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V Festival de Música de Câmara VilaNova propõe quatro concertos em Monchique

O V Festival de Música de Câmara VilaNova realiza-se de 17 de outubro a 7 de novembro, às 16h00, em Monchique, com entrada livre, cujos quatro concertos, em dias diferentes, juntam guitarra portuguesa, violoncelo, guitarra clássica e canto lírico.

Todos os espetáculos que decorrem durante o mês de outubro realizam-se na Igreja Matriz de Monchique, já o de dia 7 de novembro será na sala Manuel Martins, na Junta de Freguesia.

Ricardo Martins dá início ao festival ao subir ao palco no dia 17 de outubro com uma atuação de guitarra portuguesa; no dia 24 será a vez de Seibas Gamboa, em violoncelo e Juan León em guitarra clássica e no dia 31 Michele Tomaz e Denise Yamaoca encerram o mês com canto lírico a duas vozes.

No último dia de festival, 7 de novembro, a música sobe a palco aberto, a partir das 16h00. A única condição imposta aos participantes, quer sejam amadores, estudantes ou profissionais é que toquem música de câmara e se inscrevam, por SMS, através do telemóvel 925 130 231.

O festival teve início há cinco anos com a designação de VilaNova, numa alusão à designação de Monchique, mencionado no alvará de D. José I, de 16 de janeiro de 1773, aquando da criação do concelho.

“Este festival traz ao Algarve uma oportunidade de usufruir de música de câmara de grande qualidade num espaço com ótimas condições acústicas, que é a nossa Igreja Matriz. Este género musical desenvolveu-se na Europa a partir do século XVII, teve o seu auge nos períodos barroco e classicismo e permite uma grande proximidade entre os intérpretes e os ouvintes”, afirma José Gonçalo Duarte, presidente da Junta de Freguesia de Monchique.

A organização do Festival de Música de Câmara VilaNova é da Junta de Freguesia de Monchique e conta com o apoio da Paróquia. A direção técnica está a cargo de Svetlana Bakushina.

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Sofia Hoffmann apresenta Christmas Jazz em Lagoa

O Auditório Carlos do Carmo, em Lagoa, recebe no dia 12 de dezembro, pelas 19h00, o concerto Christmas Jazz by Sofia Hoffmann, cujos bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais.

Após o lançamento do seu novo álbum de originais “[In]LOVE” no final de 2024, a reconhecida cantautora Sofia Hoffmann sobe aos palcos neste Natal com um espetáculo muito especial: Christmas Jazz.

Neste concerto intimista e sofisticado, Sofia Hoffmann interpreta alguns dos mais icónicos temas natalícios do Great American Songbook – o célebre reportório que reúne os grandes clássicos da música popular americana e standards de jazz do início do século XX. Canções que resistiram ao tempo e continuam a encantar gerações.

Sofia Hoffmann

Acompanhada por um quinteto de excelência, composto por alguns dos melhores músicos de jazz em Portugal, Sofia recria a magia do Natal com temas como: White Christmas, The Christmas Song, Santa Claus is Coming to Town, Jingle Bells, entre outros clássicos, sem esquecer o seu tema original: Carta ao Pai Natal. Certamente vai ser um espetáculo envolvente, com arranjos elegantes e uma atmosfera calorosa, ideal para celebrar a quadra natalícia de uma forma especial.

Os bilhetes para este espetáculo custam 8,00€ (desconto disponível para portadores do Passaporte Cultural, disponível nas bilheteiras do Município de Lagoa) e estão à venda na Bilheteira Online, nas bilheteiras dos CTT, da Fnac, Worten, Auditório Carlos do Carmo, Centro Cultural Convento de S. José e Balcão Único da Câmara Municipal de Lagoa.

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“O que se passa na infância não fica na infância”: Obra de 52 autores apresentada em Loulé

É apresentado na próxima sexta-feira, pelas 18h30, no Polo Casimiro de Brito, em Almancil, da Biblioteca Municipal de Loulé, o livro “O que se passa na infância não fica na infância” Tomo III, por Catarina Silva Almeida. 

O momento, integrado na iniciativa “Livros Abertos”, contará com dois dos 52 autores, Ana Poeta, Rui Diniz Monteiro, bem como João Pedro Gaspar e Paulo Guerra, coordenadores da obra.

«Por considerarmos que a infância é um chão que percorremos durante a vida toda, só há que constatar que as vítimas precoces – as crianças que o sistema de promoção e proteção entende que devem ser retiradas às suas famílias biológicas, muitas vezes para delas serem protegidas – têm a vida toda para sofrerem as consequências dessas experiências adversas.

 “O que se passa na infância, não fica na infância”, obra editada pela Editora d’Ideias, recorre a 52 personalidades – ligadas pessoalmente ou profissionalmente à proteção das crianças e ao seu saudável desenvolvimento -, reunindo um conjunto de abordagens pessoais e multidisciplinares, remetendo para as consequências irreversíveis e duradouras das experiências adversas na infância – personifica uma campanha que visa prevenir os mau- tratos na infância, idealizada pela entidade que, em Portugal, se dedica a apoiar quem cresceu em acolhimento, a PAJE – Plataforma de Apoio a Jovens (Ex)acolhidos.

A obra e a campanha, qual manifesto, parte da premissa de que é fundamental contrariar a invisibilidade da adversidade e do trauma vivido na infância por cada um de nós, tornando-se, assim, imperioso que os vários contextos e os seus profissionais estejam imbuídos e capacitados de uma abordagem sensível ao trauma, que permita reconhecê-lo, bem como aos seus efeitos, e responder-lhe de forma hábil e reparadora. Para que a onda cresça! E para que cada um de nós faça o que lhe compete – estar atento, denunciar, integrar e tratar o trauma infantil antes que «o monstro tome conta de nós». (João Pedro Gaspar e Paulo Guerra)

Rui Diniz Monteiro é engenheiro, professor do ensino básico e secundário, e Hipno terapeuta com licenciatura em Psicologia. A fazer voluntariado desde há mais de 50 anos, apoiante ativo da campanha “Nem Mais Uma Palmada!”, palestrante e professor da disciplina “Sabedoria, Civilização e Felicidade” em universidades sénior.

Ana Poeta é cientista social, mestre em Educação de Adultos e Desenvolvimento Local, ativista há mais de 30 anos, atualmente trabalha na área do Bem-Estar Animal.

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