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HEMU treina brigadistas para agir em situações de emergência

O Hospital Estadual da Mulher (HEMU) capacitou profissionais de diferentes setores para atuar nos primeiros momentos de uma emergência. O treinamento de Brigadista Eventual foi ministrado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás e contou com a participação de 61 colaboradores da unidade.

A formação incluiu atividades teóricas e práticas sobre prevenção e combate inicial a incêndios, procedimentos de evacuação e noções de primeiros socorros. Os participantes também aprenderam como proceder até a chegada das equipes especializadas.

Em um hospital, saber como agir nessas situações exige atenção às necessidades dos pacientes, especialmente daqueles com mobilidade reduzida ou que dependem de assistência para se deslocar. Por isso, a preparação das equipes é importante para que a resposta a uma emergência ocorra de maneira organizada, considerando as particularidades de cada setor.

A capacitação envolveu profissionais das áreas assistencial e administrativa e está relacionada ao Plano de Atendimento a Emergências do HEMU. O treinamento busca preparar as equipes para identificar situações de risco e seguir os procedimentos previstos para cada ocorrência.

Para o engenheiro de segurança do trabalho do HEMU, Luis Rogerio Soares, a formação contribui para que os profissionais saibam como agir diante de situações que exigem uma resposta rápida.

“O treinamento permite que os colaboradores ampliem seus conhecimentos, reconheçam situações de risco e estejam mais preparados para agir de forma consciente e coordenada diante de possíveis emergências”, afirma.

Com a capacitação, os brigadistas ampliam o preparo para atuar na prevenção e na resposta inicial a emergências, contribuindo para a segurança de pacientes, acompanhantes e profissionais do hospital.

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Projeto Cuidar de Perto leva orientações sobre saúde da mulher a unidade prisional de Luziânia

Cuidado, Saúde e Transformação Social levou informações sobre saúde da mulher à Unidade Prisional Feminina de Luziânia. A atividade, realizada pelo Instituto Patris em alusão ao Outubro Rosa, contou com orientações sobre prevenção de doenças e infecções sexualmente transmissíveis, além de uma roda de conversa sobre saúde emocional e momentos de expressão artística.

A programação abrangeu 110 internas da unidade prisional e teve a colaboração de profissionais do Hospital Estadual de Luziânia (HEL), gerido pelo Instituto Patris. A coordenadora de enfermagem Thalya da Silva Rios de Morais compartilhou informações sobre prevenção, cuidados com o corpo e Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).

A psicóloga organizacional Tamires Martins e a neuropsicóloga Lorena Vieira Freitas, ambas do HEL, conduziram uma roda de conversa sobre saúde emocional, autocuidado e valorização pessoal.

A pintura em tela e a música também fizeram parte da programação, oferecendo às participantes outras formas de expressão.Para Tamires, a proposta foi criar um ambiente em que as mulheres pudessem expressar sentimentos e experiências com respeito à individualidade de cada uma.

“Algumas mulheres conseguiram colocar em palavras ou nas produções artísticas sentimentos, lembranças e perspectivas que eram importantes para elas. Meu papel foi acolher essas manifestações de forma ética e respeitosa, sem julgamentos e sem transformar aquele espaço coletivo em um atendimento psicológico individual”, explica.

A psicóloga observa que o cuidado com a saúde emocional também precisa chegar às mulheres que estão no sistema prisional, com oportunidades de escuta, informação e expressão.

Segundo ela, a receptividade das participantes e o interesse da instituição em receber novas atividades abriram espaço para pensar na continuidade da iniciativa. A gerente de Gestão de Pessoas do Instituto Patris, Joilma Mota Lima Fernandes, que coordena o projeto ao lado de Tamires, explica que a proposta é levar o conhecimento dos profissionais a diferentes realidades sociais.

“Para nós, do Instituto Patris, cuidar também significa estar presente, ouvir e reconhecer as necessidades de cada pessoa e de cada contexto. Essa ação foi pensada para proporcionar às participantes um momento de informação, acolhimento, expressão e leveza”, afirma. Joilma também fala sobre o papel da instituição nessas iniciativas.

“Como gerente de Gestão de Pessoas, acredito que nosso papel também é contribuir para iniciativas que ultrapassem os muros das nossas instituições e alcancem a comunidade. O Cuidar de Perto representa exatamente isso: transformar conhecimento em cuidado, aproximar pessoas e fortalecer a presença social do Instituto Patris.”

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HEAL acolhe mães de bebês internados na UTI Neonatal

A internação de um recém-nascido exige mudanças na rotina familiar e pode despertar medo, insegurança e dúvidas. No Hospital Estadual de Águas Lindas de Goiás (HEAL), o projeto Colo que Acolhe oferece às mães um espaço de escuta e troca de experiências, com apoio psicológico e orientações sobre direitos sociais durante o período de hospitalização dos filhos.

O encontro realizado na quarta-feira (21) teve como tema “Entre medos e perdas: acolher as emoções e encontrar forças”. A atividade foi conduzida pela psicóloga Lilihana Pires e pela assistente social Glauciane, que trabalharam sentimentos presentes na rotina das mães que acompanham os bebês na UTI Neonatal.

Uma das propostas foi uma dinâmica com fios de tecido. Ao formar uma teia em conjunto, as participantes representaram as emoções e experiências que compartilham nesse período. A atividade abriu espaço para que elas falassem sobre seus sentimentos e percebessem que outras mães também enfrentam dúvidas e dificuldades semelhantes.

A Psicologia atua no acolhimento dessas emoções e na busca por estratégias para lidar com as incertezas da internação. Já o Serviço Social orienta as famílias sobre direitos socioassistenciais, benefícios e serviços disponíveis.

O trabalho também envolve a articulação com a rede de assistência do município, de acordo com as necessidades de cada família, para favorecer a continuidade do acompanhamento após a alta hospitalar. Para o diretor-geral do HEAL, Nilmar Corrêa, o projeto permite ampliar o olhar sobre as necessidades das famílias durante o tratamento dos recém-nascidos.

“Além dos cuidados com os bebês, precisamos olhar para as mães que acompanham de perto esse processo. O Colo que Acolhe oferece um espaço para que elas compartilhem o que estão vivendo, recebam apoio e tenham acesso a informações importantes sobre seus direitos. Esse cuidado faz diferença na experiência da família durante a internação”, afirma Nilmar.

O projeto integra o atendimento multiprofissional do HEAL e busca dar suporte às mães durante a permanência dos filhos na unidade neonatal, considerando tanto as necessidades emocionais quanto as questões sociais que podem surgir nesse período

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