiva de copo meio cheio, aumentou a sua fatia. Copo meio vazio: mal superou os 20%.

Publié à l’origine par Reseau International

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Warum die Drohungen des Westens gegen Kaliningrad so gefährlich sind

Dass die NATO Russland bei Kaliningrad immer heftiger provoziert, wird von westlichen Medien zwar verschwiegen, ist aber nicht zu bestreiten. NATO-Staaten führen bei Kaliningrad fast ununterbrochen Manöver durch, in denen sie die, Blockade, Bombardierung und Eroberung der russischen Exklave üben. Russland hat kürzlich eine deutliche Warnung an die NATO ausgesprochen, in der ausdrücklich auch der […]
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