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Homem britânico vende caça da Segunda Guerra Mundial que guardou na própria garagem por mais de 20 anos

Um homem britânico vendeu um avião de caça da Segunda Guerra Mundial por R$ 120 mil após manter o veículo aéreo na própria garagem por mais de 20 anos.

Segundo a casa de leilões Dominic Winter, que vendeu o caça, Peter Arnold construiu uma carreira de sucesso na engenharia automotiva. Em março de 1973, ele resgatou as fuselagens dos Supermarine Seafire e Spitfire, modelos de caça lendários do Reino Unido, de um ferro-velho na cidade de Warrington.

Na época, ele era conhecido como “Sr. Spitfire” por entusiastas, colecionadores de aeronaves e escritores, devido ao seu conhecimento inigualável dos melhores aviões da Supermarine. Ao longo dos anos, seu compromisso em documentar os Spitfires sobreviventes em todo o mundo o levou a registrar cerca de 365 fuselagens de Spitfire e Seafire ainda existentes.

O modelo que ficou guardado na garagem era o Spitfire PK519. Peter gostava de exibi-lo para todos que o visitavam, em um artigo publicado na revista Aeroplane em agosto de 2003, ele comentou: “Eu simplesmente gosto de tê-lo aqui.”

A coleção completa de Peter Arnold foi vendida no começo do mês, no dia 8 de outubro.

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Tinha cartas Pokémon esquecidas no sótão há 15 anos. Agora é milionário

A coleção de cartas Pokémon de um antigo pintor e decorador, agora reformado, foram vendidas por 1,8 milhões de euros. Um decorador reformado tornou-se milionário depois de vender uma coleção de cartas Pokémon em leilão. Segundo conta, não fazia ideia de que as cartas tinham algum valor, até ler no jornal local que uma única carta tinha sido vendida por mais de 7.000 euros A coleção, que estava num sótão há 15 anos, foi a leilão na Ewbank’s na quarta-feira por 1,56 milhões de libras, cerca de 1,8 milhões de euros. De acordo com a leiloeira de Surrey, é o

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Reino Unido admite discutir o regresso da livre circulação com a União Europeia

A um mês de uma cimeira com Bruxelas, Andy Burnham admite reabrir a livre circulação de pessoas com a UE. O regresso à União Europeia exigiria um novo referendo, mas “isso não seria necessariamente obrigatório para regressar ao mercado único”. O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, mostrou-se aberto a retomar a livre circulação de pessoas entre o Reino Unido e a União Europeia, numa altura em que os dois lados preparam a cimeira de líderes do próximo mês. Um regresso à livre circulação não seria uma linha vermelha nas negociações, sugeriu, uma vez que as tendências da imigração mudaram desde que

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